Sua conscientização política

"Seria uma época de guerras cruéis em que novos césares surgiriam e em que uma elite de homens de aço, que não buscavam ganhos pessoais e felicidade, mas o cumprimento dos deveres para com a comunidade, tomaria o lugar dos democratas e dos humanitários" Hajo Holborn, explicando uma previsão de Oswald Spengler em A History of Modern Germany: 1840-1945; Princeton University Press, 1982. Página 658

domingo, 19 de fevereiro de 2017

Toda mentira deve ser combatida - por Jürgen Graf


Jürgen Graf
Entrevista com um dos mais importantes autores revisionistas, o suíço Jürgen Graf.

“Para que os povos europeus se tornem minorias em seus próprios países, sua auto-estima deve ser quebrada, seus instintos naturais devem ser destruídos. Em primeira linha isto acontece com a mentira do holocausto, em segunda linha com o culto do complexo de culpa por causa da escravidão, do colonialismo etc.”

A entrevista

1. Sr. Graf, desde vossa última entrevista já decorreu algum tempo, todavia, você alegra regularmente nossos leitores com novos livros e ensaios revisionistas. Junto a temas puramente históricos, você se ocupa também nos últimos anos com estudos sobre o pano de fundo da política mundial. Qual é o tema atual de vosso interesse?

Infelizmente não tenho muito tempo para pesquisar, pois tenho que sustentar minha família através das traduções, as quais consomem boa parte de meu período produtivo. (Eu traduzo diferentes idiomas, principalmente inglês, russo e italiano, livros e artigos para o alemão). No segundo semestre de 2013, se as condições permitirem, eu gostaria de escrever um livro sobre a invasão da Europa pelo terceiro mundo. Esta imigração em massa não é por acaso; ela é controlada por certos círculos que perseguem objetivos bastante concretos. Para que os povos europeus se tornem minorias em seus próprios países, sua auto-estima deve ser quebrada, seus instintos naturais devem ser destruídos. Em primeira linha isto acontece com a mentira do holocausto, em segunda linha com o culto do complexo de culpa por causa da escravidão, do colonialismo etc. Tudo isso eu gostaria de mostrar em meu futuro livro, naturalmente com farta documentação. Aliás, nos EUA, o professor Kevin MacDonald já fez um excelente trabalho em seu primoroso livro “The Culture of Critique”.

2. Em muitos Fóruns e Blogs na Internet, milhares de pesquisadores amadores investigam diariamente de forma crítica não apenas cada aspecto da lenda do holocausto, mas também outras lendas a cerca dos acontecimentos históricos. Na vossa opinião, o que direção deveria ser o ponta pé inicial para a pesquisa revisionista? Com quais temas os revisionistas deveriam se ocupar com mais intensidade?

Se você entende estritamente sob “Revisionismo” o revisionismo do holocausto, eu diria que existe um tema que não foi pesquisado suficientemente pelos revisionistas: a dimensão do fuzilamento de judeus nos territórios soviéticos ocupados. Que houve tais fuzilamentos, é totalmente inquestionável. Mas nós não conhecemos a ordem de grandeza do número de vítimas, pois os documentos existentes, principalmente os relatórios dos Grupos de Ação (Einsatzgruppen), não são confiáveis. Em certos aspectos, eles são refutados por outros documentos; vai contra sua autenticidade ou precisão, o fato de nunca ter sido encontrado uma vala coletiva com o número alegado de vítimas. Uma equipe de revisionistas se ocupará com esta difícil tarefa; os trabalhos já começaram. Por causa da complexidade da questão e da quantidade da matéria a ser analisado, não devemos contar que os resultados das pesquisas estejam disponíveis antes do início de 2015.

Naturalmente se faz necessário isso em outras áreas do que o revisionismo do holocausto, pois “revisão” significa simplesmente “controle”. Que afirmações históricas sejam controladas em torno de sua consistência, é um procedimento totalmente normal. De relevância política temos principalmente o revisionismo do 11 de setembro. Sobre isso já existe uma porção de bons livros e filmes, e não apenas na Rússia, mas também no ocidente um número crescente de pessoas coloca em xeque a versão oficial, segundo a qual o ataque terrorista do 11 de setembro fora cometido por árabes extremistas. Apenas o fato de que, ao final daquele dia, um terceiro arranha-céus também desabou, e ninguém afirma que ele tenha sido atingido por um avião, já é o suficiente para mandar a versão oficial para o mundo da fantasia. Neste reino da fantasia também faz parte a suposta eliminação de Bin Laden. O desvendar desta mentira seria para a principal potência da Nova Ordem Mundial, o inimigo mundial EUA, uma catástrofe de tamanho descomunal, a qual a casta dirigente deste país não poderia sobreviver.

3. Qual parte e expressões de vosso trabalho provocam mais críticas dos oponentes?

No fundo, os anti-revisionistas não abordam os argumentos revisionistas. A única exceção é uma equipe de anti-revisionistas – Jonathan Harrison, Jason Myers, Roberto Mühlenkamp, Sergey Romanov e Nicholas Terry – que em seu Blog “Holocaust Controversies”, escreveram uma minuciosa crítica dos livros revisionistas sobre Berzec, Sobibor e Treblinka (“Belzec, Sobibor. Treblinka: Holocaust Denial and Operation Reinhard. A critique of the falsehoods of Mattogno, Graf and Kues”). Nossa resposta, cuja extensão é duas vezes maior que o ataque, será publicada dentro de um mês. Lá nós estaremos expondo como nossos adversários operam com mentiras e distorções.

4. Qual progresso a pesquisa revisionista alcançou desde a publicação de vosso livro “Mif o Holokostye” (O Mito do Holocausto)?

Os três assuntos mais complexos da questão do holocausto são:

a) Auschwitz

b) Os assim denominados “Campos de extermínio do leste”: Belzec, Majdanek, Sobibor e Treblinka

c) Os fuzilamentos no leste

Desde o aparecimento de meu livro “O Mito do Holocausto” no meio da década de 90, o Revisionismo avançou muito no primeiro tema, Auschwitz, no segundo tema, os alegados “campos de extermínio do leste”, angariou um conhecimento enorme, e no terceiro campo, os fuzilamentos no leste, conferiu apenas um modesto avanço.

A respeito de Auschwitz, podemos salientar o imenso trabalho de pesquisa de Germar Rudolf e Carlo Mattogno, refletido nos inúmeros artigos da coleção “Vierteljahresheften für freie Geschichtsforschung” (Boletim trimestral para a livre pesquisa histórica – NR), assim como em diversos livros, dentre os quais destaca-se, principalmente, o livro de Mattogno “Auschwitz. The Case for Sanity”.

Em relação aos “campos de extermínio do leste”, apareceram desde a publicação do “O Mito do Holocausto” um série de monografias, tanto no idioma alemão quanto em inglês. Eu vou apresentar os títulos em inglês, pois na Rússia atual mais pessoas entendem o inglês do que o alemão:

– Jürgen Graf e Carlo Mattogno, “Concentration Camp Majdanek. A historical and technical Study” (já na terceira edição);

– Carlo Mattogno e Jürgen Graf, “Treblinka – Extermination Camp or Transit Camp?”;

– Carlo Mattogno, “Belzec in Propaganda, Testimonies, Archeological Research and History”;

– Jürgen Graf, Thomas Kues e Carlo Mattogno, “Sobibor. Holocaust Propaganda and Reality”.

Em relação a Belzec e Sobibor, nossa tarefa foi aliviada graças à estupidez de nossos oponentes. O U.S. Holocaust Museum contratou um professor de arqueologia polonês, Andrzej Kola, para realizar escavações e perfurações na área destes alegados campos de extermínio. Embora Kola, que estava consciente da dimensão política de seu trabalho, tenha repetido a cantiga desejada, seus resultados provam que suas investigações, analisadas em nossos livros sobre Belzec e Sobibor, que nestes campos faleceram apenas um pequena fração do alegado número de vítimas. Apesar de todo esforço, Kola não conseguiu encontrar o mínimo vestígio dos “galpões para gaseamento” descritos pelas testemunhas. Sem tais galpões para gaseamento não teria sido possível gasear alguém, seja em Belzec ou ainda em Sobibor.

Quanto à dimensão do fuzilamento de judeus assim como a política alemã em relação aos judeus nos territórios soviéticos ocupados, eu tenho que consolá-lo com o estudo mencionado que será publicado em dois anos. Eu tenho que lhe alertar também que a equipe de pesquisadores revisionistas não irá poder responder a todas as perguntas.

5. Nos últimos tempos, pudemos observar o seguinte desenvolvimento: Os propagandistas do holocausto colocam cada vez menos peso nas desacreditadas câmaras de gás e transferem o ponto principal para o “holocausto do fuzilamento” nos territórios soviéticos ocupados. Nós observamos que nos supostos locais de execução, cada vez mais memoriais brotam do solo, sem incomodar que no local não tenha sido encontrado uma cova coletiva. Para onde foram os cadáveres, caso eles tenham realmente existido?

Em relação às câmaras de gás, a situação dos historiadores ortodoxos é totalmente desesperançosa. Excetuando-se as absurdas testemunhas, eles nada têm onde possam se apoiar, e nós dispomos de uma série de documentos e provas técnicas contra a tese oficial. Torna-se óbvio, portanto, a tentativa do lado oponente em deslocar cada vez o centro das atenções para o fuzilamento no leste. O livro do mentiroso francês Patrick Desbois sobre o “Shoa através de balas” foi bastante anunciado pela mídia. Se os supostos locais indicados por Debois realmente forem de valas coletivas repletas de cadáveres de judeus fuzilados, então deve-se abrir todas estas valas e realizar uma autópsia nos cadáveres. Mas isso não foi feito até o momento. Por quê não?

6. É conhecido que em Babi Jar, em Kiev, tenha acontecido o maior fuzilamento da História, porém, nunca foi encontrado provas técnicas. Em seu livro “A maior mentira do século 20”, você escreve que a pesquisa revisionista apresenta muitas lacunas nesta área. Entrementes tais lacunas já foram preenchidas ou ainda permanecem abertas?

No livro mencionado que planejamos publicar, a questão sobre Babi Jar é abordada naturalmente. Mais eu não posso dizer no momento.

7. Em “O Mito do Holocausto”, você defende a visão de que o mundo mudará radicalmente quando os revisionistas se firmarem com seus argumentos. Você está satisfeito com a velocidade com a qual o revisionismo está se estabelecendo?

Naturalmente eu não posso estar satisfeito com a velocidade, mas os avanços existem de fato. Por toda parte novos revisionistas tomam a palavra. O último exemplo é o jovem judeu britânico Peter Eisen, que defendeu a posição revisionista em seu Blog. Mas eu não acredito que o Holocausto explodirá antes do colapso do sistema financeiro capitalista ou pelo menos que este se enfraqueça substancialmente. Enquanto este sistema ainda existir, a mentira se defenderá com todos os meios, se necessário até com repressão de pensamento. Na Alemanha multiplicam-se os processos contra os revisionistas. Isso demonstra como o outro lado necessita desta mentira aflitamente.

8. Você acredita que a decisão do Tribunal Internacional de Nuremberg será ser refutada cedo ou tarde?

Para uma revisão da decisão de Nuremberg necessita-se de uma mudança política radical, principalmente na Alemanha. Por que as potências vencedoras da Segunda Guerra Mundial deveriam aliviar a Alemanha, se ela própria não quer e se agarra fanaticamente em sua culpa peculiar?

9. Sr. Graf, por causa de seu envolvimento com o revisionismo, você foi obrigado a emigrar de sua pátria. Outros revisionistas foram parar até mesmo na prisão. Algumas pessoas acreditam que a pesquisa dos problemas históricos não merece tal sacrifício e que pouco importa ao mundo atual se a versão oficial do Holocausto está ou não correta. O que você diria a respeito?

Toda mentira deve ser combatida, porque, como disse Jesus Cristo, o diabo é o pai da mentira. Quão maior for a mentira, mais prejudicial ela será para o mundo. A mentira dos campos de extermínio e as câmaras de gás envenenam o mundo desde há mais de seis décadas e meia. Não apenas os alemães, mas para os povos brancos em geral, o desvendar desta mentira se tornou uma questão existencial, pois não se poderá mais combater aqueles que defendem a identidade dos povos brancos e que também são contra a imigração do terceiro mundo, com aquele argumento: “Tal pensamento leva a Auschwitz”.

10. Até mesmo os adeptos da versão oficial do Holocausto admitem às vezes que os revisionistas parecem aos olhos de muitas pessoas como cavaleiros destemidos, que tomaram para si a luta contra o mal. Sr. Graf, pode-se dizer hoje sem exagero que você escreveu seu nome na História e conseguiu mudar radicalmente a visão de muitas pessoas. No território pós-soviético, você é seguramente o pesquisador e historiador mais conhecido nesta área. Isso lhe satisfaz? Você nunca teve o desejo de trocar esta fama por uma vida calma e confortável?

Primeiro, que eu seja o revisionista mais famoso no território pós-soviético, isso em nada muda o fato de que outros pesquisadores, como Faurisson, Rudolf e Mattogno, tenham alcançado muito mais reconhecimento através do revisionismo do que eu.

Segundo, eu ainda tenho alguns projetos – não necessariamente sobre o holocausto, mas sobre outros polêmicos temas políticos.

Terceiro, meus inimigos não iriam me deixar em paz se eu me calasse ou retratasse. Estas pessoas não conhecem perdão ou absolvição. A única coisa que eles respeitam é você se manter firme. Olhe só o que aconteceu com David Irving. Ele não conseguiu enfrentar a pressão e tentou se arrumar com o lobby do holocausto à medida que indicou o número total de vítimas em Treblinka, Belzec e Sobibor em 2,4 milhões, enquanto os historiadores do holocausto se satisfazem com 1,5 milhões. Este salto mortal não ajudou Irving em nada; ele continua a ser caluniado pela mídia como “negador do holocausto”, e é agora desprezado pelos revisionistas. Ele perdeu seus velhos amigos e não ganhou qualquer um novo. Eu não ouso fazer o mesmo.

Fonte: Velesova Sloboda

Altermedia-Deutschland, 18/03/2013.

Fonte em português:


Sobre o autor: Jürgen Graf (1951 – ) nascido na Basiléia, graduou-se em filologia (francês, inglês, línguas escandinavas) e é fluente em muitos idiomas. Há mais de 30 anos trabalha em pesquisador sobre o alegado holocausto, trabalhando em fontes primárias, em material historiográfico nos mais diversos idiomas e em campo. Deu palestras no Institute for Historical Review. Suas pesquisas atraíram a perseguição e censura e hoje vive em Moscou.

Entre suas principais obras estão:

Das Narrenschiff, Presdok, Zürich (1990), (crítica da imigração em massa para a Europa).

Der Holocaust Auf Dem Prüfstand - Augenzeugenberichte versus Naturgesetze. Guideon Burg Verlag (1992). (Traduzido ao castelhano como El Holocausto bajo la lupa; Editorial Revisión (1997) Buenos Aires, Argentina).

Riese auf tönernen Füßen: Raul Hilberg und sein Standardwerk über den "Holocaust". UK. Castle Hull Publishers (1999). (traduzido ao inglês como The Giant With Feet of Clay: Raul Hilberg and his Standard Work on the "Holocaust". Chicago, IL. Theses & Dissertations Press, (2001).

Treblinka: Vernichtungslager oder Durchgangslager? Hastings, Castle Hill Publishers, (2002) (publicado também em inglês como Treblinka: Extermination Camp or Transit Camp? (Holocaust Handbook Series) Hastings, Castle Hill Publishers, (2002).

Concentration Camp Majdanek: A Historical and Technical Study. Theses & Dissertations Press (2004).

Holocaust Revisionism-The Arguments. Historical Review Press   (2007).

Suas obras são atualizadas constantemente para estarem atualizadas o máximo possível em conformidade com os avanços das pesquisas e são publicadas na editora da revista Barnes Review.
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Relacionado, leia também:

Investigações sobre o alegado holocausto

Liberdade para a narrativa da História - por Antonio Caleari

domingo, 12 de fevereiro de 2017

Judeus, comunistas e o ódio genocida nos “Estudos sobre a natureza dos brancos” - Por Andrew Joyce

12/06/2015


         Como uma regra geral, você pode estar toleravelmente certo que qualquer disciplina que contenha a palavra a palavra ‘estudos’ em seu título pode ser imediatamente descartada no nível intelectual como envolvendo muito pouco estudo e grande quantidade de doutrinação esquerdista. A relativamente nova disciplina de ‘Whiteness Studies’ {Estudos da natureza dos brancos}, contudo, é vastamente mais tóxica que a média das efusões contemporâneas do envaidecido corpo acadêmico. Na verdade, suas produções devem ser vistas como nada menos que incitamento ao genocídio de nosso povo. Enquanto muitos grandes pensadores em nossas fileiras exploraram e expuseram as mais subversivas tentativas de moldar as ‘formas de ver’ que continuam a levar nosso povo à extinção, eu entendo que alguma luz deve também ser derramada sobre o ódio desavergonhado, explícito e aberto que fervilha dentro desta disciplina acadêmica. O credo odioso que motiva os ideólogos líderes desta nova disciplina é chocante e, ainda em igual medida, previsível. Atrás de seus fundamentos ideológicos nós encontramos frases, características, padrões e estratégias que são tristemente todas muito familiares para nós. Nós somos forçados a reconhecer uma vez mais impiedosa guerra étnica que está sendo travada sobre nó, e o alistamento de nosso próprio povo em uma cruzada suicida.


O judeu Noel Ignatiev lidera no meio acadêmico o esforço para exterminar a raça branca. Durante anos lecionou em
Harvard, centro acadêmico no EUA, que se tornou um antro de subversão anti-brancos.

         Minha própria odisséia neste odioso miasma começou recentemente quando um amigo me enviou um link para a versão online do ‘Whiteness Studies’ {Estudos da natureza dos brancos} do Journal Race Traitor. O jornal, que anteriormente se jactava do slogan “Traição a natureza dos brancos é lealdade à Humanidade’, foi fundada em forma impressa em 1992 pelo acadêmico judeu Noel Ignatiev. Ambos Ignatiev e Race Traitor tinham sido mencionados anteriormente em The Occidental Observer por Kevin MacDonald. Conforme MacDonald observou em 2008, Ignatiev somente disfarçou muito pouco o ódio irrestrito que sua ‘disciplina’ incita contra os brancos e a cultura destes:
Ignatiev et. al. têm desenvolvido um história que é da seguinte forma: Um bando de pessoas muito ruins se reuniram e criaram uma categoria chamada “branca” para a qual eles pertencem mas pessoas com pele diferente não pertencem. Então eles fizeram leis que favoreceram pessoas na categoria branca, eles fizeram conluio com outros brancos para dominar o processo econômico e político, e eles inventaram teorias sem base científica na qual os brancos tinham suas raízes em diferenças biológicas reais. Todos o material escrito de Ignatiev que nós temos visto carregam a mesma estranha mensagem com o mesmo texto extremo... Ignatiev escreve sombriamente e dramaticamente sobre a “abolição da raça branca,” “genocídio dos brancos,” etc. Quando pressionado, ele enfatiza que o que ele não quer dizer realmente em matar as pessoas que chamam a elas mesmas de branca. Ele somente quer destruir o conceito de natureza dos brancos {whitness}. Então ele está fora do contexto, certo?
            Não muito. Ignatiev está realmente apenas jogando um jogo de isca e dissimulação. Enquanto plenamente sintonizado a sua própria identidade judaica, ele ostensivamente segue a linha do politicamente correto que “raças” são somente “construções sociais”. Quando pressionado, ele alega ser pouco mais que um igualitário extremo, contra todas hierarquias sociais mas especialmente aquela na qual na qual ele imagina os brancos estarem no topo. Com a verdadeira natureza da cruzada anti-branco assim escondida, Ignatiev e seus protegidos têm sido capazes de aumentarem seus discípulos, e incitar ódio contra os brancos sem ser acusado de fazer isso. O ódio deles assume uma legitimidade superficial porque o os odiados “brancos” são apenas uma “construção social.” Então eles estão buscando ‘matar’ uma construção, não um povo. A linha partidária, portanto, é que ela é em tudo em fazer os brancos pararem de pensarem que eles são brancos – para o próprio bem deles naturalmente. Assim enquanto os estudos sobre os negros, estudos sobre as mulheres, estudos sobre os mexicanos etc. direcionam todos a desenvolver e nutrir suas respectivas identidades e agendas sociais, os ‘estudos sobre a natureza dos brancos’ direcionam a extinguir completamente qualquer sentido de identidade e consciência dos interesses de grupo.

            Visto no contexto de competição étnica, e educação e cultura como armas neste batalha, é claro que existe nada remotamente benigno em despojar os brancos de sua consciência étnica e identidade. Conforme Kevin MacDonald comentou:
Note que se Ignatiev fosse sinceramente oposto a à competição étnica, ele teria criticado todos os tipos de povos e indivíduos ao redor do mundo que pensam deles mesmos como pertencendo a uma categoria racial/étnica. Afinal, o que resta quando não existe mais a categoria da natureza branca? Existirão ainda povos com pele branca que podem traçar a ancestralidade genética deles à Europa, mas que têm perdido todo o sentido de pertencer a uma categoria racial. E existirá ainda povos que classificam-se eles mesmos como judeus e negros e asiáticos e várias subdivisões de asiáticos. Estes povos irão continuarão atuar na base desta identidade. Somente brancos serão deixados sem uma identidade e, portanto sem armas na luta racial/étnica... Quando somente brancos estão deixados sem uma identidade e, portanto, sem armas na luta racial/étnica, não é preciso muita imaginação para supor que o real genocídio dos brancos é o próximo passo.
            Enquanto Ignatiev e Race Traitor são importantes e visíveis pedras angulares dos contemporâneos esforços para destruir a identidade branca, e com isso nossa viabilidade genética, neste artigo eu quero ainda contextualizar estes esforços bem como explorar algumas das mais amplas implicações e ramificações dos indivíduos chave e os trabalhos deles.


Theodore W. Allen. Cercou-se de judeus,
tornou-se comunista e passou a se
  empenhar e destruir a raça branca
            Um dos textos seminais da turminha dos ‘estudos da natureza branca’ é The Invention of the White Race, em dois volumes (1994 & 1997) de Ted Allen. Allen (1919 – 2005) impactou-me como um profundamente estranho personagem que circulou em um ambiente pesadamente judeu ao longo de sua vida. Allen nasceu em uma família de classe média em Indianápolis, Indiana. Em 1929 a família moveu-se para Huntington, Virgínia Ocidental, onde ele posteriormente alegou ter sido “proletarizado pela Grande Depressão.” Ele tinha se juntado ao densamente judeu Partido Comunista nos anos da década de 1930 e, depois mudando para Nova Iorque em 1948, ele deu aulas em economia na Jefferson School, do Partido, na Union Square in Manhattan (1949 – 56). No fim dos anos da década de 1950 o Partido Comunista caiu sob o escrutínio do governo e desembocou em luta interna, levando Allen a deixar o Partido a fim de ajudar a estabelecer uma nova organização, a Provisional Organizing Committee to Reconstitute the Communist Party (POC). Após estadias na Inglaterra e Irlanda depois da morte de sua esposa, Allen retornou para o Brooklyn nos anos da década de 1960.

            Baseando-se nas teorias de W. E. B. Du Bois em Black Reconstruction (1935) sobre a alegada ‘perseguição racial,’ na América e pesadamente influenciado por amigos íntimos judeus como Noel Ignatin (mais tarde Ignatiev), Allen começou a trabalhar em um estudo histórico de três crises na história dos Estados Unidos na qual ele percebeu haver confrontação geral entre as forças do capital e aquelas de baixo – a crise da Guerra Civil e Reconstrução, a Revolta Populista dos anos da década de 1890, e a Grande Depressão dos anos da década de 1930. Seu trabalho focou no papel da teoria e prática do que ele percebeu como “supremacia branca” em formar aqueles resultados. Juntos, Ignatiev e Allen forneceram a cópia para um influente panfleto dos anos 70 contendo ambos “White Blindspot,” sob o nome de Ignatiev, e “Can White Radicals Be Radicalized”, artigo de Allen.

            Eu penso que isso fala claramente sobre o próprio sentido confuso de Allen de identidade racial que ele publicou, sua própria contribuição, no panfleto sob o decididamente característico pseudônimo judaico J. H. Kagin. O pseudônimo judaico foi apropriado para um indivíduo que através de sua vida aparentemente esforçou-se pela judeidade, e tanto na aniquilação como no ódio a sua própria identidade branca, e em sua perpétua associação com judeus e os interesses destes. Quando ele finalmente publicou The Invention of White Race no início dos anos da década de 1990. Allen contribuiu significantemente à causa de Ignatiev ao desafiar as definições fenotípicas de raça, desafiando argumentos que racismo é uma característica inata da natureza humana, e em negar a idéia que a classe trabalhadora branca beneficia-se de um sentido de consciência e identidade racial. Allen morreu na pobreza em Crown Heights, Brooklyn, onde ele viveu por mais de quarenta anos. Seu último trabalho, pode ser adicionado, era bastante adequado. Ele ensinou matemática na ultra-ortodoxa Yeshiva {uma escola judaica} Crown Heights.


Alexander Saxton. Adentrou no
comunismo e passou a atacar a
legítima identidade americana
            Outra figura importante no desenvolvimento dos estudos da natureza dos brancos foi Alexander Saxton (1919 – 2012). Saxton, como Allen, veio de uma família de classe média, mas acarinhou os sonhos de uma vida como um guerreio de classe. Seu pai foi o editor-chefe da Harper & Brothers, a companhia que publicou primeiro Edna St. Vincent Millay, Aldous e Julian Huxley, J. B. Priestley, e Thornton Wilder. Sua mãe ensinou literatura numa escola privada para garotas em Manhattan. Também como Allen, ele posteriormente alegou ter sido “radicalizado pela Grande Depressão.” Saxton entrou em Harvard em 1936, mas abandonou seu primeiro ano para se tornar um operário em Chicago. Um trabalho seis dias por semana ao pagamento de 25 centavos por hora levou o reitor de Harvard a sugerir que seus pais dessem a ele ajuda psiquiátrica. Saxton logo juntou-se ao Partido Comunista, finalmente conseguindo seu grau de bacharel na Universidade de Chicago. Sua filiação no Partido Comunista, bem como sua produção de uma número de novelas duvidosas começando no fim dos anos da década de 1940, levou a uma audiência perante a House Un-American Activities Committee no meio dos anos da década de 1950. Depois de décadas escrevendo artigos sobre ‘supremacia branca’ um decrépito Saxton publicou The Rise and Fall of He White Republic em 2003, onde ele argumentou que o ‘racismo branco’ era central na política e cultura americana. Mais tarde tornou-se um texto-chave sobre os ‘estudos da natureza dos brancos’. Saxton atirou em si mesmo em seu lar em 2012.
Ruth Frankenberg. Judia, torna-se feminista,
depois lésbica, e adentra círculos frequentados
 por ativistas de origem judaica, e passa a
 militar contra a raça branca.

            Uma figura mais jovem no desenvolvimento dos ‘estudos da natureza dos brancos’ foi Ryth Frankenberg (1958 – 2007). Frankenberg nasceu na Inglaterra de um pai judeu e uma mãe inglesa, ambos ardentes esquerdistas. Depois que seus pais se divorciaram, Frankenberg foi criada principalmente pelo pai dela antes de mudar-se para a Califórnia no fim dos anos da década de 1970, com a idade de 21. Através dos anos da década de 1970 ela própria tinha devotado-se como uma ‘feminista socialista’ (nunca como judia!) para se opor ao National Front, um movimento anti-imigração que estava ganhando força na Inglaterra desde o meio dos anos da década de 1960. Depois de chegar na Califórnia, e declarando-se ela mesma uma lésbica, Frankenberg começou trabalhar intimamente como Erica ‘Ricky’ Sherover-Marcuse e Terry Berman. Em A Promise and a Way of Life: White Antiracist Activism, o autor Becky Thompson escreve que “De Ricky Marcuse e Terry Berman, ambos consultores e professores anti-racistas, Ruth aprendeu que o trabalho anti-racista para os povos brancos requerem ‘fazer o trabalho a partir de um lugar de amor próprio’”.[1] Existe um número de problemas com a ingênua afirmação de Thompson. Primeiramente, ambos Marcuse e Berman não são brancas, mas eram, ao invés, judias fortemente identificadas. De fato, Marcuse era a viúva de Herbert Marcuse da notória Escola da Frankfurt. Segundamente, como o trabalho contra os brancos feito de modo pioneiro pelo marido dela, o trabalho de Ricky pode bem ter sido motivado pelo amor próprio para a extensão do que ela amava, e identificava-se, seu judaísmo, mas não havia amor pelos brancos.
A também judia "Ricky" Marcuse, compartilhou
com o então marido, o judeu Herbert Marcuse, o
ódio contra os brancos. Ainda teve em seu
currículo serviços prestados em Israel.
            Marcuse estava suficientemente em sintonia com sua própria identidade judaica para trabalhar em um kibbutz de 1959 – 1960/61, onde ela apreendeu hebraico. Ela trabalhou com Herbert Marcuse na Universidade da Califórnia de San Diego na década de 1970, e após a segunda esposa de Herbet, Inge Neumann, morrer em 1972, Ricky e Herbert se casaram em 21 de junho de 1976. Depois que Herbert morreu, Marcuse continuou produzindo uma grande número de escritos os quais simultaneamente atuavam contra a identidade branca enquanto impulsionavam os interesses judaicos. Estes escritos passariam a formar o leito de sementes para o desenvolvimento dos ‘estudo sobre a natureza dos brancos.’ Por exemplo, em seu artigo ‘Working Assumptions For White Activists On Eliminating Racism: Guidelines For Recruting Other Whites As Allies,’ {Pressupostos de trabalho para ativistas brancos para eliminar o racismo: diretrizes para recrutar outros brancos como aliados} Marcuse escreveu que os ativistas deveriam:
Suponha que todos os brancos tenham sofrido alguma variedade de sistemático condicionamento ou ‘treinamento’ para assumir o ‘papel opressor’ em relação aos povos de cor. Algumas vezes este treinamento tem sido participar em atos de violência, ou juntar-se em insultos raciais ou piadas; algumas vezes este treinamento tem sido manter silêncio em face da injustiça. Algumas vezes este treinamento tem sido para ser ‘extra agradável’ frente às pessoas de cor.
            Enquanto todos os brancos devem parecer como opressores ‘treinados’, os judeus eram sempre representados por Marcuse como a vítima em quintessência. Os judeus eram para ter todos os direitos em identificarem-se como judeus que ‘os opressores brancos’ eram para serem negados como brancos. Em ‘A Working Perspective on Jewish Liberation,’ Marcuse escreveu:
A opressão judaica é real; ela afeta a vida de todo judeu. Como um povo e como indivíduos os judeus têm sido os alvos de maus tratos sistemáticos e a atitudes anti-judaicas... Todo judeu tem e é intitulado a ter um único (alto-definido) relacionamento para com as tradições judaicas, cultura judaica, práticas religiosas judaicas, história judaica, e para com o estado de Israel.
            Antes de morrer em 1988, Marcuse devotou muito de tempo dela a propulsionar a ideologia dela através de suas oficinas de ‘desaprender o racismo’, e doutrinando jovens brancos em apoiar o multiculturalismo através de seu grupo ‘New Bridges’ baseado em Oakland. Ela também investiu muito tempo em pupilas dos ‘estudos sobre a natureza dos brancos’ como Ryth Frabkenberg, antes de morrer de câncer na idade de 50 anos em 1988.

            Tomando a deixa de Ignatiev, Marcuse, Berman, e os White Communists, Frankenberg publicou White Woman, Race Matters: The Social Construction of Whiteness em 1993. Frankenberg baseou o ‘estudo’ dela no dogma da disciplina, o qual orbita ao redor da crença de que raça é nada mais que uma construção histórica e política, e um fluido social. Ela argumenta que enquanto os brancos podem negar que eles são ‘racistas’, eles não podem negar que eles são brancos. Frankenberg prosseguiu a argumentar que os brancos são implicitamente racistas em virtude da posição ‘dominante’ deles na sociedade ocidental, e afirmou que nós devemos ‘refletir criticamente’ sobre esta posição social de dominância que o povo branco ocupa em nossa sociedade. ‘Estudos sobre a natureza dos brancos’ para Frankeberg, como para os predecessores dela, nada mais era que uma exercício em convencer os brancos que eles são opressores, querendo eles ou não, e se eles tinham realmente participado pessoalmente em alguma opressão ou não.

            Foi esta coleção de doentes e ativistas que produziram e disseminaram o meme cultural do ‘privilégio branco’.

            Frankernberg, como Allen, Saxton, e Marcuse, encontrou um fim menos que agradável quando ela morreu de câncer de pulmão em 2007 na idade de 49. Mas até aquele momento o movimento intelectual tinha sido gerado de modo a sobreviver sem seus arquitetos chefes. Os ‘estudos sobre a natureza dos brancos’ começou a crescer ao redor de 2002 quando muitos acadêmicos de esquerda, que se auto-odiavam, e judeus previamente envolvidos em atacar vicariamente os brancos via histórias difamatórias e escandalosas de escravidão começaram a notar novas oportunidades e fluíram para o novo campo. Um foi o ‘especialista’ judeu em escravidão Peter Kolchin, que escreveu em 2002 um artigo no Journal of American History que:
Subitamente os estudos da natureza dos brancos estão em todo lugar. A rápida proliferação de um gênero que parece ter surgido de nenhum lugar é por pouco tempo espantoso: uma pesquisa recente sobre palavra-chave feita no catálogo eletrônico da biblioteca de minha universidade resultou em cinqüenta e um livros contendo a palavra ‘whiteness’ {natureza dos brancos}em seus títulos, quase todos publicados na década passada, e a maioria publicado nos últimos cinco anos... Embora o termo ‘whiteness studies’ {estudo da natureza dos brancos} possa a primeira vista sugerir trabalhos que promovam a identidade branca ou constituam parte de uma forte reação contra o multiculturalismo e o ‘politicamente correto’, virtualmente em todos os estudos sobre a natureza dos brancos os autores buscam confrontar o privilégio branco – isto é, racismo, e virtualmente todos se identificam em algum nível com a esquerda política. A maioria deles vê uma íntima ligação entre seus esforços acadêmicos e o objetivo de criar uma ordem social mais humana.
            Naturalmente, o novo gênero não tinha “saído do nada,” como Kolchin sugeriu. Ambos o próprio gênero, e vários de seus maiores arquitetos e autores, tinham verificáveis ligações para tanto com o comunismo e a Escola de Frankfurt – Marcuse sendo a própria personificação de tal linhagem. E como a Escola de Frankfurt, a ideologia do grupo é construída mais ou menos explicitamente sobre a idéia que uma ‘ordem social humana’ pode ser somente alcançada através da total aniquilação da natureza dos brancos.

            A perseguição aberta dos ‘estudos da natureza dos brancos’ deve ser percebida como nada menos que um ato de extrema, e ainda violenta, agressão contra a raça branca. Eu estou lembrando de uma particularmente pertinente seção de The Lighting and the Sun de Savitri Devi. Devi escreveu que a visão de mundo materialista de violência permitiu que tremendos atos de agressão deslizassem sem contestação. Ela observou:
Perseguição não clara, lenta, e ainda implacável, tanto econômica como cultural: a sistemática supressão de todas as possibilidades para vencidos, sem ‘mostrar’ o impiedoso ‘condicionamento’ das crianças, tanto mais horrível é quanto mais impessoal, mais indireto, mais exteriormente ‘gentil’ é a astuta difusão de mentiras que matam a alma; violência sob o disfarce de não-violência.
            Os programas ‘educacionais’ da ADL[2], a obliteração de nossas fronteiras nacionais, o assassinato de nossa identidade racial, e o lento genocídio de nosso povo sendo realizado sem balas, bombas ou lâminas. Mas isto é, e será, tremendamente violento em suas implicações. Os estudos sobre a natureza dos brancos não são parte de uma disciplina acadêmica em qualquer sentido deste termo. Este gênero é um ato de agressão inter-étnica.

Conclusão

            Hoje, uma rápida busca na amazon.com revela mais de seiscentos resultados para livros com “whiteness” em seu título. Judeus estão fortemente representado em ambos termos numéricos e no sentido que a contribuição deles parecem ainda mais venenosas que a média. Tomemos, por exemplo, The Possessive Investiment in Whiteness: How White People Profit from Identity Politics (2006) de George Lipsitz, no qual o autor oferece “um olhar não hesitante sobre a supremacia branca... {a natureza dos brancos é uma vantagem estruturada que produz ganhos injustos e recompensas não merecidas para os brancos enquanto impõe impedimentos para a acumulação de ativos, emprego, moradia, e cuidados da saúde para membros de grupos raciais prejudicados.” Embora os judeus continuem a ser proeminentes, continua a ser uma dolorosa realidade que jovens acadêmicos brancos continuem a reunirem-se em um movimento voltado à destruição de seu próprio povo.

            Um fator maior que facilita este comportamento etnicamente suicida é a dominação judaica contínua da academia e a constante mutação do que pode ser denominado vagamente como ideologias da ‘Escola de Frankfurt’ em movimentos intelectuais superficialmente novos. Existe realmente nada de novo nisto tudo sobre ‘estudos da natureza dos brancos’. Ele é simplesmente o último disfarce da crítica radical da cultura branca, toda lógica talmudista sobre ‘raça como um construto’ à parte, a ativa promoção do genocídio branco. A hipocrisia dos arquitetos judeus do ‘estudo sobre a natureza dos brancos’ é auto-evidente – deixa claro na total falta de identificação deles com os brancos, e a muito forte identificação deles com grupos de interesse e cultura judaica. É trágico, criminoso, de fato, que esta corrupta cabala de ativistas étnicos e disfuncionais comunistas que querem ser judeus tenha seqüestrado posições na faculdade, tenha obtido acesso a elite das editoras, e com isso, significante poder e influência sobre a cultura.

            O segundo fator em jogo no sucesso dos ‘estudos sobre a natureza dos brancos’ é o problema atual da patologia branco. Um lado da patologia branca é o altruísmo frente a outras raças. O lado ainda mais insidioso é a tendência frente ao auto-ódio. Em meu último artigo[3] sobre este assunto eu escrevi que:
Este auto-ódio pode ser relativamente dormente, na medida que ele é freqüentemente subconsciente, mas irá ao pico quando a mídia ou outra influência cultural descobrir uma questão adequada e construir uma falsa narrativa ao redor dela. Quando a falsa narrativa chega à popularidade máxima, repleta de gatilhos morais emotivos, o auto-ódio se traduz em ativismo o qual então assume uma vida e momento ele próprio. A cruzada moral rapidamente torna-se moda, espalhando em facilitadores de tendências como a mídia social, ganhando mais e mais seguidores cegos. Os verdadeiros fatos atrás da questão original estão neste ponto enterrados sob camadas de debates socialmente construídos, habilidade publicitária, e protestos sobre ‘vítimas naufragas em sacos pretos na praia’ {como a dos migrantes que naufragam na tentativa de chegar à Europa}. Contra-argumentos são nesta fase designados como subversivo, e como uma extensão do passado do diabólico povo ‘racista’ da Europa. Mesmo ‘indiferença’ e qualquer menção dos custos da imigração são tratados com desprezo. Aqueles indivíduos que estão alertas para o estratagema e se organizam atrás de um contra-argumento, tal como o PEGIDA ou os partidos políticos nacionalistas, são designados como diabos populares encarnados. Confrontado com estes povos diabos, o moralismo branco {ou seja, o politicamente correto}atinge seu zênite.
            Os esquerdistas brancos atualmente conspirando com seus gurus acadêmicos judeus para a queda da natureza dos brancos são perigosos e fanáticos iludidos moralmente, e desta maneira, traidores da raça da mais alta ordem. Eles acreditam plenamente que “traição à natureza dos brancos é lealdade à humanidade.” Eles voluntariamente optaram em renunciar a luta pela vida.

            Examinando as produções turgentes desta ralé, fui movido para as minhas próprias reflexões sobre a natureza dos brancos. Escusado de dizer, como um escritor do The Occidental Observer, que eu realmente rejeito totalmente qualquer sugestão que raça é meramente um construto. Raça, para mim, é uma concreta realidade natural como o nascer do Sol e o soprar do vento. Eu poderia fazer extensas líricas por páginas sobre as realizações da raça branca e seu lugar no pináculo do progresso humano, mas eu iria rejeitar qualquer redução da natureza dos brancos para o meramente material. Mais importante que invenções, descobertas, viagens, e batalhas que distinguem nossa raça são a energia e o espírito subjacente a todas elas. Eu prefiro refletir na natureza dos brancos como sendo destilada do espírito faustiano, e eu creio que não seria, portanto, mais possível capturar a ‘natureza dos brancos’ em um papel, ou em uma disciplina acadêmica para esse assunto, do que capturar um relâmpago em uma garrafa.

Tradução e palavras entre chaves por Tannhauser


Notas


[1] Nota do autor: B. Thompson, A Promise and a Way of Life: White Antiracist Activism (University of Minnesota Press, 2001), página 165.

[2] Fonte utilizada pelo autor: “Making’America as user-friendly to jews as possible.’ The Anti-Difamation League and the Indoutrination o four Yourth.” Por Andrew Joyce, 07/01/2014, The Occidental Observer.

[3] Fonte utilizada pelo autor: “Drowning in Altruism: Thoughts on White Pathology and the Invasion of Europe”, por Por Andrew Joyce, 28/04/2015, The Occidental Observer.




Sobre o autor: Andrew Joyce é o pseudônimo de um acadêmico PhD em História, especializado em filosofia, conflitos étnicos e religiosos, e imigração. Ele compõe o editorial do The Ocidental Quarterly e é contribuinte regular do The Occidental Observer, e assessor do  British Renaissance Policy Institute.

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domingo, 5 de fevereiro de 2017

Fraude oficialmente sancionada em Dachau - Outra falsa testemunha do Holocausto - Por Mark Weber

Institute for Historical Review

 Mark Weber
            A cada ano muitos milhares de turistas visitam o local do notório campo de concentração de Dachau no sul da Alemanha, não muito longe de Munique. Eles vêem o crematório, os santuários do memorial, e o museu. E em recentes anos, como uma fixação quase diária, eles vêem Martin Zaidenstadt. Este ancião judeu dá palestras aos visitantes de Dachau sobre suas experiências como um prisioneiro de guerra lá. Ele é particularmente apaixonado sobre os horrores da câmara de gás do campo onde, ele explica, muitos prisioneiros foram levados à morte com gás venenoso. Ele ainda alega que esta câmara de gás serviu como um modelo para Auschwitz[1]. Os ouvintes de Zaidenstadt respondem ao seu testemunho desolador com inquestionável simpatia. Muitos alcançam generosamente suas carteiras.

            Mas agora um novo filme documentário de 50 minutos, “Martin,” e um novo livro, The Last Surviver: In Search of Martin Zaidenstadt, escrito pelo jornalista Timothy W. Ryback e publicado pela Pantheon, têm submetido este testemunho a uma revisão crítica. Ryback estabelece que o octogenário Zaidenstadt nasceu em Jedwabne, Polônia, mas que sua história do internamento em Dachau é uma fraude. Ele provavelmente nunca visitou o campo até os anos da década de 1990, disse Ryback, e suas histórias de assassinatos de câmaras de gás são inverídicas.

            Embora a evidência da supostamente autorizada matança nas câmaras de gás em Dachau tenha sido citada por anos – incluindo testemunho de “testemunhas oculares” no principal julgamento de Nuremberg de 1945 – 1946 – hoje nenhum reputado historiador dá crédito a tais alegações. É vastamente reconhecido, mesmo pelo bem conhecido “caçador de nazistas” Simon Wiesenthal, que ninguém Jamais foi “gaseado” no campo[2].

            No clima cultural de hoje, somos obrigados a considerar “sobreviventes do holocausto” tais como Zaidenstadt com uma indulgência quase reverencial. Por exemplo, a diretora do Memorial do Campo de Dachau, Barbara Distel, parece desinteressada pelo engano de Zaidenstadt. Mesmo embora ela seja uma oficial do governo, ela permite sua manipulação embusteira (Pode-se dificilmente imaginar Distel tolerando qualquer um que gaste horas explicando para os visitantes do local do campo que os soldados americanos que liberaram o campo em 29 de abril de 1945, mataram sumariamente 500 prisioneiros alemães lá.[3]

            Também típica é a atitude de Howard Kaplan, um escritor judeu em Los Angeles. Em um recente artigo sobre Zaidenstadt publicado em uma influente revista israelense, ele reconhece que “uma difícil questão surge das invenções de Martin,” mas conclui em uma nota otimista: “Mas é exagerar o horror uma afronta real à verdade? Eu não estou persuadido... O que importa é que Martin tem, no fim das contas, encontrado seu caminho de volta ao judaísmo nas portas do crematório.”[4]

            Um recente artigo do New York Times sobre o novo filme “Martin” reconhece que a “afirmação” de Zaidenstadt dos gaseamentos de Dachau é “contrária a todas as histórias oficiais.” Mas ao invés de identificar diretamente suas “contendas provocativas” como mentiras, o Times hesitantemente diz aos leitores: “No fim nós aprendemos que a versão do Sr. Zaidenstadt das coisas não inteiramente confiável, mas não é para ser descartada também... A implícita mensagem de ‘Martin’ [é] que todos têm uma verdade para entregar...”[5]

            Ninguém parece preocupado sobre o preço que tal engano faz recair sobre os residentes da cidade bávara de Dachau, que deve viver na sombra da infâmia promovida pelo governo do campo. Por exemplo, para evitar o estigma de ter filhos nascidos na notória cidade, muitas mães grávidas vão para outros lugares para terem os bebes delas.

            A história de Zaidenstadt aponta para a corrupção social-intelectual que é um subproduto intrínseco do que o rabino Michael Goldberg[6] apropriadamente chama “culto ao Holocausto.” Contudo, Zaidenstadt agora junta-se a uma lista cada vez maior de demonstráveis falsas testemunhas “sobreviventes do Holocausto” – uma lista que inclui Jerzy Kosinski e o autor best-selling Binjamin Wilkomirski.[7]


Tradução por Tannhauser

Notas


[1] Nota do autor: New York Times, 26 de outubro de 1997.

[2] Nota do autor: Ver, por exemplo, “Wiesenthal Re-Confirms: 'No Extermination Camps on German Soil',” The Journal of Historical Review, maio-junho de 1993, páginas 9-12.)

[3] Nota do autor: Para mais sobre isso ver: J. Cobden, “The Dachau Gas Chamber Myth,” março-abril de 1995, The Journal of Historical Review, páginas 14-26.)

[4] Nota do autor: H. Kaplan, “The Man by the Door," The Jerusalem Report, 10 de abril de 2000, páginas 46-47.

[5] Nota do autor: “Holocaust Documentary Explores One Man's Truth,”3 de abril de 2000.

[6] Nota do autor: Em seu livro de 1995 Why Should Jews Survive?.

[7] Nota do autor: Ver “Holocaust Survivor Memoir Exposed as Fraud,” setembro-outubro de 1998, The Journal of Historical Review, páginas 15-16.)


Informação Bibliográfica

Autor
Mark Weber
Título
Another False Holocaust Witness - Officially Sanctioned Fraud at Dachau
Fonte
The Journal for Historical Review (http://www.ihr.org)
Data
Março – abril de 2000
Fascículo
Volume 19 número 2
Localização
Página 60
Endereço


Sobre o autor: Mark Weber é um historiador americano, escritor, palestrante e analista de questões atuais. Ele estudou história na Universidade de Illinois (Chicago), na Universidade de Munique (Alemanha), e na Portland State University. Ele possui um mestrado em História Europeia da Universidade de Indiana. Desde 1995 ele tem sido diretor do Institute for Historical Review, um centro independente de publicações, educação e pesquisas de interesse público, no sul da Califórnia, que trabalha para promover a paz, compreensão e justiça através de uma maior consciência pública para com o passado.

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