Sua conscientização política

"Seria uma época de guerras cruéis em que novos césares surgiriam e em que uma elite de homens de aço, que não buscavam ganhos pessoais e felicidade, mas o cumprimento dos deveres para com a comunidade, tomaria o lugar dos democratas e dos humanitários" Hajo Holborn, explicando uma previsão de Oswald Spengler em A History of Modern Germany: 1840-1945; Princeton University Press, 1982. Página 658

sábado, 3 de janeiro de 2015

Violência de negros contra brancos nos EUA é mais de 25 vezes maior que o inverso, mas jornais escondem dados – por Felipe Moura Brasil

26/11/2014



Felipe Moura Brasil
















Meu artigo segue abaixo do vídeo de Ben Shapiro, agora legendado, sobre o caso de Ferguson.






I. “Os fatos são coisas teimosas; e quaisquer que sejam os nossos desejos, nossas inclinações, ou os ditames da nossa paixão, eles não podem alterar o estado de fatos e provas.”

Assim disse John Adams (1735-1826), um dos pais fundadores dos Estados Unidos e segundo presidente do país (interpretado por Paul Giamatti em minissérie premiada da HBO, que rendeu matéria na VEJA em outubro de 2008).

Cerca de duzentos anos depois, um gigante negro rouba uma loja, parte para cima do dono, anda pelo meio da rua, tenta pegar a arma de um policial, parte para cima do policial, leva tiros – e a moral da história é que “a América é racista”.

Hoje, na mídia e nas ruas, os militantes teimam em ignorar os fatos, as provas, a legislação e Adams. Seus desejos, inclinações e ditames de paixão ideológica se sobrepõem ao amor à verdade e ao senso de justiça.

II. O argumento do racismo no caso de Ferguson, como antes no de Trayvon Martin, é apenas uma farsa usada para legitimar outra: a de que os ataques de brancos contra negros são acontecimentos comuns, muito mais frequentes do que os de negros contra brancos, ou negros contra negros.

Os dados omitidos na cobertura da imprensa mostram o contrário:

1)  Assassinatos:

- Entre 93 e 94% dos negros assassinados nos EUA são mortos por outros negros.

Mas se você apontar este dado oficial do governo, como fez o ex-prefeito de Nova York Rudy Giuliani no programa de TV “Meet the press” do dia 23, lamentando que ele não desperte a mesma atenção do caso de Ferguson (e que a violência de Chicago seja ignorada pela esquerda), os militantes esquerdistas chamam você de racista.




Giuliani ainda foi chamado de tal coisa pelo ativista negro Michael Eric Dyson por dizer, no calor do debate, que “policiais brancos não estariam lá (nas comunidades negras) se vocês não estivessem se matando uns aos outros”. Depois o ex-prefeito teve de explicar na CNN:

“Eu disse a mesma coisa que o presidente dos Estados Unidos disse e fui acusado de ser racista. O presidente disse ‘porque as comunidades minoritárias normalmente estão sujeitas a mais crimes, elas precisam de aplicação da lei mais do que ninguém’. Quando ele disse isso, ele não foi acusado de ser racista. Quando eu disse, o meu adversário disse que eu era um racista. Se houver grandes quantidades de crime na comunidade, nós colocamos mais policiais lá. Se não fizéssemos isso, seríamos racistas (também). Se eu colocar todos os meus policiais na Park Avenue e nenhum dos meus policiais onde estão ocorrendo cinco vezes mais crimes, então eu serei acusado de racista. A polícia vai aonde o crime é cometido.”

Claro. O resto é melindre da militância histérica, que, de uma forma ou de outra, xingará seu adversário político. Na Fox News, Giuliani fez bem em reagir ao ataque de Dyson mostrando o próprio legado nessa área:

“Até o momento em que me tornei prefeito, milhares de negros estavam sendo mortos a cada ano. Quando deixei o cargo, o número havia baixado para cerca de 200. Eu provavelmente salvei mais vidas de negros como prefeito de Nova York do que qualquer prefeito na história desta cidade. Eu gostaria de ver se o dr. Dyson já salvou tantas vidas em sua comunidade como eu salvo, e eu fiz isso por ter de usar policiais em áreas de negros onde havia uma quantidade enorme de crimes.”

2) Crimes violentos não letais:

Os dados da Pesquisa Nacional de Vitimização de Crime (NCVS, na sigla em inglês) sobre crimes violentos não letais cometidos em 2010 – último ano disponível – são os seguintes:

- Brancos contra negros: 62.593;

- Negros contra brancos: 320.082.




Logo:

- Negros cometem 5 vezes mais crimes violentos contra brancos do que o contrário.




Mas estes são números absolutos. Proporcionalmente, ainda é pior.

- População branca: 197.000.000.

- População negra: 38.000.000.




- Crimes violentos de brancos contra negros por cada 100 mil brancos = 62.593 x 100.000/197.000.000 = 32.

- Crimes violentos de negros contra brancos por cada 100 mil negros = 320.082 x 100.000/38.000.000 = 842.

Logo:

- Taxa de crimes violentos de negros contra brancos é mais de 25 vezes maior do que o contrário.




No caso específico de “agressão agravada”, a diferença ainda aumenta:

- Brancos contra negros: 1.748.

- Negros contra brancos: 67.755.

Logo:

- A taxa de crimes de “agressão agravada” de negros contra brancos é 200 vezes maior do que o contrário.




Nos casos de roubo e estupro, há um dado curioso (e aqui vou inverter a ordem, em nome do suspense):

- Negros contra brancos: 13.000 estupros; 39.000 roubos.

- Brancos contra negros: 0!

Isso mesmo: o número de estupros e roubos de brancos contra negros relatados na pesquisa é tão infinitesimal que o dado foi arredondado para zero.

[* Os dados são públicos. As imagens acima do vídeo de Bill Whittle sobre Ferguson, tantas vezes recomendado neste blog.]

III.

“Para atiçar o fogo do ressentimento racial em face desses fatos contrários”, como escreve David Horowitz, “os defensores dos direitos civis fingem que as estatísticas mentem ou que apenas mencioná-las é um ato de racismo. Eles nos dizem que os criminosos negros não são, na verdade, os criminosos; o verdadeiro culpado é o ‘sistema branco e injusto de justiça’”.

Eis alguns políticos e militantes – citados por Horowitz – que concordam com esse embuste:

1) Deputada Maxine Waters: “A cor da sua pele determina se você vai ser preso ou não, julgado severamente ou menos severamente, receber uma sentença dura ou ganhar liberdade condicional ou a entrada em tratamento”;

2) Bill Quigley, diretor jurídico do Centro (esquerdista) para Direitos Constitucionais: “O sistema de justiça criminal dos EUA é… uma instituição baseada em raça, onde os afro-americanos são diretamente alvejados e punidos de uma forma muito mais agressiva do que as pessoas brancas.”

3) Presidente Barack Obama, durante as primárias do Partido Democrata em 2008: Negros e brancos “são presos em taxas muito diferentes, são condenados em taxas muito diferentes [e] recebem sentenças muito diferentes” para “o mesmo crime”.

4) Hillary Clinton, para não ficar atrás na ocasião, denunciou a “desgraça de um sistema de justiça criminal que proporcionalmente encarcera muito mais afro-americanos do que os brancos.”

Eu acrescentaria uma colunista do Globo, que aliás insiste na mentira de que o gigante Brown estava de “mãos para o alto”:

5) Helena Celestino: “a cada 28 horas um afro-americano morre em confrontos com a polícia com seguranças privados”; a presidência Obama “coleciona casos de jovens negros desarmados abatidos por homens liberados de prestar contas à justiça”.

Escreve Horowitz:
“Nenhum membro da imprensa perturbou seu dueto [Obama e Hillary] salientando que os afro-americanos cometem muitos mais crimes proporcionalmente do que os brancos. Isto é ‘privilégio de pele negra’ e ilustra como as atitudes racistas anti-brancos tornaram-se predominantes na cultura política.
Por pura repetição e falta de informação corretiva, os mitos de ‘privilégio de pele branca’ deixaram uma marca profunda na cultura em geral e na cultura dos negros americanos em particular. De acordo com uma recente pesquisa do Washington Post e da ABC News, 84% dos negros norte-americanos acham que o sistema de justiça os trata de forma injusta. Mas, se é verdade que os negros são presos em maior número do que sua representação na população, também é verdade que eles cometem crimes em número muito maior do que sua representação garantiria. Os afro-americanos são 12,6% da população dos EUA, mas eles são responsáveis por 38,9% de todas as detenções em casos de crimes violentos - incluindo 32,5% de todos os estupros, 55,5% de todos os roubos e 33,9% de todas as ‘agressões agravadas’. Isto porque eles são presos por crimes que não cometeram? Eles são apenas ‘culpados por serem negros’? Na verdade, as estatísticas são compiladas por meio de entrevistas com as vítimas destes crimes violentos, o que, no caso de crimes cometidos por negros, são em sua maioria negras elas próprias. Em 2010, autores negros eram responsáveis por 80% de toda a violência contra os negros (incluindo 94% dos homicídios), enquanto autores brancos representavam apenas 9% de toda a violência contra os negros.
Outro fato inconveniente para os promotores do mito racial ‘sistema de injustiça’ é que muitas cidades de alta criminalidade com população de maioria negra e altas taxas de prisão de negros são dirigidas por prefeitos afro-americanos e chefes de polícia afro-americanos. Entre eles estão Detroit, Jackson, Birmingham, Memphis, Flint, Savannah, Atlanta, e Washington. Conhecedor dos métodos usados pela polícia para combater o crime e da contribuição desproporcional de negros para as taxas de criminalidade, o ex-chefe de polícia negro de Los Angeles Bernard Parks disse: ‘Não é culpa da polícia quando eles param homens das minorias ou os colocam na cadeia. É culpa dos homens das minorias por cometerem o crime. Na minha mente, não é uma grande revelação que, se os oficiais estão à procura de atividade criminal, eles vão olhar para o tipo de pessoas que estão listadas em relatórios de crimes.’ Mas esta atitude sensata não penetrou na liderança do Partido Democrata, nem no moralmente degradado movimento dos direitos civis neste país.”
Retomo. Nada disso você lê nos jornais. Nada isso importa à militância. Os casos Trayvon Martin e Michael Brown mostraram que a esquerda agora quer que os negros também tenham o “direito” de espancar ou tentar pegar a arma de autoridades sem correr o risco de serem mortos.

E se você acha que Giuliani, Horowitz e eu só constatamos esses fatos porque somos brancos, assista ao épico massacre moral e intelectual imposto pelo radialista negro Larry Elder no âncora esquerdista branco da CNN Piers Morgan sobre a violência interracial, na ocasião da morte de Martin: “O racismo não é mais um dos principais problemas da América. O problema número 1 entre as pessoas negras é o alto número de negros nascidos fora do casamento: 75%. Em 1960, 5% de todas as pessoas deste país haviam nascido fora do casamento. Atualize-se, Piers. O número agora é de 43%. Olhe para isso, para os crimes, para o abandono dos estudos – está tudo conectado”, ensinou Elder.

Pois é. Os fatos são coisas teimosas. E, felizmente, não dependem da cor de ninguém.





Sobre o autor: Felipe Moura Brasil é carioca, nasceu no Rio de Janeiro, RJ. Formado em jornalismo, escritor, crítico, roteirista, radialista, redator, é colunista da Veja. Com seus contos, conquistou prêmios literários no Rio de Janeiro, em São Paulo e em Paris. Organizador de O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota, livro de Olavo de Carvalho distribuído pela Editora Record, Moura Brasil, best seller que ficou 12 semanas entre os livros mais vendidos em 2013. Foi também colaborador do Mídia Sem Máscara e do site da Carta Capital.

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Leia também o motivo da imprensa americana e ocidental se manter em silêncio sobre essa questão racial:

28 comentários:

  1. 1) "Nação Branca Independente (White Independent Nation) é o expoente preeminente de construção da comunidade branca na Grã-Bretanha. Buscamos a segurança da nossa herança genética e visam fornecer o que for necessário para preparar o caminho para uma nova tribo de consciência racial pessoas brancas."
    http://win-white.org/

    2) "Liberais anti-racistas são violentos e cheios de ódio"
    http://www.dailystormer.com/liberal-anti-racists-are-violent-and-filled-with-hatred/

    3) "O índice de prosperidade global 2014 foi lançado pelo Instituto Legatum .
    Escusado será dizer, é apenas mais uma evidência de como os países ocidentais brancos malignos e opressivas são (Plus também asiáticos orientais, por algum motivo). Eles continuam fazendo tudo tão bem, enquanto os negros sofrem na pobreza sem fim. Como pode ser isso?"
    http://www.dailystormer.com/2014-prosperity-index-top-30-and-bottom-30/

    4) Com as restrições e complicações na compra e porte de arma de fogo, os americanos para se defenderem da violência, parece estarem fazendo uso de elegantes bengalas (de aço) e incorporando-as à sua cultura de moda diária:
    https://www.youtube.com/watch?v=_tCg5BPKNaE
    https://www.youtube.com/watch?v=_fSy1tp-jeg

    Cobalto

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  2. Quando li esse post ano passado no site da Veja, nem acreditei! Montei o meu post rapidinho e iniciei o ano com a bomba.

    Quando vi sua tradução do David Duke falando sobre o mesmo tema, complementei no meu blog com um gráfico da Polícia de New York sobre atiradores de 2011.

    Agora, temos três frentes (além da original) mostrando a farsa que montaram no caso do "gigante gentil".
    Tomara que mais se juntem a nós.
    Abraços.

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    1. E são muito boas as postagens que os camaradas fazem neste tópico.

      Vi no Inacreditável, neste artigo mesmo colocado lá também, impressionantes postagens com referências e tudo. Podem ser organizadas para futuros artigos.

      Temos que aumentar a força e o fôlego ainda mais.

      Excelente 2015 para você camarada e muita força!

      Saudações

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  3. O problema é que a revista Veja pertence a sionistas. Felipe Moura Brasil é um financiado e comandado por sionistas.

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    1. Essa notícia me surpreendeu por sair na Veja, isso é que foi o difícil... ocorrer a publicação, mas após feita a publicação não há muito o que refutar do conteúdo do artigo, e só de haver tentativas o indivíduo que tenta desqualificar tal matéria já se auto-denuncia como um pró-racismo-negro ao fazer uma tentativa de não admitir o peso das constatações do artigo.

      Nesse caso, as táticas sionistas e globalizantes não são refutar, pois não há argumentos consistentes contra tal artigo e soaria ridículo a quem quer que lesse a matéria com a básica atenção e reflexão necessária. Os sionistas e globalizantes preferem ficar em silêncio, o que já os auto-denuncia também, pois alegam ser contra o racismo e se silenciam nesse caso, o que é totalmente contraditório, o problema é fôlego para fazer essa "chama de vela" da contradição sionista globalizante virar um incêndio!

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  4. Hoje na Rádio CBN falou-se que os negros e mestiços no Brasil sofrem genocídio. Não estariam então os negros e mestiços no Brasil enquadrados também em situação semelhante ao que ocorre nos EUA conforme no artigo.

    Se consideramos que a periferia cresce de maneira não programada, gerando filhos e filhos em situações de difícil educação, e que ainda na periferia prolifera uma cultura de violência principalmente no Funk e na ostentação podemos esperar somente que levas e levas da população da periferia dão apenas seguimento a cultura de violência e ostentação no decorrer da vida o que resulta em situações de risco de vida e choque com a polícia mais frequentemente do que os grupos que evitam tanto o ambiente violento já criado quanto evitam gerar semelhante ambiente violento.

    Absurda a omissão da matéria da CBN com tais considerações!!!

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  5. Ostentação = avareza, vaidade, cobiça, orgulho, exibicionismo, futilidade, transitoriedade, materialismo, egolatrismo, carnalidade = ausência ou fraqueza de espírito, de altruísmo, de comunhão com o divino, com o que é eterno e imutável.

    A paz verdadeira decorre de uma cultura que valorize a moral reta e os bons costumes.

    Deutscher Geist oder Judentum – Der Weg der Befreiung 1921 (O "Modus Vivendi" Alemão ou o Judaísmo – O Caminho à Libertação 1921)
    http://der-stuermer.org/deutsch/Trebitsch,%20Arthur%20-%20Deutscher%20Geist%20oder%20Judentum%20(1921).pdf

    Cobalto

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    1. Grato pela dica camarada Cobalto.

      Não conhecia arthur Trebitsch e ao procurar saber algo sobre ele, e me surpreendi em descobrir que ele era judeu, e com muitas obras de temas interessantes.

      No link abaixo há boas informações sobre ele:

      http://de.metapedia.org/wiki/Trebitsch,_Arthur

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  6. "Nação Branca Independente (White Independent Nation) é o expoente preeminente de construção da comunidade branca na Grã-Bretanha. Buscamos a segurança da nossa herança genética e visam fornecer o que for necessário para preparar o caminho para uma nova tribo de consciência racial pessoas brancas."
    http://win-white.org/

    Como lidaríamos, aqui no Brasil, com nossas diferenças para criar algo semelhante?

    Pois temos diferenças religiosas, políticas etc. Sem contar que precisaríamos de uma unidade cultural e o Brasil é muito diversificado, mesmo entre os brancos há os descendentes de alemães, portugueses, ucranianos, finlandeses...




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    1. No meu entender as comunidades europeias que citou, e mesmo as asiáticas, contanto que estejam vinculadas com sua ancestralidade de alguma maneira, devem procurar revitalizar suas tradições com muita investigação, sentimento de orgulho e veneração pelos grandes feitos passados, e vivência no presente que honre tal ancestralidade.

      Devem também manter distância saudável de modo a manter contato sem que suas culturas sejam invadidas, violentadas nem misturadas.

      Sei que o que disse é pouco e também é de certo modo muito vago, mas isso facilita criar o ambiente para o mais basilar desenvolvimento de suas respectivas culturas.

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  7. Agora parece que talvez seja necessário cotas para os negros no oscar?

    "O OSCAR MAIS 'BRANCO' DOS ÚLTIMOS ANOS
    Todas os indicados nas categorias de ator e atriz esse ano são brancos. Nem mesmo David Oyelowo, que interpreta Martin Luther King em 'Selma', e era apontado como um dos favoritos, entrou para o grupo. O mesmo vale para a diretora do longa, Ava DuVernay, quando havia a expectativa (fundamentada) de que ela seria a primeira cineasta negra a ser indicada. Por isso, já tem gente dizendo que esse será o Oscar mais “branco” dos últimos anos."

    http://www.msn.com/pt-br/cinema/galeria/oscar-2015-15-surpresas-nas-listas-dos-indicados/ss-AA8cVJa?ocid=mailsignoutmd#image=12

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    1. hahaha acho que os brancos que vão precisar de cotas em breve.
      Durante a copa, reclamaram da escolha da Fernanda Lima e do Rodrigo Hilbert como apresentadores. No mesmo dia o show contou com Alcione, Olodum, Margareth Menezes e Emicida....todos negros.

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  8. Ao meu ler este artigo, vejo exatamente que a violência esta no sangue dos negros, tanto faz se são estadunidenses ou brasileiros.

    Me lembro exatamente de um filme baseado em fatos reais no qual contava a história de um professor negro que comandava um time de basquete na escola em que trabalhava. Numa certa parte ele aconselhava os rapazes do time a não desistirem de se formarem e terem uma vida longe do crime. O mesmo professor disse a eles que quando tinha a mesma idade daqueles jovens, ele conheceu diversos amigos negros dentro de um time de basquete mas que eram envolvidos com a criminalidade, mas no futuro eles não tiveram uma sorte boa, pois alguns morreram, outros foram presos e o resto o professor negro nem sabia o que tinha acontecido a eles.

    me recordo também do documentário "Faucão, meninos do Tráfico" exibido na Globo em 2006 no Fantástico. No documentário, o que eu pude ver era a maioria de menino negros envolvidos com o crime na favela carioca. Quando o documentarista MV Bill chegou em um dos entrevistados, ele perguntou assim mesmo ao garoto:
    MV Bill: o que você ser quando crescer?
    garoto: quero ser bandido!
    MV Bill: e por quê?
    Garoto: porque meu irmão é também.

    Bom, considerando isso, creio que a vida no tráfico desses meninos favelados começa mesmo quando criança, acreditando que aquilo é o futuro e passa de geração em geração, até porque para esses negros residentes de áreas de periferia, o estudo não interessa, e ser bandido vai lhe trazer uma vida de conforto, pois acabam se iludindo com quem os influência também.

    Tanto nos EUA quanto no Brasil, os negros são a maioria envolvida com o crime. vejo isso muito quando vejo reportagens de roubos e assaltos no Rio grande do Sul, a maioria dos criminosos daquele estado são negros mesmo, já que as pessoas de etnia branca do RS tem consciência de que é a criminalidade.

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  9. Branco agredido por três negros em metrô dos EUA.

    http://www.minutodigital.com/2015/04/06/video-eeuu-agresion-de-tres-negros-contra-un-blanco-en-el-metro-de-st-louis/

    Vamos aguardar a mídia para ver se vai nos informar disso com o mesmo destaque dá as notícias de "preconceito"...

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    1. Se isso fosse aqui no Brasil, ninguém da mídia iria dar importância. Mas se fosse num estádio de "Futeporcaria", a imprensa hipócrita iria fazer toda iria se manifestar, até porque, aqui nessa nação parece que jogador dessa coisa nojenta que eu não quero digitar o nome, é mais importante do que um cidadão comum. Lembremos do caso da inocente Patrícia Moreira em 2014. Depois daquele pequeno erro, a gatinha teve até a casa apedrejada e incendiada por vândalos. Duvido que se aquele ato tivesse sido cometido na rua ou em qualquer outro lugar, a mídia brasileira burra iria dar em cima, e feito a Patrícia ficar conhecida daquele jeito!

      Saudações, parceiro!

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  10. Menor suspeito de esfaquear médico na Lagoa é ouvido no Rio
    Adolescente chegou começou a ser ouvido pouco depois das 14h.
    Ele foi apreendido por suspeita de participar da morte de Jaime Gold.

    http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2015/05/menor-suspeito-de-esfaquear-medico-na-lagoa-e-ouvido-no-rio.html


    Menor apreendido por assalto a Gold responde por outro roubo com morte
    Adolescente já responde na Justiça a crime análogo ao latrocínio.
    Garoto de 15 anos confessou ter participado de assalto a médico na Lagoa.

    http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2015/05/menor-apreendido-por-morte-de-gold-ja-respondeu-por-assalto-com-morte.html

    Menor que acusou o outro de crime contra Jaime Gold está com medo
    Advogado pedirá a juiz para que adolescentes não sejam levados para a mesma unidade

    http://odia.ig.com.br/noticia/rio-de-janeiro/2015-05-28/menor-que-acusou-o-outro-de-crime-contra-jaime-gold-esta-com-medo.html


    Ao que parece o menor que cometeu o crime é mestiço, com ascendência negra, e no Brasil também, como nos EUA, a mídia ignora a alta frequência de crimes cometidos pela fração mestiça, em especial com ascendência negra, evitando ao máximo tais estatísticas, e ainda por cima colocando tal fração na situação de vítima apenas e não como também protagonista em grande importância em tais crimes.

    As afirmações de vitimização negra, como são insistentemente expostas na mídia mereciam, portanto, para um melhor entendimento e conscientização, uma abordagem mais transparente nas estatísticas e nas interpretações.

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  11. Quanta ignorância, falta de informação e cultura nesses comentários. A criminalidade existe independente da cor de quem a pratica, isso não está presente no sangue dos negros, isso não é uma questão genética é uma questão histórica. A falta de oportunidades e a desigualdade social são fatores que propiciam a criminalidade. É fácil mencionar os crimes cometidos por negros e ignorar que, a escravidão também foi um crime, quantos negros não foram brutalmente assassinados por mãos brancas, sem mencionar as demais etnias também massacradas, tais como, indígenas e judeus.
    O branco simplesmente está colhendo o que plantou, inseriu o negro em sua cultura, o tratou como bicho, lhe tirou toda a sua humanidade e não pensou nas consequências do que estava fazendo, a cor da pele de alguém não a torna menos humana e racional, nenhuma cultura é inferior a outra como os brancos pensavam, isso é cientificamente comprovado. Enfim, quanto maior a segregação e o racismo maior será a criminalidade, esta é a parcela da dívida que o homem branco paga por ter cometido tantos crimes no passado, infelizmente.

    Saudações negras!

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    1. Olá! Seja bem vindo!

      Não podemos desviar do assunto, e não há dúvidas que a criminalidade existe independente da cor de quem pratica, mas não se trata de existência e sim o QUANTO existe entre negros e entre brancos e entre ambos.

      Falar que a criminalidade não tem fator genético e ao mesmo tempo falar que é uma questão histórica é bem contraditório uma vez que o desenvolver da genética de cada povo percorre o tempo, e portanto, a história.

      Também falar de falta de oportunidades é muita generalização, que a falta de oportunidades seja um fator realmente eu admito, e ainda insisto que se considere esse fator, mas se considere todos os fatores.

      Falar que a escravidão dos negros foi terrível eu concordo, foi em muitos casos, talvez a maioria deles um verdadeiro genocídio eu concordo também, mas deve-se ver também quem foram os responsáveis. Houveram brancos que aceitaram explorar os negros, houveram brancos que não aceitaram explorar os negros, houveram brancos que aceitaram não só a exploração mas também a violência explícita contra os negros, mas houveram negros que subjugaram na própria África outros povos negros e negociaram com os brancos, e estes negros que vendiam seus irmãos de raça foram traidores de sua raça também!

      Quanto aos judeus é melhor começar a estudar a questão judaica e ficar mais atento pois há inúmeros fatores a serem considerados, como a participação judaica nas companhias de navegação do tráfico negreiro, esse tema pouco se fala. Fora os atritos entre judeus e todos os povos que os acolheram, algum motivo deve haver, e eram povos das mais diversas civilizações. Qual seria o problema então? Todos os povos eram implicantes ou haviam (e ainda há) costumes judaicos que geram atritos entre os povos que os acolhiam?

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    2. Falar que o branco está simplesmente colhendo o que plantou é o paroxismo do simplismo e do rancor os costumes tradicionais fossem no Oriente ou na Europa sempre consideraram a questão racial e a eugenia quando se mantinham fieis aos seus preceitos e se houve introdução dos negros ou outros povos entre os arianos isso certamente foi devido a corrupção dos costumes que lhes eram tradicionais e passaram a pensar mais em bens materiais (aí viam vantagem em explorar outras raças ou mesmo variações da mesma raça) ao invés de se ocuparem de desenvolver até a excelência sua própria raça e cultura, cultivar o corpo e o espírito, cultivar suas potencialidades raciais e espirituais que lhes eram próprias. Que mal há nisso?

      E se não houvesse o intercâmbio de negros por escravidão (que foi uma horrenda tragédia de fato) e, os arianos e mesmo os asiáticos, supondo que decidissem seguir o que acima mencionei de só se ocuparem da própria raça e deixarem os povos negros por seus próprios esforços e feitos na África? Como eles estariam? completamente imersos em seus costumes e ancestralidade tribal? Não quero dizer que a escravidão seria o preço para os povos negros entrarem em contato com a cultura ariana ou asiática, simplesmente penso numa situação que o ariano e o asiático não mantivesse contato com os povos negros! Como estariam? É um bom exercício de reflexão! Melhor do que eram, igual ao que eram ou iriam entrar em decadência no caso de se conservarem somente com sua própria cultura?

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    3. " (...) nenhuma cultura é inferior a outra como os brancos pensavam, isso é cientificamente comprovado (...)"

      Isso não procede mesmo, e há muitas variantes que são mensuráveis e mostram muita diferença nas raças e nas culturas. O que eu reconheço e insisto é que os valores que são construtores e edificantes melhoram QUALQUER RAÇA E QUALQUER CULTURA e se tais valores faltam resulta na decadência de QUALQUER RAÇA E QUALQUER CULTURA, e grande questão histórica racial além de saber quais são os valores construtores e edificantes é determinar quais civilizações conservam, melhoram ou deixam esmorecer tais valores, e isso é o que resulta em contraste de superioridade, equivalência ou inferioridade cultural a curto e médio prazo e racial em longo prazo, uma vez que as mudanças genéticas podem demorar mais.

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    4. " Enfim, quanto maior a segregação e o racismo maior será a criminalidade, (...)"

      A pesquisa da matéria em pauta mostra justamente o contrário, a violência de branco contra negro é bem menor que negro contra branco, nesse a criminalidade sofrida pelos brancos seria menor, pela lógica, se houvesse a segregação deles para com os negros. Se continuar nessa proporção sem segregação, matematicamente, só para fazer um exemplo figurado, os brancos vão ser exterminados pelos negros se não houver segregação.

      Negar as diferenças não ajuda em nada, e o primeiro passo para melhor lidar com a situação é admitir as diferenças e também os pontos em comum para melhor estimar o que seria bom para todos.

      Por fim, para o valente forista que aguentou chegar até aqui, e cujas colocações procurei dar atenção devida e respeito, aviso que se quiser falar da questão racial em si recomendo um tópico mais abrangente:

      O que a ciência diz sobre raça e genética - Por Nicholas Wade
      http://nazismo-verdades-e-mentiras.blogspot.com.br/2015/02/o-que-ciencia-diz-sobre-raca-e-genetica.html

      Neste tópico aqui será mantido. para não perder o foco, a questão da criminalidade entre a população negra e a branca o papel da mídia em ser parcial ou imparcial sobre o assunto.

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  12. Tannhauser, primeiramente obrigado pela seriedade e respeito com que tratou meu comentário. Este valente forista não tem a pretensão de causar discórdia e nem de continuar a comentar nos posts, só me deixe esclarecer alguns fatos: não era minha intenção desviar do assunto, porém um dos comentários aqui citava a questão genética como sendo um dos principais fatores da criminalidade entre os negros, mas nenhum negro pratica crime só por ser negro assim como nenhum branco pratica crime só por ser branco, não faz o mínimo sentido isso.

    Em relação ao "QUANTO" da criminalidade ser majoritária entre os negros, basta pegar um livro de história do ensino fundamental e rever o porquê da situação ter chegado ao nível das estatísticas citadas na matéria. Após o término da escravidão, que medidas foram tomadas para a inserção dos negros nas atividades sociais brancas?
    Não houve nenhuma preocupação em educar, dar um trabalho digno, proporcionar igualdade civil e racial para essas populações, muito pelo contrário, o negro continuou a ser visto como subserviente e incapaz, foi marginalizado e colocado para exercer funções desqualificadas, em determinados momentos foi impedido de frequentar "locais brancos", pegar um ônibus, ir a uma lanchonete ou restaurante, foi impedido de votar e etc. A violência contra negros no período pós escravidão foi algo tão terrível quanto a escravidão em sí. O Apartheid não estava presente apenas na África do Sul, embora lá fosse mais explícito. Os negros foram deixados aos cuidados da pobreza extrema e da falta da perspectiva de vida, os relatos históricos deixam evidentes que a segregação apenas marginalizou o negro e consequentemente o deixou mais suscetível a criminalidade, as favelas brasileiras, por exemplo, são o resultado desta marginalização.

    Por incrível que pareça, e falo isso sem o mínimo de rancor: não é apenas paroxismo do simplismo, é a realidade dos fatos, realmente os brancos são os principais culpados e apenas estão colhendo o que plantaram. É difícil para a maioria branca adimitir isso, tanto é que, eles não querem mais carregar essa culpa, esse fardo, este é o motivo das omissões das estatísticas supracitadas neste post, a mídia não quer polemizar esta questão, levar isto a diante, ninguém quer ser taxado de racista, ninguém mais quer ser culpado, embora exista o racismo e ele seja mais explícito do que se pensa, principalmente nos meios midiáticos. Os brancos sabem dos privilégios que possuem por conta da sua cor, enquanto os negros são julgados apenas por terem a pele preta, isso sim é paroxismo do simplismo: julgar alguém apenas por sua cor.

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  13. Você deixou bem evidente que a questão da traição dos costumes não ocorreu apenas pelos negros, a ambição e ganância estavam presentes nas duas raças, tanto que os fatores: cultivo e preservação da raça ariana, sua cultura e religião não foram levados em consideração, assim como os negros não levaram em consideração esses fatores ao traírem seus irmãos, mesmo porque esse conceito de preservação da raça ariana não existia, passou a existir com o Nazismo. Se não houvesse o intercâmbio dos negros através da escravidão a África seria hoje uma das maiores potências mundiais pelos seus recursos naturais. E mesmo se não fosse, ser um continente ancestralizado não interferiria em nada no desenvolvimento mundial, se cada cultura e raça tivessem se mantido preservadas, inúmeras tragédias teriam sido evitadas.

    Definitivamente, esta ideia de superioridade cultural, religiosa e racial não existe. Esta é uma utopia típica do Nacional-Socialismo alemão vigente entre 1933 e 1945 e que não faz mais sentido nos dias de hoje, e isso já foi adimitido tantas vezes pelos próprios alemães, pois a maioria adimite que esse idealismo é fundamentado por erros, assim como você adimite ao concordar com tudo o que eu disse e demonstre respeito em relação a minha opinião, e o respeito é muito mais digno e admirável que qualquer diferença de cor que possa existir entre nós.

    Concluindo, concordo com você quando diz que negar as diferenças não ajudam em nada, desde que essas diferenças sejam as diferenças socioeconômicas entre brancos e negros, pois as raciais são infrutíferas e repletas de preconceitos. Segregar não garantirá e não diminuirá a criminalidade de negros para com brancos, o que fará isso será o acesso a uma educação de qualidade, a igualdade de direitos e a aniquilação da desigualdade social.

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  14. Olá colega!

    Suas colocações foram bem pertinentes, e vou fechar NESTE TÓPICO (por questões de não desviar do assunto) essas considerações raciais com as seguintes apontamentos:

    1° - A genética é um fator que pesa muito, seja para qualquer raça, ou seja, pesa para toda espécie humana. Tópico recomendado:

    O que a ciência diz sobre raça e genética - Por Nicholas Wade
    http://nazismo-verdades-e-mentiras.blogspot.com.br/2015/02/o-que-ciencia-diz-sobre-raca-e-genetica.html

    2° - O ensino fundamental e parte predominante do meio acadêmico é dominado por correntes diversas de postulados de pensadores judeus, em história um dos mais importantes é Eric Hobsbawm. Tópico recomendado:

    Esquecendo Eric Hobsbawm (09/06/1917 – 01/10/2012) – Por Alex Kurtagić
    http://nazismo-verdades-e-mentiras.blogspot.com.br/2015/10/esquecendo-eric-hobsbawm-09061917.html


    3° - Realmente não houveram as necessárias medidas pós escravidão para o desenvolvimento da cultura do povo negro (o que o marginalizou e favoreceu a favelização), e nisso houve outros interesses, entre os quais as articulações judaicas que jogam um povo contra outro e uma raça contra outra, e não tenho tópicos específicos exatamente sobre a marginalização negra, mas tenho um tópico sobre agitação contra a raça branca, o que se pode perceber que os negros são um dos que são usados contra os brancos, sobre esse choque racial o tópico recomendado é:

    Harvard odeia a raça branca? – por Paul Craig Roberts
    http://nazismo-verdades-e-mentiras.blogspot.com.br/2015/07/harvard-odeia-raca-branca-por-paul.html


    4° Não se trata na autêntica questão racial "julgar alguém apenas por sua cor" pois raça são vários fatores. O estudo é amplo e futuramente terão alguns tópicos didáticos e que visam esclarecimento e não agitação.

    5° Quanto a África ter seus recursos naturais e isso ajudar ela eu concordo totalmente. O problema é que não é só a África que é explorada, os arianos são os mais explorados, suas dívidas são as maiores do mundo, e não para outros países mas para as corporações bancárias supranacionais, estas escravizam brancos e negros. O falecido líder da Líbia, Gaddaf, deixou muito bem organizado seu país e tinha planos de fomentar a implementação de suas bem sucedidas medidas na África, mas o presidente judeu da França disse que Gaddaf era uma ameaça ao sistema financeiro e a Líbia foi destruída. Tópico recomendado:

    Líbia: trata-se do petróleo ou do Banco Central? - Por Ellen Brown
    http://nazismo-verdades-e-mentiras.blogspot.com.br/2013/05/libia-trata-se-do-petroleo-ou-do-banco.html

    6° O conceito de preservação racial não é uma novidade do nazismo. O nazismo apenas revigorou a questão racial como fundamental na natureza, focando, no caso, a espécie humana. Existia na Índia, Grécia, Roma, Germânia entre outros povos. Haverão muitos tópicos sobre isso.

    7° Superioridade cultural, religiosa e racial existe sim, e tudo que melhoram os aspectos culturais, religiosos e raciais melhoram qualquer povo e se ausentes degeneram qualquer povo. Para fazer uma analogia, Tópico recomendado:

    O que a ciência diz sobre raça e genética - Por Nicholas Wade
    http://nazismo-verdades-e-mentiras.blogspot.com.br/2015/02/o-que-ciencia-diz-sobre-raca-e-genetica.html

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  15. 8° Quanto a esta colocação "Concluindo, concordo com você quando diz que negar as diferenças não ajudam em nada, desde que essas diferenças sejam as diferenças socioeconômicas entre brancos e negros, pois as raciais são infrutíferas e repletas de preconceitos. Segregar não garantirá e não diminuirá a criminalidade de negros para com brancos, o que fará isso será o acesso a uma educação de qualidade, a igualdade de direitos e a aniquilação da desigualdade social."

    O estudo e reflexão dos pontos acimas são uma boa base para fazer um estudo comparado e ver o que se pode melhor entender de tudo aqui.

    Grato pela educação e postura inclinada ao entendimento. Se for fazer colocações nos pontos, por favor utilize os tópicos fornecidos para manter as postagens em cada assunto o que colabora para a organização e produtividade dos diálogos.

    Abraço!

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  16. Negros estupram menina branca e jogam a aos crocodilos:
    http://www.dailymail.co.uk/news/article-3762863/Girl-17-went-missing-Myrtle-Beach-2009-gang-raped-shot-fed-alligators-says-FBI-agent.html

    Absurdo uma notícia dessa não ser difundida para esquentar mais ainda a questão racial, uma vez que soma nas estatísticas de atrocidades cometidos pelos negros contra os brancos.

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  17. Um negro, agora em julho de 2016, entra em hospital na Flórida e mata uma funcionária do hospital e uma paciente (um idosa judia ao que parece) a tiros e a mídia evitou atiçar essa notícia. Aqui no Brasil se alguém tiver algum link da notícia em veículos de comunicação relevantes por favor poste, pois omitem essa situação, que é a depredação e delinquência causada por negros.

    http://www.foxnews.com/us/2016/07/17/patient-employee-shot-and-killed-at-florida-hospital.html

    http://www.nbcnews.com/news/us-news/florida-hospital-shooting-leaves-elderly-patient-staffer-dead-n611726

    http://www.floridatoday.com/story/news/2016/07/18/suspected-titusville-shooter-ve-done-something-wrong/87249980/

    Em tempo, já pensaram se fosse um branco, um ariano que tivesse matado a idosa judia que estava em tratamento no hospital? Seria um prato cheio para o sensacionalismo e a manipulação dos fatos!!!

    Mas como interessa a globalização complicar a situação entre brancos e negros mais do que já está, perdoaram a morte da idosa judia para poupar a questão racial de ver divulgada mais este trágico episódio!

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  18. Magui Rubalcava Schulman, uma judia do México ao que parece, é uma financiadora do Black Live Matters.
    http://www.borealisphilanthropy.org/staff

    Na lista da Forbes estão alguns dos mais assíduos doadores do "povo eleito" para os "movimentos sociais"
    http://www.forbes.com/pictures/gefl45ejkl/eli-edythe-broad/#39773a465dd1

    É importante observar que a líder do movimento Black Lives Matter é Alicia Schwartz, que tem ascendência judaica "(...) and her unusual background as a black Jew (...)"
    http://www.wnyc.org/story/alicia-garza-says-no-hillary/

    http://jwa.org/people/garza-alicia

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Deve-se procurar dar seguimento e aprofundamento ao assunto, portanto, postagens cuja argumentação já foi colocada não serão publicadas.