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segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Raça, disgenia e a sobrevivência do Ocidente – Uma entrevista com Richard Lynn


Richard Lynn
Originalmente publicada em The Occidental Letter, vol.1, no.1 (Outono 2007):1, 4-6. O entrevistador foi Kevin Lamb.



The Occidental Quarterly: Quais fatores contribuíram para a trajetória da sua carreira e seu interesse em pesquisar os aspectos empíricos da personalidade, QI, das diferenças raciais e da eugenia?

Richard Lynn: Meu pai foi um geneticista e eugenista, e ele foi a primeira influência a meu ver. Depois, quando eu era um estudante de psicologia em Cambridge eu li Hereditary Genius (1869) de Francis Galton, que argumenta que inteligência é a chave da civilização, que há diferenças raciais na inteligência e que a inteligência diminui com civilizações avançadas, pois os mais inteligentes param de ter filhos. Eu também li o trabalho de Cyril Burt e Ray Cattell que confirmam a tendência dos mais inteligentes terem poucos filhos. Isto atingiu-me porque isto foi enormemente importante para o futuro de nossa  civilização.

TOQ: Quem teve o impacto mais importante na formação da sua visão e perspectiva como psicólogo? (figuras históricas, colegas, mentores ou acadêmicos).

RL: Francis Galton disse tudo. A única coisa significativa que ele deixou faltar foi a alta inteligência dos chineses e japoneses.

TOQ: Como foi trabalhar com Hans Eysenck?

RL: Eysenck foi uma inspiração. Ele foi um hereditariarista no momento em que todos foram ambientalistas. Seu julgamento foi invariavelmente são e ele sempre me ajudou.

TOQ: Quem mais te influenciou?

RL: As duas influências mais significantes foram Art Jensen e Phil Rushton. Art Jensen veio primeiro com seu papel pioneiro em 1969 que abriu a questão das diferenças na inteligência de brancos e negros e seus numerosos livros e artigos subsequentes.  A teoria r-K {refere-se a um modelo de seleção de características biológicas que promovem o sucesso de hereditariedade em determinados ambientes}de Phil Rushton sobre as diferenças raciais é um trabalho genial extremamente criativo e explica inúmeras outras diferenças raciais tais como aquelas no tamanho do cérebro, as taxas de maturação, testosterona e tendência ao crime . Vários anos atrás eu disse em uma entrevista que Phil Rushton merece um Prêmio Nobel por sua teoria r-K das diferenças raciais.

TOQ: O que você considera ser seu trabalho mais importante?

RL: Primeiro, a descoberta da alta inteligência do leste asiático como sendo 105, cinco pontos mais alto que a dos Europeus.

Segundo, que o QI dos negros na África é cerca de 70. Anteriormente, as pessoas acreditavam que o QI negro era por volta de 85, mas este é o QI dos negros nos Estados Unidos e Reino Unido, que usufruem de todas as vantagens de se viver numa sociedade branca, com um alto padrão de vida, uma boa alimentação e cuidado com a saúde.

Em terceiro lugar, a minha compilação de estudos sobre o QI das dez principais raças em todo o mundo, e a formulação da teoria de que estas têm evoluído como adaptações a ambientes frios da Europa e da Ásia Oriental, que exigia inteligência superior e maior tamanho do cérebro do que eram necessárias na África.

TOQ: O presidente Bush no ato “No Child Left Behind” {nenhuma criança ficará para trás} parece ter certeza de certas premissas igualitárias em relação à melhoria nos “rombos da educação”. O que você vê como as prováveis consequências de se ignorar e desconsiderar o corpo literário sobre as diferenças raciais e sexuais de QI? Irão as iniciativas de “reformas educacionais” os resultados das investigações de QI nas políticas públicas de educação?

RL: Eu não deveria pensar assim. É impossível imaginar o presidente dizendo que nada pode ser feito para ajudar na educação dos negros, índios e hispânicos por causa de seus QIs baixos e personalidades características.

TOQ: Se você fosse selecionado para dirigir um Departamento de Eugenia (à nível de um gabinete/departamento nos governos britânicos ou americanos), com ilimitada autoridade e orçamento, quais iniciativas de reforma você implementaria? Quais prioridades estabeleceria como iniciativas políticas?

RL: Primeiramente eu aplicaria o regime de “licença parental” como foi defendida por Galton. Sob este regime, os casais teriam de se inscrever para poder obter uma licença para ter filhos, algo parecido com a obtenção de uma licença para a condução de um automóvel. Só seria concedida a licença a quem passou nesses testes. Para obter uma licença parental, os casais teriam de demonstrar possuir qualidades genéticas saudáveis e habilidades parentais. Esse esquema também foi defendido pelo falecido David Lykken. Eu discuto essas e outras propostas eugênicas no meu livro Eugenics. Mas eu digo que seria impossível implementar esta proposta em democracias liberais.

TOQ: Em termos de políticas sociais eugênicas, que você vê como críticas, quais reformas as sociedades ocidentais deveriam, no mínimo, adotar a fim de evitar futuras tendências disgênicas? Podem as tendências disgênicas serem revertidas pelas políticas públicas?

RL: Duvido que se possa fazer muita coisa nas atuais sociedades ocidentais. Para o futuro, o desenvolvimento mais promissor será o uso de seleção embrionária para produzir crianças geneticamente desejáveis. O procedimento implica no crescimento de embriões de FIV{fertilização in vitro}, acertando suas características genéticas e implementando as mais desejáveis. Isso é proibido na maioria dos países ocidentais, exceto para a seleção de embriões portadores de certas doenças genéticas, mas podemos esperar uma época em que tais proibições sejam suspendidas ou superadas.

TOQ: Em um capítulo do seu livro “Race and the Americam Prospect”, você levantou o tema de diferenças raciais em personalidades psicopatológicas. O que você vê como uma explicação subjacente para o maior grau de tendências violentas entre os negros?

RL: Acho que o problema deve ser colocado como a redução da personalidade psicopatológica entre os povos Europeus e do Leste Asiático. Isso provavelmente evoluiu na mesma razão de sua inteligência superior, ou seja, como uma adaptação aos ambientes frios da Europa e do Leste Asiático. Este clima teria exigido um maior grau de planejamento em longo prazo, por exemplo, na coleta e armazenamento de alimentos para consumo futuro, e de inteligência emocional para manter as relações sociais harmoniosas.  A questão das diferenças raciais na personalidade é um dos grandes problemas que ainda têm de ser resolvido. Tentei fazer um começo sobre isso em 2002, com uma pesquisa na qual eu montei as evidências sugerindo que as personalidades psicopáticas são mais altas entre negros e nativos americanos, seguido pelos hispânicos, sendo inferior em brancos e mais baixa nos orientais. Mas ainda há muito a se fazer nessa pesquisa.

TOQ: O politicamente correto tornou-se uma força ameaçadora em termos de asfixiar a liberdade de expressão e aplicação de barreiras de constrição sobre o que é aceitável e inaceitável para discussão, como Charles Murray diria em “uma sociedade educada”. Onde você vê essa tendência “politicamente correto” indo?

RL: Eu acho que o politicamente correto é um modismo contemporâneo e vai passar com o tempo. Muitas épocas tiveram seus modismos politicamente corretos que duraram por um século ou mais e depois desapareceram. No século XVII era politicamente correto nos países protestantes se vestir de preto e esmagar estátuas da Virgem Maria da Igreja Católica Romana. No século XIX era politicamente correto evitar qualquer menção sobre sexo. Na segunda metade do século XX, tornou-se a tornar politicamente correto qualquer menção a diferenças raciais ou sociais em questões de inteligência. Isso muito provavelmente vai durar algumas décadas, mas vai eventualmente, como toda moda passageira, passar.

TOQ: Apesar de todas as críticas levantadas contra Herrnstein e Murray para suas conclusões em The Bell Curve, estas conclusões têm sido amplamente justificadas? Da mesma forma, o Fator g foi largamente ignorado por muitos críticos (da imprensa e da academia fora da comunidade psicométrica) que tanto criticaram The Bell Curve. (Pode-se apontar para o livro de Michael Levin, Why Race Matters como um exame abrangente do assunto das diferenças raciais, e que mesmo assim foi amplamente ignorada). Para que você atribui essa peculiaridade?

RL: Tudo no The Bell Curve estava certo, e ainda sim recebeu um monte de críticas. Os outros livros não politicamente corretos sobre inteligência e raça têm sido ignorados pela mídia. Eu tive muitas experiências desse tipo. Por exemplo, a National Review me pediu para rever o Fator g {fator geral de inteligência, é um método de psicometria, a medição das capacidades cognitivas}. Eu concordei e enviei a revisão, mas ela se recusou a publicá-lo. No caso dos meus livros, eu enviei cópias de revisão para várias revistas de qualidade, mas nenhuma delas tem realizado essas avaliações e publicações. Enviei cópias do meu IQ and the Wealth of Nations e IQ and Global Inequality (ambos escritos com Tatu Vanhanen), e que estabelece a teoria que as diferenças nacionais de QI são um fator importante no desenvolvimento econômico, para o Economist, mas eles se recusaram a rever ou mencioná-los. Acho que isso ocorre por que o tabu contemporâneo do politicamente correto prevalece e assusta jornalistas e editores de livros do assunto.

TOQ: Seus dois livros de co-autoria com Tatu Vanhanen salientam a importância da inteligência, mostrando que as avançadas nações mais ricas possuem maior QI médio nacional (e economias de livre mercado).  Quais outras importantes áreas além da nacional, social, cultural e racial sobre o QI existem para esquerda explorar?

RL: Eu acho que o mais importante é o declínio do QI mundial decorrente dos baixos índices de fertilidade em nações economicamente desenvolvidas (QI alto) e os altos índices de fertilidade em nações subdesenvolvidas (QI baixo). Os detalhes e implicações do declínio do QI mundial precisam ser trabalhados.

TOQ: Em sua entrevista com o editor Derek Turner da Right Now! você parece pessimista sobre o futuro dos Estados Unidos e da civilização ocidental e acredita que os antigos problemas acabariam por dividir os Estados Unidos, e que os estados brancos devessem se separar da União; e que em termos desta última, o conflito racial iria dominar as civilizações ocidentais. Você vê algum sinal encorajador no horizonte para indicar alguma reversão dessas previsões?

RL: Eu continuo pessimista sobre o futuro e não vejo perspectiva de uma divisão nos Estados Unidos.

TOQ: As democracias ocidentais são anti-meritocráticas? Quais são as perspectivas de regresso ás normas estritamente meritocráticas para o emprego a seleção de emprego, progressão profissional e promoção?

RL: Eu vejo as democracias ocidentais como sendo meritocráticas. Claro que eles são obrigados a promover pessoas menos capazes a posições que não obteriam por mérito próprio, mas de um modo geral eu diria que é a nata que sobe ao topo.

TOQ: O que você vê como as mais importantes questões/problemas que enfrentam as sociedades ocidentais?

RL: A questão mais importante é a crescente imigração de povos do terceiro mundo que possuem baixo QI para os Estados Unidos, Canadá e Europa. O efeito disso, combinado com a maior fertilidade desses povos, é o que está substituindo os Europeus tradicionais. Até o final do século XXI, os Europeus se tornarão minoria nos Estados Unidos, Canadá e Europa Ocidental. No entanto, esta catástrofe demográfica mal foi notada pela mídia, e qualquer um que a menciona é chamado de “racista de extrema direita”. Esse fenômeno explica o que seja talvez o problema mais desconcertante dos dias atuais, a razão pela qual os povos europeus estão tão complacentes sobre serem expropriados em seus próprios países pelo afluxo de povos não-europeus. Normalmente, as pessoas resistem à invasão de povos estrangeiros e parece natural que façam isso. Na Inglaterra, temos a conquista da Normandia de 1066 na nossa memória nacional como sendo a última vez que fomos invadidos, e estamos igualmente conscientes do sucesso de nossa resistência à ameaça de invasão pelos franceses de Napoleão e os alemães na Segunda Guerra Mundial. No entendo, no último meio século nós fomos invadidos por não-europeus, e a maioria de nós somos bastante complacentes sobre isso. Ocorre o mesmo com os povos Europeus na Europa Continental, Estados Unidos, Canadá, Austrália e Nova Zelândia. Parece haver algo profundamente antinatural sobre essa complacência que desafia a explicação.

TOQ: Você vê alguma esperança para o futuro?

RL: Eu acredito que a melhor esperança para o futuro da civilização se encontra com os chineses e japoneses. Eles não foram infectados com o vírus do politicamente correto e eles não estão admitindo um grande número de imigrantes. Eles possuem baixa fertilidade, mas isso não é um problema para o presente e poderá ser corrigido no futuro pagando para que as pessoas tenham filhos. Eles são povos altamente inteligentes e provavelmente vão levar a tocha da civilização quando ela for extinta dos Estados Unidos, Canadá e Europa.

Tradução por Walkyria

Palavras entre chaves por Tannhauser



Richard Lynn (1930 –), Ph.D., inglês, é graduado em Psicologia na Universidade de Cambridge, e é professor emérito de psicologia na Universidade de Ulster. Ele é o autor de dezesseis livros além de dezenas de trabalhos de pesquisa publicados, incluindo seis artigos na Nature. Entre seus principais livros estão:

Dysgenics (Westport, Conn.: Praeger, 1996);

Eugenics: A Reassessment (Westport, Conn.: Praeger, 2001);

 IQ and the Wealth of Nations (escrito com Tatu Vanhanen, Westport, Conn.: Praeger, 2002);
Race Differences in Intelligence (Augusta, Ga.: Washington Summit Publishers, 2006),

IQ and Global Inequality (com Tatu Vanhanen) (Augusta, Ga.: Washington Summit Publishers, 2006);

The Global Bell Curve: Race, IQ, and Inequality Worldwide (Washington Summit Publishers, 2008);

The Chosen People: A Study of Jewish Intelligence and Achievement, (Washington Summit Publishers, 2011).

Intelligence: A Unifying Construct for the Social Sciences (escrito com Tatu Vanhanen, Ulster Institute for Social Research, 2012).

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6 comentários:

  1. ELE É AINDA OTIMISTA AO ACHAR QUE CATAI OU TOKYO SOBREVIVERÁ A ESSA MERDA TODA POIS VÃO FICAR INSULARIZADOS

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  2. QUANDO SE FECHARAM NO MEDIEVO DEU CERTO SOBREVIVERAM NINGUEM CONSEGUIA PENETRAR A CHINA POR ISSO QUE NO VIDEO DO KEMP A CHINA É O UNICO DEEP HINTERLAND GRANDE E POPULOSO, POVOADO ETC QUE APARECE NÃO CONQUISTADO; TALVEZ SE AMPLIAREM O NUMERO DE OGIVAS PODERÃO MANTER EMPATE NOS LIMES

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  3. O europeu esta sendo extinto aos poucos, a maioria dos alimentos comercializados na europa sao industriais, como chocolates, sorvetes, alimentos transGENICOS, querendo ou não mais a sua alimentaçao tambem influencia sua genetica e hoje em dia a alimentaçao do europeu e 99% industrializada, em 1935 o fuher da saude ( gerhard wagner ) começou uma luta contra uma mudança de habito alema, a troca do pão integral rico em proteinas pelo pão branco altamente refinado, denumciando o pao branco como um produto quimico, o que quero chegar e que as grandes industrias governadas pela elite nao se importam com a saude do povo, hoje em dia a taxa de obesidade e muito alta devido a produtos industriais, nimguem fala da parte em que os lideres nazistas se preocupavam com seu povo e sua herança genetica.

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  4. esqueci de citar tambem que os nazistas eram rigorosamente anti pesticidas usado em plantaçoes, o medico pessoal de hitler achava o pesticida inutil e perigoso, considerado como um veneno para ele, os nazistas tambem financiaram varias pesquisas sobre o perigo da radiaçao de fundo usado para preservar alimentos, hoje em dia todo alimento industrializado como batatas fritas possuem esta radiaçao para fim de conserva, nem os vermes e as bacterias aceitam comer alimentos infectados com radiaçao, e nos seres humanos sim, os nazistas tambem fizeram campanha contra corantes e conservantes alimentares, mas isso nimguem fala, hitler amava a europa

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  5. a aplicação da eugenia e utilizada a anos na agricultura, nas colheitas são selecionados os melhores frutos para fazer a replantação, assim acontecia com as batatas, eram selecionadas as mais grandes para serem plantadas, e assim nasciam batatas grandes, aqui no brasil o povo tem mania de criticar cachorro vira lata ( raças de cachorros misturados, mestiços ) geralmente não gostam de cruzar cachorro com um bom passado genetico ( de raça ) com um vira lata por que sabe que boa coisa não da, mais pra voce ver como o povo e alienado, eles mesmos não pensam em sua genetica, hoje em dia quando essas ideias começaram a fermentar na europa na primeira e na segunda guerra surgiu o politicamente correto, tudo e racismo, qualquer coisa, mesmo sendo verdade e considerada racista, criada por senhores democratas para transformar a população em seres menos pensantes e mais submissos, transformar a população em vira latas

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    1. O politicamente correto na verdade é em grande parte uma guerra de semântica, e nesse caso primeiro sujam a palavra racismo e depois tudo o que é associado a raça será manipulado de acordo com a conotação de raça no assunto. Assim raça quando é para negros ou judeus é algo de vitimização e quando é para europeus é implicância e maus tratos aos não europeus.

      Raça é antes de tudo um conceito das ciências naturais e das ciências humanas, cada uma destas duas com sua esfera e implicações.

      Racista tem sentido hoje de quem implica com outra raça mas o sentido que tem que ser esclarecido é o das diferenciações raciais, suas causas, seus fins, suas relações, suas implicâncias, e tudo isto tem consequências completamente abrangentes e profundas para o homem e a natureza, como sentido do homem, significado de evolução, involução, estagnação, emfim, algo que esteve em todas as civilizações e só a ordem mundial vigente ataca, porém, tal ordem mundial começou a ganhar força com o cristianismo que entendia que qualquer ´pessoa e de qualquer raça era redimida pela salvação cristã... Isto pode valer no homem como indivíduo se realmente as práticas morais diárias e espirituais provenientes da religião tiverem bons resultados no indivíduo mas na coletividade só a religião não é suficiente... existe a ciência, a política, e outras áreas do saber que atuam na coletividade plenamente, afinal uma raça não é só religião, ela é a corporização em sentido coletivo da civilização, e não apenas a escolha de vínculo com a divindade, isso tudo ainda partindo da premissa que a instituição religiosa fosse bem intencionada e oferecesse preceitos adequados o que não vejo nas instituições cristãs.

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