Sua conscientização política

"Seria uma época de guerras cruéis em que novos césares surgiriam e em que uma elite de homens de aço, que não buscavam ganhos pessoais e felicidade, mas o cumprimento dos deveres para com a comunidade, tomaria o lugar dos democratas e dos humanitários" Hajo Holborn, explicando uma previsão de Oswald Spengler em A History of Modern Germany: 1840-1945; Princeton University Press, 1982. Página 658

sábado, 5 de março de 2016

Bill Kristol {judeu da Universidade de Harvard e comentador político} prefere Hillary à Trump: O que aconteceu à todos aqueles princípios conservadores? - Por Kevin MacDonald


Kevin MacDonald

03/03/2016

Sempre tem sido óbvio que Hillary como presidente está muito bem com os neocons {em essência um movimento americano de globalização}. Afinal, ela votou para a Guerra do Iraque e foi fundamental[1] no desastre na Líbia. Ela apoiou o envio de armas para os rebeldes sírios e comparou[2] o presidente Vladimir Putin à Hitler. Ela sinceramente apoia Israel, e tem seu próprio conjunto de conselheiros de política externa pró-Israel, especialmente Robert Kagan[3] que advogou intervenção militar e criação democrática através do Oriente Médio como um imperativo moral – exatamente a ideologia que levou os EUA dentro da desastrosa Guerra do Iraque. O principal doador de Clinton é Haim Saban[4], um sionista radical que tem dito que seu único assunto é Israel.

Obviamente, Bill Kristol {judeu da Universidade de Harvard e comentador político}e os neocons não perderiam o sono se Hillary Clinton se torna-se presidente.

De fato, eu suspeito que eles preferem Hillary à qualquer candidato republicano exceto Marco Rubio {Senador pela Flórida} que tem a ideal combinação de subserviência para a política externa neocon e apoio para políticas liberais sociais em assuntos como imigração. Rubio é comprado e pago pelo Lobby de Israel (especialmente Paul Singer e Norman Braman[5]) e é agora o favorito do sistema.

Por outro lado, Donald Trump se opôs à Guerra do Iraque, chamando-a “desastre completo[6]” e, mesmo ainda mais surpreendente, afirmando “Eles mentiram. Eles disseram que haviam armas de destruição em massa e não havia nada. E eles sabiam que não havia nada. Não existia nenhuma arma de destruição em massa.” Trump tem apoiado a política de Vladimir Putin de sustentar o governo de Assad na Síria. Como é bem sabido, Assad e Putin estão em alta na lista de odiados dos neocon. Ele tem dito à coalizão judaica que ele não quer dinheiro por causa que com o dinheiro deles vem o controle e ele prometeu ser neutro na questão Israel-Palestina.

Por causa deste fragrante conflito com a política externa, neocons como Bill Kristol tem estado na liderança de candidatos flutuantes do terceiro partido[7] para concorrer contra ele e que deveria ele conseguir uma nomeação pelo Partido Republicano. 

Os esforços de Kristol estão começando a se plasmar, sendo o último um plano para negar à Trump a nominação mesmo se ele tem uma pluralidade de delegados. Na sequência do resultado dos resultados da Super Terça {é o dia em que um grande número de estados têm eleições primárias}, Kristol tinha à dizer no Morning Joe show com Joe Scarborough {apresentador de programa de TV, formado em Direito e ex-político} conforme relatado por John Nolte em Breitbart[8]:
JOE SCARBOROUGH: O fato da questão é que você sabe que não existe nenhum precedente histórico com alguém fazendo tão bem como o Candidato Trump fez ontem – vencendo New Hampshire, South Carolina e Nevada, [perdendo a nomeação] não tem nunca acontecido antes, e como você sabe existe um impulso, um avanço –

BILL KRISTOL: Certo, então nós temos que parar o impulso, eu concordo totalmente.
SCARBOROUGH: Então essa é minha questão. Não há nenhuma torcida aqui. Estou olhando os fatos.
KRISTOL: Para seu crédito, você tem corretamente visto que este não iria ser historicamente um ano normal, e não é, portanto, assim devemos seguir –

SCARBOROUGH: Então como fazer para você bater nele?
KRISTOL: Você tem de bater ele na Flórida e Ohio, os primeiros dois vencedores levam todos estados, o que significa que tem de ser um acordo de fato entre os candidatos da aposição – entre a resistência à Trump, o qual eu sou orgulhoso de fazer parte porque eu penso ele ser um terrível candidato e um terrível presidente...
SCARBOROUGH: Você tem autoridade para quebrar aquele acordo agora?
KRISTOL: Bem, eles necessitam. Eles necessitam deferir para Rubio na Flórido e provavelmente para Kasich em Ohio, e dizer, ou implicar, que se você é um eleitor de Cruz em Ohio, e se você olhar para cima um dia antes da primária e é Trump 43%, Kasich 35% - vote por Kasich. E a verdade é que se Trump não vence na Flórida e em Ohio, resta ainda muito de uma corrida aberta...
Donald Trump [até agora] tem 35% dos votos populares e 47% dos delegados. Isto é muito melhor que ter 24% dos votos populares e 25% dos delegados.
JOHN HEILEMANN: Só para ir um pouco além neste tópico sobre o que Bill está defendendo: Quando você fala mais e mais aos republicanos, quem irá dizer à você privadamente e algumas vezes publicamente, que eles irão ainda votar em Hillary Clinton ao invés de Donald Trump, [estas são as pessoas] que estão indo tentar parar ele – a atitude dele é: nós sabemos o que iria acontecer em uma contestada convenção se nós pegamos a nominação de um Donald Trump [que tem ganhado] através de uma pluralidade de delegados.
O que iria acontecer é que nós iriamos provavelmente salientar seus apoiadores e nós iriamos perder a eleição presidencial. Mas a posição deles é que iria ser melhor para nós perder a eleição [geral] do que ter Donald Trump a rasgar o Partido ao meio como o candidato.
Agora você pode dizer que é suicida, mas esta é a postura das pessoas [preocupadas] sobre os efeitos negativos dos votos em baixa.
KRISTOL: E [Trump] iria ainda perder a eleição. E não deveria vencer a eleição. Então, sim, eu concordo.
Então a principal coisa é negar a Trump a nomeação, mesmo se isto custa a eleição do Partido Republicano e resulta em quatro mais anos da esquerda estar no comando. Mais quatro anos de não selar a fronteira, e mais quatros de maximizar a legal imigração e o número de “refugiados”. Quatro anos mais de desenfreado politicamente correto na mídia e nas universidades, e os agressivos protestos do movimento negro contra a polícia.

E mais quatro anos de indicações liberais para a Suprema Corte, as quais iriam resultar em uma revolução na lei sobre as Primeira e Segunda Emendas e em muitas outras áreas, começando com a substituição de Antonin Scalia {agora falecido,  conservador juiz da Suprema Corte Americana} por um liberal.  Argumentos intelectuais para cercear o discurso crítico do ideal multicultural são já comum nos círculos acadêmicos liberais, esperando somente uma indicação mais liberal para a Suprema Corte. Hillary Clinton iria estar muito feliz em fazer essa nomeação.

            Neocons como Kristol estão orgulhosos de chamar a eles mesmos “conservadores em princípios” mas que tipo de princípio conservador pode abrir as portas para o desastre de uma presidência Hillary Clinton? Que princípios conservadores podem possivelmente sobreviver à presidência de Hillary Clinton? Kristol está propondo uma opção nuclear de negar ao mais popular candidato conservador à nomeação – uma opção que iria destruir o Partido Conservador enquanto milhões de apoiadores de Trump ficam em casa fervendo de raiva, esperando o próximo momento populista; Ou eles iriam votar para Donald Trump correndo como um candidato do terceiro partido[9] por causa, conforme provavelmente Trump iria argumentar, das maquinações das elites do Partido Republicano que negam a ele uma nomeação que iria legitimamente ter sido sua. Neste caso, Hillary Clinton é a próxima presidente.

Kristol está à vontade com uma presidência Hillary Clinton porquê fundamentalmente os neocons, afinal, não têm qualquer princípio conservador. Ele sempre tem sido uma farsa e uma máscara. Desde suas origens no Partido Democrático, eles têm estado na esquerda de, de coração, quando ele vem à política social, e qualquer desvio disso é somente resultado de decisões estratégicas, não princípios. Eles são completamente sem princípios, e a candidatura de Trump tem trazido isso à tona. Isto é de minha resenha[10] de um livro de Jacob Heilbrunn  {comentarista político judeu}sobre os necons, The Knew They Were Right:
É digno de nota que o neoconservadorismo produziu nenhuma revolução em política doméstica, somente em política externa. O livro de  Heilbrunn reflete isto, já que ele gasta uma pequena porcentagem do livro em questões domésticas, o resto é política externa. Existe pouca dúvida que desde seu início, a política externa foi a área que excitou a paixão dos neocons, com a política doméstica sendo uma reflexão muito tardia. E é muito claro que Heilbrunn nem mesmo acredita que os neocons são sinceros sobre muitas das afirmadas crenças em questões domésticas.
Na verdade, a impressão geral que se tem é que os neocons adotaram posições sobre política doméstica a fim de ganhar influência dentro do Partido Republicano e então usar a influência deles para promover a agenda de política externa deles. Como resultado, as  políticas domésticas nunca foram o foco da intensa pressão que os necons eram aptos a reunir para suas iniciativas de política externa.
Por exemplo, Heilbrunn nota que Bill Kristoll “fez dele um ponto particular atacar a homossexualidade, mesmo participando em uma conferência na Universidade de Georgetown sobre ‘curando’ os gays de sua suposta patologia. É difícil imaginar que o próprio Kristol abrigar qualquer preconceito real contra gays. Politicamente, contudo, isso permaneceu um influente caso altamente eficaz.”
Similarmente, embora não mencionado por Heilbrunn, os necons saltaram no movimento quando a imigração ilegal tornou-se um problema, embora eles certamente não originaram esta questão. Conforme John O’Sullivan notou em relação ao ativismo de Kristol sobre um projeto de lei de anistia, “Kristol, representando muitos neoconservadores dispostos a favorecer a lei, vieram contra ela. Ele fez isso em parte porque ela tinha sérias deficiências em seu esboço mas, mais importante, porque isso foi criando um amargo abismo entre proeminentes republicanos e a liderança do partido. Que por sua vez estava pondo em perigo os objetivos republicanos em outras áreas, notavelmente o Iraque.” Peter Brimelow diz isso melhor: “Kristol irá retornar para o entusiasmo da imigração uma vez que isso tenha ajudado persuadir Bush atacar o Irã.”   
Obviamente existe uma situação similar aqui. Os proeminentes republicanos estão preocupados com a imigração em primeiro lugar, bem como com a política comercial e o politicamente correto em geral. Kristol pode estar disposto a manter seu nariz no mínimo em algum destes, apenas como ele fez com homossexualidade e algumas das vezes quando a imigração ilegal tornou-se um problema. Mas ele iria somente fazer isso se Trump fosse absolutamente sólido quando viesse para a política externa neocon.

Mas Trump é definitivamente não sólido em política externa neocon. Então Kristol está disposto a abandonar o barco e conseguir o que ele realmente quer o tempo todo – um presidente que está em algum lugar entre a esquerda liberal radical e a direita pseudo conservadora em política social, mas entusiasta para com Israel e o resto da agenda de política externa neocon. O que ele quer é uma disputa entre Hillay e Marco Rubio, e se ele consegue isso, a única desvantagem de Hillary comparada à Rubio é que poucos de seus amigos republicanos iriam conseguir as posições políticas de topo.

Eu suspeito que, sem dizer isso explicitamente, Kristol tem o medo[11] de muitos escritores judeus que Trump pode vir a ser um fascista, isto é, especificamente os judeus tem sobre as declarações crescentes de Trump sobre a imigração muçulmana e a política de refutação. Tweets recentes confirmam isso:

Bill Kristol
O que é deprimente é como muitos conservadores estão se comportando como a Áustria[12].

          Este tweet foi em resposta para outro neoconservador comparando Trump à Hitler, por ninguém menos que o editor do National Review Jonah Goldberg[13]:
Engraçado como @hughhewitt continua insistindo que ele é Suíça mas Trump continua tratando ele como Polônia[14].
           Para a qual ainda outra famosa neocon, Jeniffer Rubin, responde[15]:
@JonahNRO @instapundit @hughhewitt melhor que Vichy Scarborough
Comparações com os anos da década de 1930 e a Segunda Guerra Mundial são reflexos psicológicos com os neocons. Kristol condenada os conservadores por passivamente aceitarem Trump, como a Áustria aceitou o Anschluss, enquanto Goldberg enfatiza Trump=Hitler=Invasor da Polônia, e Rubin compara Joe Scarborough ao regime colaboracionista Vichy {o governo dos franceses que concordaram com a linha nazista para a Europa}. Um trio disputando as imagens do Nacional Socialismo.

Nenhuma questão sobre isso, Trump provoca imagens do Nacional Socialismo para os neocons e muitos outros judeus[16]. Com atitudes como esta, para os neocons, literalmente qualquer um no campo republicano ou democrático iria ser preferível à trump.

Mas este é um jogo perigoso. Se trump é negado à nomeação e a presidência como resultado de disputa de terceiro partido ou manipulação da convenção, a raiva contra o sistema que Trump está atacando só irá continuar e tornar-se pior – mais imigração, mais política desastrosa, mais restrições sobre a liberdade de expressão, sem mencionar o resto da agenda dos radicais da esquerda. E irá existir mais medo e raiva entre os brancos sobre o futuro deles como uma minoria numa sociedade dominada pelos outros grupos étnicos – uma raiva que não importa o quão legítima seja suas queixas, a oligarquia sempre vence.

Existe uma raiva moralmente certa em muito da América Branca que Trump está batendo, e mais cedo ou mais tarde isso irá ter consequências catastróficas. Conforme esta raiva sobe, os eleitores republicanos devem começar a imaginar que as identidades e interesses judaicos dos neocons eram o problema fundamental que destruiu o Partido Republicano e suas chances de libertação. E eles irão compreender que o povo que executa isso não eram em tudo motivados pelos sagrados princípios da liberdade e a Constituição. Eles irão compreender que a melhor esperança deles para alcançar seus reais e legítimos tem sido destruída por estas muito poderosas pessoas com forte identidade  judaica e um sentido de interesses especificamente judaicos. Neoconservadorismo é, afinal, um movimento judaico[17].

Isto é como a revolução começa.

Tradução e notas entre chaves por Tannhauser



Notas


[1] Fonte utilizada pelo autor: “Hillary Clinton,  Smart Power’ and a Dictator’s Fall” por Jo Beckere Scott Shane, 27 de fevereiro de 2016. The new York Times.

[2] Fonte utilizada pelo autor: “Hillary Clinton says Putin’s actions are like ‘what Hitler did back in the ’30s’”, por Philip Rucker, 05/03/2014, The Washington Post.

[3] Fonte utilizada pelo autor: “Neocon Kagan Endorses Hillary Clinton”, 25/02/2016, consortiumnews.com.

[4] Fonte utilizada pelo autor: “A Tale of Two Rich Guys, Haim Saban and Charles T. Munger”, por Kevin MacDonald, 10/04/2010, The Occidental Observer.

“Jane Harman, Haim Saban, and AIPAC: The Disloyalty Issue in Multicultural America”, por Kevin MacDonald, 25/04/2009, The Occidental Observer.

“Friends of Hillary” por Kevin MacDonald, 11/01/2016, The Occidental Observer.

[5] Fonte utilizada pelo autor: “ Meet Marco Rubio’s Far-Right Neocon Donors”, por Eli CliftonTwitter, 02/12/2015, The Nation.

[6] Fonte utilizada pelo autor: “Trump vs. Bush: They Said There Were Weapons of Mass Destruction And They Knew There Were None. They Lied.”, 13/02/2016, Realclear Politics.

[7] Fonte utilizada pelo autor: “The Cheney/Cotton Ticket Officially Has A Website, And The Backer Isn’t Kidding”, por Jonah Bennett, 18/09/2015, The dailycaller News foundation.

[8] Fonte utilizada pelo autor: “Kristol Lays Out Strategy to Give White House to Hillary: Trump ‘Shouldn’t Win’”, por John Nolte, 02/03/2016, Breitbart.

[9] Fonte utilizada pelo autor: “Trump again threatens independent bid”, por Nolan d. McCaskill, 0303/2016, Politico.

[10] Fonte utilizada pelo autor: “THE NEOCONSERVATIVE MIND”, por Kevin MacDonald, The Occidental Quarterly, vol. 8, no. 3, outono de 2008.

[11] Fonte utilizada pelo autor: “Jewish Fear And Loathing Of Donald Trump [2]: ‘New York Values’ vs. Muslim Immigration”, por Kevin MacDonald, 23/01/2016. The Occidental Observer.

[13] Fonte utilizada pelo autor: “Jonah Goldberg: The liberal media doesn’t have any influence”, por Kevin MacDonald , 25/02/2013, The Occidental Observer.

“Jonah Goldberg and Harold Meyerson on the election: It’s all good”, por Kevin MacDonald , 13/11/2012, The Occidental Observer.

“Anti-White hostility in the media: Menachem Rosensaft, Jonah Goldberg, Steve Weinberg, and Arthur Goldwag”, ”, por Kevin MacDonald , 13/03/2012, The Occidental Observer.
[16] Fonte utilizada pelo autor: “Jewish Fear And Loathing Of Donald Trump [2]: ‘New York Values’ vs. Muslim Immigration”, por Kevin MacDonald, 23/01/2016. The Occidental Observer.

[17]   Fonte utilizada pelo autor:  “UNDERSTANDING JEWISH INFLUENCE III: NEOCONSERVATISM AS A JEWISH MOVEMENT”, por Kevin MacDonald, The Occidental Quarterly 74 Vol. 4, No. 2, verão de 2004. http://www.toqonline.com/archives/v4n2/TOQv4n2MacDonald.pdf






Sobre o autor: Kevin B. MacDonald (1944 – ) é um professor americano de psicologia na Universidade Estadual da Califórina. Graduou-se em Filosofia (University of Wisconsin-Madison), fez o mestrado em Biologia (University of Connecticut), Doutorado em Ciências Biocomportamentais (University of Connecticut). É um estudioso das relações da população judaica com os povos ocidentais. É editor do periódico The Occidental Quarterly e do site The Occidental ObserverEntre seus principais livros estão:

            Social and Personality Development: An Evolutionary Synthesis (Plenum 1988).

            The Culture of Critique: A People That Shall Dwell Alone: Judaism As a Group Evolutionary Strategy, With Diaspora Peoples, (Praeger 1994).

            The Culture of Critique: Separation and Its Discontents Toward an Evolutionary Theory of Anti-Semitism, (Praeger 1998).

            Understanding Jewish Influence: A Study in Ethnic Activism ( Praeger 2004).

            The Culture of Critique: An Evolutionary Analysis of Jewish Involvement in Twentieth-Century Intellectual and Political Movements, (Praeger 1998). 


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10 comentários:

  1. A América de Trump é má, muito má, para os judeus.
    http://blogs.timesofisrael.com/trumps-america-is-bad-very-bad-for-the-jews/

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    1. Ué, mas não é a filha de Trump casada com um judeu ? http://www.haaretz.com/world-news/u-s-election-2016/1.706828
      http://www.jta.org/2016/03/11/news-opinion/politics/all-three-gop-rivals-continue-to-criticize-trump-for-neutrality-on-israeli-palestinian-talks

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    2. Exatamente... ele ainda nem implicou nisso. No entanto parece que a judiaria ataca os arianos do EUA com a imigração do Soros, que ataca o Trump!

      Onde está a crítica ortodoxa sobre a ação do Soros descrita na postagem abaixo?
      Se não vier com algo oficial exatamente sobre isso, vai perder seu tempo!

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    3. Mais uma organização judaica atacando Donald Trump!

      trata-se da insidiosa ADL: Trump espousing ‘noxious ideas,’ unleashing extremism, says ADL chief

      http://www.timesofisrael.com/trump-espousing-noxious-ideas-unleashing-extremism-says-adl-chief/

      Jonathan Greenblatt, líder da ADL, alegou que é extremo a postura de Trump contra o Islã e contra os mexicanos, e isso mesmo sendo uma política interna.
      Se a ADL atua de forma pró-globalização tem ela de responder também pelas consequências da globalização!

      No entanto o líder da ADL não quis falar da política anti-estrangeiros de Israel.

      Independente de ser certo ou não, nem se chega a discutir isso neste poste, o que é de se dar relevância aqui é o fato das organizações judaicas, cujo influxo da influência de judeus de fora dos EUA tem livre transito, se intrometerem na política americana.

      Também não se vê judeus ortodoxos criticando a ADL neste caso (como praticamente em todos os demais casos). Se alguém souber de críticas oficiais ortodoxas neste caso será bem vinda a contribuição para mostrá-la

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  2. O judeu George Soros, especulador e agitador planetário dissemina campanha contra Trump!

    A plataforma de Soros, nesse caso, é apoiar imigrantes latinos!

    http://latino.foxnews.com/latino/politics/2016/03/10/billionaire-smackdown-george-soros-funds-effort-to-stop-trump-mobilize-latinos/

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  3. Tudo farsa, desinformação. Trump, por ser um bilionário, muitos pensam que ele próprio financia sua campanha, mas é pura mentira. Ele é mais um boneco, showman, financiado por gângster judeus, cujos principais negócios estão em cassinos de Las Vegas.

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    1. É bem relevante considerar que é justamente de Las Vegas que vem o mais famosos potencial apoiador judeu de Trump, o rei do jogo e outras coisas mais por lá, Sheldon Adelson!

      http://www.nytimes.com/politics/first-draft/2016/05/05/sheldon-adelson-says-he-will-support-donald-trump/

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    2. obrigado pelo seu comentario amigo, me fez refletir, este planeta esta por 99% globalizado mesmo, é tudo um teatro, trump, hillary, toda essa atuação entre eles deve ter sido planejada anos antes para simular um grande teatro para enganar uma classe mais inteligente que sabe sobre os podres da imigração, não e votando que o mundo se livrara desta mentira, pra falar a verdade, não sei nem se estou acordado, são tantas mentiras e percebe-se que as pessoas não questionam, vão aceitando, assim como a do holocausto, as vezes penso em esquecer tudo isso e viver a vida como um alienado, comer lixos industriais, beber, fumar, e ser um operario qualquer que não sabe de nada do que esta acontecendo, e no fim morrer sem encontrar o sentido da vida

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  4. Hoje foi um dia especial, Trump venceu, ooohh agora simd vamos nos livrar do mundo globalizado, o que a alemanha não conseguiu com guerra os americanos conseguiram com democracia, e por isso que eu amo a globalização, mudanças estão por vir, avanços tecnologicos, a cura de doenças escondidas pelas farmacias, entre outros que a alemanha não conseguiu, o mundo é simples não ? por voto os americanos conseguiram mudar a historia !!!

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    1. Nem é o assunto aqui, mas o nazismo venceu em casa no voto, com implicância da mídia internacional, surrou a URSS várias vezes, poupou a Inglaterra, ocupou França e Polônia, a contra gosto, e tudo com o EUA judaízado ajudando a URSS e a Inglaterra sem nem estar a Alemanha em Guerra com os EUA e estes apoiaram, pasmem, a URSS. depois de 1941 Hitler enfrentou seis frentes de guerra, uma mídia judaica no ocidente inteiro mentindo (as agências Reuters, Havras, etc), forçou a consciência americana a ficar atenta após a guerra contra os comunistas (Caso MacCarthy, se não os EUA iriam entrar em guerra civil possivelmente a médio prazo), e tudo isso com um território inferior em dez vezes ou mais aos adversários...

      Enfim... peso por peso, o que acima coloquei mostra bem o que a Alemanha fez, já os EUA e Inglaterra na época, infelizmente, deixaram é metade da Europa formalizadamente para Comunismo.

      Em tempo, a Alemanha (Prússia) desde a derrota para Napoleão não perdeu um guerra em combate um para um, só foi derrotada por Coalizão Mundial, e sem mentir nem bajular nem trair ninguém (ao contrário de certo povo eleito)... Feitos de uma raça mestra mesmo!

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