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"Seria uma época de guerras cruéis em que novos césares surgiriam e em que uma elite de homens de aço, que não buscavam ganhos pessoais e felicidade, mas o cumprimento dos deveres para com a comunidade, tomaria o lugar dos democratas e dos humanitários" Hajo Holborn, explicando uma previsão de Oswald Spengler em A History of Modern Germany: 1840-1945; Princeton University Press, 1982. Página 658

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Eleições nos EUA: Quão sionistas nós podemos ser? - Por David Duke

04/11/2014

David Duke
            Após uma “campanha” recorde de $4 bilhões, os candidatos lutando por 33 das 100 cadeiras no Senado dos EUA e todas as 435 cadeiras da Câmara dos Representativos [que equivale à Câmara dos Deputados no Brasil] hoje iremos saber se eles têm sido bem sucedidos em manter a América como um cãozinho sionista, ou se eles têm sido capazes de coloca-la numa condição de absoluta escrava sionista.

            Na realidade, existe a única opção aberta para os eleitores americanos sobre o atual sistema: dois partidos, com diferenças políticas quase mínimas, e que diferem somete no grau o qual eles se prostram para o lobby judaico.




            Todos os especialistas predizem um retrocesso “anti-Obama” – supostamente por causa do seu sistema de saúde, performance geral  e recente onda de imigração ilegal da América do Sul e Central. Se esta previsão de “retrocesso” se tornar precisa, então é provável que o Partido Republicano irá estender sua influência sobre o Congresso, e possivelmente vencer algumas corridas eleitorais para governador em mais da metade dos estados dos EUA os quais estão mantendo essas eleições também.

            No mínimo, os especialistas dizem, os Republicanos devem pegar as seis cadeiras que eles necessitam para tornarem-se maioria, enquanto consolidam a maioria existente deles na Câmara dos Representativos.

            Mas que diferença iria isto fazer para a real questão: quem manda no Governo Americano; que manda na mídia dos EUA; e quem manda no sistema financeiro dos EUA?

            Sobre a única diferença que isso irá fazer é inculcar uma ainda mais postura fanática pró-Partido Sionista Likud – {que nos EUA ocorre através do} Partido Republicano – ao invés de uma postura fanática pró-Partido Trabalhista (a versão israelense) – {que nos EUA ocorre através do} Partido Democrático.

            Como há muito tempo o judeu ativista “pró-paz” e “solução dois Estados”, Uri Avnery tem recentemente escrito em sua coluna Gush-Column, o Primeiro Ministro Israelense pode fazer qualquer coisa que ele quiser sem mede de retribuição dos EUA.
            A razão, escreve Avnery, é porquê Netanyahu “sabe que Israel controla o Congresso dos EUA. Nenhum político americano pode possivelmente ser reeleito se ele vociferar mesmo um menor sinal de criticismo ao “Estado Judeu”.
            AIPAC, o mais poderoso lobby em Washington (além da Associação Nacional do Rifle) irá considerar isto. O poderoso aperto que o lobby judaico tem na mídia é uma garantia adicional.”
            Avnery também apontou que é do Partido Republicano que os fanáticos Zio-Likud preferiam que mandassem no Congresso:
            Dentro desta louca situação Netanyahu tem mergulhado. Ele tem colocado todas as sua fichas (nós) [por isto Avnery quer dizer todos os israelenses] sobre os republicanos.
            Durante as últimas eleições presidenciais, ele [Netanyahu] quase abertamente apoiou Mitt Romney, o oponente de Obama, assim praticamente declarando guerra contra a presente administração.
            As radicais afirmações anti-Obama feitas agora por líderes israelenses são usadas – e designadas ser usadas – por candidatos republicanos contra os oponentes democráticos deles.
            Os democratas fazem extenuantes esforços para atrair eleitores e doadores judeus com lisonjas a Israel nos mais ultrajantes termos, prometendo apoiar toda e cada ação do governo israelense, agora e por toda eternidade, seja ela o que possa ser.
             Realidade que o lobby judaico controla o Congresso – não importa qual dos partidos estejam no “poder” era um fato abertamente admitido por um recente relato na revista The New Yorker a qual se gabou que American-Israel Public Affairs Committee completamente controla o Congresso através de sua habilidade para financiar as campanhas de todos os candidatos a congressistas e senadores – de ambos os partidos.

            A revista New Yorker – de propriedade do judeu supremacista Samuel Irving Newhouse – quem, junto com seu irmão Donald, possuem a Advance Publications, cujos direitos incluem a worldwide Condé  Nast publications – tem levado o artigo em edição de 2014, supostamente escrito para responder a questão “O grupo lobista AIPAC tem consistentemente enfrentado a administração política de Obama. Ele está agora perdendo influência?

            O artigo mostra incontestavelmente que o American Israel Public Committee (AIPAC) controla completamente o Congresso através de sua habilidade para financiar as campanhas de todos os candidatos a congressistas e senadores – de ambos partidos.





           O New Yorker se gaba que uma recepção da AIPAC durante sua conferência política anual atrai a maioria dos congressistas e senadores mais que qualquer outro encontro governamental exceto a sessão conjunta do Congresso ou um Discurso sobre o Estado da União {é um evento anual nos Estados Unidos da América, que consiste num discurso que o presidente pronuncia diante do Congresso sobre a situação do país. O discurso também é utilizado para o presidente apresentar suas propostas legislativas e prioridades}:
            AIPAC está orgulhosa sobre sua influência. Sua literatura promocional destaca que uma recepção durante sua conferência anual, em Washington, “irá ser comparecida por mais membros do Congresso que quase qualquer outro evento, exceto por um sessão conjunta do Congresso ou um Discurso sobre o Estado da União.”
            O artigo então revela exatamente como o lobby judaico realiza tal controle, por fazer certo que qualquer um que busque o escritório tenha que conseguir a aprovação da AIPAC antes mesmo de começar.

            Citando o supremacista judeu Thomas Dine, um ex-diretor executivo da AIPAC, o New Yorker revela que a AIPAC está sempre cuidadosa para ficar nos bastidores enquanto providencia fundos para seus candidatos:
            “Nós fizemos a decisão de estar um passo recuado,” disse Dine. “Orrin Hatch uma vez disse, ‘Dine, sua genialidade é tocar um bumbo invisível, e os judeus ouvi-lo quando você toca ele’.”
            O New Yorker continua:
            Mas todo o congresso reconhece sua [AIPAC] influência nas eleições, e o efeito é evidente... a posse do AIPAC sobre o Congresso tem tornado-se institucionalizada.
            “Se você tem um sonho de ocupar um cargo, a AIPAC chama você,” disse um membro da Casa {Câmara dos Representantes}. Certamente, é uma raridade quando alguém realiza uma campanha pela Casa ou Senado hoje sem ouvir de AIPAC.
            Então, não importam o quais são suas expectativas das eleições de hoje, existe uma coisa da qual você pode estar certo: a única diferença entre o Congresso de ontem e o Congresso de amanhã irá ser “o quão sionistas podemos ser.” 
Tradução por Tannhauser







Sobre o autor: Dr. David Duke é graduado na Universidade Estadual de Louisiana com bacharelado em História. Ele concluiu seu doutorado na maior universidade da Ucrânia. Tem ministrado palestras em mais de 25 nações e em mais de 250 universidades ao redor do mundo. É um ativista político para a auto determinação dos americanos de etnia europeia (fundando uma reformulada Ku Klux Klan em 1974) e é assíduo opositor da supremacia judaica o que atraiu antipatia e adversidade da comunidade judaica internacional, resultando em duas tentativas de prisão quando foi convidado a ministrar palestras na República Tcheca e na Alemanha.

            Foi eleito como membro da Câmara dos Representantes dos EUA (pelo Estado da Lousiana no mandato de 1989 – 1993), que é uma das duas câmaras do congresso dos EUA.


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