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"Seria uma época de guerras cruéis em que novos césares surgiriam e em que uma elite de homens de aço, que não buscavam ganhos pessoais e felicidade, mas o cumprimento dos deveres para com a comunidade, tomaria o lugar dos democratas e dos humanitários" Hajo Holborn, explicando uma previsão de Oswald Spengler em A History of Modern Germany: 1840-1945; Princeton University Press, 1982. Página 658

sábado, 15 de novembro de 2014

Bilionários judeus esboçam as “escolhas” das próximas eleições dos EUA: Israel Primeiro, ou Israel Primeiro - Por David Duke

David Duke
13/11/2014

            Em uma chocantemente grotesca exibição pública do poder supremacista judaico sobre a América, os dois controladores financeiros dos partidos Republicano e Democrata têm publicamente esboçado as políticas das “escolhas” da eleição presidencial da nação em 2016: Israel primeiro, ou Israel primeiro, de acordo com um artigo no The NewObserver.

            Falando antes da reunião inaugural de outro novo oficial lobby judaico nos EUA, o “Israeli-American-Council” (IAC), realizado sobre o final de semana de 7 à 9 de novembro de 2014 em Washington DC, os dois judeus bilionários – Haim Saban e Sheldon Adelson – foram bastante abertos sobre a intenção deles de certificar que as eleições de 2016 iriam ser completamente ajeitadas para colocar os interesses tribais judaicos primeiro.




            Adelson, reputadamente o homem mais rico do mundo a partir de suas posses no cassino de Las Vegas, deu mais que $150 milhões para acampanha do Partido Republicano contra Barack Obama em 2012, apoiando Newt Gingrich e Mitt Romney.

            Saban foi revelado em um artigo de 2007 do Israeli Ynet News Service como sendo – até então – o maior contribuinte para as campanhas do Partido Democrático, financiando esta organização pela ordem de pelo menos $13 milhões.




            Na conferência IAC, estes dois magnatas judeus, aparentemente de “opostos” partidos políticos, apareceram juntos em público para declarar que as escolhas deles em relação aos candidatos da disputa da eleição de 2016 estariam veementemente pró-Israel e iriam “reparar o dano” supostamente feito por Obama para as relações EUA-Israel.

            O Washington Post descreveu o evento conforme segue:
            Adelson, 81 anos, e Saban, 70, têm ganhado enorme poder político na nova era das super PACs e das contribuições ilimitadas, e ambos fizeram isso claro durante uma rara aparição conjunta no domingo perante uma audiência de várias centenas de americanos israelenses que eles pretendem afirmar esta força durante a próxima campanha presidencial e além com demandas políticas para os candidatos deles. Em particular, eles prometeram pressionar ambos lados para uma abordagem mais linha-dura para o Oriente Médio.
            Aparecendo perante de um grupo chamado Israeli American Council, ambos emitiram um apelo pela unidade quando se trata de apoiar o Estado Judaico, lembrando todos os potenciais candidatos da primazia do relacionamento EUA-Israel. E eles concordaram que Obama e sua administração não tem sido dura o suficiente para proteger os interesses de Israel.
            Saban tem abertamente declarado seu apoio para Hilary Clinton ser a candidata democrata para as eleições de 2016. Falando em uma entrevista para o Washington Post, Saban disse que o relacionamento de Obama
            “com o Primeiro Ministro israelense Benjamin Netanyahu é ‘como água e óleo’. Isso tem alimentado um percepção, ele disse, que Obama não tem sido um amigo de Israel, embora Saban disse que acha que, na realidade, “nunca existiu este nível de cooperação com qualquer presidente anterior.”
            Ainda, Saben disse q eu ele acha pensa que Clinton iria reparar esse relacionamento e que ele disse a ela que ele iria gastar “o que fosse preciso” para impulsionar ela para dentro da Casa Branca. Isso inclui dar milhões de dólares para Priorities USA, uma super PAC que ajudou Obama em 2012 e está se mobilizando para auxiliar Clinton em 2016.
            “Eu disse a ela e todos que perguntaram-me, ‘O que for preciso, nós vamos estar lá’,” disse Saban. “Eu acho que ela seria uma presidente fantástica para os Estados Unidos, uma líder mundial incrível e alguém sobre a qual eu acredito profundamente que o relacionamento dos EUA e Israel será significantemente reforçado.”
            Adelson recusou um pedido de entrevista, mas, enquanto ele entrou no salão de baile, um repórter do Washington Post perguntou-lhe sobre o resultado das eleições. “Quão profundo você quer pescar?” Adelson respondeu antes de aparecer no palco concordar em todos os pontos sobre as demandas feitas por Saban sobre questões tais como Irã, e a necessidade para sempre colocar os interesses de Israel primeiro.

            Conforme o Washington Post colocou:
            Nas declarações públicas deles, Saban e Adelson encontraram fundamentos em comum no desdenho deles pelo Irã, e o medo deles pelo perigo que eles dizem que o regime representa para Israel. Eles expressaram preocupação relação as negociações dos EUA sobre o programa nuclear do Irã.
            Adelson disse que os fundamentalistas iranianos são instruídos pela religião deles a “acabar com todos os infiéis” e que “aniquilar os judeus seria um pré-pagamento disso.”
            Referindo-se ao envolvimento dos EUA com o Irã, ele disse: “Eu iria não  apenas falar. Eu iria entrar em ação.”
            Saban disse que fundamentalistas iranianos representam uma real ameaça. Se necessário defender Israel, e como último recurso, ele adicionou, “Eu iria bombardear esses filhos da puta,”
            No palco, Shawn Evenhaim, o presidente nacional do Israeli American Council, posou provocativas questões para ambos bilionários. Adelson sentou-se a direita de Evenhaim, Saban sentou a esquerda – embora Saban brincou – “Não existe direita ou esquerda quando se trata de Israel.”
            Embora Adelson não revelou o nome de um candidato – diferente de Saban – os principais candidatos do Partido Republicano recentemente realizaram uma peregrinação para Las Vegas para pedir-lhe financiamento para a campanha, conforme relatado pelo Las Vegas Sun:
            O super doador republicano Sheldon Adelson é a principal atração para uma lista de oficiais eleitos que inclui o ex-governadores Jeb Bush, da Flórida; Chris Christie, de Nova Jersey; Scott Walker , de Wisconsin; John Kasich, de Ohio . Um dos mais ricos homens do mundo, o bilionário dos cassinos de 80 anos está procurando por um novo favorito para ajudar e acabar com as derrotas sequenciais de seu partido.



            A história do Washington Post concluiu dizendo esta observação, a qual revelou que não importa candidato de qual partido vença as eleições de 2016, os interesses judaicos irão ter sido servidos:
            Um lembrete da descomunal influência de Adelson e Saban vem quando Evenhaim terminou o evento de domingo. “Após a eleição de 2016,” disse a eles, “um de vocês vai me fazer uma turnê privativa na Casa Branca.”
            Qualquer demonstração pública do poder judaico supremacista sobre a América nunca é sem pelo menos um pouco de hipocrisia. Esta foi providenciada por Adelson em particular na conferência da IAC.
            De acordo com o Washington Post, ao falar para a conferência, Adelson; “censurou muitos do Partido Republicano pela oposição deles a legalização de milhões de imigrantes sem documento. Sem uma compreensiva reforma, ele disse, o país não seria “a América que tenho orgulho de viver”.
            Todavia, o Estado de Israel – o qual Adelson fanaticamente apoia – tem uma política de fronteiras fechada à imigração a qual utiliza até mesmo testes de DNA para rastrear potenciais imigrantes para assegurar que eles sejam judeus antes de permitir eles entrarem.




            A questão poderia ser feita: por que Adelson (e todas outras organizações judaicas) apoiam uma política em Israel a qual eles se opõe na América? Se multiculturalismo é bom na América, por que é ruim para Israel?

Tradução por Tannhauser






Sobre o autor: Dr. David Duke é graduado na Universidade Estadual de Louisiana com bacharelado em História. Ele concluiu seu doutorado na maior universidade da Ucrânia. Tem ministrado palestras em mais de 25 nações e em mais de 250 universidades ao redor do mundo. É um ativista político para a auto determinação dos americanos de etnia europeia (fundando uma reformulada Ku Klux Klan em 1974) e é assíduo opositor da supremacia judaica o que atraiu antipatia e adversidade da comunidade judaica internacional, resultando em duas tentativas de prisão quando foi convidado a ministrar palestras na República Tcheca e na Alemanha.

            Foi eleito como membro da Câmara dos Representantes dos EUA (pelo Estado da Lousiana no mandato de 1989 – 1993), que é uma das duas câmaras do congresso dos EUA.


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2 comentários:

  1. Fica o recado ao "colega" pró-tribalismo-judaico:

    Postagem sua sem relação com o TEMA do tópico, vai para a lixeira direto.
    Postagem sua sem referência primária, vai para a lixeira. Se és estudioso mesmo deves ter lido estantes de livro e podes me servir de referências abundantes então.
    Postagens com ofensas, possivelmente irão para a lixeira.

    E se não gostou, nem precisa vir aqui postar, vá para outras ribeiras então, até porquê fugiu do tópico que lhe convidei de modo rastejante.

    Retrucadas pessoais também vão direto para a lixeira.

    _______


    Essa pergunta do David Duke incomdou:

    "A questão poderia ser feita: por que Adelson (e todas outras organizações judaicas) apoiam uma política em Israel a qual eles se opõe na América? Se multiculturalismo é bom na América, por que é ruim para Israel?"

    Pois em vez de tentar refutá-la alguns contrariados pró-tribalismo-judaico atacam a pessoa de David Duke sem nem entrar no tema tratado que é a condição de servidão política e ideológica que se encontra o EUA para com os interesses de Israel.

    Em suma Duke, que é formado em história, que denuncia o supremacismo-judaico-tribalista nas próprias midias americanas estaria desqualificado por defender a direita, ou, por colocar a questão racial como um fator social. Se há protestos contra Duke isso é para defender interesses diretos ou indiretos do tribalismo-judaico, e pouco importa se há poucas ou muitas pessoas contra a pessoa de Duke, pois a antipatia contra ele não é espontânea e sim resultado de longo e constante trabalho das organizações judaicas que cuidam da própria imagem, e Duke como contrário ao tribalismo-judaico para ser coerente com as convicções dele deve denunciar tal tribalismo, gostando as pessoas ou não.

    A força judaica tem expressão política determinante, conforme mostram as notícias que Duke reuniu, portanto e está dentro da avaliação crítica política.

    Alias recomendo aos foristas ler o texto sobre a legitimidade de criticar a atuação do tribalismo judaico na política:

    http://nazismo-verdades-e-mentiras.blogspot.com.br/2014/09/a-critica-de-acusacao-de-anti-semitismo.html

    Um tema não anula o outro e persiste a carência de argumentos anti-revisionistas.

    Nesta postagem não colocaste UMA consideração sequer das notícias reunidas por Duke, e se limitou a ofensas ao historiador apenas. Ou seja o tópico passou em branco.

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  2. ulysses freire da paz jr21 de novembro de 2014 09:55

    Em qualquer sociedade venal, isto é empírico, a moral e o poder advém do capital.

    Há controvérsias entre http://ie6.bibliaonline.com.br/acf/ef/5/19 E http://www.youtube.com/watch?v=qnoRpDSVot4

    Duas são as polaridades, dois são os caminhos uma delas é lembrada em Mateus 6:22 a 30 https://volksbetrugpunktnet.files.wordpress.com/2014/06/kari_regenwald.jpg ; a outra, entre tantas denominações possui, todavía, o mesmo modus operandi http://pt.wikipedia.org/wiki/Arim%C3%A3

    http://4.bp.blogspot.com/-83w_KhpEBVM/UGm7-ybZ2uI/AAAAAAAAAS0/j0W8WyyD_YY/s1600/we+buy+thinks.jpg

    Vox Populi, Vox Dei: a voz do povo é a voz de Deus. Reza o adágio: " Está em paz, está com Deus" - por conseguinte o oposto é igualmente verdadeiro. Resta perceber QUEM PROMOVE GUERRAS ANTES E DEPOIS DE 1945

    http://quenosocultan.wordpress.com/2014/06/14/adolf-hitler-hombre-de-paz/ http://inacreditavel.com.br/wp/hitler-nao-queria-guerra-contra-a-polonia/ foi induzido à ela http://desatracado.blogspot.com.br/2014/01/conhece-o-domingo-sangrento.html http://www.toedter.com.br/2014/07/na-visao-de-hitler.html

    http://www.toedter.com.br/2013/10/churchill-como-poucos-o-conhecem.html http://www.toedter.com.br/2013/07/churchill-o-exterminador.html
    http://jornalggn.com.br/blog/stanilaw-calandreli/todas-as-guerras-sao-guerras-dos-banqueiros
    https://volksbetrugpunktnet.files.wordpress.com/2014/09/kari_gesellschaft.jpg



    ,,Tatsachen schafft man nicht dadurch aus der Welt, dass man sie ignoriert.“ (Aldous Huxley - engl. Schriftsteller - 1894-1963


    Saudações

    ...............................88

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