Sua conscientização política

"Seria uma época de guerras cruéis em que novos césares surgiriam e em que uma elite de homens de aço, que não buscavam ganhos pessoais e felicidade, mas o cumprimento dos deveres para com a comunidade, tomaria o lugar dos democratas e dos humanitários" Hajo Holborn, explicando uma previsão de Oswald Spengler em A History of Modern Germany: 1840-1945; Princeton University Press, 1982. Página 658

terça-feira, 12 de julho de 2016

Estupradores Migrantes: Os “Rapefugees” Afegãos da Suécia por Ingrid Carlqvist


Ingrid Carlqvist
29 de Janeiro de 2016

Na Passagem do Ano Novo, o mesmo tipo de abuso sexual em massa, o vocábulo em árabe é “Taharrush[1], ocorrido na cidade de Colônia, também ocorreu na Suécia, mas a polícia e a mídia optaram por ocultar o fato. Os homens, depois ficou-se sabendo, eram em sua maioria afegãos, que alegavam ser "crianças refugiadas desacompanhadas[2]".

Na realidade, muitas delas tinham muito mais que 18 anos, estas crianças são agora chamadas por um nome novo recentemente cunhado “Rapefugees” (algo como “Estufugiados”), em vez de “crianças refugiadas”.

Recentemente veio à tona[3] que o Serviço de Imigração exortou seus administradores a aceitarem como "criança" qualquer um que aparente ter menos de 40 anos de idade, ao que tudo indica, sem perceberem o quão impróprio é colocar homens adultos em escolas de ensino fundamental e secundário juntamente com meninas adolescentes. Uma vez que a Suécia, até dezembro, manteve suas portas escancaradas para os migrantes do mundo, ela recebeu um número assombrosamente maior de candidatos a asilo do que seus vizinhos nórdicos. As estatísticas de 2012 a 2015 estão disponíveis na Eurostat [4]e fornecem os seguintes dados sobre o número de entrada dos migrantes:
Suécia: 342.635
Noruega: 63.370 
Dinamarca: 41.290 
Finlândia: 40.470 
Islândia: 675
Muitos dos que procuram asilo na Suécia vêm da Síria, devastada pela guerra: 51.338 em 2015. O Afeganistão vem em segundo lugar[5] com 41.564 no ano passado, um salto espantoso de 1.239% se comparado a 2014. A maioria dos afegãos que pede asilo alega ser criança, tendo assim seu pedido tratado de forma acelerada para que seja aceito seis meses após o ingresso com a papelada.

Dias depois que irrompeu a história sobre os ataques em Colônia, o "Círculo do Inferno"[6], o Website da mídia alternativa Nyheter Idag revelou[7] que o respeitado diário Dagens Nyheter, sabia de ataques semelhantes aos ocorridos em Colônia, em um festival de música em maio de 2015, mas se recusou a publicar o caso.

Provavelmente com o intuito de se defender de acusações de acobertamento, o Dagens Nyheter atacou tempestuosamente[8] a polícia de Estocolmo. O jornal alega que a polícia se recusou a confirmar os relatos sobre os ataques, atando as mãos da editora, impedindo que o jornal publicasse a história. O Dagens Nyheter chegou a alegar que um policial de alta patente teria dito: “este é um assunto delicado. Às vezes temos receio de dizer a verdade porque ela poderia beneficiar os Democratas Suecos. A polícia precisa assumir sua responsabilidade”.

A polícia assumiu a culpa, porém parcialmente. O chefe da polícia nacional Dan Eliasson, foi incumbido de investigar as razões das informações ficarem retidas.

Decisões políticas não deveriam ser tomadas pela polícia. O líder do Partido dos Democratas Suecos Jimmie Åkesson reagiu de forma contundente pelo simples fato de seu partido ter sido mencionado no caso, exigindo[9] que o chefe da polícia nacional Eliasson fosse imediatamente destituído do cargo. Eliasson tem sido há muito tempo uma figura polêmica. Ele iniciou sua carreira como baixista da banda punk Bad Boo Band, mais conhecida pela música “Knulla i Bangkok” (“F**endo em Bangkok”), sucesso nas paradas musicais em 1979. Depois que a carreira como músico foi perdendo brilho, Eliasson cortejou uma carreira na política e na administração pública, trabalhando em estreita colaboração com vários ministros do governo do Partido Social Democrata. Quando os Sociais Democratas perderam a eleição em 2006, ele foi nomeado Diretor Geral do Serviço de Imigração (2007 a 2011), tornando-se depois Diretor Geral do Serviço de Segurança Social. Em janeiro de 2015, ele foi nomeado Chefe da Polícia Nacional.

Não obstante a carreira estrondosa, em diversas ocasiões, Eliasson fez um espetáculo de si mesmo. Em junho de 2007, o Ex-Chanceler da Justiça Göran Lambertz, revelou[10] que Eliasson, então Secretário de Estado do Departamento de Justiça, tentou fazer com que Lambertz parasse de criticar as falhas do sistema jurídico sueco. O pedido de Eliasson veio depois que o Chanceler da Justiça conduziu um relatório[11] sobre vários suecos do sexo masculino que foram erroneamente condenados, na maioria das vezes por crimes sexuais.

“Eu lembro claramente ter me encontrado com o Secretário de Estado Bodström (então Ministro da Justiça) em maio de 2006”, ressaltou Lambertz em uma entrevista transmitida pelo rádio. “Eliasson deixou claro que se afastaria de mim se eu não baixasse o tom das minhas críticas. No meu entendimento isso era influência indevida”.

Como chefe dos Serviços Sociais, Eliasson tuitou[12] em fevereiro de 2014 que a simples aparição do líder do partido dos Democratas Suecos, Jimmie Åkesson, na TV, lhe dava náuseas. E agora Eliasson irá provavelmente chefiar uma investigação sobre as razões da polícia ter retido informações a respeito das circunstâncias dos ataques dos “Rapefugees” contra meninas suecas no festival de música “Nós Somos Sthlm” “abreviação de Estocolmo” em agosto de 2015?

Quando finalmente, no início de janeiro, estouraram as notícias sobre os abusos sexuais em massa, ficou claro que os homens envolvidos eram as assim chamadas “crianças refugiadas desacompanhadas”. Quando finalmente, no início de janeiro, estouraram as notícias sobre os abusos sexuais em massa, ficou claro que os homens envolvidos eram as assim chamadas “crianças refugiadas desacompanhadas”. “De acordo com um relatório interno da polícia”, o jornal Dagens Nyheter ressaltou[13]: “havia um grupo considerável de jovens, em sua maioria crianças refugiadas do Afeganistão, que se sobressaia no concerto”.

Em um escândalo semelhante, também foi revelado recentemente que meninas suecas foram abusadas sexualmente por grupos de rapazes “de background estrangeiro” no verão de 2015, em um festival de musica no parque Pildammsparken em Malmö. O fotógrafo Freddy Mardell contou à rádio Granskning Sverige que ele testemunhou o caos onde se podia ver meninas histéricas, chorando. Mardell tirou as fotos e as ofereceu ao jornal diário local Kvällsposten. O jornal se recusou a publicá-las.


 Cenas de um festival de música de verão em Malmö... Esquerda: quatro rapazes cercam e abusam sexualmente de uma garota. Direita: policiais apreendem um suspeito, enquanto ao fundo vítimas de abusos sexuais choram. O fotógrafo reportou que meninas suecas foram abusadas sexualmente por grupos de rapazes “de background estrangeiro”.

Agora também já ficou claro que meninas foram atacadas por grupos enormes de muçulmanos na Passagem do Ano Novo nas cidades suecas de Kalmar e Malmö. O jornal diário Kvällsposten denunciou que “gangues de rapazes cercavam garotas embriagadas em Malmö na Passagem do Ano Novo”. Incidentes ocorreram em diversas localidades da cidade de Malmö, no entorno do Parque do Rei e da Estação Central de Trens.

Um relatório da polícia dizia o seguinte: “algo que saltava aos olhos, se comparado com anos anteriores, foi um grupo de duas centenas de pessoas que, ao meu ver, eram desacompanhados do Afeganistão vagando pela cidade provocando confusão. Houve diversos casos de gangues enormes que cercavam, na maioria das vezes, garotas e mulheres embriagadas, molestando-as”. Em Kalmar, onde o povo se concentrava na praça Larmtorget, para comemorar, várias garotas foram submetidas[14] a abusos sexuais. Até agora entre 16 e 17 boletins de ocorrência foram preenchidos na presença da polícia.

“Lisa” ressaltou[15] ao jornal local Barometern:
“No início nós estávamos no canto da praça quando imediatamente notamos o número gigantesco de homens que lá se encontrava e, quando nos afastamos as coisas ficaram realmente desagradáveis. Eram homens que não falavam sueco, homens de todas as idades. Eles nos cercaram e começaram a nos tocar, eles também seguravam a cabeça das pessoas e beijavam à força suas bochechas e testas. Quando pedíamos para que eles nos deixassem em paz ou que fossem embora, eles simplesmente riam e perguntavam: o que eu fiz de errado? Nós reportamos tudo à polícia... É simplesmente fora de qualquer propósito que se tenha medo de sair à noite ou andar de ônibus sozinha ao anoitecer. E nós não somos as únicas que passaram por esta experiência, eu tenho amigas em Kalmar que dizem preferir não sair sozinhas ao anoitecer. Uma coisa é certa, eu nunca mais vou comemorar a Passagem do Ano Novo em Kalmar, prefiro ficar em casa com meus pais”.
O grupo das feministas suecas é o que menos se incomoda com os ataques dos “Rapefugees”. Elas (feministas) viraram as costas para as vítimas se recusando a reconhecer que o abuso sexual em massa como a Taharrush[16] faz parte da nova realidade na Suécia.

Na semana passada os jornais foram inundados com pareceres de várias feministas nos quais elas alegam que esses ataques nada têm a ver com religião ou etnia e sim com o simples fato dos criminosos serem homens. É possível chegar somente a uma conclusão: as feministas suecas preferem proteger mais das críticas homens muçulmanos do que proteger mulheres suecas de abusos sexuais. Um tema recorrente nos artigos é a convicção de que os homens de etnia sueca agem exatamente da mesma forma que as gangues de estupradores formadas por migrantes.

As asserções das feministas:
o denominador comum dos abusos sexuais é o gênero, não a etnia[17]. 
as opiniões que os homens suecos têm sobre as mulheres não são melhores[18] que as dos migrantes. 
crítica contrária sobre os abusos sexuais cometidos pelos migrantes é racismo disfarçado de preocupação[19] com o bem estar das mulheres. 
fronteiras fechadas[20] não é a solução para o assédio sexual.
O último artigo foi escrito por Gudrun Schyman, uma ex-comunista, atual líder do Partido da Iniciativa Feminista. Em uma entrevista[21] concedida ao podcast “A Inspeção Feminista", Schyman ressaltou que não há nada de novo nos abusos sexuais em massa”, e que "esses atos estão presentes há muito tempo em todos os nossos países. “Simplesmente é assim", assinala Schyman, "os homens se dão liberdades quando o anonimato e a proximidade permitem. Eu não creio que os abusos tenham aumentado, é tão somente a propensão para denunciar é que se intensificou”.

Viktor Banke, feminista (do sexo masculino) e advogado, lamenta no jornal Metro, distribuído gratuitamente, que os ataques "fazem bem o jogo dos Democratas Suecos... Se necessário", ressalta[22] ele, “nós deveríamos ter condições de falar sobre o background do perpetuador. Mas não podemos nos dar ao luxo de deixar o debate sobre a vulnerabilidade das mulheres ser sequestrado por pessoas que se interessam pelo direito das mulheres somente quando a cor da pele do criminoso é outra”.

O Gatestone Institute entrou em contato com um grande número de abrigos para mulheres e perguntou a elas o que pensavam sobre o abuso sexual em massa das mulheres suecas. Nenhuma delas estava disposta a admitir que o abuso tinha algo a ver com etnia ou religião. Elas assinalavam que não queriam “generalizar”, em seguida, assim que a pergunta sobre a etnia ou religião vinha à baila, elas desligavam o telefone.

Na Noruega, contudo, a polícia está bem a par da diferença entre as visões ocidentais e visões islâmicas sobre as mulheres. Eivind Borge, chefe do Departamento de Inteligência Tática do Serviço Nacional de Investigação Criminal (Kripos), ressaltou[23] ao jornal diário Aftenposten que ataques como aqueles ocorridos na Suécia e na Alemanha, pelo que ele tinha conhecimento, não tinham ocorrido na Noruega, mas que a polícia estava preparada: “muitos candidatos a asilo que vieram para que Noruega nos últimos meses, são de países onde a cultura é bem diferente da nossa. Muitos cresceram em culturas onde há uma aceitação maior de vários tipos de assédio sexual de mulheres em lugares públicos”.

Benedicte Bjørnland, Chefe do Serviço de Segurança da Polícia Norueguesa (PST), discursou recentemente[24] na conferência "População e Defesa" (“Folk och Försvar”) na Suécia. “Não é possível supor”, segundo ela, “que os recém-chegados se adaptem automaticamente aos valores da sociedade norueguesa. O galopante crescimento da imigração, especialmente de países muçulmanos, também poderá trazer outros desafios no longo prazo. Quando um grande número de candidatos a asilo invade uma comunidade local, ele pode levar a consequências deploráveis”.

Na Dinamarca, é permitido ao estado compilar estatísticas sobre a etnia dos criminosos, coisa que a Suécia deixou de fazer há anos. Nos últimos dez anos na Dinamarca, 615 pessoas foram condenadas[25] por estupro, destes, 212 eram da primeira ou segunda geração de imigrantes. O número equivale a mais de um terço (34,5%) de todos os condenados, ou seja, três vezes mais do que a proporção de imigrantes na população.

O Gatestone Institute entrou em contato com um dos mais conhecidos criminologistas da Suécia, Professor Jerzy Sarnecki da Universidade de Estocolmo. Ao ser perguntado se havia a possibilidade de se obter estatísticas que mostrassem se os muçulmanos estão super-representados nas condenações por estupro, o Professor Sarnecki respondeu: “nós não mantemos estatísticas desse tipo na Suécia”.

Sarnecki foi então indagado se a falta de estatísticas confiáveis não alimentam boatos e preconceitos.

“Sim”, respondeu ele “ou ela as confirmam. Eu não me importo se elas fossem expostas. Não é possível tomar providências a respeito de um problema se você não tiver os fatos para trabalhar com eles. Obviamente é possível realizar estudos se formos até lá e inspecionarmos os criminosos, indagando sobre a sua religião, mas até onde eu sei isso não foi feito na Suécia”.

O Professor Sarnecki confirmou que os imigrantes na Suécia, que são condenados por praticamente todos os tipos de crimes, sendo a maioria por crimes sexuais, representam uma proporção bem maior do que a sua porcentagem da população, conforme mostrado[26] em 25 estudos conduzidos entre 1974 e 2005. O último relatório[27] foi chamado de "Crimes perpetrados por pessoas nascidas na Suécia e por pessoas nascidas no exterior" (“Brottslighet bland personer födda i Sverige och i utlandet”). Sarnecki ressalta que pelo fato das estatísticas serem inequívocas, ele acredita que mais estudos sejam inúteis.

Os homens suecos estão indignados com a discussão que está acontecendo na Suécia. Nas redes sociais, muitos dizem estarem sendo injustamente tipificados e não aceitam, sob hipótese alguma, serem confundidos com homens que praticam estupro coletivo.

Segue uma amostragem das postagens nas redes sociais e comentários:
Conrad: “fico furioso que feministas aleguem que eu me comportaria como esses bárbaros, simplesmente pelo fato de sermos do mesmo sexo”. 
Fredrik: “eu não me ofendo com facilidade, mas estou profundamente chateado, triste e ofendido de ser tratado como farinha do mesmo saco em potencial, capaz de agir como estuprador de uma gangue. Eu quase tive uma briga com algumas das minhas amigas depois que elas exortaram os homens no Facebook a conversarem uns com os outros a fim de evitarem estupros no futuro. Que diabos? Será que as mulheres acreditam que homens normais falam com seus amigos sobre esse assunto? Se eu soubesse que alguém cometeu um estupro, eu imediatamente o denunciaria à polícia e ele ficaria impedido de ter acesso às redes sociais”. 
Jan: “eu não quero ser comparado com esses ogros selvagens. É fora de qualquer propósito que escritoras feministas apontem o dedo para um grupo inteiro por algo que meia dúzia de gatos-pingados fizeram. Isto é chamado de punição coletiva”. 
Willy: “se fossemos acreditar nos argumentos das debatedoras feministas, haveria somente uma solução: exterminar todos os homens”. 
Lorentz: “a comparação com homens suecos é baixa e grotesca”. 
Johan: “as feministas suecas vivem em um dos países em há a maior igualdade de gêneros do mundo. Essa equidade está se esvaecendo e as mulheres suecas já não estão mais seguras nas ruas. De modo que as feministas estão lutando para que? Pela visão das mulheres? Não, elas estão tentando intimidar os homens suecos, igualitários e tímidos. Falem sobre negação e covardia”. 
Tommy: “trata-se obviamente de um problema que tivemos no passado, do qual nos livramos com a boa educação e igualdade dos sexos. Mas a crescente imigração, em sua maioria de muçulmanos do sexo masculino, nos jogou de volta não para a estaca zero, mas para a estaca menos quinhentos”. 
Mathias: “eu fui educado para respeitar as mulheres. Eu jamais levantaria a mão ou estupraria uma mulher. Isso está no fundo da minha alma. É nossa obrigação proteger nossas mulheres da ameaça que elas estão enfrentando”.
Ninguém é capaz de adivinhar o que os políticos suecos intencionam fazer a respeito dos “Rapefugees” que já se encontram no país. O único comentário proferido até agora pelo Primeiro Ministro Stefan Löfven foi o seguinte:
“Primeiramente quero manifestar minha profunda irritação com o fato de garotas não poderem ir a um festival de música sem serem violentadas, assediadas sexualmente e atacadas. É um problema enorme para as vítimas, mas também é um problema para a democracia de todo o nosso país e por esta razão não podemos ceder nenhum milímetro. Não devemos fechar os olhos ou fazer vista grossa. Temos que enfrentar um problema dessa envergadura”.
O povo sueco ainda está esperando ver para onde o Primeiro Ministro irá olhar.

Tradução: Joseph Skilnik


Notas:


[1] Fonte utilizada pela autora: “Conceda às Mulheres o Direito de se Defenderem” ,por Geert Wilders e Machiel de Graaf, 22/01,2016, Gatestone Institute.

[2] Fonte utilizada pela autora: “"Refugee Children" Invade Sweden”,por Ingrid Carlqvist, 23/07/2016, Gatestone Institute.

[3] Fonte utilizada pela autora: “Suécia: Estupros, Absolvições e Cabeças Cortadas Um Mês de Islã e Multiculturalismo na Suécia: Novembro de 2015”, por Ingrid Carlqvist, 01/01/2016, Gatestone Institute.

[4] Fonte utilizada pela autora: “Asylum and first time asylum applicants - monthly data (rounded)”, Eurostat.

[6] Fonte utilizada pela autora: https://www.youtube.com/watch?v=_thpG9s_yHY

[8] Fonte utilizada pela autora: “Övergreppen på festivalen i Stockholm rapporterades aldrig vidare”, por Dan Eliasson 10/01/2016, Dagens Nyheter.

[9] Fonte utilizada pela autora: “Polischefen får hård kritik: ‘Borde avgå’”, 11/01/2016, Svenska Dagbladet.

[10] Fonte utilizada pela autora: “’Bodström ville stoppa min kritik’”, por Tove Nandorf, 28/06/2007, Dagens Nyheter.

[12] Fonte utilizada pela autora: “Myndighetschef kräks över Åkesson”, 28/02/2014, Svenska Dagbladet.

[13] Fonte utilizada pela autora: “Rättsexpert dömer ut polisens tystnad om Kungsträdgården”, por Juan Flores, 11/01/2016, Dagens Nyheter.

[14] Fonte utilizada pela autora: “Polis efterlyser filmer på tafsande i Kalmar”, 11/01/2016, por Malin Forsberg, Expressen.

[15] Fonte utilizada pela autora: “Jag kommer aldrig mer att fira nyår i Kalmar”, por Mats andersson, 10 e 11/01/2016,Barometren.

[16] Fonte utilizada pela autora: “Tyska polisen: Den arabiska våldtäktsleken ‘taharrush gamea’ har kommit till Europa”, por Mattias Albinsson, 11/01/2016, Nyheteridag.

[17] Fonte utilizada pela autora: “Hanna Fahl: Den gemensamma nämnaren vid övergreppen är kön, inte etnicitet”, por Hanna Fahl, 08/01/2016, Dagens Nyheter.

[18] Fonte utilizada pela autora: “Svenska män har inte bättre kvinnosyn”, por Jiang Millington, 09/01/2016, Expressen.

[19] Fonte utilizada pela autora: “Svenska män har inte bättre kvinnosyn”, por Jiang Millington, 09/01/2016, Expressen.

[20] Fonte utilizada pela autora: “Stängda gränser är inte rätt svar på sexuella trakasserier”, 08/01/2016, por Linnéa Bruno e Gudrun Schyman, Metro.

[21] Fonte utilizada pela autora: “‘inte något nytt påfund’ i Europa men ‘benägenheten att anmäla har ökat’”, por Mattias Albinsson, 12/01/2016, Nyheteridag.

[22] Fonte utilizada pela autora: “Vi kan prata om gärningsmännens bakgrund – men låt inte det ta över”, por Viktor Banke, 26/01/2016, Metro.

[23] Fonte utilizada pela autora: “Vi kan prata om gärningsmännens bakgrund – men låt inte det ta över”, por Viktor Banke, 26/01/2016, Metro.

[24] Fonte utilizada pela autora: “PST-sjefen advarer mot følgene av innvandring fra muslimske land”, por Karen Tjernshaugen, 12/01/2016, Aftenposten.

[25] Fonte utilizada pela autora: “Hver tredje dømte for voldtægt er indvandrer”, 28/08/2015, Berlingske.

[26] Fonte utilizada pela autora: “Suécia: Capital dos Estupros do Ocidente”, 14/11/2015, por Ingrid Carlqvist e Lars Hedegaard, Gatestone Institute.







Sobre a autora: Sobre a autora: Ingrid Carlqvist (1960 – ) é uma jornalista sueca, formada na Faculdade de Jornalismo de Gotemburgo. É editora do jornal Dispatch International.

* * *

Adendo por Tannhauser

É importante esclarecer que o Gatestone Institute é uma instituição proeminentemente judaica de inclinação sionista. É fundada e financiada por doadores privados. Este instituto, apesar de ter em seus quadros alguns colunistas que denunciam as catástrofes de migração de não europeus para a Europa, omite completamente o papel judaico em fomentar tal migração e a política de fronteiras abertas para receber não europeus que resulta em todos os aspectos no genocídio branco. É comum autores deste instituto exporem protestos quando as críticas as consequências da chegada de muçulmanos ou migrantes são censuradas, mas não se vê protestos às críticas feitas as influências judaicas me suas várias esferas (política, cultural, social etc...) e nem se publica-as, e quando ocorrem de citarem alguma, a fazem com interpretação de que se trata de preconceito e pura implicância desprovida de qualquer fundamento, bem à maneira das alegações do judeu Elie Wiesel, que aliás compõe o quadro do instituto em questão.

Entre seus proeminentes membros estão[1]:

 John Robert Bolton, americano protestante, ex-embaixador dos EUA na ONU e homem do governo pró-sionista de George Bush.

Nina Rosenwald, descendentede judeus do leste europeu, herdeira do grupo Sears (originalmente um empreendimento americano que foi transferido para o capital judaico). Recebeu em 2003 um prêmio por ativismo pró-sionismo[2].

Alan Dershowitz, jurista e liberal judeu. Já defendeu clientes que fomentaram a pornografia, e envolvidos em pedofilia (Jeffrey Epstein), no entanto sua liberalidade se esfumaça ao querer controlar a posse de armas dos cidadãos americanos, além de ser apoiador de Hillary Clinton, esta, uma protagonista da globalização e adversária de todo nacionalismo exceto o nacionalismo israelense[3]. Já foi premiado pela Anti Defamation League.

Daniel William Finkelstein, judeu, ex-editor executivo do principal jornal britânico Times.

Merryl H. Tisch, política judia americana que atuou no Washington Institute for Near East Policy (Instituto de Washington para Políticas no Oriente Médio).

Elie Wiesel, judeu sobrevivente do alegado “holocausto” cujas contradições, desmascaradas[4] pelo acadêmico revisionista francês Robert Faurisson, são sistematicamente ocultadas pelo lobby judaico.

Em suma o aporte aproveitável de tal instituto é expor algumas consequências da globalização na Europa sem que, no entanto, revele as causas, pois estas, para serem acessadas pelos leitores devem ser procuradas em autores de fora do instituto, ou quando muito de algum autor do instituto que, no entanto, publica algum artigo da ação judaica em fomentar tal migração, mas nesse caso em outro portal, como foi o caso Douglas Murray[5]. Paul Grubach em excelente artigo colocou que os judeus como parte da comunidade mundial são também passíveis de críticas[6]. E se uma apuração crítica resultar em uma conclusão, de fato, que a atividade global judaica é nociva, é nada mais e nada menos do que manter o compromisso para com a verdade e para com a imparcialidade não negar-se a aceitar tal fato.

Seguem alguns artigos que mostram o protagonismo judaico no multiculturalismo e política de fronteiras abertas que permitem a migração na Europa chegarem a atual situação:


Notas



[2] Nota por Tannhauser: “House Majority Leader Tom Delay At ZOA Dinner: It’s Not ‘Occupied Territory,’ It’s Israel, por Morton A. Klein, 17/11/2003, Zionist Organization of America.

[3] Nota por Tannhauser: “Hillary Clinton: US has ‘moral obligation’ to support Israel”, 02/06/2016, The Jewish Agency.

[4] Nota por Tannhauser: Robert Faurisson, A Prominent False Witness: Elie Wiesel, publicado em inglês em folheto pelo Institute for Historical Review em 1988.
Traduzido em português em: Elie Wiesel - Um Proeminente falso testemunho – Por Robert Faurisson.

[5] Nota por Tannhauser: “Douglas Murray’s Warning to the Jewish Community”, por Kevin Macdonald, 25/11/2015, The Occidental Observer.
Traduzido em português em: Os avisos do {jornalista} Douglas Murray para a com unidade judaica – por Kevin MacDonald

[6]  Nota por Tannhauser: “A Critique of the Charge of anti-Semitism”, por Paul Grubach, verão 1988, The Journal for Historical Review, Volume 8 número 2, página 185.
Tradução para o português: A Crítica de Acusação de Antissemitismo: A legitimidade moral e política de criticar a Judiaria - por Paul Grubach.
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Recomendado, leia também:

Suécia: Estupros, Absolvições e Cabeças Cortadas Um Mês de Islã e Multiculturalismo na Suécia: Novembro de 2015 - Por Ingrid Carlqvist

Harvard odeia a raça branca? – por Paul Craig Roberts

5 comentários:

  1. Olha antes de começar esse grande movimento de migração na Europa havia muito estupros em todos os países. Isso é um problema do homem (gênero). Em todos os países desenvolvidos ou não, em todas as classes sociais tem estupradores.
    Não adianta culpar os miseráveis por isso.

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    1. Olá!

      Gostaria de examinar as fontes que a senhora está se baseando.

      A Suécia, por exemplo, antes dos movimentos migratórios tinha um índice baixíssimo de estupros, imediatamente partir da política de fronteiras abertas ser implementada os estupros subiram a ponto de ser o país com mais estupros na Europa.

      "Quarenta anos depois do parlamento sueco ter decidido, por unanimidade, mudar a homogenia Suécia de outrora para um país multicultural, os crimes violentos tiveram um crescimento de 300% e os estupros de 700%. A Suécia já está em segundo lugar em estupros, perdendo apenas para Lesoto no sul da África."

      "Vinte e um relatórios de pesquisas dos anos de 1960 até hoje são unânimes em suas conclusões: não importa se o cálculo foi realizado levando em conta o número de estupradores ou suspeitos de estupro, homens de descendência estrangeira foram super-representados em relação aos suecos. E essa maior representação daqueles com background estrangeiro continua aumentando:

      1960 aos anos de 1970 – 1,2 a 2,6 vezes mais que os suecos
      Anos de 1980 – 2,1 a 4,7 vezes mais que os suecos
      Anos de 1990 – 2,1 a 8,1 vezes mais que os suecos
      Anos 2000 – 2,1 a 19,5 vezes mais que os suecos"

      Suécia: Capital dos Estupros do Ocidente – Por Lars Hedegaard e Ingrid Carlqvist
      http://nazismo-verdades-e-mentiras.blogspot.com.br/2015/09/suecia-capital-dos-estupros-do-ocidente.html

      Também existe uma lei na Suécia para omitir as estatísticas raciais nos crimes. Se a questão racial, cultural, migratória fosse irrelevante não seria necessário esconder as ESTATÍSTICAS.

      Recomendo ler os artigos publicados aqui sobre estes tópicos, pois as fontes são fornecidas em mais de 90% das citações, tanto das reportagens (inclusive o jornalista, o jornal e a data da publicação) quanto dos institutos de pesquisa e governamentais.

      Quanto a culpa dos migrantes, existe os refugiados e os infiltrados, também há muitos tópicos na relação deles (estão escritos em vermelho).

      Excluir
  2. as informações aqui contidas no site não são provadas apenas por fontes e escritas, diversos videos circulam pelo youtube europeu sobre a cultura destes animais, basta ter o interesse minimo de procurar pela verdade que vera a historia e bem diferente da repassada pela mídia

    Videos sobre o comportamento dos refugiados

    https://www.youtube.com/watch?v=UJty2WOQap8

    Norte africanos atacam mulheres francesas em festival
    https://www.youtube.com/watch?v=-D8N_gYrTwQ

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  3. A globalização transforma o europeu em um bunda mole, com enlatados, bebidas e nicotina, e a globalização da a ilusão que o protegera com a justiça, quando no fim ate os juizes estão sendo comprados, a policia nada pode fazer pois quem esta acima na piramide não permite, veja como é bela a democracia, os extupros só crescem na europa e a mídia nada noticia ou toma atitude

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