Sua conscientização política

"Seria uma época de guerras cruéis em que novos césares surgiriam e em que uma elite de homens de aço, que não buscavam ganhos pessoais e felicidade, mas o cumprimento dos deveres para com a comunidade, tomaria o lugar dos democratas e dos humanitários" Hajo Holborn, explicando uma previsão de Oswald Spengler em A History of Modern Germany: 1840-1945; Princeton University Press, 1982. Página 658

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

A Crítica de Acusação de Antissemitismo: A legitimidade moral e política de criticar a Judiaria - por Paul Grubach


          Institute for Historical Review


Paul Grubach

                        

I

            Como um distinto erudito, Noam Chomsky, tem notado em todos lugares, mesmo  nas abertas sociedades democráticas como a nossa, a qual carecem de rudes formas de controle ideológicos, que existe ainda um público ortodoxo: um conjunto de suposições, idéias, e doutrinas as quais raramente, se é que isso ocorre, são questionadas[1]. Um aspecto chave desta ortodoxia pública é o tabu psicossocial. Este último pode ser definido como uma aversão emocional privada e um banimento público ligado a certos modos de pensar e levantar críticas públicas.
            Especificamente, se uma crença considerada como um componente da ortodoxia pública é rejeitada, ou mesmo questionada, no público, o infrator é passível de ser rotulado como “mal” e ser sujeitado para o ostracismo social. Existe uma privada, contraparte interna para esta pública inibição se um indivíduo que aceita a rejeição de uma reinante ortodoxia pública, ou questiona privadamente um de seus dogmas, ele irá provavelmente submeter-se a sentimentos de culpa aproximada a um tipo de sagrado temor. Nas palavras de Sigmund Freud, “A violação do tabu, faz do próprio infrator um tabu”[2].
            Exemplos de sociedades com públicas ortodoxias, as quais são por sua vez protegidas por tabus psicossociais, não são difíceis de achar. Por exemplo, considere a situação da Igreja Católica e suas doutrinas na Europa Medieval e durante a era da Inquisição. Questionar as doutrinas teológicas da crença Cristã era risco não somente de ostracismo, mas aprisionamento, tortura e morte. Um exemplo mais contemporâneo é o caso do Marxismo-Leninismo na União Soviética. Cada cidadão soviético está consciente que criticar o partido Comunista ou suas doutrinas ideológicas expõe a pessoa a acusações de “corrupção burguesa”, “calúnia anti-Soviética” e “retrocessiva contrarrevolução” e conseqüente censura e punição. Finalmente, todos os sencientes, obedientes cidadãos americanos sabem que, criticar os judeus como um grupo, cultura judaica, padrões de comportamento judeus, o alegado Holocausto, etc., é participar de um “imoral, racismo antissemita”.  Cuidadosamente nutrido pela mídia pública, o tabu em criticar a judiaria é profundamente alojado na consciência da maioria dos americanos, diretamente influenciando sua aceitação ou rejeição de criticismos[3] das atitudes e comportamentos dos judeus, independente das verdades ou falsidades de tais alegações.
            É verdadeiramente o criticismo de judeus, antissemitismo? E, por implicação, moralmente e politicamente ilegítimo, e consequentemente indigno de um sério exame? Se não, qual é o verdadeiro significado do rótulo “antissemita” aplicado sobre tal criticismo?
            Este artigo é direcionado para aquele que acolhe as seguintes crenças:
            1 – Criticismo de pessoas judias, cultura judia e comportamento, etc., é sinônimo de racismo imoral.
            2 – No melhor dos casos este criticismo é somente tolerável devido a Primeira emenda de proteção da livre expressão, ou, que na pior das hipóteses, devem ser realmente censuradas.
            Podem ser quebradas as correntes psíquicas destes oponentes do tabu-liberdade de expressão.

                        II

            De acordo com a teoria política democrática na qual nossa república é fundada, a fonte última de toda força política reside nas pessoas. Cada cidadão, em um verdadeiro estado democrático, é supostamente dotado de uma igual oportunidade no Estado para o caso de um particular ponto de vista, e para influenciar as decisões dos poderes que governam[4].
            Concomitante para a teoria democrática está o dogma que vários poderes e forças – não necessariamente vinculados, embora elas devam estar com o governo – o qual influencia social, econômica, ou politicamente a direção da sociedade, estão sujeitos ao escrutínio e criticismo pelos cidadãos de uma democracia. De acordo com o historiador Bernard Bailyn, a noção que “preservação da liberdade repousa na habilidade da pessoa para manter efetiva vistoria sobre os possuidores do poder” foi uma das doutrinas políticas sobre o qual a Revolução Americana foi baseada[5]. O poder político e social dever ser vistoriado; de outra maneira, ele torna-se repressivo. Escrutínio[6] público e criticismo são uma efetiva vistoria sobre o poder político e social; imunidade ao criticismo é equivalente ao poder não controlado.
            Certamente, a Primeira Emenda da Constituição garante – entre outras formas de livre expressão – o direito do cidadão de examinar e criticar publicamente as várias forças sociais e políticas que influenciam o destino de nossa nação. Aprovada, a Primeira Emenda não sanciona gritar “fogo” num teatro lotado. Isso certamente acontece, contudo, salvaguardando o criticismo de ideias, teorias, forças ideológicas, e grupos sectários que dirigem o curso sociopolítico da sociedade, independente do fato que o criticismo em questão deve violar a sensibilidade de um poderoso grupo. Qualquer fator – se é um grupo, instituição, corpo de ideias, conjunto de valores culturais, etc. – o qual afeta o sistema social, leis, desenvolvimento histórico e condição política de uma nação democrática, está sujeita ao criticismo público por cidadãos desta democracia.
            Em suma, cidadãos de nossa democracia têm um direito moral e político para publicamente analisar, debater, e criticar os poderes os quais influem a direção sociopolítica da nação. Isso segue, então, que qualquer coisa a qual inibe ou silencia um criticismo público de um poderoso grupo político e social equivale a uma violação do direito básico democrático.
            Considerar o impacto, então, de um tabu psicológico o qual liga nas mentes dos cidadãos um sentido diabólico e de vergonha com negativo criticismo de um poderoso grupo social e político, e fixa um rótulo público de “pessoa má” para qualquer um que critique este mesmo grupo. O tabu em seguida equivale a uma violação do direito do cidadão questionar um grupo o qual tem decidido influenciar sobre a sorte e destino de sua sociedade. Quão muito irá resistir à censura moral por sua própria consciência (um sobrepujante sentido de “eu sou mal”) por pensar “pensamentos heréticos”? Para os pensadores francos não detidos por tal autocensura, quantos irão publicamente vociferar seu criticismo sob tal grupo, se no fim resulta ser pichado como “mal” e exposto a um conseqüente social ostracismo?
            Deixe-me examinar diferentes aspectos da influência social e política judia sobre a cena americana.
1 – Porque votos judeus em desproporcionalmente altos números (diferente de outros grupos étnicos, os quais são sub-representados nas urnas), o voto judaico é um significante fator em muitas eleições. De acordo para o autor de Judeus e Políticas Americanas, Stephen D. Isaacs, o voto Judaico é “... certamente suficiente para ser decisivo em uma eleição apertada, e mesmo mais influente, considerando que estes votos tendem a ser lançados como um bloco e são agrupados em grandes votos-eleitorais estaduais[7]. Consequentemente, o poder de voto judaico não pode ser visto meramente como indivíduos judeus exercendo poder individualmente. Mais, o voto judeu é um tipo de poder político o qual os judeus exercem como um grupo[8].
2 – Judeus são 2 e 1/2 para 3 vezes mais propensos a serem achados no Congresso que os não-judeus, em proporção para o número deles na população geral[9]. Oito membros do Senado e trinta membros da Casa são judeus[10]. Considerando a influência judia nas salas do Congresso e na burocracia governamental, o comentador político e judeu Wolf Blitzer escreveu:
            Ou no Pentágono, ou no Departamento de Estado, ou na Agência de Inteligência Central, ou na Casa Branca, ou no Conselho de Segurança Nacional, ou no Departamento de Justiça, no FBI ou no Congresso, não há falta de judeus trabalhando em cada alta e extremamente importante posição[11].
3 – Aproximadamente 50% das contribuições monetárias do Partido Democrático vêm da comunidade judaica[12]. Existe uma íntima conexão entre contribuições econômicas para um partido político e toda proposta política que o partido irá abraçar. As contribuições judias para o Partido Democrático são grandes o suficiente para permitir uma imensa influência judaica sobre os pilares do sistema político americano. Nas palavras de um estrategista Democrata, “Você não pode esperar ir a nenhum lugar na política nacional, se você é um Democrata, sem dinheiro judeu.[13].
4 – A Esquerda tem exercido uma significante influência sobre a sociedade americana tanto culturalmente como politicamente, e os judeus têm sido sempre a maior força na Esquerda[14]. Conforme um largo estudo da esquerda, “Desde sua criação, americanos de origens judaicas têm sido os principais protagonistas no Partido Comunista[15]. Da Nova Esquerda da década de 1960, o mesmo autor aponta o mesmo sobre os judeus americanos “... forneciam a maioria de seus mais ativos membros e talvez em proporção ainda maior ocupavam as principais posições de direção[16]. Os intelectuais judeus Erich e Rean Jean Isaac eram muito mais contundentes: “Os estudantes [do Novo Movimento de Esquerda] eram na maioria judeus.”[17].
5 – O meio da década de 1970 viu o surgimento de um movimento “neo-conservador”, cujo impacto político, tanto nos Democratas como também nos Republicanos, tem sido profundo. Judeus jogam – e continuam a jogar – função central no “neo-conservadorismo”[18].
6 – O lobby pró-Israel é uma conseqüência da comunidade judaica americana. É um poder político e social, ele habilita influenciar a política externa americana de constante e presente vigilância no Oriente Médio, tem sido amplamente documentado em todos os lugares[19]. Bernard Gwetzman, escrevendo no jornal pró-sionista New York Times, admite:
            Eu não penso que realmente existe qualquer dúvida que Israel tem o mais eficiente, mais influente lobby neste país. A Administração Reagan, por exemplo, nunca faz qualquer movimento no Oriente Médio sem consultar o Comitê de Assuntos Públicos Americano Israelense (American Israel Public Affairs Committee) e o chefe do lobby pró-Israel, além disso, muitos senadores e congressistas rotineiramente procuram o grupo para orientações de assuntos do Oriente Médio[20].
7 – O crime organizado tem feito um indubitável impacto na história social e econômica dos Estados Unidos. De acordo com The Jewish Almanac, em referência a gangsters judeus, “Não seria um exagero dizer que a influência deles no crime organizado nos Estados Unidos durante as décadas de 1920 e 1930 rivalizava, se é que não excedia, a de suas contrapartes italianas[21].
8 – A influência econômica judia nos Estados Unidos é significante – para dizer o mínimo – e não num curto parágrafo de um ensaio poderia-se tratar disso. Para uma discussão da influência judaica no sistema bancário, financeiro, industrial, etc., o leitor é remetido para um apropriado estudo[22].
9 – Um dos instrumentos chaves da influência judaica nos Estados Unidos tem sido a mídia de massa americana e a indústria de publicações de livros. No início de 1936, aproximadamente 50% da mídia que criou tendências e influências (incluindo a indústria de publicações de livros) estava em posse de proprietários judeus[23]. A dominante posse judaica dos estoques gerais da mídia continuam até o presente.
            A maior corrente de estações de rádio na América hoje, Universal Broadcasting, é possuída por um judeu, Howard Warshaw[24]. Um significante número dos mais influentes jornais e periódicos – tais como o New York Times, Washington Post, St. Louis Post Dispatch, TV Guide, New Republic, para nomear apenas uns poucos – são possuídos por indivíduos de antecedentes judaicos[25]. Um dos maiores impérios de comunicação dos Estados Unidos é a cadeia Newhouse de propriedade Judaica. Ela engloba vinte e um jornais diários, cinco revistas, seis estações de televisão, quatro estações de rádio e vinte sistemas de TV a cabo[26].
            Em 1974, um escritor que estudou muito proximamente a influência Judaica sociopolítica nos Estados Unidos descobriu que “... as redes (televisão) são possuídas e dirigidas amplamente por Judeus[27]. Ele subsequentemente adicionou:
            … todas as três redes comerciais cresceram sob trabalho de bilhantes Judeus – A National Broadcasting Company como parte da General David Sarnof's Radio Corporation of America, a Columbia Broadcasting System sob a direção de William S. Paly, e a American Broadcasting System sob Leonard Goldenson, após ela brotar da “Blue Network” da NBC[28].
            Num estudo  publicado em 1973, foi estimado que 58 por cento dos produtores e editores da ABC television eram Judeus[29]. Um estudo de 1971 revelou que aproximadamente metade dos produtores dos shows de televisão do horário nobre eram Judeus[30].
            Num muito recente estudo de Judeus e o cinema Americano, um pesquisador Judeu concluiu: "Judeus tem controle dos meios de (filmes) produção e consequentemente  tem usufruído um protegida imagem de status de minoria na sociedade[31].  Cinquenta por cento das maiores casas publicadoras de livros são propriedades judaicas[32]. Assim, o estabelecimento cultural judaico, através de massiva influência na mídia de massa, é apto a determinar em larga escala o que irá e o que não irá ser publicado, e consegue consequentemente projetar suas crenças étnico-culturais sobre as massas do povo americano.
            É, portanto, justificável concordar com o psicoanalista Ernst Van den Haag, apresentado na The Jewish Mystique: Judeus como um grupo – cultura da diáspora judaica na América – são uma considerável força política e social na sociedade Americana. Eles formam uma elite cultural a qual exerce um impacto decisivo sobre a direção sociopolítica na sociedade Americana. Nas palavras do presidente do Congresso Americano Judaico, Theodore Mann, “Nós (judeus) temos poder político e real, e temos sentido nossa força[33]. Nas palavras de advertência do Marechal Bregar, ex-mediador Judaico da Casa Branca de Reagam, “Nós devemos ser sóbrios e não apenas exaltar todo poder judaico que nós temos[34].
            Para fazer o argumento perfeitamente claro, é elaborado então uma simples forma de silogismo:
            Premissa maior: inerente na teoria política democrática liberal está o direito de cada cidadão publica e privadamente examinar e criticar aqueles poderes os quais influenciam a vida social, política ou econômica da sociedade.
            Premissa menor: a judiaria americana – inclusive seus valores culturais – é um desses poderosos grupos os quais tem um significante impacto sobre a vida política, econômica e social da sociedade democrática.
            Conclusão: portanto, está no direito do cidadão, examinar e criticar a judiaria e sua estrutura de poder sociopolítica.[35]
            Existe, portanto, um direto corolário para este silogismo, a existência do tabu psicossocial  pelo qual “criticismo da judiaria é sinônimo de racismo imoral” é uma violação do direito democrático de questionar qualquer poderoso interesse sociopolítico. Este tabu funciona como uma auto-administrada censura, fazendo a pessoa sentir culpa por pensar criticamente sobre o poder político e social da judiaria, e também sujeita qualquer criticismo público dos judeus para o irrisório rótulo de “racista anti-semita”. Tendo estas ressalvas em mente, quantos muito americanos ousam exercer seu direito de criticar a judiaria americana? Quantos muitos homens de negócios, profissionais, líderes trabalhistas, acadêmicos, intelectuais e políticos irão fechar suas mentes e abdicar da tarefa de seus deveres sobre o feitiço deste tabu, dispensando uma possivelmente verdadeira reivindicação de prestação de satisfações sobre a judiaria, por estarem na “contramão” porque estas reivindicações constituem um criticismo negativo, e sem lisonjas?
            Para tornar os judeus, seus valores culturais, crenças, preconceitos, história, etc., isento do escrutínio crítico, tem tradicionalmente sido utilizada a acusação de antissemitismo como principal expediente. É, como iremos ver, uma arma política intelectual da poderosa estabilização judaica, utilizada para silenciar seus críticos. Num sentido histórico, é a similar acusação de heresia empregada pelos poderosos teocratas de épocas passadas, ou a acusação de calúnia anti-soviética utilizada pelo Partido Comunista na União Soviética de hoje. Em todos estes casos, os poderes entrincheirados empregam tais acusações, cada vez mais emergentes, as quais são intencionadas a aterrorizar, contra as críticas as quais consideram uma ameaça. Por associar um sentido de mal com o criticismo de seu poder ou das doutrinas que eles promovem, estas estabilizações político-culturais protegem o poder deles e suas doutrinas ideológicas do criticismo racional.
            Mesmo contra a reivindicação que judeus como um grupo não tem poder, que somente judeus individuais tem poder[36], o argumento ainda se aplica. Se particulares valores culturais judaicos, costumes, ou equivalentes, estão causando influências políticas ou sociais procedendo de indivíduos judaicos que emanam decisões as quais afetam largamente a sociedade, então é direito do cidadão submeter estes mesmos valores judaicos, crenças, ou características culturais, as quais afetam a sociedade através de decisões de indivíduos Judeus, ao criticismo racional[37].
            A implicação destes argumentos é mesmo maior que elas devem aparecer à primeira vista. Aqui não está se argumentando que o criticismo sobre os judeus deve ser “tolerado” por razões de “liberdade de expressão”, para satisfazer uma questão técnica legal da Primeira Emenda. Mais ainda, dentro de uma sociedade a qual defende uma filosofia democrática, é certamente moralmente correto examinar e aplicar o criticismo em todos os aspectos do poder sociopolítico dos judeus. Conseqüente negativo criticismo sobre os judeus não é imoral por si mesmo. Pelo contrário! É a malha de acusações de antissemitismo, levantada em face de qualquer desafio para a influência e o poder judaico que é imoral.

                        III

            A questão permanece: se o tabu (“criticismo da judiaria é o mal”), e a maneira na qual a acusação de antissemitismo é utilizada é incompatível com princípios democráticos, então por que o  tabu de antissemitismo mantém domínio numa sociedade como a nossa a qual é baseada sobre princípios democráticos? Se nem da razão ou dos princípios da democracia americana, de onde derivam o poder dele para influenciar? Para quais tendências irracionais do homem – já que não é para as faculdades racionais que ele se dirige – ele apela com fins de ser tão efetivo e persuasivo? Para que utilidades ele realmente serve? Para que interesses ou necessidades de quem ele converge?
            A resposta destas questões nós devemos começar do início, com apropriados e definidos termos. De acordo com o American Heritage Dictionary[38] , um “antissemita” é definido como “uma pessoa que é hostil ou prejudicial frente ou contra os judeus”[39]. Numa anterior edição desta publicação, L.A. Rollins aludiu o critério utilizado por muitos judeus e não judeus para determinar quem se encaixa nesta definição[40].  Se um indivíduo faz uma afirmação crítica dos judeus, infere-se que essa pessoa esconde um ódio e preconceito contra os judeus. Este critério, a maneira na qual o antissemitismo é determinado (ou seja, se a afirmação é crítica para os judeus, então o indivíduo que a fez é, portanto, é um antissemita) são firmemente implantados na mente de muitos judeus e gentis[41]. Desnecessário dizer, que esta perspectiva é parte integrante da ortodoxia pública.
            O Sr. Rollins certamente expôs a non sequitur[42] envolvida aqui. Afirmações críticas para os judeus não necessariamente indicam ódio e preconceito diante dos judeus. Certamente, afirmações críticas direcionadas frente aos judeus devem igualmente servir para indicar que o indivíduo que fez tal afirmação esconda em seu interior – mais que ódio e preconceito – um profundo sentimento de humanitarismo.      
            Por exemplo, considere o caso de John Demjanjuk, um americano-ucraniano que foi acusado de crimes de guerra, e destituído de sua cidadania, e mandado para Israel para um julgamento espalhafatoso. Em relação ao caso de Demjanjuk, o Dr. Edward Rubel fez a afirmação: “Grupos de pressão de sionistas judeus em Washington falaram através da OSI[43] pelo Governo dos Estados Unidos”. Como esperado, um membro judeu da ADL[44], Yitzhak Santis, acusou Rubel de “antissemitismo”.[45] Isto é, Santis interpretou a afirmação de Rubel como sendo criticas aos judeus, e consequentemente tem inferido que ele esconde ódio e irracionais crenças sobre os judeus. Mas esta última inferência necessariamente procede? Não necessariamente!
            Na base da afirmação de Rubel, alguém poderia justificadamente fazer exatamente outra inferência. Especificamente, Rubel poderia por sua vez ter uma firme crença na inocência de Demjanjuk, e fora de uma profunda preocupação humanitária da última afirmação embaraçosa, ter falado contra as forças as quais ele sinceramente acredita estar perseguindo Demjanjuk equivocadamente. Em outras palavras, preocupações humanitárias contra Demjanjuk, e não ódio contra os judeus, devem ter levado a Rubel falar criticamente da pressão judaica. Santis, contudo, tem automaticamente entendido uma intenção hostil por na ação de Rubel. (A questão agora permanece: que forças psicossociais têm induzido Santis a considerar tal afirmação hostil? Mais sobre essa questão a diante). Em adição, a afirmação de Rudel – que as funções da OSI funcionam como um braço governamental dos grupos de pressão judaico-sionistas – isso não é um preconceito irracional, mas sim uma perspectiva plausível que é apoiada por evidência[46].
            Mas mesmo se uma afirmação critica em relação aos judeus em que acusador de tais afirmações guarde hostilidades frente aos judeus, as afirmações em questão podem, contudo, serem verdadeiras. Um exemplo irá servir para ilustrar esse ponto.
            Ernest Dube, um professor negro que uma vez enquanto ocupava uma cadeira da Universidade Estadual de Nova Yorque (Stony Brook), ensinou em seus cursos que o sionismo é uma forma de racismo[47]. Um professor israelita em visita, Selwyn K. Troen, acusou Dube de “antissemitismo”, adicionando que a equação de sionismo com racismo é “um slogan praticado pelos antissemitas”[48]. Ao acusar Dube de antissemitismo, precisamente o que quer dizer Troen? Afirmando que Dube é um antissemita, de acordo com a definição do termo cidadão acima, é o mesmo que alegar que ele nutre, profundo e neurótico ódio de judeus. Este ódio de judeus tem feito Dube fazer declarações irracionais, depreciativas e prejudiciais sobre eles (“slogan antissemita”).
            Caso encerrado, fim da história. Dube dever ser descartado como um neurótico obtuso, destituído de seu emprego, também, e suas alegações que sionismo é uma forma de racismo devem ser igualmente descartadas como uma óbvia e falsa afirmação prejudicial[49].
            Aqui nós temos um excelente exemplo de uma mescla da falácia ad hominem[50] e uma falácia de “linguagem emocional”. O fato que o Professor Dube possa ter uma alegada deficiência de caráter – profundo ódio enraizado contra judeus – não interfere na objetiva verdade ou falsidade de seus ensinamentos que o sionismo equivale a racismo. Os traços de caráter de Dube são logicamente irrelevantes para que seus argumentos ou afirmações sobre o sionismo possuam um teor verdadeiro o falso. O fato é: o sionismo pode certamente ser uma forma de racismo, indiferente do ódio ou não que Dubes tenha pessoalmente contra os judeus.
            Em adição, rotular a crença em questão como o “propaganda de antissemitismo” é induzir que seja isso e nada mais. “propaganda de antissemitismo”  é uma frase carregada de emoção contra a afirmação feita, mas isso em nada desaprova a verdade da afirmação. É um artifício de linguagem, cujo efeito desejado é conjurar todo tipo de emoções negativas e respostas associadas com a palavra código “antissemitismo” na mente dos ouvintes, e consequentemente induzir eles a rejeitar mesmo sem investigarem as afirmações de que sionismo equivale a racismo. Nas palavras de quem tem intimidade com a lógica, Alex Michalos, “A falácia da confusão com linguagem emocional é cometida quando, sem aumentar o ponto de vista sob o respaldo das evidências, a visão é feita, mas persuasivamente pelo uso da linguagem emocional[51].
            Tem aqui de fato qualquer evidência oferecida que demonstram que os ensinamentos de Dube são falsos? Nenhuma evidência foi oferecida nas afirmações dos acusadores que desaprovam os ensinamentos de Dube. (Que o sionismo é certamente uma forma de racismo, de acordo com as definições liberal-humanitárias do termo, conforme tem sido convincentemente argumentado por muitos autores)[52].
            O caso Dube exemplifica a exuberante beleza das duas vezes falaciosa função da acusação de antissemitismo. Em uma mão é um argumento ad hominem, atacando os motivos das pessoas ao invés de suas teses. (Sobre condições objetivas, uma afirmada teoria ou fato deve ser examinado independente da atitude ou maquiagem psíquica de quem fez a afirmação). A acusação de antissemitismo certamente funciona como um porrete argumentativo para silenciar todos os críticos dos judeus, do sionismo, e o estado de Israel tem sido notado por indivíduos – incluindo judeus – de vasta persuasão política[53]. Uma clássica tática diversiva, ela desvia a atenção da exame propriamente falando da crítica feita sobre a postura da judiaria, e lança para o ridículo o crítico e seu caráter. 
            Ao invés de oferecer razões ou evidências para refutar as alegações do “antissemita”, a tática coloca um emotivo rótulo (uma palavra código a qual resulta uma reação negativa) nas alegações, e após um passe de mágica, através de um truque de ilógica, as alegações são descartadas.
            Em relação às falácias desta natureza, o lógico Irving Copi colocou: “Como eles são bem sucedidos em ser persuasivos a despeito de sua carência de lógica é em alguns casos explicado por sua expressiva função de evocar atitudes propensas para a causa de aceitação, mais que fornecer bases para a verdade das pretensões que eles levantam[54]. Que muitos intelectuais consumados e experimentados na sutileza da lógica, possam arremessar a racionalidade aos ventos e aceitar completamente tais falácias literalmente é um tributo para o poder psicológico que possuem as acusações de antissemitismo.

                        IV

            É para a essência psicológica da acusação de antissemitismo a qual nossa análise deve agora der direcionada. Especificamente, que atitudes psicológicas faz a acusação evocar um tão potente, coercivo, e persuasivo instrumento nas mentes dos judeus que as empregam e os gentis que são submetidas a ela?
            Primeiro, porque é um rótulo de “antissemita” tal como uma fascinante ameaça, ser grandemente tão temida por qualquer um e todos os críticos sociais dos judeus? De acordo para uma observação antropológica na maioria das sociedades conhecidas pelo homem, existe um estigma vinculado à doença mental[55]. Nossa sociedade é nenhuma exceção para esta regra. E há aqui, na resposta por reflexos, não pensada, subliminar associação do antissemitismo (leia: criticismo dos judeus) com doença psicológica que a acusação de antissemitismo resulta num fascinante poder para intimidar, coagir e silenciar.
            Está firmemente enraizado nos dogmas da psicologia popular (leia-se: ideologia promovida pela mídia), que qualquer um que critique judeus como um grupo, tem um enrustido problema emocional, e este fornece a razão subjacente para seu criticismo. Judeus como um grupo estão presentes como inocentes e impotentes, uma minoria eternamente oprimida, sendo vitimizada: pelos terroristas árabes, antissemitas soviétes, alemães, austríacos, europeus do leste – a lista é infindável. Por esta perspectiva o “racista” crítico de judeus desconta seus próprios intensos problemas psicológicos ao criticar e atacar os impotentes judeus. Desnecessário dizer, qualquer coisa dita por tão confuso indivíduo necessita somente ser descartada.
            De acordo com Paul Findley, um ex-congressista que tratou extensivamente com questões da estabilidade do Oriente Médio, a acusação de antissemitismo “... é uma acusação que traz desdenho e horror sobre todos. Ninguém quer ser acusado de ser um antissemita, e a acusação tem sido desenvolvida dentro do mais odioso ataque que pode ser feito num cidadão americano[56]. Os interesses judaicos, através de sua penetrante influência no pensamento americano, tem, de modo bem sucedido, programado a psique popular conforme segue: criticismo de judeus equivale a ódio contra judeus, o qual equivale por sua vez a doença mental[57]. Aqueles acusados de “antissemitismo são presas de conseqüências da notória repulsa humana, aversão e suspeita reservada para o mentalmente doente. Além do mais, a acusação de antissemitismo serve tanto como espada judaica como escudo judaico. Por um lado, é um ataque ad hominem sobre o caráter do crítico da judiaria.  Deste modo, isso funciona como uma ameaça, utilizada para coagir o crítico ou o potencialmente crítico para que fique em silêncio, e para difamar seu caráter e descartar suas afirmações no caso do crítico ter a coragem de se pronunciar. Consequentemente isso é uma arma ofensiva, uma espada judaica.
            Agora, deixe-nos ver como funciona isso na função de escudo defensivo para o povo judaico. A acusação de anti-semitismo pode prover aos judeus de um isolamento psicológico contra o criticismo negativo, o qual, mesmo embora seja legítimo, é doloroso para a aceitação consciente das devidas constatações. Um judeu pode facilmente varrer o criticismo de alguém que esteja conscientemente tomando parte da questão somente dizendo, “Ele [o crítico da judiaria] é apenas um antissemita. Portanto, o que quer que ele diga sobre os judeus é falso, e não tenho que ouvir o que ele tem a dizer”. Numa palavra, isso é um excelente exemplo de mecanismo de defesa freudiana contra a racionalização.
            Isto pode muito bem ser uma das maiores forças psíquicas atrás desta aparentemente interminável conduta dirigida por certas organizações judaicas para “descobrir antissemitismo” nos críticos do sionismo e outras formas de influência judaica social e política. A acusação de antissemitismo pode consequentemente funcionar como um autoengano para tirar o peso da consciência do povo judeu[58].

                        V

            Deixe-nos rever alguns dos principais pontos deste ensaio. A seguinte programação cultural é a parte chave da ortodoxia do público: na América hoje: a) afirmações críticas contra judeus implicam antipatia frente aos judeus, e b) antipatia frente aos judeus ou organizações judaicas são um sinal de distúrbio psicológico. Anteriormente, nós temos visto que afirmações críticas de judeus não necessariamente levantam de ódio dos judeus. E mesmo se elas derivem de ódio aos judeus isso não tornam as asserções falsas.
            Deixe-nos analisar a validade da crença b. Vamos assumir, para fins de argumento, que um homem tenha hostilidades frente a judeus ou organizações judaicas. A ortodoxia pública, as convenções culturais de nosso tempo, exigem que nós assumamos que esta pessoa é ou mentalmente perturbada ou então é “má”. É isto, necessariamente, verdade? Não é possível que os sentimentos de antipatia frente aos judeus possam ser causados de reações psicológicas normais diante do comportamento coletivo de um largo número de judeus? Considere os seguintes exemplos:
            A direção judaico-israelita dos territórios árabes ocupados por israelitas (Cisjordânia e a Faixa de Gaza) tem sido extremamente opressiva. Os palestinos nativos vivendo lá são submetidos à confiscação de suas terras, discriminação em vasto alcance; tortura e cruel tratamento de palestinos dissidentes; prisão arbitrária e deportação; detenção administrativa por até seis meses  sem julgamento; punição coletiva (a detonação dos quarteirões de família de indivíduos que são meramente suspeitos de uma ofensa); a colocação de arbitrários toques de recolher em cidades inteiras; assassinatos e matança política; violação do direito nativo de privacidade dos palestinos; severa restrição da imprensa, liberdade de expressão, associações e assembleias pacíficas, e movimento dentro dos territórios; e severa restrição na liberdade acadêmica[59]. De acordo com o congressista George Crockett Jr. (D-MI), quem fez uma visita de constatação no Oriente Médio em 1985, ao governo militar israelense nos territórios ocupados é um “instrumento afiado de opressão contra a totalidade das pessoas sujeitadas[60]. O padre Edward Dillon, um freqüente palestrante nas questões relacionadas ao Oriente Médio, resumiu a questão perfeitamente quando ele escreveu: “Palestinos tem tornado-se alienígenas em sua própria terra, sem efetivo recurso contra quase qualquer violação dos básicos direitos humanos[61]. [A brutal repressão dos protestos palestinos demonstrados durante mais de seis meses seguido de dezembro de 1987 tem amplamente corroborado essas declarações – Ed].
            Na visão de que palestinos árabes têm experimentado nas mãos de grupos de israelitas-judeus, e considerando que suas experiências terríveis são os resultados da aplicação política do governo judeu sionista, não é justificado concluir que algum sentimento generalizado de hostilidade que eles possam ter frente aos judeus são, no sentido psicológico, explicável? Não seriam sentimentos similares encontrados num grupo tão oprimido por judeus, ou por outros opressores identificados com um específico grupo? (Uma reação psicológica pode ser explicável, mesmo normal, mas não necessariamente justificável moralmente).
            A Revolução Húngara de 1956 providenciou outro caso nessa questão. A sociedade húngara pós Segunda Guerra Mundial estava sendo muito oprimida, um virtual campo de concentração Stalinista. Pelos idos de 1956 ao menos um quarto da população total tinha sido encarcerada ao menos uma vez, mais frequentemente sob acusações forjadas. Se algum pai de uma pessoa tinha sido um proprietário de terras ou um oficial durante a era Horthy[62], a educação universitária era negada a essa pessoa, as profissões de grau superior lhes eram impedidas, e seu destino parecia selado: executar tarefas servis pelo resto de sua vida. Existiu adicionalmente uma total gama de supressão da religião e liberdade de expressão, tão bem como tortura e execução de dissidentes políticos.
            Conforme o historiador David Irving tem exposto, a liderança do regime Comunista, incluídos os escalões dirigentes da polícia secreta, eram quase totalmente judaicos[63]. Trabalhando nos relatos da CIA, Irving tem demonstrado que a grande maioria daqueles húngaros que pegaram parte da revolução e que subsequentemente foram entrevistados por psicólogos na América, estavam motivados por sentimentos anti-judaicos[64].
            Na visão da opressão que estes húngaros têm experimentado nas mãos do virtual governo totalitário controlado por judeus, pode ser justificado concluir que a hostilidade para com os judeus foi uma resposta psicológica normal – no sentido de que a maioria das pessoas sobre o mesmo conjunto de circunstâncias iria responder quase identicamente – causada por comportamento coletivo opressivo de um grande e influente grupo de judeus húngaros?
            O caso da influência judaica sobre a política externa americana relativa ao Oriente Médio nos providencia outro instrutivo exemplo. Tem sido bem documentado em outras ocasiões que os núcleos sionistas controlam virtualmente a direção geral da política externa americana no Oriente Médio e a manipulação sionista de nosso governo para seus próprios fins é igualmente já tratada em outras ocasiões. Em referência para esta manipulação do governo americano, o Almirante Thomas Moore tem comentado: “Se o povo americano compreendeu que um aperto tem atingido nosso próprio governo, eles levantariam seus braços. Nossos cidadãos não têm qualquer ideia do que está acontecendo”. Em outras palavras, se o povo americano souber que certos judeus sionistas estão manipulando o sistema político americano em detrimento do povo americano, a hostilidade anti-judaísmo iria tornar-se vastamente espalhada – uma igualmente normal resposta das massas para o imoral comportamento de um grande grupo de judeus sionistas.
            Numa edição anterior do The National Jewish Post and Opinion, a colunista judia, Arlene Peck escreveu: “Eu tenho meus próprios sentimentos sobre os alemães e a benevolência não é um deles. Eu viajei para Munique numa breve passagem alguns poucos anos atrás e não poderia mais esperar para sair daquele país… Eu não posso ajudar se eu não sou uma pessoa indulgente[65]. Igualmente óbvio, ela está dizendo-nos que ela porta hostilidade frente aos alemães. Ainda, a ortodoxia pública exige que nós nos simpatizemos com o que ela diz: “Considerando bem a opressão que os judeus sofreram nas mãos dos alemães, é certamente normal e compreensível que o povo judeu seja hostil para com os alemães”.
            Apenas como a hostilidade para com os alemães possa ser uma normal resposta psicológica para o povo judeu sobre certas circunstâncias, também para árabes, húngaros, e americanos a antipatia para com os judeus pode ser uma resposta psicológica normal sobre certas circunstâncias. A equação de todas as hostilidades anti-judaísmo como doença psicológica é falsa. Sentimentos anti-judaicos, muitas vezes, pode ser uma reação psicológica normal – uma reação a qual pode ser induzida na maioria dos humanos dada as circunstâncias – como comportamento coletivo de grandes grupos de judeus. (Por outro lado, a antipatia para os judeus como um grupo pode ser normal, mas não moralmente justificável. Eu não estou sugerindo que as pessoas que sofrem nas mãos dos opressores judaicos devem odiar todos os judeus, mas sim que, considerando a constituição psíquica da humanidade, a hostilidade para com os judeus pode ser uma reação normal, e não uma reação patológica – embora não uma reação ética – conforme forem as condições em questão).

                        Conclusão


            1 – A judiaria é um estabelecido poder social e político nos Estados Unidos. Em concorrência com os princípios democráticos de nossa sociedade, e é moral e politicamente correto oferecer criticismo da judiaria e seus poder político-cultural;
            2 – A potência da acusação de antissemitismo – é a habilidade para silenciar os críticos dos judeus – deriva não da força da razão, mas sim, além disso, deriva, pois, da força de uma irracional, profundamente enraizada, de uma convenção culturalmente específica, uma não refletida associação de um sentimento do mal com o criticismo dos judeus;
            3 – A acusação de anti-semitismo é uma espada e um escudo judaico. Uma espada judaica, é um ataque ad hominem contra qualquer crítico dos judeus. Por focar no caráter do crítico, isso induz as pessoas a rejeitarem as afirmações do crítico sobre o comportamento judaico sem que tenha ocorrido uma justo exame.
            Referente ao escudo judaico, a acusação serve como um mecanismo de defesa psicológica no qual o povo judeu pode isolar-se eles mesmos do criticismo que venha a ser doloroso de admitir conscientemente.
            No sentido político e sociológico, a acusação de antissemitismo é uma poderosa arma para manter o estabelecimento cultural e político judaico, utilizado de maneira não democrática para silenciar seus oponentes e para permitir esta base judaica que está estabelecida operar impunemente. Consequentemente, a acusação de antissemitismo é uma essencial ferramenta do poder e influência judaica;
            4 – Em nossa sociedade quase toda forma de poder social e político, tem que estar aberto a críticas. A burocracia governamental, o” chamado” complexo militar industrial, a CIA, os Grandes Negócios, a Igreja Católica Romana, os fundamentalistas cristãos, as companhias petrolíferas, Ronald Reagan, a Esquerda política, a Direita política: a todos cabem as devidas críticas sinceras.
            Aos americanos são ensinados desde seus berços até suas tumbas que o país deles é a “terra da liberdade”, o “lar da liberdade de expressão”, a nação na qual o cidadão está apto a questionar e desafiar todas as formas de influência social e política. Deixe alguém invocar este direito de liberdade de expressão e engajar o criticismo do poder e influência da judiaria americana, e verá, as convenções culturais exigir de nós a rotulamos ele de “antissemita”.
            Nossa filosofia democrática permite a legitimidade política e moral do criticismo aos judeus como um grupo. Se todas as formas de influência social e política têm de ser toleradas, até mesmo os mencionados críticos em questão, então deixem a crítica da influência judaica falar abertamente. Pelos cânones de nossa sociedade livre, mesmo os judeus devem em última instância se beneficiarem de uma aberta discussão do poder dos judeus na política, economia e cultura na América moderna.

Tradução por Tannhauser
Artigo publicado pela primeira vez neste blog em 03/09/2014

Informação bibliográfica
Autor:
Grubach, Paul
Título:
A Critique of the Charge of anti-Semitism
Fonte:
The Journal for Historical Review (http://www.ihr.org)
Data:
Verão 1988
Volume:
Volume 8 número 2
Localização:
Página 185
ISSN:
0195-6752



Notas:


[1]    Nota do autor: Introdução de Chomsky para Israel's Sacred Terrorism, por Livia Rokach (Belmont, Mass.: Association of Arab-American University Graduates, 1980), p. Xiii.

[2]    Nota do autor: Encyclopaedia Brittanica, 11th ed., s.v. "Taboo," por Northcote W. Thomas, citado em The Basic Writings of Sigmund Freud, 6 bks., traduzido e editado por. Dr. A. A. Brill, The Modern Library (New York Random House, 1938), 5:823.

[3]    Nota do tradutor: Racionalismo que procura determinar os limites da razão humana.

[4]    Nota do autor: The Encyclopaedia of Philosophy, 1967 ed., s.v. "Democracy," by Stanley I. Benn.

[5]    Nota do autor: The Ideological Origins of the American Revolution (Cambridge, Mass.: Belknap Press of Harvard University Press, 1967), p. 65.

[6]    Nota do tradutor: Escrutínio é o ato de abrir a urna numa votação secreta, e de recolher e contar os votos que nela entraram em favor de cada candidato ou lista.

[7]    Nota do autor: Jews and American Politics (Garden City, New York Doubleday & Co., 1974), p. 7.

[8]    Nota do autor: Ver nota de rodapé 33.

[9]    Nota do autor: "Jews in Congress show anti-Semitism reduced," The National Jewish Post and Opinion, Fevereiro 27, 1985, p. 3.

[10]  Nota do autor: Wolf Blitzer, "Jewish political activists delighted at election returns," Cleveland Jewish News, Novembro 14, 1986, p. A-16.

[11]  Nota do autor: Wolf Blitzer,"U.S. sends Jewish envoys to help deal with Israelis," Cleveland Jewish News, 27 Junho 1986.

[12]  Nota do autor: Charlotte Sailkowski,"America's Israel Aid Budget Grows," Christian Science Monitor, 30 Novembro 1983, p. 5.

[13]  Nota do autor: Citado em Paul Findley, They Dare to Speak Out: People and Institutions Confront Ismel's Lobby (Westport, Conn.: Lawrence Hill & Co., 1985), p. 47.

[14]  Nota do autor: Arthur Liebman, Jews and The Left (New York John Wiley and Sons, 1979), p. 1.

[15]  Nota do autor: Stanley Rothman and S. Robert Lichter, Roots of Radicalism: Jews, Christians, and the New Left (New York: Oxford University Press, 1982), p. 98.

[16]  Nota do autor: Ibid., p. 80.

[17]  Nota do autor: Revisão de  Roots of Radicalism, in The American Spectator, vol. 16, no. 5 (Maio 1983), p. 26.

[18]  Nota do autor: Rothman and Lichter, Roots of Radicalism, p. 105.

[19]  Nota do autor: Ver Findley, They Dare To Speak Out; Cheryl Rubenberg,"The Middle East Lobbies," The Link, vol. 17, no. 1 Janeiro-Março 1984); Earl D. Huff,"A Study of a Successful Interest Group: The American Zionist Movement," Western Political Science Quarterly, vol. 25 (Março1972), pp. 109-124; Lee O'Brien, American Jewish Orgaxuzations and Israel (Washington, D.C.: Institute For Palestine Studies, 1986); Alfred M. Lilienthal, The Zionist Connection II: What Price Peace? (New Brunswick, N.J.: North American,1982): Morrell Heald and Lawrence S. Kaplan, Culture and Diplomacy (New York, 1978).

[20]  Nota do autor: Revisão de The American House of Saud: The Secret Petrodollar Connection, by Steven Emerson, 11 July 1985, p. 17.

[21]  Nota do autor:  Richard Siegel and Carl Rheins, comps. and eds., The Jewish Almanac (New York Bantam, 1980), p. 58.

[22]  Nota do autor: Wilmot Robertson, Chapter 15 of The Dispossessed Majority, "The Jews," (Cape Canaveral, Florida Howard Allen, 1981), pp. 152-201.

[23]  Nota do autor: Ver discussões na  reportagem  Jews in America de James J. Martin, de 1936 na Fortune magazine, The Man Who Invented Genocide": The Public Career and Consequences of Raphael Lemkin (Torrance, California Institute for Historical Review, 1984), p. 54.

[24]  Nota do autor: Edwin Black, "Owned by Jews, evangelical radio spreads Gospel," Cleveland Jewish News, Dezembro de 1985, p. 13.

[25]  Nota do autor: Alfred M. Lilienthal, The Zionist Connection II, p. 219.

[26]  Nota do autor:  Richard Siegel and Carl Rheins, The Jewish Almanac, p. 99.

[27]  Nota do autor: Stephen D. Isaacs, Jews and American Politics, p. 46.

[28]  Nota do autor: Ibid., p. 46.

[29]  Nota do autor:  E. J. Epstein, News From Nowhere (New York: Random House, 1973), pp. 222-23, citado por  Stanley Rothman e S. Robert Lichter, Roots of Radicalism, p. 97.

[30]  Nota do autor:  Muriel Cantor, The Hollywood TV Producer (New York Basic Books, 1971), citado por Stanley Rothman e S. Robert Lichter, Roots of Radicalism, p. 97.

[31]  Nota do autor: Particia Erens, The Jew in American Cinema (Bloomington: Indiana University Press, 1984), p. 28.

[32]  Nota do autor: James Yaffe. The American Jews (New York Random House, 1968), p. 225.

[33]  Nota do autor: Cynthia Dettelback, "'Coming of Age' 54th GA Theme," Cleveland Jewish News, 22 Novembro 1985, p. A4.

[34]  Nota do autor: Ibid., p. A4.

[35]  Nota do tradutor: Isso é válido para qualquer nação, incluindo obviamente o Brasil, uma vez que no Brasil também a influência judaica é determinante na formação de opinião pública, na política, na economia e na sociedade de modo geral.

[36]  Nota do autor: Hyman Bookbinder, do Comitê Judaico Americano, uma vez clamou para este efeito, como citado em Stephen D. Isaacs, Jews and American Politics, p. 246.

                 Entre outras coisas, ele disse “... Como poder político judaico – P maiúsculo Partisan Power – existe relativamente pouco organizado poder político judaico.” Baseado sobre evidência apresentada neste ensaio, eu acredito que ele está justificando em rejeitar esta reivindicação como falsa. Judeus como um grupo tem poder político – e muito poder.

[37]  Nota do autor: A visão exposta que difere significantemente da que o Dr. Robert A . Hall Jr.  ("The Persecution of P. G. Wodehouse," The Journal of Historical Review vol. 7, n°. 3, Outono de 1986, p. 345). Falando de P.G. Wodehouse, ele escreveu: “Ele era muito consciente que existiam muitas diferenças individuais entre membros de qualquer grupo para justificar criticismo em massa. Embora existam muitas diferenças entre membros de qualquer grupo cultural, isto ainda não elimina a persistência de padrões gerais de comportamento e pensamento entre indivíduos do grupo, nem as características comuns do grupo como um todo. A historiadora judia, Lucy S. Dawidowicz, tem feito isto claro em The War against the Jews: 1933-1945 (New York Bantam, published by arrangement with Holt, Rhinehart and Winston, 1975), p. 464. Jewish behavior during the crises of WW II), ela observou, estava em grande parte determinado por “ … dominantes valores da tradição judaica, e cultura, e uma caráter modal nacional, e de personalidade. Caráteres nacionais refletem a duradoura influência formativa da cultura e história de um povo. Através do processo de socialização durante o qual os valores do grupo e padrões de comportamento comum para todos os membros são transmitidos pela família e companheiros, as singularidades de cada indivíduo é modificada e temperada por características nacionais”.

[38]  Nota do tradutor: The American Heritage Dictionary of the English Language (AHD) é um dicionário estadunidense de língua inglesa publicado pela Houghton Mifflin.

[39]  Nota do autor: American Heritage Dictionary, (Houghton Mifflin Co., Boston. 1982, 1985), s.v. "anti-Semite."

[40]  Nota do autor: Revisão de Why the Jews? The Reason for Anti-Semitism, por Dennis Prager e Joseph Telushkin, The Journal of Historical Review, vol 5, nos. 2, 3, 4, (Inverno 1984), pp. 375-77.

[41]  Nota do tradutor: O termo gentil (plural = gentis) tem nesse contexto o sentido dos não-judeus.

[42]  Nota do tradutor: Termo em Latim non sequitur que significa literalmente em português: “não se segue” ou “não procede”. No contexto a expressão pode ser entendida como “sem procedência” ou “sem base”.

[43]  Nota do tradutor: Nos Estados Unidos há muitas organizações governamentais que possuem como nomenclatura OSI, provavelmente o caso que o Dr. Edward Rubel se refere ao Office of Special Investigations que é uma unidade dentro do United States Department of Justice (DOJ). Sua função é detectar e investigar indivíduos que participam em atos cometidos, sob patrocínio de autoridades dos Estados (nações), que resultem em violação da lei pública internacional, tal como os crimes contra a humanidade. Não é difícil de perceber que tal órgão governamental é um meio de interferência americana na política externa contra a força de outras nações.

[44]  Nota do tradutor: A  Anti-Defamation League (ADL), ou Liga Anti-Difamação é, conforme anunciada oficialmente, uma organização não governamental (?) com sua sede central nos EUA e fundada em 1913 pela então obscura associação judaica The Independent Order of B'nai B'rith (fundada oficialmente em 1843).

                Sua função, conforme sua própria Carta de Fundação de 1913 é:

                "to stop, by appeals to reason and conscience and, if necessary, by appeals to law, the defamation of the Jewish people. Its ultimate purpose is to secure justice and fair treatment to all citizens alike and to put an end forever to unjust and unfair discrimination against and ridicule of any sect or body of citizens". http://www.adl.org/about.asp. Ou então, traduzindo para o português:

                "Parar, recorrendo à razão e consciência e, se necessário, pelo apelo à lei, a difamação do povo judaico. Seu propósito definitivo é assegurar justiça e tratamento igual para todos os cidadãos  e colocar um fim para sempre nas injustas discriminações e ridicularizações levantadas contra qualquer seita ou grupo de cidadãos”.

                A ADL atua globalmente conforme sua própria descrição:

                Monitors and combats global anti-semitism and extremism and promotes the security and well being of Jewish communities around the world. Provides expertise to governments and non-government institutions worldwide.”. http://www.adl.org/about.asp . Ou em português:

                “Monitora e combate o antissemitismo global e extremismo e promove a segurança e bem estar das comunidades judaicas ao redor do mundo. Fornece especialistas para as instituições governamentais e não governamentais ao redor do mundo”.
               
[45]  Nota do autor: Yitzhak Santis, "Supporters of Demjanjuk seeking to discredit OSI," Cleveland Jewish News, 3 Janeiro de 1986, p. 10.

[46]  Nota do autor: Para uma boa discussão em como alguns Americanos estão sendo colocados na “linha” , ver Peter Carr, Susie Department, Media, KGB Pump U.S. 'Nazimania'," The Spotlight, 2 Março de 1987, p. 31.

[47]  Nota do autor: David Bird, "State U. Professor in a Dispute on Zionism Stand Is Denied Tenure," New York Times, 18 Agosto de 1985.

[48]  Nota do autor: Lee O'Brien, American Jewish Organizations and Israel, p. 219.

[49]  Nota do autor: Dube foi obrigado a  deixar a universidade. Ver nota de rodapé 47.

[50]  Nota do tradutor: Um Argumentum ad hominem (latim, argumento contra a pessoa) é uma falácia, ou erro de raciocínio, identificada quando alguém responde a algum argumento com uma crítica a quem fez o argumento, e não ao argumento em si. Um argumentum ad hominem é uma forte arma retórica, apesar de não possuir bases lógicas.

[51]  Nota do autor: Alex C. Michalos, Improving Your Reasoning (Englewood Cliffs, N.J.: Prentice Halt 1970), p. 78.

[52]  Nota do autor: United Nations, General Assembly, 2400th Reunião Plenária, 10 de Novembro 1975, Resolution 3379 (XXN Determinando que Sionismo é uma forma de Racismo; Sami Hadawi, "Who Are the Palestinians?," The Journal of Historical Review, vol. 4, no. 1, (Primavera 1983), pp. 43-59; Abdeen Jabara, Zionism and Racism, Arab World Issues, Occasional Papers: No. 3 (Detroit Association of Arab-American Graduates, 1976); Louise Cainkar, ed., Separate and Unequal: The Dynamics of South African and Israeli Rule (Chicago: Palestine Human Rights Campaign, 1985); Regina Sharif, Non-Jewish Zionism: Its Roots in Western History (London Zed Press, 1983); David Hirst, The Gun and the Olive Branch: The Roots of Violence in the Middle East (Faber and Faber, 1977; London Futura Publications, a division of MacDonald & Co., 1978); Para uma boa discussão de afinidade ideológica entre Nacional Socialismo e racialismo Sionista ver Francis R. Nicosia, The Third Reich and the Palestine Question (Austin University of Texas Press, 1985), pp. 16-21.

[53]  Nota do autor: Douglas Reed, The Controversy of Zion (Torrance, California Noontide Press, 1985), p. 174; Vladimir Begun, "The Accusation of Anti-Semitism," Sputnik, September 1980, p. 31; Dewey M. Beagle, Prophecy and Prediction (Ann Arbor, Michigan: Pryor Pettengill, 1978), pp. 201-02; Fred Reed,"Intimidating the Press in Israeli Washington Post, 28 de Junho 1982; Charles M. Fischbein,"Money Talks to Media, and Media Controls Information," The Spotlight, 22 de Setembro 1986, p. 19; ver carta do Dr. Alfred M. Lilienthal, reimpressa em Richard V. London, "Author Challenges GOP Lawmaker to Change Attitude on 'USS Liberty'," The Spotlight, 2 de Fevereiro 1987, p. 5; finalmente ver as afirmações do ex Sub-Secretário de Estado George W. Ball, the journalist Harold Piety, and Jewish intellectual Roberta Strauss Feuerlicht in Paul Findley, They Dare to Speak Out, pp. 127, 268, 296.

[54]  Nota do autor: Introduction to Logic, 5th ed. (New York Macmillan, 1978), p. 88.

[55]  Nota do autor: Joseph Julian, Social Problems, 3rd ed. (Englewood Cliffs, N.J.: Prentice Hall, 1980), p. 48.

[56]  Nota do autor: "Congress and the Pro-Israel Lobby (Interview)," Journal of Palestine Studies, vol. xv, no. 1 (Outono 1985), p. 107.

[57]  Nota do autor: Exemplos e evidências que amparem esta afirmação são numerosos, seria impraticável listar todas elas aqui. Contudo, o que segue deve ser suficiente para ilustrar a questão. Em referência para legitimar o criticismo a qual o Liberty Lobby (uma instituição populista radicada em Washington) tem consistentemente avançado através dos anos, Arnold Foster, um oficial muito importante da ADL, tem afirmado o seguinte: “Existe mais que uma ampla base científica… para a não equivocada afirmação que antissemitismo é uma doença e que seus disseminadores são tão perigosos [como] qualquer Febre Tifóide”. Ver Liberty Lobby Conspiracy Against Freedom: A Documentation of One Campaign of the Anti-Defamation League Against Freedom of Speech and Thought in America, ed. Willis A. Carto (Washington, D.C.: Liberty Lobby, 1986), p. 106. Observe como os ideólogos sionistas lidam com as críticas revisionistas do “Holocausto”. Robert Faurisson tem apontado como Elie Wiesel utiliza os seguintes termos – todos os quais conjuram a ideia de doença mental – em referência para os revisionistas: “panfletos indecentes com moralidade de mentes perturbadas”; “Aquelas odiosas e viciosas pessoas”; “isso retira totalmente o  juízo das pessoas”; “toda essa questão surge da loucura.” Ver "Revisionism on Trial: Developments in France, 1979-1983," The Journal of Historical Review, vol. 6, no. 2 (verão 1985), p. 177. L. A. Rollins tem desmascarado outros exemplos do mesmo tipo. Ver "The Holocaust as Sacred Cow," The Journal of Historical Review, vol 4, no. 1 (Primavera 1983), pp. 37-38.

[59]  Nota do autor:  Palestine Human Rights Campaign (U.S.A.) and Committee Confronting the Iron Fist (Jerusalem), Special Report (Chicago Palestine Human Rights Campaign, 1986); Palestine Human Rights Campaign and American-Arab Anti-Discrimination Committee, Report on Israeli Human Rights Practices in the Occupied Territories for 1985 (Chicago: Palestine Human Rights Campaign, n.d.); Washington, D.C.: American-Arab Anti-Discrimination Committee, n.d.); Jan Abu Shakrah, "The Making of a Non-Person," The Link, vol. 19, no. 2, (Maio-Junho 1986); Raja Shehadeh, Occupier's Law: Israel and the West Bank (Washington, DC: Institute for Palestine Studies, 1985); Israel Shahak,"A Summary of the System of Legal Apartheid Which Is in Force in the Occupied Territories," Palestine Human Rights Newsletter vol. VI, no. 4, Julho-Agosto 1986), p.9; "Crockett Assails Repression of Palestinians," Palestine Perspectives, Outubro 1985, p.12.

[60]  Nota do autor: "Crockett Assails Repression of Palestinians," Palestine Perspectives, Outubro 1985, p. 12.

[61]  Nota do autor: Revisão de Occupiers' Law: Israel and the West Bank, by Raja Shehadeh, in "The Making of a Non-Person," The Link, vol. 19, no. 2, (Maio - Junho), p.14. .

[62]  Nota do tradutor: Miklós Horthy de Nagybánya (1868 - 1957) - Foi o líder político da Hungria (entre 1920 até o final de 1944) inclusive quando esta nação fazia parte do Eixo durante a Segunda Guerra Mundial.

[63]  Nota do autor: David Irving,"On Contemporary History and Historiography," The Joumal Historical Review, vol 5, no 2, 3, 4, (Inverno 1984), pp. 265-266; David Irving, Uprising! (London Hodder and Stoughton, 1981); R. V. Burks, The Dynamics of Communism in Eastern Europe (Princeton; Princeton University Press, 1961), p. 163.

[64]  Nota do autor: David Irving, "On Contemporary History and Historiography," p. 266; David Irving, Uprising!, pp. 47-50.

[65]  Nota do autor: "Arlene Gets Serious on Mr. Reagan," The National Jewish Post and Opinion, Maio 1, 1985, p. 9.



Sobre o autor: Paul Grubach, possui bacharel em Ciências-Física, John Carrol University, com especialização em Química.  Possuí também graduação Associate Degree (Faculdade de dois anos de duração) em Artes Liberais, na John Carrol University, com especialização em História. É  membro da Sociedade de História Phi Alpha Theta.
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Veja também:

Perseguição aos que pensam diferente.

Liberdade para a narrativa da História.

Golpe de Estado mundial almejado por Israel.


2 comentários:

  1. Nesta última terça feira, 09/09/2014 foi aprovada uma lei que criminaliza o questionamento do Holocausto na Grécia.

    Fonte: http://www.jta.org/2014/09/10/news-opinion/world/greece-passes-law-banning-holocaust-denial

    Importante destacar a frase procedente da notícia em questão:

    "The Greek Jewish community and international Jewish groups have long pressed the Greek government to take a tougher legislative stance on hate speech."

    "A comunidade judaica grega e grupos judaicos internacionais tem há muito tempo pressionado o governo grego a assumir uma postura legislativa mais dura sobre discurso de ódio."

    Duas considerações:

    1° Quando questionada sobre seu poder mundial, internacional, a judiaria internacional responde que trata-se de implicância ou teoria da conspiração, mas a própria agência judaica de notícias afirma que, neste caso, junto aos grupos locais judeus em território grego, grupos judaicos internacionais pressionaram o governo grego. Mais uma vez então temos um exemplo de poder judaico internacional intervindo numa nação, e inclusive veiculado em mídia judaica.

    2° Apesar do judaísmo conseguir criar mais o poderoso e influente corpo político mundial, não se permite colocar o criticismo da política judaica em pauta, já que é não apenas um elemento de articulação presente na sociedade, como é o mais importante e poderoso elemento político em ação. A conclusão é que na política se pode questionar todos os partidos ou correntes partidárias, menos a corrente partidária judaica.

    Neste artigo abaixo se discorre sobre qual a intenção da censura ao questionamento judaico:

    http://nazismo-verdades-e-mentiras.blogspot.com.br/2014/02/batalha-sionista-na-internet-para.html

    ResponderExcluir
  2. Sei que não é o tópico pra isso, mas mesmo assim envio e sugiro que add e frequente os 2 links abaixo, são muito bons:

    "Governo israelense promove estupro de advogado especializado na causa palestina."
    Fonte: http://electronicintifada.net/blogs/rania-khalek/israeli-government-promotes-rape-advocate-expert-palestinians
    (Este link já foi tentado derrubar por hacker judeus)

    Nos EUA estão tentando aprovar uma lei que considera crime de antissemitismo ou racismo qualquer crítica ou denúncia que se faça contra Israel. Trocando em miúdos, se você sabe de um crime, de um assassinato por exemplo, feito por um judeu ou pelo governo de Israel, e fizer a denúncia, você será preso por racismo.

    Veja aqui:
    http://falastinews.com/2014/11/09/jewish-criminal-protection-bill-stop-it-in-the-senate-now/

    http://falastinews.com/2014/11/09/h-res-707-repeals-the-1st-amendment/

    Repasse, não páre as informações em você. Não temos este direito. A verdade não nos pertence, ela pertence à Humanidade.

    Um grande abraço a todos e obrigado.

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