Sua conscientização política

"Seria uma época de guerras cruéis em que novos césares surgiriam e em que uma elite de homens de aço, que não buscavam ganhos pessoais e felicidade, mas o cumprimento dos deveres para com a comunidade, tomaria o lugar dos democratas e dos humanitários" Hajo Holborn, explicando uma previsão de Oswald Spengler em A History of Modern Germany: 1840-1945; Princeton University Press, 1982. Página 658

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Porquê os EUA (capitalistas) se aliaram com a União Soviética (comunistas) na Segunda Guerra Mundial - por Salvador Borrego

Introdução por Tannhauser

Pode-se afirmar com certeza que quando se trata de política, economia e sociologia todas as discussões nos ambientes acadêmicos e nos meios de comunicação de massas se polarizam nas dualidades Capitalismo x Comunismo, ou Democracia x Totalitarismo, ou Liberalismo x Socialismo Marxista. Novamente com a crise mortífera que se instala no leste europeu envolvendo principalmente Rússia e Ucrânia começa a se delinear um conflito entre democratas, capitalistas, liberais reunidos sob o denominador comum de Ocidente e o que se chama hoje de Oriente, representado essencialmente pela Rússia mas que não guarda exata relação com a antiga força soviética.

Comparando a crise atual, na qual agora em início de setembro de 2014 os EUA pretende se juntar com a OTAN contra a Rússia, com a crise iniciada em 1917 entre as forças ocidentais e as nações que caiam para o comunismo há uma total e absoluta diferença que podemos reconhecer com a seguinte pergunta:

Por que os EUA, então pretenso representante da suposta liberdade democrática e que hoje acusa a Rússia de ameaçar a paz mundial, se omitiu totalmente contra o comunismo no período da Primeira Guerra Mundial até o fim da Segunda Guerra mundial?


Povos lançados aos braços de seus inimigos


O quase centenário Dom Salvador Borrego
            As consequências do cataclismo econômico que sofreu os Estados Unidos em 1929 (o qual muitos peritos atribuem aos financeiros judeus) foram milhares de falências, ficaram desempregados onze milhões de trabalhadores, foi desvalorizado o dólar e perdeu força o Partido Republicano, então no poder. Nessas circunstâncias se apresentou a candidatura de Franklin D. Roosevelt, do Partido Democrata. Roosevelt se achava cordialmente relacionado com todas as esferas israelitas, mas como por alguns momentos seus partidários temeram um fracasso, montaram uma campanha de imprensa em que se aparentava que os banqueiros de Wall Street eram inimigos daquele. Por esse fato apenas milhares de cidadãos ressentidos contra os autores do cataclismo econômico se viraram a favor de Roosevelt.
            Roosevelt chegou ao poder e levou consigo a um grupo de colaboradores chamados o Trust dos Cérebros [o chamado Brain Trust], encabeçados pelo banqueiro israelita J. Warburg. Um dos primeiros atos do novo presidente foi entrevistar-se com o ministro soviético de Relações, Maxim Livitnov (cujo nome original era Finkelstein) e depois reconhecer o governo bolchevique da URSS, coisa que os Estados Unidos se havia negado a fazer durante 16 anos. Este reconhecimento ajudou incalculavelmente o regime soviético em momentos em que se afrontava uma grave oposição interna devido à fome que sofria a população russa.
            Ao iniciar-se as relações entre a Casa Branca e o Kremilin, em setembro de 1933, Hitler assumia o poder na Alemanha, suprimia o Partido Comunista e elevava seus princípios antimarxistas à categoria de política social de seu país. (No ano seguinte dissolvia a maçonaria).
             William C. Bullit, primeiro embaixador norte-americano em Moscou, revela que o reconhecimento da URSS se fez à condição de que esta deixasse de dirigir o Partido Comunista americano. Mas essa condição foi só um engano para suavizar a repugnância com que a opinião pública dos Estados Unidos julgava qualquer entendimento com os preconizadores soviéticos da “revolução mundial” bolchevique. “Não obstante – adiciona Bullit –, em 1935 se reuniu em Moscou o VII Congresso Mundial da Internacional Comunista e assistiram não só chefes proeminentes dos comunistas norte-americanos, senão que se deram determinadas direções ao partido comunista norte americano... Roosevelt chegou a conclusão de que o interesse dos Estados Unidos exigia ignorar temporariamente a violação do compromisso que Stalin contraiu com ele[1]. Assim começou a ser enganada a opinião pública norte-americana...
            Entretanto, era uma evidência inegável que Alemanha e Rússia marchavam para a Guerra. As intenções anti-bolcheviques de Hitler, proclamadas desde 1919 e reiteradas em Minha Luta, tiveram uma enésima e indubitável confirmação em 1934, quando o senhor Messersmith, embaixador dos Estados Unidos na Áustria, comunicou a Washington que Alemanha tinha os olhos fixos na fronteira oriental (para a URSS) e que abrigava “a esperança de conseguir a Ucrânia para o excedente da população alemã”. Este testemunho consta no livro Paz e guerra do Departamento de Estado Norte-americano.
            O povo norte americano previa esse conflito europeu e desejava vivamente manter-se à margem; esta preocupação popular determinou que o Congresso americano proibira em agosto de 1935 a venda de armas a qualquer beligerante. Então o presidente Roosevelt iniciou uma intensa propaganda para revogar o acordo e proclamou que Alemanha era uma ameaça iminente contra os Estados Unidos. Seus discursos foram subindo de tom e em 5 de outubro de 1937 chegou a dizer que “a situação política e do mundo era para causar grave preocupação” e que “o reino do terror e do desaforo internacional havia chegado a tais extremos que ameaçava seriamente as bases mesmas da civilização[2]. Advertiu que era insensato crer que a América poderia escapar desta ameaça ou que se  não o hemisfério ocidental seria atacado”[3]
            Estava Roosevelt referindo-se a URSS, que preconizava a “Revolução Mundial” para estabelecer o comunismo em todo o mundo? Estava referindo-se ao marxismo judeu empenhado em suprimir toda ideologia ou religião alheia a ela? Não, certamente; Roosevelt se referia só ao nacional-socialismo alemão que se erigia contra o marxismo.
            Já então era um feito palpável que todos os preparativos militares da Alemanha se achavam enfocados à uma guerra contra a URSS e que não existia nenhum sintoma de que estivera criando uma frota de invasão, já não digamos para a atacar a América, a 7.000 quilômetros de distância, senão nem sequer à Grã-Bretanha a escassos 40 quilômetros da costa europeia. Mas uma artificial psicose da guerra estava sendo criada como requisito prévio da irreprimível tarefa de interpor o Ocidente entra Alemanha e o marxismo, em proveito exclusivo deste último.
            Não obstante todos os esforços oficiais para criar e acrescentar essa psicose, Mr. Hull reconhece em Paz y Guerra que em 1937 “se desenvolveu um considerável sentimento público nos Estados Unidos que pedia uma emenda constitucional que fizera necessário a votação popular como um requisito prévio a toda declaração de guerra”. Requisito tão autenticamente democrático em um assunto tão sério como uma nova guerra, parecia lógico em uma democracia, mas “tanto o presidente Roosevelt como secretário de Estado – agrega Hull – expressaram em várias ocasiões sua decidida oposição”. Mediante resolutos esforços do Presidente, a proposição foi rechaçada pela estreita margem de 209 votos contra 188.
            Nesse mesmo ano de 1937 – dois anos antes da guerra – o embaixador norte-americano William C. Bullit se inteirava de que “foram fechadas dez mil igrejas na Rússia... Se afirma que o NKVD[4] conta neste momento com 600.000 homens. Até o exército vermelho – adiciona em Ameaza Mundial – está sujeito a seu controle. Nos campos de concentração e cárceres da NKVD o número de prisioneiros não tem sido nunca inferior, durante os passados 15 anos, a 10 milhões, trabalhando sob a condição de famintos.”
             O sacerdote Walsh, que formando parte de uma missão de ajuda social havia estado dois anos na URSS, informou pormenorizadamente a Roosevelt da forma em que eram perseguidas as religiões na Rússia. Sem embargo um véu de indulgente silêncio oficial se estendia sobre estes fatos. Mas muito distinto havia sido a atitude de Roosevelt quando em julho de 1935 as autoridades alemãs haviam capturado a vários israelitas conectados com o golpe de estado que Rundstedt fez fracassar. E sobre tudo, o desgosto de Roosevelt adquiriu proporções de ira quando em novembro de 1938 a Alemanha impôs uma multa de 400 milhões de dólares à comunidade israelita, como represália pelo assassinato do diplomata alemão Ernest Von Rath, consumado em Paris pelo judeu Herschel Grynszpan. Certamente que houve também sinagogas danificadas e cristais quebrados nos comércios judeus (tanto que o evento é conhecido como “A noite dos Cristais”), mas o governo alemão impediu que a indignação degenerasse em ataques pessoais contra os hebreus.
            Roosevelt se apressou então (15 de novembro de 1938): “Apenas posso crer que essas coisas ocorram na civilização do século XX”.
            Coisas mil vezes piores que multar com 400 milhões de dólares a uma comunidade judia – possuidora então de 3,220 bilhões de dólares na Alemanha – estavam ocorrendo na URSS e na Espanha, mas disso não se falava. Para a camarilha de Roosevelt era um delito incomensurável que Hitler enviara a campos de concentração centenas de agitadores bolcheviques, mas parecia natural e irrepreensível que o Kremilin encarcerasse a milhões de anti-comunistas e que na Espanha as “chekas [polícia bolchevique]” assassinassem em grande escala. O marquês Merry del Val dirigiu uma carta a Roosevelt perguntando-lhe porquê não mostrava nenhuma compaixão para os milhares de católicos espanhóis assassinados pelas brigadas internacionais bolcheviques, e naturalmente Roosevelt não disse porquê.
            A raiz da multa imposta à comunidade judia da Alemanha, Roosevelt retirou a seu embaixador Hugh Wilson e alentou a Inglaterra a declarar combinadamente uma guerra comercial contra o Reich.
            O primeiro passo para a ruptura e para a guerra armada tinha sido dado já.
            A continuação Roosevelt agregou que “as tempestades no estrangeiro ameaçavam diretamente a três instituições indispensáveis para os americanos, a religião, a democracia e a boa fé internacional”.
            Era extraordinário que Roosevelt – maçom 33º – apresentara a Alemanha como um perigo para a religião e que nada dissera a respeito da URSS. Berlim acabava de firmar em 20 de julho de 1933 um acordo com o Vaticano, que inclusive concedia liberdade completa as escolas confessionais, coisa que ocorre em alguns contados países[5]. Ademais, Hitler proclamava enfaticamente que “às doutrinas e instituições religiosas de um povo deve respeitá-las o Führer político como invioláveis... Os partidos políticos nada tem que ver com as questões religiosas”. E em contraste com tudo isto, na Rússia estava proibido o ensinamento religioso para jovens que não tivessem cumprido os 18 anos, período durante o qual o Estado lhes inculcava um profundo sentimento ateísta, concretizado na conhecida frase leninista de que “a religião é o ópio do povo”.
            Era igualmente extraordinário que Roosevelt apresentara a Alemanha como uma ameaça para a democracia e nada dissera da URSS, onde o sistema ditatorial era primitivo e sangrento, com o agravante de que não se tratava de uma ditadura instaurada pacificamente mediante plebiscito – como a de Hitler –, senão mediante purgas sangrentas.
            E também era extraordinário que Roosevelt se referira a Alemanha como “ameaça a boa fé internacional” – apesar de que a política alemã se orientava especificamente contra a URSS – a, e que o próprio Roosevelt emudecera ante a bem clara intenção bolchevique de impor seu sistema de governo a toda orbe. O primeiro passo neste sentido o deu o marxismo ao ingressar a Terceira Internacional Comunista[6] em todos os países do Ocidente. E estas células avançadas da “revolução mundial”, ostentavam publicamente os símbolos bolcheviques (bandeira vermelha, foice, martelo e canto da Internacional) e recebiam instruções do Kremlin.
            Mas tudo isso era ignorado deliberadamente por Roosevelt, segundo refere o diplomático Bullit, quem durante muitos anos foi nos EUA o campeão dos que pugnavam pelo reconhecimento da URSS. Sem embargo, mais tarde se alarmou ante a política pró-soviética de Roosevelt.
            Se nestes três pontos – religião, democracia e boa fé internacional – carecia de fundamento a acusação de Roosevelt contra a Alemanha, em troca sim era um fato que na URSS não se combatia o movimento político judeu (do qual o marxismo tem sido um de seus mais poderosos tentáculos) e na Alemanha sim este era exposto e combatido.
             A eliminação de contatos israelitas durante as “purgas” soviéticas, era só um fanático castigo nos timoratos ou nos incompetentes, mas não um ataque fundamental ao movimento politico. Caia o hebreu Kerensky, mas surgia o judeu Trotsky; caia Trotsky, mas cobrava mais poder o hebreu Zinoviev; caia Zinoviev, mas se vigorizavam Litvinov, Kaganovich e todos seus colaboradores.
            Em troca, o nacional-socialismo de Hitler sim era inimigo do movimento político israelita. Por isso um discurso de Hitler condenando as ambições dessa conjura causava mais indignação e alarme entre os círculos israelitas, que a eliminação de uns quantos judeus na Rússia, feita por outros de sua mesma raça e em nome de sua própria causa.
            Segundo poderá ratificar-se depois com inumeráveis provas, Roosevelt se encontrava ligado estreitamente a interesses judeus e era esta a causa – oculta e inconfessável – de que protestara veemente quando na Alemanha rompiam os cristais dos comércios judeus e de que a vez guardara silêncio acerca das matanças de cristãos que se realizavam na Rússia. No primeiro caso se tratava de um incidente sem sangue, mas de profundo significado anti-sionista, e o segundo de uma fanático afiançamento do marxismo judeu.
            Quando os nazis multavam com 400 milhões de dólares a comunidade israelita pelo assassinato de um diplomático, Roosevelt se indignava e dizia que apenas podia crer que tais coisas ocorriam no século XX, mas com benevolente silêncio, passava de longe das matanças que padecia o povo russo sob o regime judeu-marxista.
            O líder comunista espanhol Victor Serge fugiu da Rússia indignado destas carnificinas humanas e se referiu que muitos dos acusados admitiam ser culpados para salvar a suas famílias. “Muito mais – disse em Hitler contra Stalin – se indignam e acusam: seus gritos são afogados nos cárceres ou lhes fuzilam sem processo algum. O número de fuzilados ascende provavelmente a cem mil. Jamais nenhum Estado tem destruído seus quadros com semelhante crueldade e de uma maneira tão completa. Governo e comitês tem sido renovados pelo menos duas vezes em dois anos. Tão só o exército perdeu 30.000 dos 80.000 oficiais.
            Estes excessos, piores que apedrejar vitrines, também ocorriam no século XX, mas a Roosevelt não lhe pareciam incríveis nem condenáveis. E é que na realidade ninguém podia acusar nessa época a Stalin de atacar basicamente o movimento israelita.
            O periodista norte americano William L. White acompanhou a Eric Johnston, presidente da Câmara de Comércio dos Estados Unidos, a uma visita por numerosas províncias soviéticas e deu o seguinte testemunho: “Uma das coisas admiráveis do regime soviético é sua atitude para qualquer forma de preconceito de raça, que contém com mão firme sem ocupar-se de discutir com o povo russo, no qual o antissemitismo tem sido tradição de séculos... O governo tem realizado um grande esforço para reduzir o antissemitismo, com resultado de que na Rússia sua importância é similar a que tem nos Estados Unidos, ainda que as condições neste sentido não são tão excelentes como as que existem na Inglaterra”[7].
             Essa generosidade era explicável porquê o judaísmo havia participado como fator decisivo na gênese do regime bolchevique e segue sendo seu diretor intelectual.
            A participação do judaísmo nesse regime determinou o estreito entendimento entre Roosevelt e a URSS e foi assim mesmo a causa de que os povos ocidentais – contra seus próprios interesses – foram lançados a aniquilar a Alemanha para salvar o marxismo.
            Entre o povo norte-americano – amante da liberdade, crente, respeitoso da vida humana – e o regime sanguinário e ateísta de Moscou, não existia nenhum ponto de contato. Mas sim havia entre o marxismo judeu do Kremilin e os proeminentes israelitas que rodeavam a Roosevelt. A lista é interminável, mas entre os mais conhecidos e influentes, figurarão seu inseparável conselheiro Bernard M. Baruch; o secretário do Tesouro Henry Morgenthau; James P. Warburg, dono do banco internacional Aceptance Bank Inc., de Nova Iorque; Félix Frankfurter, Brandeis e Cardozo no Tribunal Supremo; Sol Bloom na Comissão de Relações Estrangeiras da Câmara; Samuel Untermeyer na presidência da Federação Mundial Econômica Judia, Sam Rosenman, o rabino Stephen Wise e outros muitos[8].
            O escritor norte-americano Robert E. Sherwood colaborou intimamente com a Casa Branca e refere[9] que o mais próximo colaborador de Roosevelt era Harry Hopkins, educado politicamente pelo israelita Dr. Steiner, e foi “a segunda personalidade individual que de fato dominou nos Estados Unidos durante o mais crítico período da guerra... Hopkins não vacilava em aproveitar seu íntimo contato com o Presidente para favorecer seus interesses próprios ou os das instituições com as quais tinha pessoal relação... Hopkins foi o homem que gozou da máxima confiança de Franklin D. Roosevelt”.
            Sua influência chegou a ser tão decisiva em assuntos capitais que o general Marshall confessou a Sherwood que sua nomeação de Secretário do Estado se devia “primordialmente a Harry Hopkins”.
             Outro escritor norte-americano, John T. Flynn revela o seguinte: “Roosevelt comprou o povo norte-americano com dinheiro do próprio povo e ganhou todas as eleições. Tenho milhões de homens – dizia – Hopkins – mas por amor de Deus não me peças que os diga em que trabalham... Hopkins foi o instrumento principal de Roosevelt nesta grandiosa empresa de desperdício e corrupção. Ele organizou o sistema das esmolas com o dinheiro público, feito de tal maneira que os subsídios só lhes tocavam aos democratas, aos fiéis de Roosevelt que votavam nele... Hopkins se instalou na Casa Branca como favorito oficial e foi, depois de Roosevelt, o homem mais poderoso dos Estados Unidos”[10].
            Segundo Sherwood, Roosevelt passava temporadas na casa de seu conselheiro israelita Bernard M. Baruch, conhecido como o “estadista número 1” e como conselheiro de presidentes desde a época de Woodrow Wilson. Baruch é chefe do Conselho Imperial da Grande Maçonaria Universal. Depois da primeira guerra mundial acusou-se Baruch de haver influído ilegalmente para que o país entrasse na guerra, mas a investigação não prosperou.
            Sherwood foi também testemunha de que outro israelita, “Sam Rosenman, se movia no foro do palácio à maneira de guarda pretoriano. Sempre houve críticas para aquelas personalidades extraoficiais... Hopkins, Rosenman e eu trabalhamos ativamente em todos os principais discursos de Roosevelt”. Rosenman, juiz da Suprema Corte do Estado de Nova Iorque, era o enlace entre a Casa Branca e os chefes israelitas de Nova Iorque[11].
            Felix Frankfurter, judeu nascido na Áustria, descendente de rabinos, era também do grupo íntimo e influente de Roosevelt. Desde muitos anos antes se identificou como decidido partidário do marxismo; dirigia a Harvard Law School, viveiro de jovens pró-soviéticos aos que depois acomodava prodigamente as diversas dependências da administração. Ademais assessorava à “American Civil Liberties Union”, que era outro centro de esquerdistas disfarçados.
            O influente juiz Brandeis, também judeu, mantinha constante contato com Roosevelt e se afirma que foi o pai intelectual do “New Deal” (plano econômico-político de Roosevelt para assegurar suas relações mediante o dinheiro do povo). O rabino Stephen Wise também formava parte desse grupo, como que desde setembro de 1914 havia apoiado decididamente a Roosevelt em seus primeiros passos políticos.
            Agora bem, segundo a árvore genealógica investigada pelo Dr. H. Laughlin, do instituto Carnegie, Franklin D. Roosevelt pertencia à sétima geração do israelita Claes Martensen van Rosenvelt, emigrado da Espanha à Holanda em 1620, como consequência da expulsão dos judeus. Este informe foi publicado em 1933 no Daily Citizen, de Tucson, Arizona. Posteriormente o Washington Star deu uma informação parecida ao falecer da mãe de Roosevelt, Sarah Delano. E o israelita A. Slomovitz publicou no Detroit Jewish Chronicle que os antepassados judeus de Roosevelt no século XVI residiam na Espanha e se chamavam Rosa Campo[12].
            Roosevelt contava também com os chefes do movimento operário americano, tais como os líderes judeus Sidney Hillman (C.I.O.), John L. Lewis, Bem Gold, Abraham Flexner, David Dubinsky e outros muitos discípulos do também líder operário judeu Samuel Gompers, fundador da American Federation of Labor. O líder Hillman, israelita originário da Lituânia e emigrado aos Estados Unidos em 1907, havia organizado em 1922 uma corporação industrial russo-americana, na que seu lema era: “Nós temos a obrigação moral de ajudar a Rússia a ressurgir”. Hillman era aconselhado pelo influente rabino Stephen Wise, segundo este mesmo afirma em sua biografia Años de Lucha. Entre os dirigentes dos operários norte-americanos têm figurado sempre muitíssimos judeus. A lista ocuparia várias folhas, mas ademais dos anteriormente nomeados pode-se citar aos muitos conhecidos [na época entre o meio operário] Arthur J. Goldberg, Frank Rosenblum, Jacob Potofsky, Dan Tobin, Walter Reuther, Jacob Reuther e Albert Fitzgerald.
            Quando o líder operário norte-americano John P. Frey denunciou ante a comissão parlamentarista de atividades anti-norte-americanas o labor comunista de ditos líderes judeus, foi violentamente censurado pelos escritores e periódicos pró-soviéticos. E Roosevelt disse ao senador Martín Dies: “Como se tem ocorrido permitir esta campanha de difamação contra o C.I.O.? … Não é absolutamente o caso de dar tanta importância ao comunismo”. Por algo o periódico judeu Jewish Life, de Nova Iorque, havia dito no primeiro de maio de 1939 que “os aliados mais fiéis do judaísmo são os partidos comunistas”.
            Assim as coisas, no fundo resultavam muito explicáveis porquê Roosevelt pugnava por alinhar o Ocidente em defesa da URSS e porquê alentava a juventude norte-americana para o marxismo. No congresso juvenil de Washington, em janeiro de 1940 disse: “Faz já mais de vinte anos, quando a maioria de vocês eram crianças muito pequenas, eu sentia a mesma simpatia pelo povo russo. Nos primeiros dias do comunismo entendi que muitos dos dirigentes da Rússia estavam proporcionando melhor educação, e melhor saúde... Se diz que alguns de vocês são comunistas. Este adjetivo, hoje, é muito impopular. Como norte-americanos, tem vocês, se quiserem perfeito direito legal e constitucional, de definirem-se como comunistas”[13].
            Marx, Engels, Lenin, Kamenev, Zinoviev, Trotsky e os demais campeões israelitas do bolchevismo soviético haviam obtido um triunfo sui generis na Casa Branca de Washington, e este triunfo havia sido magistral obra de filigranas[14] políticas nas hábeis mãos dos israelitas Wise, Baruch, Rosenman e outras eminências do chamado “poder secreto do mundo[15]”.
            O povo norte-americano via com inquietude que queriam misturar perigosamente o conflito europeu e que se empurrava apoio para o campo bolchevique.  A política rooseveltiana do New Deal se identificava cada vez mais com Moscou. Sherwood refere-se que os epítetos “comunista e bolchevique se lançavam energicamente na face da administração rooseveltiana, e sobre tudo, a Hopkins. Martín Dies, presidente da Comissão Investigadora de Atividades Anti-norte-americanas, anunciava no Congresso que pediria pressuposto para investigar o manejo de fundos e que faria a expulsar a Hopkins, a Harold Ickes e a outros comunistas... Quando se nomeou a Hopkins secretário de Comércio, o Chicago Tribune disse: Esta designação é a mais incompreensível e a menos defensável de tantas que tem feito o Presidente”.
            Mas confiado em suas influências e nas de quem os sustentam, Hopkins dizia: “Haverá impostos e mais impostos, gastos e mais gastos e seremos eleitos uma e outra vez”[16]. E assim foi. Os autênticos interesses do povo norte-americano haviam passado já a um lugar secundário desde o qual não podiam regular o destino do país. O Estado Judeu dentro do Estado Norte-Americano, era nesse momento o que impunha a rota. E o mais admirável – por sua habilidade política – foi que com o dinheiro dos próprios contribuintes norte-americanos se compraram indiretamente os votos para as reeleições de Roosevelt[17], que garantiram continuidade da influência judia, contrária aos mesmos contribuintes. O instrumento desta manobra se chamou “New Deal” (Novo Acordo).
            A comissão senatorial de investigações anti-norte-americanas. Presidida por Martíns Dies, comoveu o povo com suas denúncias. Havia descoberto que funcionavam 10 editoriais que até 1938 tinham distribuídos 15 milhões de exemplares de propaganda pró-soviética e que existiam ligações comunistas em numerosos periódicos, nas ligas de nudistas[18], em sociedades defensoras dos negros e até em agrupamentos que tinham a mão os cristãos. O padre Coughlin falava por rádio para denunciar muitas destas manobras. O general Pershing, da Legião de Antigos Combatentes, lançou assim mesmo uma voz de alerta ante a infiltração bolchevique, mas em todas as partes havia células vermelhas que afogavam estas denúncias, e o próprio Roosevelt paralisou a Comissão de Dies.


 Enganar é mais fácil que dinamitar

            O General Ludendorff dizia que a propaganda oportuna surte mais efeito que cem toneladas de altos explosivos. Em seu cálculo ficou pouco. E é que em sua época a técnica do engano não alcançava ainda o auge que nos últimos 30 anos fizeram possível os alquimistas israelitas da propaganda.
            É esta uma das armas mais eficazes do movimento político judeu, Hitler e a Alemanha se converteram em alvo dessa arma poderosa.
            Ao redor de Roosevelt se movia a camarilha de Hopkins, treinado pelo judeu Dr. Steiner, e dos israelitas Wise, Morgenthau, Frankfurter, Baruch, Untermeyer, Rosenman, que queriam salvar o marxismo soviético e aniquilar a Alemanha. A meta dessa camarilla era impopular, carecia de apoio entre os povos ocidentais. Então a eficaz maquinária propagandística se colocou em marcha. Funcionários da Casa Branca ajudaram nessa tarefa subornando a periodistas, periódicos, revistas e escritores não hebreus. (Muitos destes subornos foram posteriormente investigados pelo Senado em 1953).
            Os israelitas das altas esferas políticas eram uma espécie de alavanca e seus irmãos de raça que dirigiam a propaganda forneciam o ponto de apoio – na forma de uma enganada opinião pública – para que essa alavanca política movessem os povos ocidentais para o rumo desejado. Nesta forma uma minoria relativamente insignificante de judeus enganou e moveu uma imensa massa de contingentes não judeus, da mesma maneira em que o débil braço de um homem pode levantar milhares de quilos mediante o auxílio de uma alavanca e um ponto de apoio.
            Como requisito prévio para utilizar a força dos países ocidentais, o movimento político judeu os enganou e desorientou. Com razão Schopenhauer disse no século passado que “o judeu é o mestre da mentira”. Com essa maestria tem conseguido que suas próprias vítimas lhe sirvam, naturalmente que sem saber a quem servem, e até com a ilusória crença de que se servem a si mesmas.
            Estes alquimistas do engano concentraram sua ação em quatro pontos:

            1°) Opacaram a evidência de que a Alemanha marcharia contra a URSS.
            Assim propiciaram que o Ocidente lutara, enganado, em benefício do marxismo.
            2°) Deram a falsa impressão de que a Alemanha atacaria o Ocidente e não ao marxismo israelita do Oriente.
            Nesta forma agitaram aos povos inglês, francês e norte-americano.
            3°)  Criaram a ideia de que a pugna entre nazis e israelitas era uma extravagância de Hitler, sem mais fundamento que uma aversão contra um conglomerado religioso.
            Assim se ocultava o fato de que essa comunidade era somente uma inocente seita religiosa, e não um núcleo político com influência internacional.
            4°) Apresentaram a Alemanha como um país antirreligioso.
            Desta maneira se facilitou que o mundo cristão se deixara arrastar a uma luta em benefício do bolchevismo ateu.
           
            A Respeito dos dois primeiros pontos, a investigação histórica encontra milhares de provas de que Hitler sempre orientou sua luta contra o marxismo. Jamais fez demandas lesivas para os povos inglês, francês ou norte americano, e sempre tratou de ganhar sua amizade.
            A respeito ao terceiro ponto, a pugna entre nazis e israelitas, Hitler anunciou em 30 de janeiro de 1939 que estava em melhor disposição de que os países democráticos se considerarem os judeus que viviam na Alemanha, e que lhes dispuseram todas as prerrogativas e considerações que reclamavam para eles. Fez observar que alguns países dispunham de 10 habitantes por quilômetro quadrado, e que a Alemanha, em troca, necessitava alimentar a 140 pessoas por quilômetro quadrado.
            “Certo é que a Alemanha – disse – foi durante séculos o suficientemente boa para acolher a esses elementos... o que esse povo possui ou tem adquirido em sua maior parte com as piores manipulações a custa do povo alemão, não tão astuto.
            “Que agradecidos nos deveriam estar por deixar em liberdade a esses magníficos portadores de cultura e colocá-los a disposição do resto do mundo! Esse mundo, segundo suas próprias declarações, não pode aduzir uma razão que desculpe a negativa a aceitar em seus países a essa gente valiosíssima.
            “Os povos não querem voltar a morrer nos campos de batalha para que esta raça internacional sem raizames se beneficie com os negócios de guerra, ou para que satisfaça seu ancestral desejo de vingança cuja origem se remonta ao Antigo Testamento. Sobre a consigna judaica: proletários de todos os países, uni-vos, há de triunfar uma visão mais elevada, a saber: trabalhadores de todas as nações, reconhecei a vosso inimigo comum”.
            E respeito ao quarto ponto, o de que a Alemanha era inimiga da religião, Hitler disse nesse mesmo discurso de 30 de janeiro de 1939:
            “Uma das acusações que nas chamadas democracias se levanta contra a Alemanha é que somos um Estado inimigo da religião. Primeiro, na Alemanha não se tem perseguido até agora nem se perseguirá tampouco a ninguém por causa de suas convicções religiosas. Segundo, desde 30 de janeiro de 1933 o Estado nacional-socialista tem colocado a disposição de ambas Igrejas as seguintes  somas dos impostos públicos:

            1933                                                                          130 milhões de marcos
            1934                                                                          170     “        “        “   
            1935                                                                          250     “        “        “   
            1936                                                                          320     “        “        “   
            1937                                                                          400     “        “        “   
            1938                                                                          500     “        “        “   
                                                                                  _________________________
                 TOTAL[19]                                                            1.770     “     “    “                            

            Por outra parte, as igrejas são as maiores proprietárias de imóveis depois do Estado (coisa que em muitos raros países existe). O valor de suas fazendas e propriedades rurais passa da soma de dez mil milhões de marcos. Os ingressos destas propriedades podem-se calcular em 300 milhões de marcos anuais. 
            “Em consequência – dito seja com suavidade – é uma desvergonha que especialmente certos políticos estrangeiros se atrevam a falar de hostilidade religiosa no Terceiro Reich. Quais são as quantidades, dos fundos públicos, que durante este mesmo espaço de tempo tem entregado a França, Inglaterra ou os Estados Unidos à suas respectivas igrejas? O Estado nacional-socialista não tem fechado nenhuma igreja, nem tem impedido nenhum serviço religioso, nem tem exercido a mais mínima influência sobre a forma em que estes se realizam. 
            “No momento em que um sacerdote se coloque fora da lei, o Estado lhe obrigará a prestar contas como a qualquer outro cidadão alemão. Se agora o estrangeiro defende com tanto afã a certos sacerdotes – que estavam atuando nessa esfera política – isto não pode obedecer mais a razões políticas, posto que estes mesmos estadistas democratas se calaram quando na Rússia se sacrificaram centenas de milhares de sacerdotes e se calaram quando na Espanha dezenas de milhares de sacerdotes e monjas foram assassinados da maneira mais bestial ou queimados vivos. Os estrangeiros só se interessam pelos inimigos interiores no Estado Alemão, não pela religião”[20].
            Precisamente quando Hitler afirmava isto, na Rússia culminava uma etapa de extermínio das instituições religiosas. O autorizado diplomático norte americano William C. Bullit havia informado sobre o particular a Roosevelt. “Em 1937 – disse Bullit – foram fechadas 10.000 igrejas na Rússia; a fins de 1939 havia-se aniquilado definitivamente o espírito de resistência da maioria dos sacerdotes, e não ficavam com vida mais que uns poucos ou seja os adictos a Stalin”[21].
            Por isso Hugo Wast[22] coloca na boca dos propagandistas israelitas as seguintes palavras:
“Dominamos a maioria dos grandes diários[23] e das agências de publicidade, e governamos os nervos da humanidade. Assassinar cristãos no México, na Espanha, na Rússia; isso não tem importância, não o transmitem nossas agências nem o publicam nossos diários. Atropelai um judeu na Alemanha ou na Polônia, e escutareis a gritaria do mundo: intolerância, pogrom, antissemitismo. E o mundo que não tem chorado o martírio de um milhão de cristãos na Rússia rasgará seus vestidos porquê a um professor israelita lhe tem sido tirado em Berlim uma cátedra”.
            Em efeito, o monopólio informativo judeu tornou a repetir seus estudados pontos de propaganda para enganar e incitar aos povos ocidentais. E é um fenômeno infalível na técnica publicitária que uma verdade exposta esporadicamente se esqueça e se desacredite, contanto que uma mentira repetida sem cessar acabará em certo tempo por ser aceitada.
            “O leitor se inteira do que deve saber – dizia Spengler a respeito aos diários europeus 21 anos antes da guerra – e uma vontade superior informa a imagem de seu mundo... O que é a verdade? Para a massa, é a que ao diário lê e ouve. Já pode um próprio tonto recluir-se e reunir razões para estabelecer a verdade, seguirá sendo simplesmente sua verdade. A outra, a verdade pública do momento, a única que importa no mundo efetivo das ações e dos êxitos, é hoje um produto da imprensa. O que esta quer é a verdade. Seus chefes produzem, transformam, e trocam verdades”.
            E isso foi o que ocorreu com a opinião pública das potências ocidentais. Mediante o sinistro engano de que elas estavam em perigo mortal, e não o marxismo judeu, foram arrojadas às costas da Alemanha quando esta se preparava para sua luta contra a URSS.
           Tradução por Tannhauser



Fonte: Salvador Borrego, Derrota Mundial, capítulo III Occidente se interpone, subcapítulo Pueblos lanzados a los brazos de sus enemigos e subcapítulo Engañar es más eficaz que dinamitar.


Sobre o autor: Salvador Borrego Escalante nasceu na Cidade do México em 24 de abril de 1915. É um escritor e jornalista mexicano. Estudou licenciatura em Direito, História, Filosofia, Economia. Cursou estudos de Sociologia, História, Economia e Jornalismo e durante sua juventude realizou estudos militares, tendo publicado mais de 50 livros nestes temas.

            Foi diretor de 37 jornais e diretor fundador de vários deles. Trabalhou de 1935 à 1965 como repórter, editor de notícias e editor chefe dos jornais mexiacanos Excélsior e Últimas Notícias. Foi acessor e fundador de El Sol de Guadalajara, El Sol de México, El Sol de Potosí, El Sol de Durango, El Sol de Aguacalientes; reorganizador de várias publicações e, chefe da redação central (1965 – 1974) da rede de jornais de José García Valseca (a Cadena Garcia Valseca). Fundador (1949) e diretor (1949 – 1955) da Academia Teórica-Práctica de Periodismo Garcia Valseca. Professor de Periodismo na Universidad Femenina de México. Presidente honorário da “Mexicanos Defraudados, A.C.”. Escreveu também artigos mensais em “La Hoja de Combate” durante 32 anos.

            Junto ao espanhol Joaquín Bochaca é considerado o principal representante do revisionismo histórico de fala hispânica.


Notas


[1]    Nota de Salvador Borrego: Bullit, William C. La ameaza mundial..[Em idioma inglês The Great Globe Itself: A Preface to World Affairs, em idioma português E o Globo Desaparecerá].

[3]    Nota de Salvador Borrego: Hull, Cordell, Paz y guerra (Ex-secretário de estado norte americano). [Em idioma inglês Peace and War. United States Foreign Policy 1931-1941. The Official American Document issued by the Department of State, Washington reprinted by His Majesty's Stationary Office, London].

[4]    Nota do tradutor: O Comissariado do Povo para Assuntos Internos ou a NKVD, por suas siglas em russo, foi um departamento governamental que manejou certo número de assuntos internos da União Soviética de então.
                Ademais de suas funções de segurança do Estado e de suas funções policiais, alguns dos departamentos da NKVD manejavam outros assuntos, como transporte, bombeiros, guarda fronteiriça, etc.
     
[5]    Nota do tradutor: De fato o Nacional-Socialismo alemão diante do combate ao materialismo marxista concedeu espaço ao cristianismo, tanto o católico como o protestante, respeitando o papel de freio moral que estas doutrinas, apesar de deturpadas, poderiam oferecer durante a carência de uma melhor doutrina religiosa, tal qual propunha resgatar o nazismo.

[6]    Nota do tradutor: A Internacional Comunista também conhecida como a Terceira Internacional foi uma organização comunista internacional, fundada em 1919 por iniciativa de Lenin e do Partido Comunista da Rússia, que agrupava aos Partidos Comunistas de distintos países, e cujo objetivo era alegadamente lutar pela superação capitalismo, o estabelecimento da Ditadura do Proletariado e da República Internacional dos Soviets, a completa abolição das classes e a realização do socialismo, como primeiro passo para a sociedade comunista.

                Os antecedentes da Internacional Comunista remontam a Associação Internacional dos Trabalhadores (Primeira Internacional) fundada por Karl Marx e Friedrich Engels em Londres em 1864 e que pela primeira vez na história agrupava aos trabalhadores de distintos países.

                Depois de esgotada a ação desta Primeira Internacional em 1876, Friedrich Engels promoveu a criação de uma Segunda Internacional, criada em Paris, em 1889, que agrupou aos partidos socialistas, social-democratas e trabalhadores. Durante a Primeira Guerra Mundial a Segunda Internacional se divide entre socialistas os que apoiaram os governos nacionais de suas pátrias (Socialistas Reformistas) e os que não apoiavam sua pátria na Guerra (Revolucionários). Os Revolucionários após importantes conferências e reuniões entre 1915 e 1916 formaram as bases da Terceira Internacional, ou como também é conhecida , a Internacional Comunista, criada em 1919.

                A Internacional Comunista celebrou sete Congressos Mundiais, ainda que em princípio estes congressos eram anuais, posteriormente seus encontros passaram a serem mais espaçados.  O I Congresso Mundial da Internacional Comunista realizado em 1919 trato do tema da "democracia burguesa e a ditadura do proletariado" e a fomentação do sistema de governo aos moldes da Rússia Soviética. Nesse encontro foi nomeado como Presidente do Comitê Executivo da Internacional Comunista (CEIC) Grigory Zinoviev, que, era judeu.

                Algumas medidas que foram promovidas nos congressos da Internacional Comunista através dos anos seguintes foram:

                Propagação do comunismo na Ásia. Na China a implementação do comunismo estava em andamento.

                Instituição oficial da linha bolchevique nos partidos comunistas do mundo inteiro, pois o judaico-bolchevismo já era vivenciado clandestinamente desde os primórdios do comunismo onde este conseguia se instalar. Em outras palavras significa um apelo aos  partidos comunistas de todos os países a intensificarem o terrorismo, tal como iria ocorrer na Guerra Civil Espanhola e na luta do partido nazista contra os bolchevistas na Alemanha.

                Em 1943 foi dissolvida a Internacional Comunista, tendo sido substituída por outras organizações similares como a Kominform que perdurou oficialmente até 1956.

[7]    Nota de Salvador Borrego: White, William L., Mi informe sobre los rusos. [Em idioma inglês  Report on the Russians].

[8]    Nota do tradutor: Nesta nota não convém se aprofundar nestes nomes, mas basta dizer que apesar de não serem de modo geral populares, tais nomes se referem a alguns dos principais dirigentes judaicos do mundo na primeira metade do século XX, e o combinado poder político e midiático deles equivale quase ao poder do Ocidente inteiro.

[9]    Nota de Salvador Borrego: Sherwood, Robert E., Roosevelt y Hopkins. [Em idioma inglês Roosevelt and Hopkins: An Intimate History e em idioma português Roosevelt e Hopkins: uma História da Segunda Guerra Mundial].

[10]  Nota de Salvador Borrego: Flynn, John T., El mito de Roosevelt. [Em idioma inglês The Roosevelt Myth A critical of the the New Deal and its creator e em idioma português O Mito Roosevelt]. 

[11]  Nota de Salvador Borrego: Em Nova Iorque se encontra o Kahal, governo judeu, e o Templo Emanu-El, sinagoga catedral do país. Em 1900 havia 500.000 hebreus em Nova Iorque, e em 1937 ascendiam a 2.035.000, sem contar os que se ocultam sob outra nacionalidade postiça.

[12]  Nota de Salvador Borrego: O historiador judeu Emil Ludwig admite (em seu livro Vida de Roosevelt) que Franklin D. Roosevelt era descendente do israelita Claes Martensen, emigrado da Holanda aos EUA em 1650.  [Em português e em inglês Roosevelt].

[13]  Nota de Salvador Borrego: Nessa época a mão pró-soviética de Roosevelt obteve assim mesmo um artificial florescimento do marxismo na América Latina. Sem o apoio das esferas oficiais tinha sido impossível esse surto comunista no continente, como o cardenismo no México.

[14]  Nota do tradutor: Obra de ourivesaria formada de fios de ouro ou prata delicadamente entrelaçados e soldados.

[15]  Nota do tradutor: Stephen Wise (1874 - 1949), Bernard Mannes Baruch (1870 – 1965) e Sameuel Irving Rosenman (1896–1973) foram três dos gigantes articuladores políticos do sionismo na primeira metade do século XX atuantes no cenário norte americano. A política americana simplesmente estava sob o controle de uma minoria judaica controlando os EUA, como hoje!

[16]  Nota de Salvador Borrego: Sherwood, Robert E.,  Roosevelt y Hopkins [Em idioma inglês Roosevelt and Hopkins: An Intimate History e em idioma português Roosevelt e Hopkins: uma História da Segunda Guerra Mundial].

[17]  Nota do tradutor: Não é mera coincidência que a duração dos mandatos de Roosevelt, pró-judeus, foram exatamente o que durou o período de governo anti-judaico de Adolf Hitler, na Alemanha entre 1933 até 1945. Independente das ideologias em embate, o fato é que a direção dos EUA serviam e ainda servem os desígnios judaico-sionistas.

[18]  Nota do tradutor: Eram as ligas que reuniam os adeptos e simpatizantes do nudismo, que de modo geral faziam parte dos movimentos sociais liberais, assim como o das drogas e do homossexualismo também faziam parte.

[19]    Nota de Salvador Borrego: Esses aportes subiram logo a 700 milhões de marcos anuais. E seguiram entregando-se até que terminou a guerra.

[20]  Nota de Salvador Borrego: Desde janeiro de 1934 os bispos evangélicos tiveram uma entrevista com Hitler e fizeram pública sua adesão ao Terceiro Reich, condenando “as maquinações contra o Estado”.

[21]    Nota de Salvador Borrego: Bullit, William C., La amenaza mundial. [Em idioma inglês The Great Globe Itself: A Preface to World Affairs, em idioma português E o Globo Desaparecerá]. 

[22]    Nota de Salvador Borrego: Wast, Hugo, pseudônimo do escritor argentino Gustavo Martínez Zuviría.
       
[23]    Nota de Salvador Borrego: Na Inglaterra, Estados Unidos e outros países é frequente que até 40% da renda de numerosos periódicos importantes provenha de anunciantes israelitas. Desagradá-los equivale a fechar o periódico.

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Leitura recomendada:






34 comentários:

  1. ulysses freire da paz jr9 de setembro de 2014 19:47

    Boa noite, sr. Tannhauser

    O link onde ainda se pode acessar o livro de Borrego completo: http://vho.org/aaargh/fran/livres9/BORREGOdermund.pdf

    Os fatos acima descritos, são coerentes com o que se constata nos links:

    http://www.toedter.com.br/2014/03/nazista-e-palavrao.html NAZISMO É PALAVRÃO?

    http://pt.scribd.com/doc/75948728/Luis-Maschalko-Os-Conquistadores-Do-Mundo-Os-verdadeiros-criminosos-de-guerra

    http://www.hlage.com.br/E-Books-Livros-PPS/Dossie_Rozenthal-WALTER_WHITE.pdf

    http://www.grandesguerras.com.br/artigos/text01.php?art_id=112

    http://armonicosdeconciencia.blogspot.com.br/2014/06/plan-andinia-la-patagonia-proxima.html

    http://documentos.morula.com.mx/wp-content/uploads/2014/02/La-Guerra-Oculta.pdf LA GUERRA OCULTA

    http://www.alfredo-braga.pro.br/discussoes/judeusepornografia.html

    https://ar.noticias.yahoo.com/pornograf%C3%ADa-ser-nefasta-cerebro-122047958.html

    http://rosamulher.wordpress.com/2009/11/13/a-corrupcao-da-moral-atraves-da-moda-imodesta/ Um plano maçônico para destruir a Igreja




    "Wer den Nationalsozialismus nur als eine politische Bewegung ansieht, hat nichts verstanden.
    Der Nazismus ist ein Versuch den Gott-Menschen wiederzuerwecken." AQUELE QUE VE O NACIONALSOCIALISMO COMO UM MOVIMENTO POLÍTICO NÃO ENTENDEU NADA.
    O NAZISMO É UM ARGUMENTO DE RECONHECIMENTO DE DEUS NO HOMEM. Adolf Hitler




    „Tatsachen schafft man nicht dadurch aus der Welt, dass man sie ignoriert.“ Os fatos não se extirpam do mundo só porque se os ignora. (Aldous Huxley - engl. Schriftsteller, escritor inglês - 1894-1963)


    Saudações

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    1. "AQUELE QUE VE O NACIONALSOCIALISMO COMO UM MOVIMENTO POLÍTICO NÃO ENTENDEU NADA"

      Que eu saiba essa frase foi proferida por Hitler para Hermann Rauschning, político nacional-socialista ocupando cargo em Danzig. Depois Hermann Rauschning se esforçou em difamar Hitler.

      Abaixo um estudo sobre Hermann Rauschning:

      http://nazismo-verdades-e-mentiras.blogspot.com.br/2013/04/conversacoes-falsificadas-de-rauschning.html

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    2. Olá camarada ulysses freire da paz jr.

      Há muitas edições do Derrota Mundial de Salvador Borrego, que foram sendo complementadas edição após edição. Extraí esta passagem da última edição feita por Salvador Borrego.

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  2. Repare também, camarada ulysses freire da paz jr, que as fontes utilizadas por Salvador Borrego são de pessoas intimamente presentes no meio político e público dos EUA:

    William Christian Bullitt, Jr. (1891 – 1967) - Embaixador dos EUA na URSS (1933 - 1936), França (1936 - 1940).

    Cordell Hull (1871– 1955) Secretário de Estado dos EUA entre 1933 - 1944 entre outros cargos políticos.

    William Lindsay White (1900–1973) - Importante jornalista americano no período da Segunda Guerra Mundial.

    Robert Emmet Sherwood (1896 – 1955) Combatente da Primeira Guerra Mundial, colaborou com discursos para o Frank Delano Roosevelt, sobre o qual escreveu uma biografia premiada com o Prêmio Pultzer.

    John Thomas Flynn (1882 – 1964) importante jornalista norte americano.

    Além do judeu Emil Ludwig (1881 - 1948) especialista em fazer biografias de importantes personagens históricos, que hoje são desqualificados pela horda judaica, não atoa tais personagens foram os campeões das várias civilizações entre as quais os judeu viveram e causaram atritos.

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  3. Olá senhor TANNHAUSER, você possui algum acervo além do seu blog para dividir comigo? Sou estudioso e colecionista da segunda guerra, sou descendente de italianos e assim como o senhor vejo os fatos com perspectivas e não como contos, como os demais incapazes raciocinam. Teria e-mail ou algo do tipo? Obrigado!

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    1. Olá!

      No momento não tenho material para disponibilizar além do acervo do Blog. No blog destracado frequentemente há algumas postagens com material disponível como a que segue:

      http://desatracado.blogspot.com.br/2014/12/feliz-natal-para-todos-com-muitos-livros.html

      Att

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  4. Repassando aqui a postagem do forista que foi postada em tópico com assunto não relacionado:

    ... Mas Hitler e os alemães não querem a guerra! De acordo com os nossos princípios de política, o "equilíbrio de poder", temos incitado, através dos americanos ao redor de Roosevelt, a guerra contra a Alemanha, a fim de destruir isso. Nós não respondeu às várias solicitações por Hitler para a paz! Agora, temos de estabelecer, de que Hitler estava certo: em vez de uma cooperativa alemã ofereceu-nos por Hitler, somos confrontados com o poder imperial gigantesco da União Soviética ... "Sir Hartley Shawcross

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  5. “¡ EL REQUISITO PREVIO PARA UNA ACCIÓN EXITOSA ES EL CORAJE Y LA VOLUNTAD DE DECIR LA VERDAD! –Adolf Hitler

    DIA 13 PRÓXIMO sexta feira, sr. TANNHAUSER, SERÁ O ANIVERSÁRIO DOS 70 ANOS DO VERDADEIRO demoníaco HOLOCAUSTO OCORRIDO EM DRESDEN, razão pela qual foi necessário INVENTAR UM MITO TÃO GRANDE QUE PUDESSE ENCOBRIR A verdade

    “El Inglés sigue el principio de que CUANDO SE MIENTE, SE DEBE MENTIR GRANDE, y se adhieren a ella. Mantienen sus mentiras, aun a riesgo de hacer el ridículo.”–Joseph Goebbels

    El siguiente LIBRO "Fraude DESESPERADO: Operaciones Encubiertas británicas en los Estados Unidos, 1939-1944" http://www.amazon.com/Desperate-Deception-Thomas-E-Mahl/dp/0786116102 detalla como los británicos y los yanquis ESTABELECIERON UN CAMPO DE CONCENTRACIÓN ALEMÁN FALSO en Staten Island para FABRICAR IMAGENES de archivo mostrando “las atrocidades nazis”, con las cuales buscaban OBTENER QUE LA OPINÓN PÚBLICA estadounidense apoyara la guerra contra Alemania

    -¿No les recuerda ESTA TÉCNICA al montaje hollywoodense QUE CREARON en la réplica de la “plaza verde” durante la guerra en Libia PARA ASESINAR A GADAFI? Mmm-

    Esto TAMBIÉN SE HIZO en Canadá, donde TAMBIÉN SE CREARON FOTOS FALSAS , todo PARA DEMONIZAR A LOS ALEMANES Pero, SEGURAMENTE, no se detuvo ahí cuando terminó la guerra. ¿Usted RECUERDA haber visto todas esas “atrocidades nazis” QUE NOS ENSEÑAN EN LA CLASE DE HISTORIA? ¿SIGUE PENSANDO QUE TODO ERA REAL Y QUE TODO ES VERDAD? ¿Y todavía CREE QUE GOEBBELS Y HITLER FUERON LOS GRANDES MENTIROSOS?

    Imagínese que los Estados Unidos están en guerra con un ENEMIGO FUERTE y decidido. Imagine que ha quedado claro para los políticos extranjeros de América que Estados Unidos NO PODRÁ DERROTAR militarmente a su enemigo por su cuenta. Supongamos que los ESTOS POLÍTICOS (¿?) MIRARON A SU ALREDEDOR EN BUSCA DE UN POSIBLE ALIADO en la guerra, y llegaron a la conclusión de que Gran Bretaña era el candidato más deseable. Pero supongamos que UN GRAN OBSTÁCULO para la obtención de la participación británica en la guerra del lado de los Estados Unidos FUERA un fuerte sentimiento intervencionista entre el pueblo británico Y UNA FALTA DE VOLUNTAD por parte de los miembros de la Cámara de los Comunes para votar POR ENTRAR EN LA GUERRA, siempre y cuando Gran Bretaña no este directamente bajo ataque.

    Ahora imagine que el gobierno de los Estados Unidos va a llevar a cabo UN AMPLIO PROGRAMA DE ENGAÑO Y MANIPULACIÓN en Gran Bretaña para que esta entre en la guerra del lado de los Estados Unidos, INCLUYENDO CALUMNIAR A LOS MIEMBROS DEL PARLAMENTO BRITÁNICO, que abogaban por la neutralidad británica y distorsionar sus posiciones, integrado por falsedades sobre las acciones e intenciones de rival de Estados Unidos en la guerra, utilizando una red de escritores británicos respetados, corresponsales, y figuras de los medios para exagerar el caso de América, y escribieron discursos y documentos de posición preparados por los miembros del gobierno británico para utilizarlos casi palabra por palabra MIENTRAS QUE HACEN CREER COMO SI HUBIERAN SIDO ESCRITOS POR LOS BRITÁNICOS.

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  6. Es FÁCIL SUPONER que SI dicha información sobre ESTA CAMPAÑA llegara a ser pública en Gran Bretaña, CAUSARÍAun escándalo nacional y UNA REACIÓN violenta en contra de los Estados Unidos. Y ES FÁCIL IMAGINAR que incluso algunos estadounidenses podrían sentirse sorprendidos y enojados de que SU PROPIO GOBIERNO recurriría a tales subterfugios contra un país neutral que normalmente se considera amable y comprensivo con los Estados Unidos.
    Bueno, ESO ES EXACTAMENTE lo que el gobierno británico hizo en los Estados Unidos A PARTIR DE 1939 para ganar el primer apoyo estadounidense EN SU GUERRA CONTRA LA ALEMANIA NAZI (Nacional Socialista) y luego obtener la entrada de norte américa en la guerra del lado de Gran Bretaña, cuando una victoria británica sin la participación estadounidense parecía imposible.

    La Historia de la Campaña de Guerra del Gobierno Británico en Norte América:
    Se cuenta con gran detalle en el reciente libro de Thomas E. Mahl, “ENGAÑO DESESPERADO: OPERACIONES ENCUBIERTAS BRITÁNICAS EN LOS ESTADOS UNIDOS, 1939-1944.” Poco después del comienzo de la guerra en septiembre de 1939, los británicos crearon El Servicio Británico de Coordinación de Seguridad (BSC), con sede en la ciudad de Nueva York. Su director durante casi toda la guerra fue William Stephenson, cuyo nombre en clave era “Intrepid”.

    LA COORDINACIÓN DE SEGURIDAD BRITÁNICA

    La “Coordinación de seguridad Británica” (BSC, por sus siglas en inglés) era una agencia ofensiva de inteligencia a gran escala, que para sus propios intereses creo dos agencias a su imagen y semejanza.

    Una de estas agencias… es la predecesora directa de la OSS, y por ende la actual CIA. La otra agencia era “La Oficina de Rockefeller”, como se llegó a conocer.

    El hombre a cargo de la inteligencia británica en los Estados Unidos era William S. Stephenson. Para los años 30 (1930) Stephenson era un millonario con muchos intereses en diferentes negocios que le dieron razones para viajar mucho por Europa y discretamente reunir inteligencia sobre preparaciones militares.
    Fue a través del negocio del acero que el (Stephenson) se dio cuenta que grandes ‘QUANTIDADES DE AÇO’ alemán estaba siendo desviado a la industria armamentística, en violación del tratado de paz de Versalles. Esta información fue secretamente enviada al servicio secreto de inteligencia (MI-6)…

    … La inteligencia reunida por Stephenson era ERRONEA (*)… Había reportado, previo a la guerra, que la economía alemana estaba siendo completamente movilizada hacia la guerra… Este análisis estaba completamente EQUIVOCADO.
    (*) No era “errónea”, era inteligencia falsa, CREADA DELIBERADAMENTE PARA DEMONIZAR A HITLER E INCITAR AL MUNDO A ESTRAR EN GUERRA CON ALEMANIA.

    … Luego de poco tiempo en los Estados Unidos, Stephenson tomo el piso 38 del “international Building” en el Centro Rockefeller, los Rockefeller, ansiosos por ayudar, se lo rentaron gratis.

    Muchas agencias británicas, las cuales promovían la intervención (en Alemania) también fueron alojadas allí (en el edificio de los ROCKEFELLER), también con una renta gratis. (*)

    (*) Laurance Rockefeller contribuyo con más de $10.000 (¡unos $100.000 en dólares de 1996!) para el grupo de inteligencia británico “Fight and Freedom” y también se encargó de todos los gastos del comité en el Centro Rockefeller.


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  7. Los métodos y tácticas utilizadas incluyen las siguientes:

    La FALSIFICACIÓN n de la Información:

    Por ejemplo, en octubre de 1941, FRANKLIN ROOSEVELT pronunció un discurso a la nación en la que DIJO QUE TENÍA en su poder UN MAPA ALEMÁN al capturado de Sudamérica QUE TRAZABA LA PLANIFICADA INVASIÓN NAZI DE BRASIL. El mapa había sido HÁBILMENTE CREADO por un equipo británico en Toronto y posteriormente enviado a la Casa Blanca. Fue utilizado por Roosevelt para presionar al Congreso a derogar algunas de las leyes de neutralidad.

    En noviembre de 1941, el gobierno británico decidió que no HABÍA suficientes FOTOGRAFÍAS DRAMÁTICAS DE LAS ATROCIDADES NAZIS. El BSC organizó un estudio en Canadá PARA CREAR ESTE TIPO DE FOTOGRAFÍAS con actores, escenarios, disfraces y muñecos para la fabricación de escenas de guerra en la que los ACTORES DRISFRAZADOS DE SOLDADOS NAZIS se mostraban asesinando a personas inocentes en masa. Estas fotos fueron AMPLIAMENTE DIFUNDIDAS en los Estados Unidos.

    REPITO ¿No les recuerda ESTA TÉCNICA al montaje hollywoodense que crearon en la réplica de la “plaza verde” durante la guerra en LÍBIA PARA ASESINAR a Gadafi o a las supuestas bases secretas súper sofisticadas de Sadam Hussein donde escondía las armas de destrucción masiva que NUNCA existieron?
    Para resolver este problema que enfrentaba la inteligencia británica en Estados Unidos de la ESCASEZ de fotografías de “ATROCIDADES alemanas”. El 26 de noviembre de 1941, en un memorándum titulado “Fotografías de ATROCIDADES” Maschwitz (*) propuso una solución: (*) Eric Maschwitz (JUDÍO) era el directo de la Station M (Estación M) que era un FRENTE DE INTELIGENCIA británico bajo la fachada de una estación de radio (Canada Broadcasting Corporation), en Toronto, Canadá. Maschwitz ERA UN EXPERTO en la creación de documentos falsos DE ALTA calidad. “Si me piden hacerlo, mi sección podría con facilidad proveer una cantidad regular de fotografías de atrocidades, CREADAS POR NOSOTROS EN CANADA… La COMPRA… de disfraces, la creación de pequeñas piezas de escenografía y muñecos… un maquillaje de PRIMERA CLASE, todo esto podría ser llevado a cabo bajo algún tipo de tapadera… Para ser más exactos, deberían proveernos de UNA GRAN CANTIDAD de fotografías de personal alemán, equipos, vehículos… También de equipo alemán real…

    El escenario MÁS OBVIO para (crear) fotografías de atrocidades ES RUSIA. Así que debemos empezar a trabajar mientras aun haya nieve en Canadá.”
    – Ibíd, p. 9-15

    Esta es LA FUENTE para los “crímenes” de guerra alemanes en la URSS, FOTOGRAFÍAS FALSAS CREADAS POR EL JUDÍO Eric Maschwitz en Canadá con escenografía, disfraces y actores, la misma táctica que continúan utilizando hasta nuestros días, financiada por la familia judía más poderosa de Estados Unidos, los ROCKEFELLER.

    El Uso y LA MANIPULACIÓN DE LA PRENSA y Personalidades Públicas:
    Los británicos obtuvieron EL APOYO encubierto e implícito de tales figuras públicas más importantes de la prensa y los medios de comunicación como:
    Walter Winchell (COMENTARISTA DE RADIO); Dorothy Thompson (AUTOR Y COLUMNISTA) Walter Lippman (escritor y ensayista), Robert E. Sherwood (autor y guionista) Paul Patterson (editor del Baltimore Sun), Marshall Field (empresario y fundador del Chicago Sun), Henry Luce (editor de Time, Life y Fortune), Harold Guinzburg (cofundador de Viking Press), Y MUCHOS OTROS para la creación de noticias sesgadas y comentarios sobre los británicos Y A FAVOR de la entrada de Estados Unidos en la Segunda Guerra Mundial.



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  8. Algunos de ellos fueron utilizados a través de ORGANIZACIONES ENCUBIERTAS PATROCINADAS o apoyadas por los británicos, algunos conscientemente participaron en una campaña encubierta para la causa británica.
    El BSC también dio apoyo encubierto a la ESCRITURA Y EL USO DE LOS LIBROS DE TEXTO ESCOLARES que presentarían a Gran Bretaña en una luz positiva y la unidad de América en los valores y creencias con la causa británica.

    Los británicos incluso fueron tan lejos como para manipular las tiras cómicas, estos presionaron con éxito a Jamón Fischer, creador de “Joe Palooka”, para dar a su línea de la historia de cómic un sesgo pro-británico.

    La DESTRUCCIÓN de los Opositores Políticos:

    La inteligencia británica también puso en la mira a miembros no intervencionistas del Congreso. Se centraron en Hamilton Fish de Nueva York BUSCANDO SU DESTRUCCIÓN.

    Un agente británico escribió a un colaborador estadounidense: “Si… podemos DERROTAR a Fish, quien ha sido considerado invencible durante veinte años, VAMOS PONER EL TEMOR DE DIOS EN TODOS LOS SENADORES aislacionistas y diputado en el país.”

    Los británicos se pusieron a trabajar ACUSANDO a Fish DE SIMPATIAS NAZIS e incluso de ser subvencionado por el gobierno alemán (NINGUNA DE LOS DOS ACUSACIONES TENÍAN UN GRANO DE VERDAD en ellos).

    Sólo en 1944, los británicos finalmente tuvieron ÉXITO EN LOGRAR LA DERROTA de Fish. También dieron su apoyo en influenciar la nominación republicana de Wendell Willkie para la presidencia en 1940, debido a que Willkie era claramente pro-británico, mientras que otros posibles candidatos republicanos, como Robert Taft, eran firmemente no intervencionistas.

    LA DISTORSIÓN DE LA OPINIÓN PÚBLICA:

    Los británicos posicionaron a las personas en la organización encuestadora GALLOP y otros grupos encuestadores de opinión pública. Estos MANIPULARON LAS PREGUNTAS Y LA REDACCIÓN de las encuestas realizadas en las convenciones sindicales y organizaciones de veteranos PARA QUE PARECIERA QUE UN GRAN NÚMERO DE PERSONAS APOYABA EL ESFUERZO DE GRAN BRETAÑA y de la acción estadounidense en favor de los británicos. De hecho, la opinión pública ANTES DEL ATAQUE JAPONÉS A PEARL HARBOR era abrumadoramente no intervencionista. Los británicos habían influido con éxito en la opinión pública y en la toma de DECISIONES POLÍTICAS PARA CONSEGUIR que los Estados Unidos entraran en la Primera Guerra Mundial del lado de Gran Bretaña.

    Pero NUNCA HUBO UN PLAN maestro de tal manera ampliamente aplicado COMO EL DE LAS ACTIVIDADES DE PROPAGANDA ENCUBIERTA BRITÁNICA que llevaron a la participación de Estados Unidos en la Segunda Guerra Mundial. Muchos de los hechos que narra Mahl se han dicho antes, no son completamente nuevas revelaciones. Sin embargo, SU ACCESO a los registros, documentos y otros papeles ofrece UNA IMAGEN mucho más clara DE CÓMO Estados Unidos FUE MANIPULADO por una nación “amistosa” para entrar en la mayor guerra del siglo 20. Fuente: http://fff.org/freedom/1198f.asp

    En un discurso pronunciado en septiembre de 1934 en Nuremberg, Joseph Goebbels dijo: “La BUENA PROPAGANDA NO NECESITA MENTIR, de hecho no tiene por qué mentir. No tiene NINGÚNA RAZÓN para temer a la verdad. Es un error creer que la gente no puede soportar la verdad… si pueden, es sólo cuestión de presentarles la verdad en una manera que sean capaces de entenderla. UNA PROPAGANDA QUE MIENTE PRUEBA QUE TIENE UNA MALA CAUSA Y NIO PODRÁ TENER ÉXITO EN EL LARGO PLAZO.” – Joseph Goebbles, Nuremberg, 1934.


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  9. En un artículo escrito en 1941, Goebbels citó EJEMPLOS DE AFIRMACIONES DE GUERRAS FALSAS POR PARTE DE LOS BRITÁNICOS, y acuso que los propagandistas británicos de haber adoptado LA TÉCNICA DE LA “GRAN MENTIRA” que Hitler había identificado y condenado en su libro MEIN KAMPF.

    “El Inglés sigue el principio de que CUANDO SE MIENTE, SE DEBE MENTIR GRANDE, y se adhieren a ella. Mantienen sus mentiras, aun a riesgo de hacer el ridículo.”–Joseph Goebbels

    “¡ EL REQUISITO PREVIO PARA UNA ACCIÓN EXITOSA ES EL CORAJE Y LA VOLUNTAD DE DECIR LA VERDAD! –Adolf Hitler


    Mi comentario:

    Así que vemos a estas familias judías (los Rockefeller en esta caso) financiando las operaciones de inteligencia falsa que llevaron a la guerra con Alemania, con Hitler, con el Nacional Socialismo.

    ¿Porque entonces los medios de comunicación “alternativos” nos viven diciendo ad nauseam que Hitler era un títere capitalista de ultra-derecha devorador de alfombras en Berlín?

    ¿Porque entonces los medios de comunicación “alternativos” viven diciendo que Hitler fue financiado por “sionistas”, por judios, capitalistas, por los Rothschild, los Rockefeller, los Warburg et al, entre otras falacias?

    La respuesta es muy sencilla, se llama “Proyección”, la mejor manera de engañar a las masas es proyectando tus crímenes o los de tus aliados en tu enemigo.
    Y este caso de financiamientos y logística, no es la excepción a la regla, los medios de comunicación “alternativos” nos dicen esas falacias porque exactamente lo opuesto fue lo que sucedió.

    Estas familias judías NO financiaron a Hitler en pro del ascenso del Nacional Socialismo, financiaron el ascenso del comunismo tan temprano como la revolución de octubre.

    De hecho ESTOS DEGENERADOS GENOCIDAS LE TEMEN tanto al Nacional Socialismo QUE TUVIERON QUE INVENTAR un sub-movimiento deforme del mismo PARA CONTINUAR SU DEMONIZACIÓN HASTA NUESTROS DÍAS, llamado “NAZISMO”.

    En cuanto Alemania ATACÓ A LA URSS en 1941, y estaba a punto de ACABAR CON LA BASE DE LA REVOLUCIÓN, ROOSEVELT ANUNCIÓ QUE ESTADOS UNIDOS APOYABA A LA URSS PORQUE ERA UNA “DEMOCRACÍA AGREDIDA.
    Inmediatamente comisionó AL BANQUERO Averel Harriman para que volara a Moscú y le PREGUNTARA A STALIN qué era LO QUE NECESITABA con mayor urgencia.



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  10. SEGÚN CIFRAS OFICIALES, ESTADOS UNIDOS LE ENVIÓ AL EJÉRCITO ROJO LO SIGUIENTE:
    13.303 tanques de combate.
    15.033 aviones.
    35.170 motocicletas.
    2.328 vehículos especiales.
    427.284 camiones pesados.
    66 locomotoras diésel.
    1.900 locomotoras a vapor.
    10.000 furgones de ferrocarril.
    3.786.000 neumáticos.
    18.000.000 de pares de botas.
    2.500.000 toneladas de acero.
    2.500.000 toneladas de gasolina.
    4.500.000 toneladas de carne, azúcar, harina y grasa.
    2.660 barcos, con un total de 16.500.000 toneladas de desplazamiento.
    Además de eso, grandes cantidades de aluminio, cobre, estaño, equipo telefónico y otros pertrechos. (Estas cantidades no incluyen la ayuda que Inglaterra también le envió a la URSS)
    EL MUNDO CAPITALISTA FINANCIO, AYUDO Y SALVO AL COMUNISMO ( SU SUPUESTO ENEMIGO MORTAL) DE UNA MUERTE SEGURA, y hoy las Mass Media, Y LOS MEDIOS los medios “alternativos” NOS DICES EXACTAMETNE LO OPUESTO, ¡PROYECCION!
    Recuerden LAS PALABRAS DEL JUDÍO Edward Bernays, autor del libro “PROPAGANDA”, en el capítulo I, “ORGANIZAR EL CAOS”, p. 14, nos dice:
    “LA MANIPULACIÓN consciente e inteligente de los hábitos y opiniones organizados DE LAS MASAS es un elemento de importancia en la sociedad democrática. Quienes manipulan este mecanismo oculto de la sociedad constituyen el gobierno invisible que detenta el verdadero poder que rige el destino de nuestro país. Quienes nos gobiernan, MOLDEAN NUESTRAS MENTES, definen nuestros gustos o nos sugieren nuestras ideas son en gran medida personas de las que nunca hemos oído hablar. Ello es el resultado lógico de cómo se organiza NUESTRA SOCIEDAD DEMOCRÁTICA..”
    Fuente; https://quenosocultan.wordpress.com/2013/08/18/operaciones-psicologicas-de-reino-unido-y-estados-unidos-expuestas-sigues-creyendo-que-goebbles-y-hitler-eran-los-mentirosos/



    “¡ EL REQUISITO PREVIO PARA UNA ACCIÓN EXITOSA ES EL CORAJE Y LA VOLUNTAD DE DECIR LA VERDAD! –Adolf Hitler

    DIA 13 PRÓXIMO sexta feira SERÁ O ANIVERSÁRIO DOS 70 ANOS DO VERDADEIRO demoníaco HOLOCAUSTO OCORRIDO EM DRESDEN, razão pela qual foi necessário INVENTAR UM MITO TÃO GRANDE QUE PUDESSE ENCOBRIR A verdade

    “El Inglés sigue el principio de que CUANDO SE MIENTE, SE DEBE MENTIR GRANDE, y se adhieren a ella. Mantienen sus mentiras, aun a riesgo de hacer el ridículo.”–Joseph Goebbels

    EIS ENTÃO, a razão do mito dos SEIS MILHÕES

    – “Nur die Lüge braucht die Stütze der Staatsgewalt, die Wahrheit steht von alleine aufrecht”. Benjamin Franklin SOMENTE A BALELA NECESSITA DE ESTEIO GOVERNAMENTAL PARA SE SUSTENTAR, A VERDADE SE MANTÉM POR SI MESMA.


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  11. peguei algumas informações deste seu poste e para o meu artigo sobre Hitler qua acabou de sair do forno:

    http://daniloczarevich.blogspot.com.br/2015/03/hitler-uma-figura-intrigante-do-seculo.html

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  12. CAPITALISMO E COMUNISMO foram percebidos desde 1935 por Plinio Salgado como AS DUAS FACES DE SATANÁS

    O comunismo não é uma causa: é um sintoma. O mal não é o comunismo em si, porém as causas que geram o co­munismo.

    O comunismo, por conseguinte, não se esmaga com vio­lências, com opressões, com fuzilamentos; acaba-se com a ex­tinção das fontes de onde provém.

    É preciso encararmos o comunismo sob os dois aspectos pelos quais ele se apresenta: o intelectual e o moral.

    Sob o aspecto intelectual, só pode ser combatido eficien­temente pela crítica, pelas idéias, no livro, na tribuna, na im­prensa. Sob o aspecto moral, só pode ser combatido pelas medidas que melhorem as condições de existência do povo e pelos exemplos de virtude dos dirigentes da sociedade.

    Onde estão as fontes do comunismo?

    NO MATERIALISMO BURGUÊS!

    Com que autoridade moral um materialista pode declarar-se inimigo do comunismo? A sua atitude reacionária só con­segue irritar os humildes, os pobres. O seu ódio anima o ódio dos contaminados pelo bolchevismo. Os seus impulsos violen­tos não fazem mais do que acender as cóleras da multidão.

    É muito comum hoje em dia ouvir-se o burguês dizer: "Qual nada! O que o Governo devia fazer era acabar a ferro e fogo esses comunistas!"

    Olha-se para o burguês. Está bem vestido, com o charuto na boca. Acaba de sair do Clube onde levou duas horas a almoçar numa roda de elegantes. Daqui a pouco vai ter um encontro com uma mulher que não é a sua. Esta manhã esteve na praia, seminu, dando pasto aos olhos nas arredondadas for­mas das frinéias familiares que, por sua vez, não perdem a missa, mas acham natural o nudismo. O burguês tem uma renda farta. Vive à tripa forra. Sabe casos de adultérios e distrai-se também no esporte dos galanteios reles. E tem muita raiva aos comunistas. "Oh! — exclama horrorizado — "o go­verno devia fuzilar essa caterva!"

    O nosso homem vota profundo desprezo pelos humildes. Essa gente, para ele, não passa de animais que cheiram a ce­bola e a suor. Grita com os inferiores, maltrata os que estão por baixo da sua imensa categoria. Detesta o convívio dos homenzinhos, da gentinha, dos estudantes pobres, dos caixeiros, dos suados operários e camponeses, do soldado que, afinal, mantém a ordem em que o burguês floresce. E se alguém diz à sua adiposa personalidade que há rumores de descontenta­mento na massa, retruca logo o esplêndido gozador: "É meter cavalaria e bastonadas!"

    Não. O COMUNISMO NÃO SE COMBATE ASSIM. . O burguês está enganado. O comunismo é apenas um sintoma das con­seqüências desse materialismo grosseiro de que o burguês é a fonte principal.

    O operário não quer mais acreditar em Deus? Mas quem foi que ensinou o operário a negar a Deus? Foi o burguês, que acha a religião muito boa apenas para os velhos, os pro­letários, as mulheres e as crianças.

    O nédio usufrutuário da ordem é ateu, não respeita a sa­cralidade da família nem liga importância à idéia da Pátria. Leva uma vida de macaco, só pensando em prazeres. As suas preocupações dominantes são o alfaiate, a garçonnière, o clube, o pano verde, a esperteza nos negócios, as paixões criminosas.

    Convém, para ele, que o operário seja religioso, porque assim não o incomoda com rebeliões e desesperos. Convém que a esposa também o seja, porque assim se conforma com as suas atitudes de galo velho ou leão da avenida. Convém que as crianças também o sejam, para não darem trabalho com desobediências.

    É assim o burguês. Para ele, a Pátria não são os milhões de compatriotas solidários na comunidade das tradições e aspi­rações nacionais, porém os soldados que lhe vigiam a casa, os agentes de segurança e investigadores que lhe fazem o sono tranqüilo na doçura dos lençóis de cambraia. Ele não serve a Pátria, é a Pátria quem o serve. A Nação é um guarda-noturno que lhe lambe as gorjetas pela via dos impostos para as festas embandeiradas, com hinos e salvas de peça. Não a defende, pois. Deixa essa incumbência ao Exército, à Polícia, ao Governo. "Para isso pago os impostos", diz — e não dá um passo.

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  13. No íntimo, o burguês materialista está convencido de que O GOVERNO E AS FORÇAS ARMADAS EXISTEM PARA ELE, em plena segurança, possa conquistar e desonrar a filha do operário; possa mudar de mulher como quem muda de camisa; possa refestelar-se no seu pijama de seda; possa atropelar com o seu automóvel o mísero velhinho ou a inocente criança que tiveram a petulância de atravessar em frente da sua máquina possante e reluzente. Mas, se abre a boca para expender idéias, esse miserável tipo do século XX propõe o combate ao comunismo.
    Como se engana! PARA COMBATER O COMUNISMO IMPÕE-SE COMBATER, EM PRIMEIRO LUGAR - O MATERIALISMO, O ATEISMO, O SENSUALISMO, A GROSSERIA DOS SENTIMENTOS, A EXPANSÃO DESENFREADA DOS INSTINTOS.

    Pois se o operário olha para o burguês e vê que ele, em todas as suas atitudes, proclama que a vida do homem acaba neste mundo; e se o burguês — para o operário — é o homem que sabe, que leu, que estudou; e se é com ele que o operário aprende, — é lógico que o operário fique sendo materialista, e deseje também ser um bruto, um gozador, e como não tem recursos adere a uma doutrina que lhe diz: "O céu e o inferno são aqui mesmo, tratemos pois de gozar a vida!"

    A filha do operário, que se prostitui levada no carro ele­gante do burguezote, foi seduzida primeiro pelo luxo da burguezinha e pela opulência da burguezona. Os homens brutais, que premeditam o assalto às famílias para saciar a sua lascívia, não fazem mais do que imitar de modo violento o rico homem que assaltou habilidosamente a casa do pobre, roubando-lhe a mulher ou desencaminhando-lhe a filha.

    É que o proletário é uma obra do burguês. O pobre faz-se à imagem e semelhança do rico. Depois, a criatura revolta-se contra o seu próprio criador; nada mais lógico, porque o bur­guês também se revoltou contra Deus.

    O burguês é violento? O operário TAMBÉM o será. O bur­guês é lascivo? O operário copiar-lhe-á a vida. O burguês é comodista, indiferente à Pátria? O operário também afirmará que a Pátria é o estômago.

    O BURGUÊS é cosmopolita? O operário é internacionalista. No fundo são a mesma coisa.

    Se o comunista prega o amor livre, O BURGUÊS, de há muito, vive em poligamia. Se o comunismo prega a destruição das religiões,O BURGUÊS, de há muito, caçoa de tudo o que é religião.
    O COMUNISMO QUER MATAR, trucidar? Mas O BURGUÊS TAMBÉM exige fuzilamentos e ceva-se no ódio político.

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  14. As massas desordenadas não têm pena das famílias dos burgueses? E os burgueses terão pena das famílias dos ope­rários?
    É preciso dizer, tanto ao rico como ao pobre, esta palavra dura, que irrita e queima, que desvenda porém os segredos das desgraças atuais em todo o Orbe terrestre:

    — Homens, abrandai vosso coração de pedra, aplacai os vossos instintos, erguei vosso pensamento para Deus, porque estais loucos!

    Satanás afivela sempre duas máscaras: a máscara da dor e a máscara do prazer.

    Quando o homem sofre, Satanás é a revolta, o desespero; quando o homem goza, Satanás é a voluptuosidade, a LUXURIA.
    Satanás VESTE OS ANDRAJOS DA MISÉRIA para sacudir os pu­nhos fechados na saudação BOLCHEVISTA.

    Porém Satanás veste seda e enfeita-se de jóias para sorrir com indiferença e desprezo sobre o sofrimento dos humildes.

    Satanás É O COMUNISTA que assassina e massacra. E Satanás É TAMBÉM o homem rico e feliz que nada faz para evitar a morte de multidões de pobres, mal alimentados e desamparados de qualquer conforto físico ou espiritual.

    Satanás É A REVOLTA DAS HETAIRAS nos prostíbulos. E é TAMBÉM A ALEGRIA TRIUNFANTE dos flirts adulterinos nas rodas da elegância.
    E se lestes ou ouvistes estas minhas palavras, o vosso crime é dobrado, pois não podereis alegar ao supremo Julgador das vossas ações que não apareceu alguém que vos lançasse, por vos amar, e muito, estas verdades ao vosso rosto.

    Satanás apoderou-se de vós, burgueses, como se apoderou de muitos proletários. Entrou nas oficinas, nas fábricas, nos campos, nas casas humildes dos bairros tristes, levantando o pendão do ódio; mas antes disso já havia entrado e brilhado nos vossos salões, semeando frases elegantes e costumes fáceis.

    Urge que vos transformeis, homens do meu tempo, ricos e pobres.

    Plínio Salgado



    FONTE: http://www.integralismo.org.br/?cont=-5014

    [1] Extraído de: Madrugada do Espírito, Obras Completas Vol. 7, pág. 421).

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  15. POR QUÉ SOY NACIONALSOCIALISTA Por Miguel Serrano

    http://www.fiebig.cl/sitios/eblibros/wp-content/uploads/2014/01/DESCARGA-1cast.-Mi-Respuesta-Por-qu%C3%A9-soy-Nacionalsocialista-14-9-86.pdf


    Es ésta LA ESCLAVITUD al interés del capital, aceptada también y aplicada por EL MARXISMO Y LA RUSIA SOVIÉTICA, en sus préstamos a los países satélites de su órbita Y PAGADOS CON SANGRE, COMO EN CUBA, cuando no hay suficiente dinero para ello. Por eso ES IRRISORIO escuchar a FIDEL CASTRO protestar por los préstamos usureros de la banca americana, CUANDO ÉL PAGA AÚN MÁS CARO AL AMO RUSO, con dinero y con la sangre de sus soldados enviados al África.

    NI CAPITALISTAS NI MARXISTAS se han levantado jamás CONTRA LA ESCLAVITUD del interés del capital.

    SÓLO UN SISTEMA LO HIZO, SÓLO UNA NACIÓN: el Nacionalsocialismo (el Socialismo-Nacional) de la Alemania Hitlerista. Su sistema ABOLIÓ la usura, NO ACEPTÓ el pago de esos intereses, ABOLIÓ el "padrón oro" e instauró el "PADRÓN TRABAJO". Si el Nacionalsocialismo se hubiera impuesto en el mundo, hoy no habría pobres, ni miseria, ni corrupción, ni explotación capitalista, ni esclavitud totalitaria marxista. Habría lo que realmente fue LA ALEMANIA DE HITLER, lo más cercano a la justicia social y al paraíso sobre la tierra, que el hombre pueda pretender en este mundo y en este tiempo. Los enemigos ¿Quiénes fueron y son aún los enemigos del Nacionalsocialismo?

    Sin duda aquellos que eran y son afectados por este sistema que ABOLÍA por una parte la usura, LA ESCLAVITUD del interés del capital, y, por la otra, EL INFIERNO Y LA MISERIA TOTAL, TOTALITARIA, DEL MARXISMO BOLCHEVIQUE.

    Ambos se vieron entre la espada y la pared, amenazados en su misma existencia. Ésta fue la razón de que se unieran para hacer la guerra y destruir a ese peligro mortal. Era difícil para un joven chileno de aquellos años llegar a entender ESE ODIO MANCOMUNADO y esa UNIÓN FERREA DE CAPITALISTAS Y MARXISTAS en contra de la Alemania nazista y de la Italia fascista. ¿Por qué?, nos preguntábamos.

    Entonces, Hitler comenzó a explicárnoslo, en su libro genial, Mi Lucha. Tanto en la Rusia marxista como en el mundo de las democracias capitalistas, LA MANO QUE CONTROLABA TODO - ERA LA MISMA. La prueba de ello se encontraba en que ambos mundos, APARENTEMENTE OPUESTOS, respetan como sacrosanto el interés del capital.

    Y, ¿quién es el dueño del dinero en el mundo y del CONTROL SECRETO detrás de los soviets? Es EL JUDIO INTERNACIONAL.

    Ahora bien, si ello pudo despertar algunas dudas en los jóvenes chilenos, sin experiencia del mundo, ello pasó
    a ser confirmado por la experiencia del diplomático, en más de veinte años de deambular por muchos países, teniendo acceso a documentos e informaciones para otros vedados. Sin embargo, y mientras fui Embajador de Chile, nunca
    manifesté mis opiniones en público, para no dañar más a mi país.

    MÁS DE CIENTO VEINTE NACIONES SE MOVILIZARON CONTRA LA ALEMANIA DE HITLER.

    Chile mismo FUE OBLIGADO a romper relaciones con ese país, al que tanto le debemos. El gran Presidente que fuera Juan Antonio Ríos, lo hizo con la muerte en el alma. Lo sé, porque su Ministro de Relaciones Exteriores era mi
    tío Joaquín Fernández. Él debió romper lazos con Alemania, y yo debí romper los lazos con mi tío, enrostrándole haberse prestado para poner su firma en ese documento. El dueño de los rayos y del trueno Al finalizar la Segunda
    Guerra Mundial era ya tan claro para los que fueron partidarios de la Alemania Nacionalsocialista el fracaso total de los sistemas capitalista y marxista, que se produciría inevitablemente a corto plazo, que no fue sorpresa ver cómo, MUY LUEGO, TAMBIÉN EL ENEMIGO ENTRABA A INVENTAR LOS MÁS TERRÍBLES CRÍMENES Y ATROCIDADES, NUNCA COMETIDOS POR LA ALEMANIA DE HITLER.

    Fue ésta la única forma que ellos tuvieron de hacer olvidar LA JUSTICIA de un régimen, que había TERMINADO con LA ESCLAVITUD del interés del capital, con la usura y CON EL MARXISMO

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  16. La Tercera Solución, por sobre el capitalismo y el marxismo, daba un golpe de muerte al amo de esos dos sistemas, que preparaba para ellos la esclavitud de la humanidad, en beneficio de un mesianismo sionista y racista, ante los cuales el racismo de Hitler debiera parecer un juego de niños. Son otros los que han dado las pruebas justas e irrefutables de la falsedad del holocausto de seis millones de judíos por los nazis: los profesores franceses PAUL RASSINIER Y FAURISSON; los ingleses Harwood y David Irving; el norteamericano profesor ARTHUR BUTZ, y hasta respetables escritores e historiadores judíos. Son otros los que han entregado las PRUEBAS DE LA FALSIFICACIÓN DEL DIARIO DE ANNA FRANK, demostrando que fue escrito con bolígrafo, cuando éste no existía en la época de la Segunda Guerra Mundial, y mostrando, ADEMÁS, que existen dos originales, CADA UNO con letra manuscrita diferente. En fin, no vamos a repetir aquí lo que ya hemos explicado en detalle en otras ocasiones y publicaciones, además de en mis libros EL CORDÓN DORADO, http://fa.hole.ru/MiguelSerrano-ElCordonDorado.pdf Hitlerismo Esotérico y Adolf Hitler, el Último Avatara. Únicamente me queda por confesar mi espanto ante la pertinacia, LA CEGUERA Y LA COBARDÍA DE LOS HOMBRES QUE, aun demostrándoles estos hechos, SIGUEN AFIRMADOS EN LAS MENTIRAS que les machacan LOS DUEÑOS DE LOS MEDIOS DE COMUNICACIÓN y del dinero del mundo. LOS DUEÑOS de los rayos y los truenos, DEL TERROR Y LAS MALDICIONES, los dispensadores DE LA ESCLAVITUD Y LA MISERIA.

    Del mismo modo se permiten dudar de la veracidad de los Protocolos de los Sabios de Sión, cuando se sabe que ésta fue una cuestión ya debatida y ganada en el proceso de Berna, donde los judíos querellantes perdieron el juicio y debieron pagar las costas y la indemnización a los libreros suizos. Y ni siquiera se ha escuchado mi declaración de que el famoso "CAZADOR DE NAZIS", Simón Wiesenthal, es UN ENBUSTERO, pudiendo probarlo por haber sido Embajador en Viena cuando debí solicitarle a nombre de mi Gobierno (del Ministro de Relaciones Exteriores, Gabriel Valdés) las pruebas de su aseveración de que un diplomático chileno le había ofrecido en venta el pasaporte de Martin Bormann. Aún las estamos esperando. Y es este señor quien anda inventando nuevas falsedades contra inocentes y cumpliendo sus hazañas de "valiente cazador". Porque aquí no hay derechos humanos que cuenten para nada, ni Vicaría de la Solidaridad que envíe sus abogados a defender a esos "criminales". Menos hay derechos humanos para RUDOLF HESS, ni un Papa que proteste contra el suplicio que ya dura más de cuarenta años y que es un "ABUSO DE PODER", mucho peor que el de Sudáfrica. La penetración en el sur patagónico En esta página también se ha pretendido ridiculizarme en relación con cada uno de los temas que expongo. Recurriendo a un derecho que la ley me otorga, he debido referirme a estos asuntos. Otro de los temas es el de los araucanos en relación con Israel. Es cierto que han marchado a ese país y también que existe en Pucón una Iglesia Araucano-Israelita, llamada del Nuevo Pacto. Y es efectivo que los judíos están entrando al país de un modo sostenido y en gran número, con el apoyo de la Conaf1 y el conocimiento de las Fuerzas Armadas.

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  17. ES EFECTIVO QUE LOS JUDIOS que aquí vienen como turistas y "mochileros" PERTENECEN EN SU MAYORIA a las Fuerzas Armadas israelitas o a sus servicios de inteligencia. Además, los argentinos, desde hace varios años, nos están alertando sobre un llamado PLAN ANDINIA , destinado a apoderarse de la Patagonia argentina y chilena, por parte de los judíos, pudiendo ser un primer paso importante la creación de una nueva capital en esas regiones. Los escritores Éstas son las razones de por qué soy, fui y seré un Nacionalsocialista, un hitlerista. En cuanto a los escritores KNUT HAMSUN y EZRA POUND, es un hecho innegable que también fueron partidarios del nazismo. Al finalizar la Segunda Guerra Mundial, los llamados "aliados" los encarcelaron y pusieron en manicomios. A EZRA POUND por trece años. Y esto hicieron los mismos que hoy protestan porque LOS RUSOS confinan en clínicas psiquiátricas a sus opositores y a algunos judíos, que allí permanecen por un corto tiempo y para despistar, y que al final salen siempre en libertad, o son canjeados por Corvalanes de Chile.

    KNUT HAMSUN fue un Premio Nobel, con anterioridad al nazismo y a la guerra. A EZRA POUND, el más grande poeta de nuestro tiempo, jamás se le concedió ese premio, por ser hitlerista y mussoliniano. Sin embargo, se le ha otorgado a COMUNISTAS de partido, como NERUDA . Por idénticas razones a las de Ezra Pound, puedo estar seguro de que a mí nunca se me concederá premio alguno. Lo sé y me resigno, porque conozco EL PODER DE LOS DUEÑOS DEL RAYO Y DE LOS TRUENOS


    "Ich bin es nicht wert, von Adolf Hitler laut zu sprechen und sein Leben und Tun lädt auch nicht zu sentimentaler Regung ein.

    Er war ein Krieger, ein Krieger für die Menschheit und ein Verkünder des Evangeliums vom Recht für alle Völker.

    Er war eine reformatorische Gestalt von höchstem Rang, und sein historisches Schicksal war es, in einer Zeit beispielloser Rohheit wirken zu müssen, der er schließlich zum Opfer fiel."

    Knut Hamsun in der norwegischen Zeitung Aftenposten, 7. Mai 1945

    EU NÃO SOU DIGNO DE FALAR EM VOZ ALTA DE ADOLF HITLER E FAZÊ-LO NÃO É NENHUM ESTÍMULO SENTIMENTAL PARA MIM.

    ELE FORA UM COMBATENTE, UM COMBATENTE PELA HUMANIDADE E UM EVANGELIZADOR DO DIREITO DE TODOS OS POVOS

    ELE FORA UMA FIGURA REFORMADORA DO MAIS ALTO NÍVEL E SEU DESTINO HISTÓRICO FOI A NECESSIDADE DE AGIR EM UMA ÉPOCA DE GROSSERIAS SEM PRECEDENTES, DA QUAL TORNOU-SE VÍTIMA

    Knut Hamsun, NOBEL DE LITERATURA EM, no jornal norueguês AFTENPOST em 07.05.1945

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  18. ulysses freire da paz jr4 de julho de 2015 10:59

    Das Kommunistische Manifest

    Am 10 Januar 1963 werden die 45 Ziele des Kommunistischen Manifest im Kongress der Vereinigten Staaten durch Albert Sydnei Herlong Jr. Von Florida aufgerufen und werden daher im Bericht des Kongress jenes Tages aufgezählt. Folgend wird diese Liste aufgeführt, deren Studium heute wichtig ist als eine Hilfe, zu entscheiden, ob wir in einer „Demokratie“, einer „Republik“ oder unter dem „Kommunismus“ leben, welcher natürlich, die Kontrolle der Massen für die jüdischen Interessen darstellt.

    O Manifesto Comunista

    Em 10 de janeiro de 1963, são apresentadas as 45 metas do Manifesto Comunista por Albert Sydnei Herlong Jr. da Flórida no Congresso dos Estados Unidos em que são enumerados através de um comunicado daquele dia.

    A apresentação da lista destina-se facilitar o estudo para que se possa decidir se queremos viver em uma "Democracia", uma "Republica" ou sob o “Comunismo”, o que obviamente é importante, na definição do controle das massas aos interesses judaicos.

    1. Akzeptanz der friedlichen Koexistenz durch die USA als einzige Alternative zum Atomkrieg.

    2. Bereitschaft der USA, eine Kapitulation einem Atomkrieg vorzuziehen.

    3. Erwecken Sie die Illusion, daß die vollständige Entwaffnung der Vereinigten Staaten eine Demonstration der moralischen Stärke sein würde.

    4. Lassen Sie zwischen allen Nationen freien Handel zu, unabhängig von der kommunistischen Zugehörigkeit und unabhängig davon, ob Waren für den Krieg genutzt werden könnten.

    5. Vergeben Sie langfristige Kredite an Rußland und die sowjetischen Satellitenstaaten.

    6. Geben Sie allen Nationen US-Hilfe, unabhängig davon, ob sie kommunistisch beherrscht werden.

    7. Erkennen Sie Rotchina an. Nehmen Sie Rotchina in die UNO auf.

    8. Etablieren Sie Ost- und Westdeutschland als getrennte Staaten — trotz Chruschtschows Versprechen des Jahres 1955, die deutsche Frage durch freie Wahlen unter Aufsicht der UNO beizulegen.

    9. Ziehen Sie die Konferenzen zum Verbot von Atomtests in die Länge, weil sich die Vereinigten Staaten bereit erklärt haben, Tests auszusetzen, solange die Verhandlungen im Gange sind.

    10. Erlauben Sie die individuelle Vertretung aller Sowjetsatelliten in der UNO.

    11. Werben Sie dafür, daß die UNO die einzige Hoffnung für die Menschheit ist. Wenn ihre Charta umgeschrieben ist, fordern Sie, daß sie als eine Eine-Welt-Regierung mit eigenen unabhängigen Streitkräften eingerichtet wird. (Einige kommunistische Führer glauben, daß die Welt von der UNO genau so leicht eingenommen werden kann, wie von Moskau. Manchmal konkurrieren diese beiden Zentren, wie jetzt im Kongo.)

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  19. ulysses freire da paz jr4 de julho de 2015 11:00

    12. Lehnen Sie jeden Versuch ab, die Kommunistische Partei zu verbieten.

    13. Schaffen Sie alle Treueeide ab.

    14. Gewähren Sie Rußland weiterhin Zugang zum US-Patentamt.

    15. Entern Sie in den Vereinigten Staaten eine oder beide der politischen Parteien.

    16. Nutzen Sie formaltechnische Entscheidungen der Gerichte, um grundlegende amerikanische Institutionen zu schwächen, indem Sie behaupten, daß ihre Aktivitäten die Bürgerrechte verletzen.

    17. Übernehmen Sie die Kontrolle über die Schulen. Verwenden Sie sie als Transmissionsriemen für den Sozialismus und kommunistische Propaganda. Weichen Sie den Lehrplan auf. Übernehmen Sie die Kontrolle über die Lehrerverbände. Übernehmen Sie die Parteilinie in die Lehrbücher.

    18. Übernehmen Sie die Kontrolle über alle Schülerzeitungen.

    19. Nutzen Sie Studentenunruhen, um öffentliche Proteste gegen Programme oder Organisationen zu schüren, die kommunistisch bekämpft werden.

    20. Infiltrieren Sie die Presse. Übernehmen Sie die Kontrolle über Buchrezensionen, Redaktionen, politische Entscheidungsprozesse.

    21. Übernehmen Sie die Kontrolle über die Schlüsselpositionen in Rundfunk, Fernsehen und Kinofilmen.

    22. Setzen Sie alle Formen des künstlerischen Ausdrucks herab, um die amerikanische Kultur weiter zu diskreditieren. Der Auftrag an eine amerikanische kommunistische Zelle lautete: »Eliminierung aller guten Skulpturen aus Parks und Bauwerken — Ersetzung durch formlose, unbeholfene und bedeutungslose Formen.«

    Fonte https://criticomblog.wordpress.com/2013/09/14/kommunistische-ziele-1963/

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  20. Wer erklärte also wem den Krieg? Wer hat den Zweiten Weltkrieg wirklich entfesselt? Und... wo steht Deutschland vor allem? Unter den Angreifern oder den Angegriffenen?

    TABELLE - BÖSARTIGE HANDLUNGEN, AGGRESSION UND KRIEGSERKLÄRUNGEN, ANGEFANGEN IM SEPTEMBER 1939

    Angekündigt am 31. Dezember 1941 oder davor.

    November 1936: "DEUTSCHLAND IST ZU STARK. WIR MÜSSEN ES ZERSTÖREN." Winston Churchill.

    März 1939: Polen, das bereits deutsches Gebiet seit nach dem 1. Weltkrieg besetzt, überfällt seinen kleineren Nachbarn, die Tschechoslowakei.

    1. September 1939: Nach zahlreichen und gut dokumentierten polnischen Verletzungen der deutschen Grenze und seiner [Polens] Weigerung, in Verhandlungen einzutreten, übt Deutschland Vergeltung.

    Die folgende Tabelle führt die Kriegserklärungen und die Anerkennungen des Kriegszustandes auf, beginnend mit dem polnischen Angriff auf Deutschland um Mitternacht vom 31. August auf den 1. September 1939, bis 1941.

    Für Ihre Bequemlichkeit wird der Begriff "an" benutzt, um zum Beispiel zu zeigen, daß Großbritannien den Krieg an Deutschland erklärte. Wenn eine Zeit des Kriegsbeginns angegeben wird, ist das die Zeit in der Hauptstadt des kriegserklärenden Landes.

    Polen an Deutschland Mitternacht vom 31. August auf den 1. September 1939 [Vgl. das Deutsche Weißbuch]
    Großbritannien an Deutschland September 3, 1939, 11 a.m.
    Frankreich an Deutschland 3. September 1939, 5 p.m.
    Indien an Deutschland 3. September 1939
    Australien an Deutschland 3. September 1939
    Neuseeland an Deutschland 3. September 1939
    Südafrika an Deutschland 6. September 1939
    Kanada an Deutschland 10. September 1939
    Norwegen und Deutschland Keine formelle Kriegserklärung
    Belgien und Deutschland Keine formelle Kriegserklärung
    Luxemburg und Deutschland Keine formelle Kriegserklärung
    Die Niederlande an Deutschland 10. Mai 1940
    Italien an Frankreich 10. Juni 1940
    Kanada an Italien 10. Juni 1940
    Neuseeland an Italien 11. Juni 1940
    Australien an Italien 11. Juni 1940
    Südafrika an Italien 11. Juni 1940
    Griechenland an Italien 28. Oktober 1940
    Deutschland und Griechenland Keine formelle Kriegserklärung
    Deutschland an Jugoslawien 6. April 1941
    Italien und Jugoslawien Keine formelle Kriegserklärung
    Jugoslawien an Bulgarien 6. April 1941
    Jugoslawien an Ungarn 10. April, 1941
    Bulgarien an Griechenland 24. April 1941
    Bulgarien an Jugoslawien 24. April 1941
    Deutschland an UdSSR 22. Juni 1941
    Italien an UdSSR 22. Juni 1941
    Rumänien an UdSSR Keine formelle Kriegserklärung
    Finland an UdSSR Keine formelle Kriegserklärung
    Ungarn an UdSSR 27. Juni 1941
    Großbritannien an Rumänien 7. Dezember 1941
    Großbritannien an Ungarn 7. Dezember 1941
    Kanada an Finland 7. Dezember 1941
    Kanada an Rumänien 7. Dezember 1941
    Kanada an Ungarn 7. Dezember 1941
    Australien an Finland 8. Dezember 1941
    Australien an Rumänien 8. Dezember 1941
    Australien an Ungarn 8. Dezember 1941

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  21. Südafrika an Finland 8. Dezember 1941
    Südafrika an Rumänien 8. Dezember 1941
    Südafrika an Ungarn 8. Dezember 1941
    Neuseeland an Finland 7. Dezember 1941
    Neuseeland an Ungarn 7. Dezember 1941
    Neuseeland an Rumänien 7. Dezember 1941
    Japan an die Vereinigten Staaten 7. Dezember 1941
    Japan an das Britische Reich 7. Dezember 1941
    Großbritannien an Japan 8. Dezember 1941
    Die Vereinigten Staaten an Japan 8. Dezember 1941
    Kanada an Japan 8. Dezember 1941, ab 7. Dezember 1941
    Costa Rica an Japan 8. Dezember 1941
    Dominikanische Republik an Japan 8. Dezember 1941
    Guatemala an Japan 8. Dezember 1941
    Haiti an Japan 8. Dezember 1941
    Honduras an Japan 8. Dezember 1941
    El Salvador an Japan 8. Dezember 1941
    Panama an Japan 8. Dezember 1941
    Kuba an Japan 9. Dezember 1941
    Die Niederlande an Japan 8. Dezember 1941
    Niederländisch-Ostindien an Japan 8. Dezember 1941
    China an Japan 9. Dezember 1941
    China an Deutschland 9. Dezember 1941
    China an Italien 9. Dezember 1941
    Südafrika an Japan 8. Dezember 1941
    Australien an Japan 8. Dezember 1941
    Freies Frankreich an Japan 8. Dezember 1941
    Deutschland an die Vereinigten Staaten 11. Dezember 1941
    Italien an die Vereinigten Staaten 11. Dezember 1941
    Die Vereinigten Staaten an Deutschland 11. Dezember 1941
    Die Vereinigten Staaten an Italien 11. Dezember 1941
    Costa Rica an Deutschland und Italien 11. Dezember 1941
    Guatemala an Deutschland und Italien 11. Dezember 1941
    Kuba an Deutschland und Italien 11. Dezember 1941
    Nikaragua an Deutschland, Italien und Japan 11. Dezember 1941
    Polen an Japan 11. Dezember 1941
    Dominikanische Republik an Deutschland und Italien 11. Dezember 1941
    Haiti an Deutschland und Italien 12. Dezember 1941
    Honduras an Deutschland und Italien 12. Dezember 1941
    El Salvador an Deutschland und Italien 12. Dezember 1941
    Panama an Deutschland und Italien 12. Dezember 1941
    Rumänien an die Vereinigten Staaten 12. Dezember 1941
    Bulgarien an die Vereinigten Staaten 13. Dezember 1941
    Bulgarien an Großbritannien 13. Dezember 1941
    Ungarn an die Vereinigten Staaten 13. Dezember 1941
    Tschechoslowakei an alle Länder, die gegen
    Großbritannien, die Vereinigten Staaten
    oder die UdSSR im Krieg stehen 16. Dezember 1941
    Albanien an die Vereinigten Staaten 17. Dezember 1941
    Nikaragua an Bulgarien, Ungarn u. Rumänien 20. Dezember 1941
    Belgien an Japan 20. Dezember 1941
    Haiti an Bulgarien, Ungarn und Rumänien 24. Dezember 1941
    Großbritannien an Bulgarien 27. Dezember 1941, ab 13. Dezember 1941
    Die Niederlande an Italien 30. Dezember 1941, ab 11. Dezember 1941
    Südafrika an Bulgarien 31. Dezember 1941, ab 13. Dezember 1941


    Wer erklärte also wem den Krieg?
    Wer hat den Zweiten Weltkrieg wirklich entfesselt?
    War es das Land, das Sie glaubten?

    Und... wo steht Deutschland vor allem? Unter den Angreifern oder den Angegriffenen?

    Quelle http://www.wintersonnenwende.com/scriptorium/nexus/NXkriegserklaerungen.html

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  22. SO WHO DECLARED WAR ON WHOM?

    TABLE OF ACTS OF MALICE, AGGRESSION AND DECLARATIONS OF WAR BEGINNING IN SEPTEMBER 1939

    Announced on or before December 31, 1941.

    November 1936: "Germany is too strong. We must destroy her." Winston Churchill.


    March 1939. Poland already occupying German territory occupied after World War 1 invades her smaller neighbour Czechoslovakia.

    1st September 1939. Following numerous and well documented Polish violations of Germany's borders and refusal to negotiate, Germany retaliates.

    The following table sets forth the declarations of war and the recognitions of the state of war beginning with the Polish attack on Germany on 31st Aug/1st September 1939 and through 1941.

    For convenience the term "on" is used to indicate for example that Great Britain declared war on Germany. Where time is given it is the time used in the capital of the declaring country.

    Poland Declared War on Germany at Midnight 31st August - 1st Sept 1939. [See the German White Book]
    Great Britain on Germany September 3, 1939, 11 a.m.
    France on Germany September 3, 1939, 5 p.m.
    India on Germany September 3, 1939
    Australia on Germany September 3, 1939
    New Zealand on Germany September 3, 1939
    Union of South Africa on Germany September 6, 1939
    Canada on Germany September 10, 1939
    Norway and Germany No formal declaration of war
    Belgium and Germany No formal declaration of war
    Luxembourg and Germany No formal declaration of war
    The Netherlands on Germany May 10, 1940
    Italy on France June 10, 1940
    Canada on Italy June 10, 1940
    New Zealand on Italy June 11, 1940
    Australia on Italy June 11, 1940
    Union of South Africa on Italy June 11, 1940
    Greece on Italy October 28,1940
    Germany and Greece No formal declaration of war
    Germany on Yugoslavia April 6, 1941
    Italy and Yugoslavia No formal declaration of war
    Yugoslavia on Bulgaria April 6, 1941
    Yugoslavia on Hungary April 10, 1941
    Bulgaria on Greece April 24, 1941
    Bulgaria on Yugoslavia April 24, 1941
    Germany on USSR June 22, 1941
    Italy on USSR June 22, 1941
    Rumania on USSR No formal declaration of war
    Finland on USSR No formal declaration of war
    Hungary on USSR June 27, 1941
    Great Britain on Rumania December 7, 1941
    Great Britain on Hungary December 7, 1941
    Canada on Finland December 7, 1941
    Canada on Rumania December 7, 1941
    Canada on Hungary December 7, 1941
    Australia on Finland December 8, 1941

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  23. Australia on Rumania December 8, 1941
    Australia on Hungary December 8, 1941
    Union of South Africa on Finland December 8, 1941
    Union of South Africa on Rumania December 8, 1941
    Union of South Africa on Hungary December 8, 1941
    New Zealand on Finland December 7, 1941
    New Zealand on Hungary December 7, 1941
    New Zealand on Rumania December 7, 1941
    Japan on the United States December 7, 1941
    Japan on the British Empire December 7, 1941
    Great Britain on Japan December 8, 1941
    The United States on Japan December 8, 1941
    Canada on Japan December 8, 1941, as of December 7, 1941
    Costa Rica on Japan December 8, 1941
    Dominican Republic on Japan December 8, 1941
    Guatemala on Japan December 8, 1941
    Haiti on Japan December 8, 1941
    Honduras on Japan December 8, 1941
    El Salvador on Japan December 8, 1941
    Panama on Japan December 8, 1941
    Cuba on Japan December 9, 1941
    The Netherlands on Japan December 8, 1941
    The Netherlands Indies on Japan December 8, 1941
    China on Japan December 9, 1941
    China on Germany December 9, 1941
    China on Italy December 9, 1941
    Union of South Africa on Japan December 8, 1941
    Australia on Japan December 8, 1941
    Free France on Japan December 8, 1941
    Germany on the United States December 11, 1941
    Italy on the United States December 11, 1941
    The United States on Germany December 11, 1941
    The United States on Italy December 11, 1941
    Costa Rica on Germany and Italy December 11, 1941
    Guatemala on Germany and Italy December 11, 1941
    Cuba on Germany and Italy December 11, 1941
    Nicaragua on Germany, Italy and Japan December 11, 1941
    Poland on Japan December 11, 1941
    Dominican Republic on Germany and Italy December 11, 1941
    Haiti on Germany and Italy December 12, 1941
    Honduras on Germany and Italy December 12, 1941
    El Salvador on Germany and Italy December 12, 1941
    Panama on Germany and Italy December 12, 1941
    Rumania on the United States December 12, 1941
    Bulgaria on the United States December 13, 1941
    Bulgaria on Great Britain December 13, 1941
    Hungary on the United States December 13, 1941
    Czechoslovakia on all countries that are in a state of war with Great Britain, the United States, or the USSR December 16, 1941
    Albania on the United States December 17, 1941
    Nicaragua on Bulgaria, Hungary, & Rumania December 20, 1941
    Belgium on Japan December 20, 1941
    Haiti on Bulgaria, Hungary, and Rumania December 24, 1941
    Great Britain on Bulgaria December 27, 1941, as of December 13, 1941
    The Netherlands on Italy December 30, 1941, as of December 11, 1941
    Union of South Africa on Bulgaria December 31, 1941, as of December 13, 1941


    So who declared war on whom?

    Who really started the Second World War?

    Was it who you believed it was?

    And... where does Germany stand primarily? In the ranks of the attackers or the attacked?

    Fonte http://www.wintersonnenwende.com/scriptorium/nexus/NXdeclarations.html

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  24. THIS BOOK IS A REAL HELLSTORM!!!.. It is overall a very brutal and excruciating book to read. EVIL..VIOLENT... I HAVE [NEVER] SEEN ANY OF THIS IN ANY WAR MOVIES!!!..NOT EVEN ON HISTORY CHANNEL...THERE IS ANOTHER HISTORY BOOK THAT'S LEFT OUT OF GERMAN HISTORY...I MADE A VIDEO ABOUT IT HAVE IT ON MY FACEBOOK!!... https://www.youtube.com/watch?v=dSiYszLlYxU 1:12:00 ~ 1:30:00 NEVER A MOVIE ABOUT THIS!!!

    The other side of the story which is not told by the victors of the war.. Finally, a book that tells us about WWII form the German perspective. Can reading a book or watching a documentary be more traumatic than experiencing real life? Yes, it can. At times shocking at others depressing and overall sad and unbelievable that we have been lied to about the Allies part in the war. I highly recommend this book for anyone who wants to know about what really happened without all the propaganda that we have been subjected to for 70 years.

    Never in the history has a country been so hated and persecuted. The allies goal was not to defeat Germany but destroy it. Bomber Harris should be dying a million deaths in the hell that he deserves. To target unimportant cities and beautiful cultural centers in German is truly a CRIME against Humanity, Germany was targeted for complete destruction by numerous men including the infamous Morgenthau and many others. They all thought that by starving the German people, destroying their National Honor, committing a true holocaust by turning Germany into a wasteland they would turn Germany into a dung heap. They were WRONG! They greatly underestimated the greatest of the German people and their ability to rise from the ashes and become a Great Phoenix of rebirth. The German people are hard working, dedicated to building even greater cities, and continue to give the world numerous new inventions, culture, and achievements in all fields. To murder, rape, and loot on a unprecedented scale that the allies committed is an act of vengeance that will continue to curse them for time eternal. They thought that their actions will go unpunished. They are very much mistaken! Look at the world today. Freedom? What a joke! The world continues its downward savage history and will end with the total annihilation of mankind. Christian principals and morality was not shown by any of the allies. Instead senseless death and horrible destruction was doted out to a nation that was clearly beaten before 1945. The savages will need to confess their deeds on the great day of judgment and the outcome will be far worse than the senseless bombing and destruction they caused in the name of "democracy. The power of false propaganda still prevails. Any student of history will never think the same of WWII after reading the excellent book, highly recommended.

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  25. The world owes the German people (including the Austrians) more than just an apology. They had pre-empted and stalled the imminent Finland-style Soviet invasion of Europe and Bolshevik world conquest. They might not have defeated the NWO, due to Western countries’ efforts, but they bought humanity three generations of time. The price Germans paid for their valour couldn’t have been higher. It’s time for them to receive their due gratitude, recognition and compensation and it’s time for the enemy of mankind to foot the bill.

    For Hitler and Germany in general, the war was about removing Communism and Communists from any influence on Europe and the world.

    For Stalin and the Soviet Union, the war wasn't about "Patriotism" (as the war is labelled 'The Great Patriotic War' by the Russians today), but rather, it was about imposing the Soviet Communist system on the whole of Europe. All preparations for this activity had been laid by the time 1939 rolled around as the Soviet armaments industries were already in full production long before this date. In addition, Stalin had already laid the groundwork for the obedience of the masses of his own population via 1) the gulag death camp exile system and 2) expropriation and murder by all of the "organs" of his murderous regime, particularly the GPU or NKVD. The Ukrainian 'kulaks' or independent farmers were reduced by Stalin's forced collectivization of their farms by 14,500,000 persons [that's MORE THAN 14 million people!!!] from 1929- When Stalin's wife confronted him about the adverse impact of his policies, he simply shot her to death.

    The Ukrainian experience was visible to Germans who also sensed and saw Stalin's murderous rampage in the state next door to them. The Volga Germans came under threat during this period. Other Western governments lacked information about the terror famine and didn't realize how large a threat Stalin was to civilization
    Hitler's rearmament program was started too late to completely stop the Soviet Union's planned invasion of Europe, so the technique employed was to pre-emptively attack the Communists in a war of attrition that could at least blunt the future invasion and throw off their timetable.

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  26. For Churchill and the camp followers in the West, the war was characterized as a 'noble crusade against fascism'. All it was to them was a method of reducing Germany to penury and eliminating its pivotal economic and political role in the heart of Europe forever [i.e., eliminating once and for all, a political AND economic rival to the British Empire]. The racism here was implicit rather than explicit: the world could live with many fewer Germans, particularly those living in the development areas of Germany of long-standing (over 700 years) that the Allies intended to place in the Soviet sphere of influence. Hence, the devilish concordat between 'the West' except for Germany & Italy and the Bolsheviks. This racism and philosophy continued EVEN AFTER Hitler had stopped his troops from annihilating the British Army summarily at Dunkirk and allowed the British to evacuate its Army unharmed [the so-called overly-propagandized 'miracle of Dunkirk' was not possible in any conceivable scenario without the personal intervention of Hitler himself]. That's gratitude for you!

    The WW2 was to finally obliterate Germany 'once and for all', a summarized quote by Churchill. There were paragraphs I could not read they were so horrific. I read this book because after all this time I think people should be open to the truth that we have been so lied to.
    That Hitler was demonized because he saw the a truth about communism a creation of the Jew (admitted truth by a prominent Jew), and felt this would be a Christian world or a Communist world if Russia took over Europe. We are moving fast toward communism.

    Allies of the East with wave of men power to destruct every life on the ground - physically and psychologically. None of atrocities from Allies happened at random, it must had calculated, planed before the war even began, systematically executed.

    "German" at the time was the most advanced nation, the citizen so domesticate unable to comprehend the horror right at the bitter end. “Allies” constantly propagandise their own citizen about the terror of “Nazis” convert it today’s term called “Terrorist

    Realize that the events chronicled within this book are what's coming our way. And remember this: it pays to be a winner. Either make damned sure you win, or make damned sure you save a bullet for yourself.


    "Wenn kein Mensch mehr die Wahrheit suchen und verbreiten wird, dann verkommt alles Bestehende auf der Erde, denn nur in der Wahrheit sind Gerechtigkeit, Frieden und Leben!“ (Friedrich von Schiller 1759-1805)

    QUANDO NINGUÉM MAIS BUSCAR e DIFUNDIR A VERDADE ENTÃO TUDO O MAIS NA TERRA ESTARÁ DEGENERADO, POIS SOMENTE DA VERDADE DECORREM A JUSTIÇA, A PAZ E A VIDA.

    Trechos extraídos de comentários dos leitores do livro HELLSTORM em http://www.amazon.com/Hellstorm-Death-Nazi-Germany-1944-1947/dp/1494775069

    A verdade assaz irrita quem a deveras evita.

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  27. ambos sao sistemas que nao visão o bem estar humano, se voce nao for forte ficara para tras, ambos sao sistemas que sao comandados pelos judeus, pela elite petroleira, e graças a eles que nao avançamos tecnologicamente, o capitalismo tambem e uma merda, a gasolina era para ser substituida pelo Hidrogenio a anos, mais o petroleo da muito dinheiro aos judeus, o hidrogenio e um componente da agua altamente inflamavel e explosivo, o hidrogenio possui uma explosão muito forte, um pouco dele ja e nescesario para fazer um pistao de motor inteiro completar 1 ciclo, carros com hidrogenio nao poluem e vao muito mais longe, o unico sistema que zelava o bem estar da populaçao sem pensar no lucro era o socialismo nazista

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  28. o comunismo e um sistema falho criado para acabar com a raça branca, a russia que possui tantas terras, e ainda sim muitos sovieticos morriam de fome, os judeus por tras do comunismo mataram mais que o nazismo, o nazismo impediu que as ideias comunistas se alastrassem pelo resto da europa, e fazer assim uma crise assim como na russia, onde muitos morriam de fome sendo que a russia é um territorio enorme

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    1. Concordo, a Rússia era o celeiro do mundo e virou um enclausuramento de famintos. Há um artigo do Winston Churchill sobre essa colocação sua:

      JUDEUS TÊM DESTRUÍDO A RÚSSIA - Por Winston Churchill
      http://nazismo-verdades-e-mentiras.blogspot.com.br/2013/04/judeus-tem-destruido-russia-por-winston.html

      Além do mais há inúmeras mazelas implícitas e explícitas no comunismo, tal como fomentação da luta de classes ao invés da harmonização dela, aceitam o juros como um elementos natural da economia, e o pior o materialismo histórico/filosófico...

      Saudações

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  29. é interessante por serem 2 sistemas antagonicos, porem os que estão no topo da piramide de poder em ambos sistemas são os judeus, sempre que há grandes feitos tanto no capitalismo como no comunismo por tras há infiltração judaica, estão no topo da piramide tanto no capitalismo em que influenciam o mercado e tambem no topo do comunismo, isso há muito tempo atrás, imagino como devem estar hoje ? nas melhores escolas e universidades ?

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    Respostas
    1. Pelo menos no Ocidente há a constante inserção de autores judeus nos materiais didáticos. Eric Hobsbawm é o autor com talvez mais livros em material didático, inclusive na Biblioteca da Folha de São Paulo, que supostamente é anti-esquerda, ele provavelmente é o autor com mais títulos disponíveis.

      Segue um artigo sobre ele, que é um lenista assumido:
      http://nazismo-verdades-e-mentiras.blogspot.com.br/2015/10/esquecendo-eric-hobsbawm-09061917.html

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