Sua conscientização política

"Seria uma época de guerras cruéis em que novos césares surgiriam e em que uma elite de homens de aço, que não buscavam ganhos pessoais e felicidade, mas o cumprimento dos deveres para com a comunidade, tomaria o lugar dos democratas e dos humanitários" Hajo Holborn, explicando uma previsão de Oswald Spengler em A History of Modern Germany: 1840-1945; Princeton University Press, 1982. Página 658

terça-feira, 31 de março de 2015

Os judeus de Stalin – por Sever Plocker

21/12/2006 - Ynetnews

 Sever Plocker

            Aqui está uma histórica data particularmente lastimável: Quase 90 anos atrás, entre os dias 19 e 20 de dezembro de 1917, em meio a Revolução Bolchevique e a guerra civil, Lenin assinou um decreto para o estabelecimento da Plena Extraordinária Comissão para Combate a Contra Revolução e Sabotagem, também conhecida como Cheka.

            Dentro de um curto período de tempo, a Cheka tornou-se o maior e mais cruel organização de segurança estatal. Sua estrutura organizacional foi mudando em poucos anos, assim como seus nomes: De Checa para GPU, posteriormente para NKVD, e mais tarde KGB.

Nós não podemos saber certamente o número de mortes que a Cheka foi responsável em suas várias manifestações, mas o número é certamente no mínimo 20 milhões, incluindo as vítimas da coletivização forçada, a fome, os grandes expurgos, expulsões, banimentos, execuções, e as mortes em massa nos Gulags.

Estratos populacionais inteiros foram eliminados: fazendeiros independentes, minorias étnicas, membros da burguesia, oficiais superiores, intelectuais, artistas, ativistas do movimento trabalhista, “membros da oposição” que foram definidos de modo completamente aleatório, e incontáveis membros do próprio partido comunista.

Em seu novo e altamente elogiável livro “The War of the World,” o historiador Niall Fergunson escreve que nenhuma revolução na história da humanidade devorou suas crianças com um apetite tão desenfreado como fez a revolução soviética. Em seu livro sobre os expurgos estalinistas, o Dr. Igal Halfin, da Universidade de Tel Aviv, escreve que a violência stanilista foi única ao ter sido direcionada internamente.

Lenin, Stalin, e os sucessores dele não poderiam ter realizado os feitos dele sem uma cooperação em larga escala de disciplinados “funcionários do terror,” interrogadores cruéis, bufos, executores, guardas, juízes, pervertidos, e muitos corações feridos que foram membros da esquerda progressiva ocidental e foram enganados pelo regime soviético de horror e mesmo fornecendo a este um certificado kosher {judaico}.

O carrasco judeu Genrikh Yagoda.
Responsável por mais de 10 milhões
de mortes na URSS. 
Todas estas coisas são bem conhecidas em uma extensão ou outra, mesmo embora os arquivos da ex-União Soviética não tenham sido ainda completamente abertos para o público. Mas quem sabe sobre isso? Dentro da própria Rússia, muitas poucas pessoas têm sido trazido à justiça pelos crimes delas em serviço pelo NKVD e pela KGB. O discurso público de hoje ignora completamente a questão de “como pode isso ter acontecido para nós?” Ao contrário das nações do leste europeu, os russos não colocam em questão o passado estalinista deles.

Nikolai Yezhov. O anão
sanguinário. Um não judeu
casado com uma judia.
 Tipo de conexão judaica
politicamente importante
já relatada no Velho
Testamento judaico.
E nós, os judeus? Um estudante israelense termina o ensino médio sem mesmo ouvir o nome de “Genrikh Yagoda”, o maior criminoso judeu do século XX, o vice comandante da GPU e fundador e comandante da NKVD. Yagoda diligentemente implementou as ordens de coletivização de Stalin e é responsável pela morte de no mínimo 10 milhões de pessoas. Seus delegados judeus estabeleceram e dirigiram o sistema de gulags {campos de concentração soviéticos}. Depois que Stalin não mais viu ele favoravelmente, Yagoda foi rebaixado e executado, e foi substituído como chefe carrasco em 1936 por Yezhov, o “anão sanguinário.” 

         Yezhov não era judeu mas foi abençoado com uma ativa esposa judia. Em seu livro “Stalin: Court of the Red Star”, o historiador judeu Sebag Montefiori escreve que durante o mais negro período de terror, quando a máquina de matar comunista trabalhava a plena força, Stalin estava envolvido por jovens e bonitas mulheres judias.

Sebag Montefiore, historiador judeu:
"Stalin estava envolvido por jovens e bonitas
mulheres judias
." Um não judeu envolvido
com uma judia. Tipo de conexão judaica
politicamente importante já relatada
no Velho Testamento judaico.
Legalistas e associados íntimos de Stalin incluíam membros do Comitê Central e Politburo como Lazar Kaganovich. Montefiori caracteriza ele como o “primeiro stanilista” e adiciona que aqueles morrendo de fome na Ucrânia, uma tragédia sem paralelo na história da humanidade ao lado dos horrores nazistas e o terror de Mao na China, não moveram Kaganovich.

O judeu Lazar Kaganovich:
"O Stalinista número 1". Ele está
diretamente conectado com o
genocídio ucraniano Holodomor.
Permitiu que aproximadamente
sete milhões de ucranianos
sucumbissem através de uma crise
de alimentos instaurada
artificialmente pelo comunismo
Muitos judeus venderam suas almas para o diabo da revolução comunista e têm sangue em suas mãos pela eternidade. Nós iremos mencionar apenas mais um: Leonid Reichman, líder do departamento especial da NKVD e o interrogador chefe da organização, que era um particular sadista cruel.

  O judeu Leonid Raikhman:
Interrogador chefe da NKVD.
Sadista e Cruel
Em 1934, de acordo com estatísticas publicadas, 38,5 por cento daqueles que mantinham os postos mais altos no aparato de segurança soviético eram de origem judaica. Eles também, naturalmente, foram eliminados nos seguintes expurgos. Em uma fascinante palestra na convenção da Universidade de Tel Aviv nesta semana, o Dr. Halfin descreve as ondas do terror soviético como um “carnaval de assassinato em massa,” “fantasia de expurgos”, e “messianismo do inferno.” Acontece que os judeus também, quando tornam-se cativados pela ideologia messiânica, podem tornarem-se grandes assassinos, entre os maiores conhecidos pela história moderna.

Os judeus ativos no aparato oficial do terror comunista (na União Soviética e no Exterior) e que, por vezes, lideram este, não fazem isso obviamente como judeus, mas sim, como estalinistas, comunistas, e “povo soviético.” Portanto, nós achamos fácil ignorar a origem deles e “se fazer de bobo”: O que nós temos que ver com eles? Mas não vamos esquecê-los. Minha própria visão é diferente. Eu acho inaceitável que uma pessoa irá ser considerada um membro do povo judaico quando ele faz grandes coisas, mas não consideram parte de nosso povo quando ele faz coisas incrivelmente desprezíveis.

      Mesmo se nós negamos isso, nós não podemos escapar do judaísmo de “nossos carrascos”, que serviram ao terror vermelho com total lealdade e dedicação desde seu estabelecimento. Afinal, outros irão sempre lembrar-nos a origem deles.

Tradução por Tannhauser



Sever Plocker: "Em 1934, de acordo com estatísticas publicadas, 38,5 por cento daqueles que mantinham os postos mais altos no aparato de segurança soviético eram de origem judaica." 
Durante o regime de Stalin somente Lenin e Trotsky não tiveram participação relevante. O primeiro justamente porque adoeceu e morreu e o segundo por ser opositor de Stalin, os demais ocuparam os mais importantes cargos dirigentes.

      



Sobre o autor: Sever Plocker é formado em Economia na Universidade Hebraica de Jerusalém e recebeu o mestrado na Universidade de Tel Aviv.  É editor chefe de economia e comentador do Yedioth Ahronoth, o maior e mais popular jornal em Israel. Em vários estágios de sua carreira  ele forneceu consultoria econômica para empresas, instituições financeiras, Banco de Israel, ministros das finanças e primeiros ministros de Israel. Ele publicou centenas de artigos e comentários em hebreu e inglês e aparece frequentemente na rádio e em programas de televisão.   

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Relacionado, leia também:

A liderança judaica na Revolução Bolchevique e o início do Regime soviético - por Mark Weber

Rússia 1917 – 1918: Uma chave para o enigma de uma era de conflito - Por Ivor Benson

Nacionalismo e genocídio – A origem da fome artificial de 1932 – 1933 na Ucrânia – Por Valentyn Moroz


6 comentários:

  1. Os Judeus são muito hipócritas, pois nunca vão admitir ao mundo que eles cometeram atrocidades durante o período da URSS. Eles querem mostrar a todos que são "Heróis", mas nós sabemos que eles são os verdadeiros vilões e farsantes da história da humanidade. Quem discorda com eles, é apagado na mesma hora!

    Saudações, amigo!

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    Respostas
    1. Só o Genrikh Yagoda. tem nas costas mais de 10 milhões de mortes e conforme escreveu o judeu Sever Plocker:

      "Um estudante israelense termina o ensino médio sem mesmo ouvir o nome de “Genrikh Yagoda”, o maior criminoso judeu do século XX, o vice comandante da GPU e fundador e comandante da NKVD. Yagoda diligentemente implementou as ordens de coletivização de Stalin e é responsável pela morte de no mínimo 10 milhões de pessoas."

      Devemos acrescentar que não é só o estudante israelense que ignora isso, mas sim praticamente TODOS os estudantes do mundo em termos de ensino comum nos colégios!

      Excluir
  2. Correto, TANNHAUSER! E ainda assim, certos livros tem a cara de pau de tratar o Nicolau II, como um carrasco que massacrava o seu próprio povo, sendo que ele até implantou uma campanha para combater a influência judaica na Rússia! Livros de História escolares para mim, mais parecem livros de ficcão. Acho que os autores deles deveriam receber até uma medalha da "Academia Brasileira de Letra", rsrs!

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  3. Parabéns, camarada Tannhauser, pela matéria apresentada. Excelente.
    Amianto.

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  4. boas matérias que aqui se tratam.
    mas é preciso que se diga com toda a clareza e sem rodeios que Estaline era judeu ou cripto-judeu.

    http://zioncrimefactory.com/wp-content/uploads/2012/05/STALIN-KAGANOVICH-JEWISH-GARB.jpg

    ele nasceu na Geórgia, mas a mãe era da Ossétia, da antiga zona da Khazaria.

    e aqui a foto do pai dele:
    http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/a/af/Vissarion_Jughashvili.jpg

    cara e orelhas tipicamente judias.

    ele usava a alcunha Koba ou Kochba, um herói judeu da antiguidade.

    eu não entro na discussão sobre se o nome dele (Djugashvilli) era 'filho de judeu' ou não era. se era Djugachvilli ou Jughavshilli, etc
    enfim, talvez não fosse 'filho de judeu', mas isso acaba por ser mesmo irrelevante, pois ele era judeu de qualquer forma.
    foi casado com 3 judias, e vivia rodeado de judeus. normalmente os gentios não têm tanta pontaria.

    é possível que tivesse algum sangue cigano e georgiano, mas era judeu.

    mais fotos da criatura, aqui muito franzino, baixinho e com orelhas grandes:
    http://4.bp.blogspot.com/-srB7i3I3xHc/VFWEqK2UV2I/AAAAAAAAC7U/S0TaZ_SwUzs/s1600/attachment.jpg

    aqui com um chapéu ortodoxo ou idêntico:
    http://4.bp.blogspot.com/-wQ0RZ1BLTr0/VFWEqLQLTRI/AAAAAAAAC7Y/ecs0liVyXTI/s1600/stalin12.jpg

    a maioria das fotos dele são retocadas e manipuladas.

    ele só mandou perseguir meia-dúzia de judeus que conspiravam contra ele, por causa de lutas internas por poder (o bando trotskista, principalmente, mas não só) e até brigas por controlo do médio-oriente e petróleo, que resultaram no seu assassinato por outros judeus.

    ele, apoiou o estado judeu na Palestina pelo menos entre 1946 e 1953, até à morte. pelo menos durante estes 7 anos, senão durante mais tempo.
    e antes já tinha criado o Oblast judeu junto à China na década de 30.
    e ainda muito antes disso, antes mesmo da revolução russa, já em 1912, ele tratava da questão nacional judaica
    http://www.nuevorden.net/portugues/b_62.html

    para quem era 'georgiano' e gentio, preocupava-se muito com o nacionalismo judaico...
    e ele era da seita caraíta, que era uma ramificação do judaísmo.
    os judeus é que têm por hábito mudar de nome, ele mudou de apelido, passou a ser 'Estaline', para encobrir a sua ascendência judia.

    decretou pena de morte para 'anti-semitas', destruia igrejas, mas poupava sinagogas.

    epá, não restam dúvidas de que era um judeu, ele ficou tanto tempo no poder, que era impossível isso acontecer se não fosse judeu ou não tivesse significativa ascendência judia.

    aliás, mais nenhuma outra raça e religião à face da terra, teria o sangue-frio, maldade e crueldade para eliminar os milhões que ele eliminou, mais de 40 milhões de russos, nos seus 29 anos de consulado.

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  5. Impressionante a influência desse povo maldito sobre a humanidade.

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