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"Seria uma época de guerras cruéis em que novos césares surgiriam e em que uma elite de homens de aço, que não buscavam ganhos pessoais e felicidade, mas o cumprimento dos deveres para com a comunidade, tomaria o lugar dos democratas e dos humanitários" Hajo Holborn, explicando uma previsão de Oswald Spengler em A History of Modern Germany: 1840-1945; Princeton University Press, 1982. Página 658

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Quem manda em Hollywood? Vamos lá! - Por Joel Stein

 
Quem manda em Hollywood? Vamos lá!

Por Joel Stein


Joel Stein
Eu nunca estive tão chateado por causa de uma pesquisa em minha vida. Somente 22% dos americanos agora acreditam que “a indústria do cinema e da televisão são praticamente dirigidas por judeus,” uma redução de aproximadamente 50% [em comparação com a pesquisa] de 1964. A Anti-Defamation League [ADL], a qual divulgou os resultados da pesquisa no último mês [em 2008], vê nesses números uma vitória contra o estereótipo. Na verdade, isso apenas mostra que a América tem ficado mais estúpida. Judeus mandam totalmente em Hollywood.
Quão profundamente judaica é Hollywood? Quando os chefes do estúdio retiraram um anúncio de página inteira no Los Angeles Times umas poucas semanas atrás para exigir que a Screen Actors Guild [ou seja o SAG, sindicato mais importante de atores nos EUA] resolvessem seu contrato, a carta aberta foi assinada por: Peter Chernin (judeu) prediente da News Corp, Brad Grey (judeu) chairman da Paramont Pictures, Robert Iger (judeu) Co-presidente da Walt Disney, Michael Lynton (surpresa! Judeu holandês) chairman da Sony Pictures, Barry Meyer (judeu) chairman da Warner Bros., Leslie Moonves (tão judeu que seu tio foi o primeiro Primeiro Ministro de Israel) chefe executivo da CBS Corp, Harry Sloan (judeu) chairman da MGM e Jeff Zucker (mega-judeu) chefe executivo da NBC Universal. Se um dos irmãos Weinstein havia assinado, este grupo teria não somente o poder para encerrar toda produção do filme mas formar um minian [grupo de judeus necessário para certas obrigações religiosas] com suficiente água de Fiji [uma marca de água mineral proveniente da Ilha de Fiji no Oceano Pacífico] nas mãos para encher um mikvá [um ritual de imersão em água praticado no judaísmo].
A pessoa com quem eles estavam gritando era o presidente da SAG Alan Rosenberg (dê um palpite [se é judeu também!]). A refutação contundente para o anúncio foi escrita pelo super agente do entretenimento Ari Emanuel (judeu com pais israelenses) no Huffington Post [um portal de notícias que reúne vários blogs], o qual é possuído por Arianna Huffington (não judia e nunca trabalhou em Hollywood).
Os judeus são tão dominantes, que eu tive que vasculhar as negociações para chegar em seis gentios [ou seja, não judeus] nas altas posições das companhias de entretenimento. Quando eu chamei eles para falar sobre o incrível avanço deles, cinco deles recusaram a falar comigo, aparentemente por medo dos judeus mais ofensivos. O sexto, o presidente da AMC [um canal de TV que transmite filmes] Charlie Collier, acabou que era judeu.
Como um orgulhoso judeu, eu quero que a América saiba sobre nossa realização. Sim, nós controlamos Hollywood. Sem nós, você teria de estar nadando entre “The 700 Club” e “Davi e Golias” na TV todo o dia.
Então eu tomei isso para mim mesmo para convencer novamente a América que os judeus mandam em Hollywood através do lançamento de uma campanha de relações públicas, porquê isso é o que nós fazemos melhor. E estou avaliando vários slogans, incluindo: “Hollywood: Mais judaica do que nunca!”; “Hollywood: Do povo que trouxe para você a Bíblia”; e “Hollywood: se você gosta de TV e cinema, então você provavelmente gosta de judeus também.”
Eu liguei para Abe Foxman o presidente da ADL [ver A maçonaria que manda na maçonaria - B'nai B'rith... ] que estava em Santiago, Chile, onde ele disse-me, para meu espanto, que ele não estava caçando nazistas. Ele descartou toda a minha proposição, dizendo que o número de pessoas que acham que os judeus mandam em Hollywood está ainda muito alto. A pesquisa da ADL, ressaltou ele, mostrou que 59% dos americanos acham que os executivos de Hollywood “não compartilham os valores morais e religiosos da maioria dos americanos,” e 43% acham que a indústria do entretenimento está travando uma campanha organizada para “enfraquecer a influência dos valores religiosos neste país.”
Isso é um rumor sinistro, disse Foxman. “Isso significa que eles acham que os judeus se reunem nas manhãs de sexta-feira no Canter's Deli [restaurante frequentado por celebridades e estrelas de cinema que serve refeições judaicas] para decidir o que é melhor para os judeus.” O argumento de Foxman me fez repensar: Eu tenho que comer no Canter's com mais frequência.
“Esta é uma frase muito perigosa, 'os judeus controlam Hollywood'. O que é verdade é que há um grande número de judeus em Hollywood,” ele disse. Ao invés de “controle,” Foxman prefere que as pessoas digam que muitos executivos na indústria [de Hollywood] “ocorrem de ser judeus,” assim como em “todos os oito maiores estúdios de filmes são mandados por homens que acontece de serem judeus.”

 
Abe Foxman quer que o domínio judaico seja visto como coincidência


Mas Foxman disse que ele está orgulhoso das realizações dos judeus americanos. “Eu acho que os judeus são desproporcionalmente representados na indústria criativa. Eles são desproporcionais como advogados e provavelmente como médicos aqui também,” ele disse. Ele argumenta que isto não significa que os judeus fazem filmes pró-judeus mais do que eles fazem cirurgias pró-judeus. Embora outros países, eu tenho noticiado, não são tão grandes na [cirurgia] de circuncisão [tipo de cirurgia realizada tradicionalmente nos judeus].
Eu aprecio as preocupações de Foxman. E talvez minha vida vivida [entre] os ambientes pró-semitas de Nova Jersey – Nova Iorque – Los Angeles tenha me deixado ingênuo. Mas eu não me importo se os americanos acham que nós controlamos os meios de comunicação de massa, Hollywood, Wall Street ou o governo. Eu apenas me importo que nós consigamos manter-nos controlando eles.
Tradução por Tannhauser
As colocações entre colchetes são do tradutor visando uma melhor compreensão do contexto.
Fonte:


Sobre o autor: Joel Stein um jornalista judeu-americano, nascido em 1971, que escreve para o Los Angeles Times e é um contribuidor regular do Time.

Artigo publicado pela primeira vez neste blog em 14/02/2014.
Depois em 22/02/2015.

4 comentários:

  1. A Coréia do Norte que mantém um regime autoritário (isso não é necessariamente bom ou necessariamente ruim, depende de cada regime em particular) é a vítima da vez de Hollywood, pois o país asiático ameaçou Israel em meses recentes devido as agitações da política externa.

    http://g1.globo.com/mundo/noticia/2014/06/coreia-do-norte-critica-comedia-americana-sobre-kim-jong-un.html

    Um filme, "The Interview" está para entrar nos cinemas e é uma sátira (na realidade, difamação deliberada) do ditador coreano Kim Jong-Un.

    É importante considerar que apesar do regime atual coreano ser chamado de Comunista, tudo não passa de rótulo, pois o comunismo que se tornou famoso e realmente perigoso, era de expansão mundial sob o pretexto de unir os proletários do mundo inteiro, e o governo coreano passa longe disso.

    O que realmente incomoda nesse governo é que ele provavelmente não possui judeus em nenhum cargo de importância e, ao que parece, qualquer publicista judeu não encontra nem sequer um milímetro de espaço para formar a opinião das massas coreanas.

    E como regra, ao se tratar de mentiras, manipulação e distorção dos fatos através do cinema, não poderia faltar o judeu do cinema, e nesse filme a lista é bem significativa:

    Os diretores são os judeus:

    Evan Goldberg e Seth Rogen.

    É estrelado pelo judeu James Franco e pela judia Lizzy Caplan.

    E o estúdio que produziu o filme é o Point Grey Pictures (propriedade dos mesmos Evan Goldberg e Seth Rogen. ) e distribuído pela Columbia Pictures, estúdio judaico.

    http://en.wikipedia.org/wiki/The_Interview_(2014_film)

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  2. Who controls your mind?

    Controle judaico dos principais veículos de entretenimento americano, versão 2013:

    http://www.dailystormer.com/who-controls-your-mind/

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  3. Egito e Marrocos têm banido o filme "Êxodus" devido a imprecisões históricas e distorções pró-sionistas:

    http://news.yahoo.com/egypt-axes-exodus-film-citing-historical-mistakes-194046196.html

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  4. O óbvio aconteceu!

    Ida, o filme "holocaustiano", conforme esperado, ganhou a estatueta da academia!

    http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2015/02/1593245-o-grande-hotel-budapeste-e-birdman-lideram-corrida-ao-oscar-veja-os-indicados.shtml

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