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"Seria uma época de guerras cruéis em que novos césares surgiriam e em que uma elite de homens de aço, que não buscavam ganhos pessoais e felicidade, mas o cumprimento dos deveres para com a comunidade, tomaria o lugar dos democratas e dos humanitários" Hajo Holborn, explicando uma previsão de Oswald Spengler em A History of Modern Germany: 1840-1945; Princeton University Press, 1982. Página 658

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Eleições nos EUA: Escravos sionistas arrasam contra cãozinhos sionistas - Por David Duke

06/11/2014

David Duke


            A vitória do Partido Republicano nas eleições intercalares nos EUA tem significantemente fortalecido a mão de Benjamin Netanyahu, o Likud Party, e os fanáticos sionistas linha-dura, sobre os “sionistas da esquerda” dos fanáticos do Partido Trabalhista Israelense – uma mudança de sionistas extremistas para sionistas ainda mais extremistas controlando o Congresso.






            Como previsto pelo bem conhecido comentarista supremacista judeu e “especialista em assuntos americanos-israelenses”, o aposentado embaixador Yoram Ettinger, no do Israel National News Service no dia da eleição (“Apoio bipartidário. Mas éprovável que Israel se incline pelos Republicanos”), um partido republicano varrendo a concorrência é o interesse da ala direita israelense.


Republicanos estão esperando fortalecer a posição deles entre os descontentes com
a política de Obama

            Após os resultados tornarem-se conhecidos, a previsão de Ettinger foi confirmada e expandida no Israeli National News Service pelo professor judeu supremacista Eytan Gilboa, outro “especialista em relações americano-israelense”, no Begin-Sadat Center for Strategic Studies em Ramat Gan, Israel.

            De acordo com o professor Gilboa (“O que significam osresultados de eleição nos EUA para as relações americana-israelenses?”) a vitória republicana significa que “as três maiores questões que Israel está preocupada,” irá ser significativamente impactada por esta mudança no controle legislativo dos EUA.


O Partido Republicana tem vencido o comando do Senado pela primeira vez desde 2007,
conseguindo o controle do Congresso. Com este controle vem novas possibilidades e alianças
no relacionamento.

            Estas três questões são a “guerra contra o Estado Islâmico (ISIS),” as “negociações” sobre a mítica bomba atômica do Irã, e “negociações de paz” com as autoridades palestinas – todas as quais irão ver mudanças em favor da política do Partido Likud de Netanyahu, e longe da política “liberal” (mas igualmente fanaticamente sionista do Partido Trabalhista (israelense), conforme atualmente é apoiada pelo Partido Democrata {dos EUA}.

            Conforme o professor Gilboa elaborou:
            Embora os Estados Unidos estejam lançando ataques aéreos contra o grupo terrorista na Síria e Iraque, muitos republicanos sentem que a administração da política externa de Obama não está fazendo o suficiente contra o que muitos eleitores veem como uma “séria ameaça”.
            Com a vitória republicana um aumento nos gastos militares e um amplo debate sobre política frente ao Estado Islâmico parece provável.
            Além disso, ele disse, o “segundo e mais importante” assunto para Israel é o acordo nuclear iraniano, para o qual o governo do Primeiro Ministro de Israel Bynamin Netanyahu é fortemente oposto.
            “Os Estados Unidos estão perto de um acordo com o Irã e o Presidente diz que ele não está dissuadido de conseguir a aprovação do Congresso” para rescindir sanções contra o Irã em um acordo final.
            No entanto, porquê “ambos democratas e republicanos tem estado opostos [neste acordo], “Gilboa ressaltou que Obama poderia muito bem tentar “contornar o Congresso, porquê ele está incerto que pode vencer lá”.   
            A terceira questão – a possível retomada das “negociações de paz” com as autoridades palestinas irá também ser afetada.

            Conforme o professor Gilboa notou:

            Obama tem até este ponto mantido significante alavancagem contra Israel, mas “se ele fosse começar pressionar Israel [em negociações] novamente, Israel pode muito bem recorrer e pedir a ajuda de membros do Congresso.
            Se as autoridades palestinas vão para as Nações Unidas e pedem por reconhecimento sem negociações, os 300 milhões de dólares em auxílio enviados anualmente para as autoridades palestinas poderiam também vir a ser alvo de ataque dos representativos {deputados] e senadores republicanos.
            Significantemente, Gilboa conclui que Obama “deve ser mais cuidadoso em pressionar Israel,” particularmente em sua nova posição como um “pato manco”, mas conforme ele disse, “ressaltou que a política exterior israelense deve evitar comprometer o apoio bipartidário.
            Israel deve ser cuidadosa para não usar demais os republicanos no congresso contra o presidente democrata, por medo de alienar os democratas,” ele concluiu.

             A linha de fundo é, como este site previu anteriormente: a escolha que a América está encarando nas eleições Eleições de meio de mandato {onde se definem os deputados e senadores americanos}foi eleger um partido de cãezinhos sionistas linha dura, ou para eleger um partido de absolutos escravos sionistas. A última opção tem agora ocorrido.

            Uma indicação de extrema hipocrisia dos supremacistas judeus na América foi demonstrado uma vez mais na participação judaica votante nas eleições. O apoio judeu para os democratas sobre os republicanos nas eleições parlamentares quebrou em dois para um, em consonância com as recentes eleições, e os eleitores judeus permaneceram substancialmente mais favoráveis do Presidente Obama que a população geral, mostram as pesquisas.

            Em outras palavras, os judeus na América esmagadoramente apoiam mais as políticas “liberais” para este país – mas todas as organizações deles e grupos de fazer lobbies também apoiam Israel, a qual implementa políticas diametralmente opostas para os Estado exclusivo de judeus.

            É a velha regra: uma lei para os judeus tribalistas, e outra lei para os goyim {os não judeus}.

Tradução por Tannhauser







Sobre o autor: Dr. David Duke é graduado na Universidade Estadual de Louisiana com bacharelado em História. Ele concluiu seu doutorado na maior universidade da Ucrânia. Tem ministrado palestras em mais de 25 nações e em mais de 250 universidades ao redor do mundo. É um ativista político para a auto determinação dos americanos de etnia europeia (fundando uma reformulada Ku Klux Klan em 1974) e é assíduo opositor da supremacia judaica o que atraiu antipatia e adversidade da comunidade judaica internacional, resultando em duas tentativas de prisão quando foi convidado a ministrar palestras na República Tcheca e na Alemanha.

            Foi eleito como membro da Câmara dos Representantes dos EUA (pelo Estado da Lousiana no mandato de 1989 – 1993), que é uma das duas câmaras do congresso dos EUA.


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2 comentários:

  1. "En 2007, iba a presentar en la Librería Europa, situada en Barcelona, su libro El supremacismo judío, pero finalmente el acto fue suspendido por la justicia, al incurrirse en delito de apología del racismo"

    sorry again

    pro-white now, pro-white now, pro-white now.

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    1. Bom, o David Duke é graduado em História, com pós graduação, citando fontes judaicas nesse artigo mesmo. Como não há argumentos diante das trapaças do judaísmo internacional quando estas são expostas e divulgada, se utiliza de leis que censuram o trabalho do historiador, interferindo na investigação e divulgação para a sociedade sobre o que se apura sobre a questão.

      O fato é que é um pró-white que divulga as notícias que são tão temidas e por isso censuradas.

      E surpreendente é que esses articuladores políticos do judaísmo internacional discutem claramente o que acontece nos EUA e especulam o que é melhor lá para melhorar a situação de Israel e obviamente da judiaria internacional, inclusive os ricaços mobilizam seus recursos para apoiar quem interessa aos interesses deles e para boicotar quem atrapalha o interesse deles, e tudo ocorrendo de forma que os EUA desenvolve seu rumo primando em trabalhar no que é melhor para Israel.

      Outro mérito de Duke é de fazer a apuração das notícias nos meios informativos israelense e difundir a conscientização da questão judaica as pessoas.

      E essa sua ironia que balbuciou não muda nada, só reforçou que existe a necessidade dos pró-white para divulgar melhor os fatos, pois sem eles as notícias ficam inofensivas para o tribalismo-judaico-internacional.

      Mas o mais relevante de sua postagem é o significado dela, pois para sua mente patológica é que na sua lógica um historiador diplomado como David Duke torna-se desqualificado ao questionar o supremacismo-judaico-tribalista, ou seja, a história que não é favorável a este supremacismo é uma história inválida na sua lógica patológica.

      Fico feliz de encontrar gente assim como você, pois não deixa de ser um combate contra o fanatismo-judaico-tribalista e é preciso sempre estar a postos para este combate!

      Aliás ainda estou constrangido com sua patética e vergonhosa fuga ao convite de resolver o assunto no tópico que lhe mostrei. E aconteceu o que eu esperava mesmo, tu ia desviar do assunto, dar desculpa, falar que é "perda de tempo gastar palavras comigo", esperneou e no fim, ficou onde tava para não ir novamente a lona.

      Mas um dos motivos que eu esperava isso é que raramente se encontra coragem em lacaios.

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