Sua conscientização política

"Seria uma época de guerras cruéis em que novos césares surgiriam e em que uma elite de homens de aço, que não buscavam ganhos pessoais e felicidade, mas o cumprimento dos deveres para com a comunidade, tomaria o lugar dos democratas e dos humanitários" Hajo Holborn, explicando uma previsão de Oswald Spengler em A History of Modern Germany: 1840-1945; Princeton University Press, 1982. Página 658

terça-feira, 1 de julho de 2014

O vice-Presidente Biden reconhece o ‘imenso’ papel judaico nos meios de comunicação de massa e vida cultural americana - Por Mark Weber


Por Mark Weber
Julho de 2013

Mark Weber


            Em um discurso notável, mas pouco divulgado, o vice-presidente Joe Biden recentemente reconheceu que o “imenso” e “desproporcional” papel judaico nos meios de comunicação de massas e na vida cultural tem sido o fator mais importante em moldar a atitude americana ao longo do século passado, e em conduzir as maiores mudanças culturais e políticas.

            “A herança judaica tem moldado quem nós somos – todos nós – tanto ou mais do que qualquer outro fator nos últimos 223 anos. E isto é um fato.” Disse Biden a um grupo de líderes judeus em 21 de maio de 2013, em Washington, DC. “A verdade é que a herança judaica, cultura judaica, valores judaicos são uma parte tão essencial do que somos que é justo dizer que a herança judaica é a herança americana” acrescentou ele[1].

            “Pense – por trás de tudo isso, eu aposto com você que 85 por cento daquelas mudanças [sócio-políticas], seja em Hollywood ou seja na mídia social, é uma consequência daqueles líderes judeus na indústria. A influência é imensa, a influência é imensa. E, devo acrescentar, é tudo para o bem,” disse ele. “Nós falamos sobre isso em  termos de incríveis realizações e contribuições” de indivíduos judeus, Biden então prosseguiu com o assunto, mas isto é mais profundo do que foi dito “porquê os valores, os valores estão tão profundamente e tão enraizado na cultura americana, em nossa Constituição.”


O atual vice-Presidente dos Estados Unidos da América: Joe Biden.


            Biden fala com a consciência e perspectiva de um experimentado íntimo de Washington. Ele foi um senador dos EUA por 26 anos, manteve importantes cargos no Congresso, e foi duas vezes candidato à presidência dos EUA. Poucos homens têm estado mais profundamente envolvidos na política nacional, ou são mais intimamente familiares com as realidades do poder da vida pública americana.

            Biden passou a falar do papel crucial desempenhado pelos judeus na evolução da jurisprudência americana, e nesse sentido mencionou sete juízes da Suprema Corte: Brandeis, Fortas, Frankfurter, Cardozo, Ginsberg, Breyer e Kagan. “Você não pode falar sobre o reconhecimento de... direitos na Constituição sem olhar para esses incríveis juristas que nós tivemos.”

          

Louis Brandeis (1856 - 1941)

Benjamin Nathan Cardozo (1870 - 1938)
Felix Frankfurter (1882 - 1965)
Arthur Goldberg (1908 - 1990)

Stephen Gerald Breyer (1938 - )
Abraham Fortas (1910 - 1982)
Ruth Bader Ginsburg (1938 - )

Elena Kagan (1960 - )
 Acima os principais juízes judeus da Suprema Corte Americana (são o cume da horda judaica no meio jurídico americano). Muitos deles exerceram seus cargos em momentos de mobilização americana tanto na Primeira Guerra Mundial quanto na Segunda Guerra Mundial. A relevância deste fato é mais impressionante se levarmos em consideração que a população judaica representa aproximadamente somente 2% da população total dos Estados unidos, ou seja, estatisticamente em momentos críticos que decidem qual rumo os Estados Unidos teve de tomar em eventos mundiais no século XX e XXI, para estes cargos fundamentais para o rumo da nação um judeu superou 49 outros americanos não judeus para preencher a vaga, sendo que a vaga é por indicação do Presidente (confirmada posteriormente pelo Senado) sendo que o Presidente é eleito por campanha eleitoral fortemente aportada por dinheiro de organizações judaicas.

   Biden também poderia ter mencionado que dos atuais nove juízes da Suprema Corte Americana, três são judeus, e que estes judeus são vastamente super-representados em outros autos níveis em cargos do governo federal, estadual e municipal. Ele poderia ter mencionado que o dirigente da Federal Reserve, e os prefeitos das três mais populosas cidades da América – Nova Iorque, Los Angeles e Chicago – são judeus.


Michael Bloomberg - Nova Iorque
Emanuel Rahm - Chicago

Eric Garcetti - Los Angeles
Em 2013 a as três principais cidades norte americanas estavam com prefeitos judeus. Considerando a necessidade de apoio midiático e eleitoral necessário dos grupos judaicos para conseguir força nas eleições, podem estes três nomes, que são judeus, não responderem a influência de tais grupos judaicos, com poder internacional e capaz de atuar mundialmente?


          “O povo judeu tem contribuído muito para a América. Nenhum grupo tem tido uma tão descomunal influência per capita,” disse Biden. Mais especificamente, ele citou o papel judaico na formação das atitudes populares e na definição das medidas políticas sobre as relações raciais, o papel da mulher na sociedade, e os “direitos gays.” Ele continuou: “Você não pode falar sobre movimento dos direitos civis neste pais sem falar sobre paladinos da liberdade judaicos e Jack Greenberg... Você não pode falar sobre movimento feminino sem falar sobre Betty Friedan.” Biden também elogiou a “adoção da imigração” pela comunidade judaica.


A judia Betty "Friedan" Goldstein (1921 - 2006)
Talvez o maior nome do feminismo nos EUA

            “Eu acredito que o que afeta os movimentos [sócio-políticos] na América, o que que afeta nossas atitudes na América são a cultura e as artes mais que qualquer coisa mais,” disse Biden. “Não foi alguma coisa que nós [os políticos] legislativamente fizemos,” ele continuou. “Foi ‘Will and Grace’ [assim como os programas de televisão], foi a mídia social. Literalmente. É isso o que mudou a atitude das pessoas. É por isso que eu estava tão certo que a vasta maioria das pessoas abraçariam, e rapidamente abraçaram” o casamento do mesmo sexo.

            Embora a influência judaica tenha sido um importante fato da vida americana por décadas, esta realidade é raramente reconhecida abertamente, especialmente por um proeminente americano não judeu da estatura de Biden. Na sociedade que supostamente se esforça pela “diversidade,” “ação afirmativa” de igualdade, e justiça, o fato que um grupo étnico-religioso que compõe não mais que dois por cento de toda a população e exerce um poder e influência grandemente desproporcional é, ou deveria, ser uma fonte de embaraço. Talvez isto explique porquê as observações excepcionalmente francas de  Biden receberam somente uma escassa cobertura  da imprensa, e levou a quase nenhum comentaria nos principais fluxos midiáticos.

            Para alguns judeus, declarações ousadas do vice-presidente eram realmente preocupantes. Um proeminente jornalista judeu escreveu que, embora possam ser gratificantes as observações muito “filo-semitas” de Biden, um reconhecimento tal de influência judaica está “vagando dentro de um terreno altamente desconfortável.” O vice-presidente foi muito longe, advertiu Jonanthan Chait, especialmente tendo em conta que “muitas pessoas” não estão totalmente felizes sobre como os “judeus têm usado a influência deles sobre a cultura popular para mudar as atitudes da sociedade frente à homossexualidade.[2]

             Conforme Biden mencionou, o papel judaico na formação das atitudes não é de nenhuma maneira um fenômeno recente. Isso foi notado, por exemplo, em 1968 por Walter Kerr, um renomado autor, diretor e crítico teatral vencedor do Prêmio Pulitzer. Escrevendo no New York Times, ele comentou: “O que tem acontecido desde a Segunda Guerra Mundial é que a sensibilidade americana tem se tornado em parte judaica, talvez tão judaica como nenhuma coisa mais... A mente literata americana tem se transformado em alguma medida para pensar judaicamente. Ela tem sido ensinada a isso, e estava pronta para isso. Depois dos novelistas e artistas de entretenimento vieram os críticos, políticos e teólogos judeus. Críticos, políticos e teólogos são por profissão formadores; eles formam os modos de ver[3].”

            “Não faz sentido algum tentar negar a realidade do poder judaico e sua proeminência na cultura popular,” escreveu Michael Medved, um bem conhecido autor judaico e crítico de filmes, em 1996. “Qualquer lista dos mais influentes produtores executivos em cada principal estúdio cinematográfico,” ele disse, “irá produzir uma pesada maioria de reconhecíveis nomes judaicos[4].” Joel Stein, um colunista do Los Angeles Times , escreveu em 2008: “Como um orgulhoso judeu, eu quero que a América saiba de nossas realizações. Sim, nós controlamos Hollywood... eu não me importo se os americanos pensam que nós controlamos os noticiários, Hollywood, Wall Street ou o governo. Eu apenas me importo que nós consigamos os manter controlando eles[5].”

"Os judeus de Hollywood criaram um poderoso grupo de imagens e ideias... tão poderoso que, num sentido, eles colonizaram a imaginação americana... Ultimamente os valores americanos vem a ser definidos pelos filmes que os judeus fizeram." Neil Gabler, An Empire of Their Own. How the Jews invented Hollywood, Crow Publishers, NY, 1988. 

            Enquanto Biden elogiou o papel judaico nos meios de comunicação de massa e na cultura popular como “tudo para o bem,” alguns proeminentes americanos não têm ficado satisfeitos. O Presidente Richard Nixon e o reverendo Billy Graham, o mais conhecido cristão evangélico, falar juntos francamente sobre a posse dos meios de comunicação de massas durante um encontro privado na Casa Branca em 1972. A conversação secreta deles não foi feita pública até 30 anos depois. Durante a conversa Graham disse: “Este estrangulamento tem de ser quebrado ou o país vai para o ralo.” O Presidente respondeu dizendo: “Você acredita nisso?” Graham respondeu: “Sim, senhor.” E Nixon disse: “Oh, menino. Eu também! Eu não posso jamais [publicamente] dizer isso, mas eu acredito nisso[6].”

            Nos Estados Unidos, como em toda sociedade moderna, aqueles que controlam a grande mídia, e especialmente os filmes e a televisão, guiam e formam como as pessoas, e especialmente os mais socialmente e culturalmente sintonizados, pensam sobre as mais importantes questões. Os meios de comunicação de massa, incluindo os de entretenimento popular, colocam limites nas discussões “permitidas” de importantes assuntos e, portanto, orienta a direção geral da política pública. Visões e ideias que aqueles que controlam os meios de comunicação de massa não aprovam são vilipendiados como “ofensivo”, e “separatista”, e são eliminados da consideração pública “aceitável”, enquanto qualquer um que ousa expressar tais visões é transformado envilecido como um fanático, retrógrado e intolerante.

            Um resultado importante da posse judaica da mídia de massa americana é uma larga inclinação pró-Israel na apresentação das notícias, questões atuais e história – uma parcialidade que é evidente para qualquer um que cuidadosamente compare a cobertura dos noticiários de Israel e do conflito Israel-Palestina na mídia americana com cobertura na Europa, Ásia ou América Latina.

            Outra expressão notável do papel judaico nos meios de comunicação de massa tem sido uma rotineiramente representação dos judeus como vítimas, com muita ênfase no “Holocausto” e “memória do Holocausto”, incentivando assim um forte e emocional apoio para Israel[7].”

            Com atenção especial aos medos e preocupações judaicas, a mídia de comunicação de massas destaca os reais e supostos perigos para Israel e os judeus ao redor do mundo. Além disso, os adversários de Israel são rotineiramente retratados como inimigos da América, portanto encorajando guerras americanas contra os países que Israel considera como perigoso[8].

             Outra importante consequência da posse judaica sobre os meios de comunicação de massa e da vida cultural tem sido – conforme o vice-Presidente Biden sugeriu – uma larga e longa promoção por décadas da “diversidade” e “pluralismo” racial e cultural. Líderes judeu-sionistas veem o máximo de “tolerância” e “diversidade” nos Estados Unidos e outras sociedades como benéfica para os interesses da comunidade judaica[9]. “A pluralista sociedade Americana é o coração da segurança judaica,” disse Abrahm Foxman, o diretor nacional da Anti-Defamation League – uma organização líder do judaico-sionismo. “A longo prazo,” ele continua, “o que tem feito a vida judaico americana um experiência positiva única na história da diáspora e na qual tem nos habilitado sermos aliados do Estado de Israel, é a saúde de uma sociedade americana, tolerante, pluralista e inclusiva[10].”

            Filmes americanos e televisão, em colaboração com influentes organizações judaico-sionistas, tem por muitos anos procurado persuadir americanos – especialmente jovens americanos – saudar e abraçar ainda mais “diversidade” social, cultural e racial, e para consideram a si mesmo simplesmente como indivíduos. Enquanto se esforça para depreciar e derrubar a identidade e coesão racial, religiosa, étnica e cultural dos americanos não judeus, os meios de comunicação de massas americanos promovem um nacionalismo tribalista (sionismo) para os judeus, e defendem Israel como um orgulhoso estado étnico-religioso.


Somente Jeffrey Immelt e Rupert Murdoch  não são confirmadamente judeus
A mídia norte americana é essencialmente e quase totalitariamente judaica. Na malha de relações e troca de favores nos meios de influência e poder estariam eles imparciais em relação ao apoio a comunidade judaica americana e mundial? Permitiria esse grupo a propagação no meio midiático de críticas contra eles próprios?

            Sem uma compreensão do papel judaico nos meios de comunicação de massa e na vida cultural americana nos Estados Unidos, as principais tendências sócio-políticas do século passado são todas nada que não seja algo incompreensível. O franco reconhecimento do vice-Presidente Biden desta “imensa” influência é uma bem vinda contribuição para uma maior consciência desta importante realidade da vida americana.

            Tradução por Tannhauser








Sobre o autor:

Mark weber é um historiador americano, escritor, palestrante e analista de questões atuais. Ele estudou história na Universidade de Illinois (Chicago), na Universidade de Munique (Alemanha), e na Portland State University. Ele possui um mestrado em História Europeia da Universidade de Indiana. Desde 1995 ele tem sido diretor do Institute for Historical Review, um centro independente de publicações, educação e pesquisas de interesse público, no sul da Califórnia, que trabalha para promover a paz, compreensão e justiça através de uma maior consciência pública para com o passado.



Notas


[1] Nota do autor:  Jennifer Epstein, “Biden: 'Jewish heritage is American heritage',” Politico, May 21, 2013. (http://www.politico.com/politico44/2013/05/biden-jewish-heritage-is-american-heritage-164525.html); Daniel Halper, “Biden Talks of 'Outsized Influence' of Jews: 'The Influence Is Immense',” The Weekly Standard, May 22, 2013. (http://www.weeklystandard.com/blogs/biden-talks-outsized-influence-jews-influence-immense_728765.html).

[2] Nota do autor: Jonathan Chait, “Biden Praises Jews, Goes Too Far, Accidentally Thrills Anti-Semites,” New York magazine, May 22, 2013. (http://nymag.com/daily/intelligencer/2013/05/biden-praises-jews-goes-too-far.html)

[3] Nota do autor:  Walter Kerr, “Skin Deep is Not Good Enough,” The New York Times, April 14, 1968, pp. D1, D3. Quoted in: Kevin MacDonald, The Culture of Critique (Praeger, 1998), p. 243. See also: Mark Weber, “A Straight Look at the Jewish Lobby” (http://ihr.org/leaflets/jewishlobby.shtml).

[4] Nota do autor: M. Medved, “Is Hollywood Too Jewish?,” Moment, Vol. 21, No. 4 (1996), p. 37.

[5] Nota do autor: J. Stein, “How Jewish Is Hollywood?,” Los Angeles Times, Dec. 19, 2008.
(
http://www.latimes.com/news/opinion/commentary/la-oe-stein19-2008dec19,0,4676183.column). Ver artigo traduzido aqui: http://nazismo-verdades-e-mentiras.blogspot.com.br/2014/02/quem-manda-em-hollywood-vamos-la-por.html

[6] Nota do autor: “Nixon, Billy Graham Make Derogatory Comments About Jews on Tapes,” Chicago Tribune, March 1, 2002 (or Feb. 28, 2002) (http://www.fpp.co.uk/online/02/02/Graham_Nixon.html);
“Billy Graham Apologizes for '72 Remarks,” Associated Press, Los Angeles Times, March 2, 2002. “Graham Regrets Jewish Slur,” BBC News, March 2, 2002. (
http://news.bbc.co.uk/2/hi/americas/1850077.stm) The conversation apparently took place on Feb. 1, 1972.

[7] Nota do autor: 7. M. Weber, “Holocaust Remembrance: What's Behind the Campaign?”
(http://www.ihr.org/leaflets/holocaust_remembrance.shtml).

[8] Nota do autor: 8. M. Weber, “Iraq: A War for Israel.” (http://www.ihr.org/leaflets/iraqwar.shtml);
M. Weber, “Behind the Campaign for War Against Iran” ( 
http://www.ihr.org/other/behindwarcampaign ).

[9] Nota do autor:  Kevin MacDonald, The Culture of Critique. Praeger, 1998 (Softcover edition, 2002). See also: Review by Stanley Hornbeck of The Culture of Critique in the June 1999 issue of American Renaissance. (http://www.csulb.edu/~kmacd/review-AR.html).

[10] Nota do autor: Foxman letter of Nov. 11, 2005. Published in The Jerusalem Post, Nov. 18, 2005. (http://archive.adl.org/media_watch/newspapers/20051111-JPost.htm).



Ver também:



Rabino de suma influência afirma sobre como os judeus devem considerar os não judeushttp://nazismo-verdades-e-mentiras.blogspot.com.br/2013/10/o-extremismo-judeu-por-david-duke.html 

12 comentários:

  1. Eu bem digo, estes judeus. são donos de tudo. Como conseguem????????
    só pode ser porque os outros são burros.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Concordo em parte com o que afirma. E para manter as pessoas ignorantes, é preciso continuar a ser dono de tudo, fazendo a opinião delas, inclusive negando o tempo todo que os judeus são dono de tudo!

      Excluir
    2. Como eles conseguem? A resposta está na Bíblia.

      "Sabemos que somos de Deus e que o mundo todo está sob o poder do Maligno."
      1ª João 5:19

      "Pois, que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?"
      Marcos 8:36

      Excluir
  2. Agora a estratégia da política judaica, a de choramingar que não há nada demais é ridícula, mas funciona para quem é alienado. O judeu Joel Stein foi bem sincero:

    “Como um orgulhoso judeu, eu quero que a América saiba de nossas realizações. Sim, nós controlamos Hollywood... eu não me importo se os americanos pensam que nós controlamos os noticiários, Hollywood, Wall Street ou o governo. Eu apenas me importo que nós consigamos os manter controlando eles.”

    E o homem público da Liga Anti Difamação judaica, Abe Foxman, ainda quer enfiar goela abaixo das pessoas que COMEÇAM a perceber o que realmente acontece que tudo é mero acaso, conforme escreveu o judeu Joel Stein :

    “Esta é uma frase muito perigosa, 'os judeus controlam Hollywood'. O que é verdade é que há um grande número de judeus em Hollywood,” ele disse. Ao invés de “controle,” Foxman prefere que as pessoas digam que muitos executivos na indústria [de Hollywood] “ocorrem de ser judeus,” assim como em “todos os oito maiores estúdios de filmes são mandados por homens que acontece de serem judeus.”

    Ah tá! Acreditar que quase todos postos da maior influência para formar opinião estarem em posso de uma minoria é acaso é o mesmo que afirmar que a mera coincidência transportou casualmente do nada os judeus para tais postos, e uma vez lá ainda administram tais postos com toda imparcialidade.

    Isso é desculpa de fanfarrão.

    Um minuto de comercial de TV é uma fortuna.
    Um nome caluniado na mídia está arruinado.
    Uma pessoa elogiada está à uma passado do sucesso, seja na política ou no entretenimento.

    Dizer que tais postos, da máxima importância na formação de opinião, “ 'ocorrem de ser judeus,' assim como em 'todos os oito maiores estúdios de filmes são mandados por homens que acontece de serem judeus'.” tanto em Hollywood quanto no meio jurídico, quanto no meio financeiro, quanto na mídia é uma explicação totalmente nula, não diz nada, a não ser que as pessoas são proibidas de questionar a influência judaica, bem passada no artigo presente.

    Tenta explicar melhor que o Foxman pois ainda não consigo entender essa situação de "ocorrem de ser judeus."

    ResponderExcluir
  3. A colocação do jornalista Neal Gabler (que é especialista em cultura americana), professor na Universidade Estadual de Nova Iorque, é essencialmente representativa:

    "Os judeus de Hollywood criaram um poderoso grupo de imagens e ideias... tão poderoso que, num sentido, eles colonizaram a imaginação americana... Ultimamente os valores americanos vem a ser definidos pelos filmes que os judeus fizeram." Neil Gabler, An Empire of Their Own. How the Jews invented Hollywood, Crow Publishers, NY, 1988.

    ResponderExcluir
  4. The United States was the only country in the world that voted Wednesday against the United Nations investigating human rights violations in Gaza unleashed by Israel's military assault.

    Os Estados Unidos foi o único país no mundo inteiro que votou quarta-feira contra as investigações das Nações Unidas sobre as violações dos direitos humanos em Gaza desencadeadas pelo ataque militar de Israel.

    http://www.commondreams.org/news/2014/07/24/us-stands-alone-vote-against-un-inquiry-gaza-assault

    Isso condiz perfeitamente com as colocações de Mark Weber com o presente artigo:

    "Um resultado importante da posse judaica da mídia de massa americana é uma larga inclinação pró-Israel na apresentação das notícias, questões atuais e história – uma parcialidade que é evidente para qualquer um que cuidadosamente compare a cobertura dos noticiários de Israel e do conflito Israel-Palestina na mídia americana com cobertura na Europa, Ásia ou América Latina."

    Estados Unidos é escravo do judaísmo!

    ResponderExcluir
  5. Vice Presidente dos EUA diz que herança cultural judaica é herança cultural americana noticia jornal judaico!

    http://www.jta.org/2014/12/16/news-opinion/united-states/biden-on-hanukkah-jewish-heritage-is-american-heritage

    ResponderExcluir
  6. Americana que largou faculdade para ser atriz pornô inspira série de TV

    A série "Law & Order: Special Victims Unit" gravou um episódio baseado na história da americana Miriam Weeks, mais conhecida como a atriz pornô “Belle Knox”, que abandonou a Universidade Duke, na Carolina do Norte (EUA), após ter sua "vida dupla" descoberta.

    No episódio, a personagem Evie Barnes é uma caloura da faculdade, mas que, como Belle Knox, trabalha com o nome de Roxxxanne Demay na indústria de filmes adultos. Evie, no entanto, sofre violência de colegas após eles descobrirem que ela é atriz pornô.
    A história de Belle Knox veio à tona em março deste ano. Na época, ela disse que pretendia pagar o curso universitário com o trabalho como atriz pornô. No entanto, após ser hostilizada por colegas, a jovem decidiu largar a universidade.

    “Pessoas ameaçaram jogar lixo em mim”, disse a americana, apontando que a maioria dos insultos teriam vindo de colegas do sexo feminino. Na época, ela contou que tinha filmado mais de 25 cenas de sexo e estava próxima de conseguir dinheiro pagar todo o curso.

    Fonte: http://g1.globo.com/planeta-bizarro/noticia/2014/11/americana-que-largou-faculdade-para-ser-atriz-porno-inspira-serie-de-tv.html

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Duas observações:

      1ª O criador da série é obviamente um judeu: Richard Anthony "Dick" Wolf.
      ver em http://www.jewishjournal.com/articles/item/a_wolf_among_sheep_19971017/

      2ª Parabéns pelas meninas americanas que repudiaram a pornografia como meio de vida!

      Excluir
  7. Dias antes da votação para expulsar Israel, EUA ordena ataque contra a FIFA:

    http://port.pravda.ru/desporto/31-05-2015/38780-fifa_israel-0/#sthash.6WV6SaGe.xEIwVObm.dpuf

    ResponderExcluir
  8. O judeu Jacob Lew, Secretário de Tesouro dos EUA, está retirando muitos relevantes políticos americanos das notas/moedas dos EUA para substituir por outras personalidades, aplicando premissas do chamado politicamente correto.

    http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2016/04/1763117-mulher-negra-abolicionista-estampara-nota-de-us-20-no-lugar-de-escravocrata.shtml

    O fato é que, independente dos pontos positivos e negativos de Andrew Jackson (7º Presidente dos EUA e o personagem histórico da vez a ser atacado por um judeu), é um judeu que se intromete, mais uma vez, em retirar dos EUA sua identidade.

    ResponderExcluir
  9. Falando em Joe Biden:

    Zionist Vice President Joe Biden: Whites will be a Minority in US by 2017 - and that's a good thing!
    https://www.youtube.com/watch?v=1GPe_8Qxxvo&feature=youtu.be

    Ele dá boas vindas ao fim dos brancos!

    ResponderExcluir

ATENÇÃO QUANTO AO CRITÉRIO DE PUBLICAÇÃO DAS POSTAGENS:

POSTAGENS FORA DO TEMA DO RESPECTIVO ARTIGO NÃO SÃO PUBLICADAS.

POSTAGENS COM INSULTOS POSSIVELMENTE NÃO SERÃO PUBLICADAS.

Deve-se procurar dar seguimento e aprofundamento ao assunto, portanto, postagens cuja argumentação já foi colocada não serão publicadas.