Sua conscientização política

"Seria uma época de guerras cruéis em que novos césares surgiriam e em que uma elite de homens de aço, que não buscavam ganhos pessoais e felicidade, mas o cumprimento dos deveres para com a comunidade, tomaria o lugar dos democratas e dos humanitários" Hajo Holborn, explicando uma previsão de Oswald Spengler em A History of Modern Germany: 1840-1945; Princeton University Press, 1982. Página 658

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Como Franklin Roosevelt mentiu para colocar a América na Guerra - Por William Henry Chamberlin


William Henry Chamberlin
            De acordo com suas próprias declarações oficiais, repetidas em muitas ocasiões, e com especial ênfase quando a eleição presidencial de 1940 estava em jogo, a política de Franklin D. Roosevelt depois do eclodir da guerra na Europa em 1939 foi dominada por um pensamento mais importante que outras considerações: como manter os Estados Unidos em paz. Uma das primeiras ações do Presidente depois de começar as hostilidades foi convocar o Congresso para uma sessão especial e pedir pela revogação do embargo sobre vendas de armas para as potências beligerantes, o qual era parte da legislação de neutralidade existente. Ele baseou seu apelo no argumento que este movimento ajudaria a manter o Estados Unidos em paz. Suas palavras sobre o assunto foram:
Não deixe nenhum grupo assumir o exclusivo rótulo de “bloco da paz.” Nós todos pertencemos a ele... Dou a vocês minha profunda e inalterável convicção, baseada em anos de experiência no campo da paz internacional, que pela revogação do embargo o Estados Unidos irá mais provavelmente permanecer na paz do que se a lei permanecesse como ela está hoje... Nossos atos devem ser guiados por um único, e pragmático pensamento – manter a América fora da guerra.
            Esta declaração foi feita depois que o Presidente tinha aberto uma correspondência secreta com Winston Churchill, Primeiro Lorde do Almirantado e posteriormente Primeiro Ministro do governo Britânico. O que tem sido revelado deste correspondência, mesmo nas memórias do próprio Churchill, inspira considerável dúvida sobre se seu principal propósito era manter a América fora da guerra.

Frank Delano Roosevelt: um dos
principais instigadores da
Segunda Guerra Mundial
            Roosevelt manteve sua postura como um devotado campeão da paz mesmo depois da queda da França, quando a Grã-Bretanha estava comprometido com a guerra a qual, dado o equilíbrio de recursos humanos e industriais, ela não poderia esperar vencer sem o envolvimento de outros grandes poderes, tal como o Estados Unidos e a União Soviética. As promessas do Presidente de prosseguir uma política designada para manter o Estados Unidos em paz alcançaram um clímax agudo durante os últimos dias da campanha de 1940.

            O sr. Roosevelt disse em Boston em 30 de outubro: “Eu tenho dito isto antes, mas irei dizer isso de novo e de novo e de novo: seus meninos não irão ser enviados para quaisquer guerras estrangeiras.”

            O mesmo pensamento foi expresso em um discurso no Brooklyn em 1 de novembro: “Eu estou lutando para manter nosso povo fora de guerras estrangeiras. E irei continuar lutando.”

            O Presidente disse a sua audiência em Rochester, Nova Iorque, em 2 de novembro: “Seu governo nacional... é igualmente um governo de paz – um governo que pretende manter a paz para o povo americano.”

            No mesmo dia os eleitores de Buffalo foram assegurados: “Seu Presidente diz que este país não está indo para a guerra.”

            E ele declarou em Cleveland em 3 de novembro: “O primeiro propósito de nossa política externa é manter nosso país fora da guerra.”

            O bastante para palavras presidenciais. E sobre as ações presidenciais? O envolvimento americano na guerra com a Alemanha foi precedido por uma longa série de passos, nem um dos quais poderia razoavelmente ser representado como propício para a realização do declarado ideal de manter o Estados Unidos fora das guerras estrangeiras. Os mais importantes destes passos podem ser resumidamente listados conforme segue:
1. O intercâmbio de contratorpedeiros para as bases britânicas no Caribe e em Terra Nova em setembro de 1940. Este foi um claro afastamento das exigências de neutralidade e foi também uma violação de algumas leis americanas específicas. Na verdade, uma conferência dos juristas do alto governo na época decidiu que o acordo dos contratorpedeiros coloca este país na guerra, legalmente e moralmente.
2. A promulgação da Lei de Empréstimo e Arrendamento de março de 1941. Em completa contradição com a redação e intenção da Lei de Neutralidade, a qual permanecia nos estatutos dos livros, isto fez o Estados Unidos um parceiro ilimitado na guerra econômica contra as potências do Eixo ao redor do mundo.
3. A conversa secreta da equipe americana-britânica em Washington em janeiro-março de 1941. Extraordinário cuidado  foi tomado para esconder não somente o conteúdo destas conversas mas o próprio fato que elas ocorreram sem conhecimento do Congresso. Na época quando os porta-vozes da administração ofereceram garantias que não existiam implicações bélicas na Lei de Empréstimo e Arrendamento, esta equipe de conferência usou a frase reveladora, “quando o Estados Unidos tornou-se envolvido em guerra com a Alemanha.”
4. A inauguração das então chamadas patrulhas navais, o propósito da qual era reportar a presença de submarinos alemães para os navios de guerra britânicos, no Atlântico, em abril de 1941.
5. O envio de trabalhadores americanos para a Irlanda do Norte para construir uma base naval, obviamente com a necessidade de uma força expedicionária em mente.
6. A ocupação da Islândia pelas tropas americanas em julho de 1941. Isso estava indo muito longe para um governo o qual professava como sua principal preocupação a manutenção do Estados Unidos fora de guerras estrangeiras.
7. A Conferência do Atlântico de Roosevelt e Churchill, em 9-12 de agosto de 1941. Além de comprometer a América como parceira em uma virtual declaração de objetivos de guerra, esta conferência considerou a apresentação de um ultimatum ao Japão e a ocupação das Ilhas do Cabo Verde, uma posse portuguesa, pelas tropas do Estados Unidos.
8. As ordens para navios de guerra americanos atirar à vista de submarinos alemães, formalmente anunciada em 11 de setembro. O início das reais hostilidades podem ser datadas desta época mais do que da declaração de guerra alemã, a qual seguiu Pearl Harbor.
9. A autorização para armar navios mercantes e envio destes navios para dentro das zonas de guerra em novembro de 1941.
10. O congelamento dos ativos japoneses no Estados Unidos em 25 de julho de 1941. Este passo, o qual foi seguido por uma ação similar por parte da Grã-Bretanha e as Índias Orientais Holandesas, equivalia a um bloqueio comercial do Japão. As potencialidades de criar guerra desta decisão tinham sido reconhecidas pelo próprio Roosevelt brevemente antes dela ter sido tomada.  Dirigindo uma delegação e explicando o porquê das exportações de óleo para o Japão não tinham sido paradas anteriormente, ele disse: “era muito essencial, de nosso próprio ponto de vista egoísta de defesa, impedir de começar uma guerra no Pacífico Sul. Então nossa política externa estava tentando impedir um guerra de explodir lá... Agora, se nós cortássemos o óleo deles, eles [os japoneses] provavelmente teriam ido para as Índias Orientais Holandesas um ano atrás, e nós teríamos tido guerra.”
11. Quando o Primeiro Ministro Japonês, o Príncipe Fumimano Konoye, apelou para um encontro pessoal com Roosevelt para discutir um acordo amigável no Pacífico, este apelo foi rejeitado, apesar das fortes e favoráveis recomendações do embaixador americano do Japão, Joseph C. Crew.
12. O passo final na trilha da guerra no Pacífico foi a nota do Secretário de Estado Hull para o governo japonês em 26 de novembro. Antes de enviar esta comunicação Hull tinha considerado propor uma fórmula de compromisso a qual iria ter relaxado o bloqueio ao Japão em troca da retirada japonesa do sul da Indochina e uma limitação das forças japonesas no norte da Indochina.
13. Contudo, Hull deixou esta ideia sob pressão das fontes chinesas e britânicas. Ele enviou um verdadeiro ultimato em 26 de novembro, o qual exigia incondicional retirada japonesa da China e da Indochina e insistiu que deveria haver “nem um apoio de qualquer outro governo na China senão o do governo Nacional [Chiang Kai-Shek].” Hull admitiu que esta nota levou as relações americano-japonesas para fora do domínio da diplomacia e colocou elas nas mãos das autoridades militares.
14. A resposta negativa japonesa para esta nota foi enviada quase simultaneamente com o ataque sobre Pearl Harbor. Existiu uma estranha e ainda não explicada falha em preparar-se para este ataque ao dar ao General Short e ao Almirante Kimmel, comandantes no local, um claro quadro claro do perigo iminente. Conforme o Secretário de Guerra Stimson explicou a política americana, foi para manobrar os japoneses a darem o primeiro tiro, e pode ter sido temido que movimentos defensivos e preventivos abertos por parte de Kimmel e Short assustaria o iminente ataque da força tarefa japonesa a qual era sabido estar a caminho de algum posto avançado americano.
            Aqui está o registro fatual das palavras presidenciais e dos atos presidências. Nenhum crente convicto na não intervenção americana nas guerras fora deste hemisfério poderia ter dado ao povo americano promessas mais específicas que Roosevelt deu durante a campanha dele de 1940. E é difícil ver como qualquer presidente, dado as limitações constitucionais do cargo, poderia ter feito mais para precipitar o Estados Unidos na guerra com a Alemanha e Japão do que Roosevelt realizou durante os 15 meses entre ao acordo de contratorpedeiros para as bases e o ataque sobre Pearl Harbor.

            A ex-congressista Clare Boothe Luce encontrou a expressão certa quando ela acusou Roosevelt de ter mentido a nós para nos colocar dentro da guerra. Mesmo um simpatizante das políticas de Roosevelt, o professor Thomas A. Bailey, em livro, The Man in the Street, admite a acusação de trapaça, mas tenta justificar sobre os seguintes fundamentos:
Frank Roosevelt repetidamente enganou o povo americano durante o período anterior a Pearl Harbor... Ele foi como o médico que deve dizer ao paciente mentiras para o próprio bem do paciente... O país foi esmagadoramente não intervencionista até o próprio dia de Pearl Harbor, e uma tentativa de declaração pública para levar o povo para dentro da guerra teria resultado em fracasso certo e quase certo afastamento de Roosevelt em 1940, com uma completa derrota de seus objetivos finais.
Thomas Andrew Bailey
            O professor Bailey continua sua apologética com o seguinte argumento, o qual deixa muito pouco de fato da concepção histórica americana de um governo responsável ao povo e moralmente obrigado a respeitar a vontade popular:
Um presidente que não pode confiar o povo com a verdade trai uma certa carência de fé nos básicos princípios da democracia. Mas por causa que as massas são notoriamente de curta visão e geralmente não pode ver o perigo até que ele esteja na garganta delas, nossos estadistas são forçados a enganarem elas para dentro do próprio interesse delas de longo prazo. Isto é claramente o que Roosevelt tinha de fazer, e quem iria dizer que a posteridade não irá agradecer a ele por isso?
            As promessas presidenciais para “manter o país fora da guerra,” com a qual Roosevelt foi tão profuso no verão e outono de 1940, poderiam razoavelmente serem vistas como canceladas por algum novo desenvolvimento na situação internacional envolvendo uma real e urgente ameaça a segurança do Estados Unidos e Hemisfério Ocidental.

            Mas não existiu tal novo desenvolvimento para justificar os movimentos de Roosevelt ao longo da estrada para guerra em 1941. As ilhas britânicas não foram invadidas em 1940, no auge do sucesso militar de Hitler no continente. Eles estavam muito mais seguros contra a invasão em 1941. Contraria as assustadoras previsões do Secretário Stimson, Secretário Knox, e o General Marshall, sobre a iminente invasão da Grã-Bretanha nos primeiros meses de 1941, o testemunho de Winston Churchill, como estabelecido em suas memórias: “Eu não considerava a invasão como um sério perigo em abril, 1941, desde que os preparativos adequados tinham sido feitas contra ela.”

            Além disso, ambos governos americano e britânico sabiam nesta época que Hitler estava contemplando um ataque adiantado sobre a União Soviética. Tal ataque necessariamente engoliria a maior parte dos recursos miliares da Alemanha.

            É com esses antecedentes que deve-se julgar a sinceridade e realismo do alarmista discurso de Roosevelt de 27 de maio de 1941, com sua afirmação: “A guerra está se aproximando do limiar da própria esfera ocidental. Está vindo muito para muito perto de casa.” O Presidente falou do nazista “livro de conquista mundial” e declarou que existiam um plano nazista para ameaçar os países de América Latina como eles tinham tratado os Bálcãs. Então Canadá e Estados Unidos seriam estrangulados.

            Nem um único pedaço sério de evidência em prova destas alegações sensacionais tem jamais sido encontrado, nem mesmo quando os arquivos do governo nazista estavam à disposição das potências vitoriosas. A ameaça à segurança da Grã-Bretanha foi menos séria em 1941 do que foi em 1940. Existia nenhuma concreta evidência da intenção nazista para invadir o hemisfério americano em qualquer ano, ou qualquer período previsível.

            Deixa-se, portanto, com a conclusão inescapável que as promessas de “manter a américa fora das guerras estrangeiras” foram uma farsa deliberada sobre o povo americano, perpetrada para o propósito de assegurar a reeleição de Roosevelt e assim permitir ele ir para adiante com seu plano de gradualmente margear o Estados Unidos para dentro da guerra.

Tradução por Tannhauser



Informação Bibliográfica

Autor
William Henry Chamberlin
Título
How Franklin Roosevelt Lied America Into War
Fonte
The Journal for Historical Review (http://www.ihr.org)
Data
Novembro / dezembro de 1994
Fascículo
Volume 14 número 6
Localização
Página 19 - 21
Endereço

Esta obra é extraída de uma antologia, editada por Harry Elmer Barnes, Perpetual War for Perpetual Peace (1953), capítulo 8, páginas 485 – 491.


Sobre o autor: William Henry Chamberlin (1897 – 1969) foi um historiador americano e jornalista. Graduou-se, B.A, na Haverford College, onde logo tornou-se colaborador do jornal do colégio Haverfordian.

 Ele foi um correspondente em Moscou para o Christian Science Monitor, entre 1922 – 1934, e correspondente do Extremo Oriente, 1939 – 1940. Foi correspondente do britânico Manchester Guardian. Ele contribuiu com importantes relatórios e artigos para os principais jornais e periódicos americanos, e por um tempo escreveu uma coluna regular para o The Wall Street Journal. Entre seus livros estão:

Soviet Russia (1930)

Russian’s Iron Age (1934)

The Russian Revolution 1917 – 1921 (em dois volumes, 1935)

Japan over Asia (1939)

The European Cockpit (1947)

America’s Second Crusade (1950)

            Mais da graduação de William Chamberlin aqui:

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O vice-Presidente Biden reconhece o ‘imenso’ papel judaico nos meios de comunicação de massa e vida cultural americana - Por Mark Weber

domingo, 4 de dezembro de 2016

Um mês de islã na Alemanha: maio de 2016 Polícia da Sharia, hamburguers de Erdogan, mais estupros em massa - Por Soeren Kern

(Recomendado ver ao final do texto o perfil do Gatestone Institute, que é o site que publica este artigo)

Soeren Kern

18/06/2016

            1° de maio. O anti-imigração Alternativa para Alemanha (AfD), agora o terceiro partido mais popular na Alemanha, adotou um manifesto[1] apelando para desacelerar a migração e restrições ao Islã. O documento pede para o banimento das minaretes, apelos muçulmanos à oração e os véus que cobrem toda a face.

            2 de maio. Hans-Georg Maaßen, o líder da agência de inteligência doméstica da Alemanha, revelou[2] que cerca de 90 mesquitas “de idioma predominantemente árabe” na Alemanha estão sob vigilância. Ele disse que elas envolvem principalmente “mesquitas de quintal” onde “autoproclamados imãs e alto proclamados emirs” estão “incitando seus seguidores à jihad.” Ele chamou os muçulmanos moderados para trabalhar com o governo para enfrentar o extremismo e defender a ordem constitucional. Maaßen estava falando à frente de uma conferência de segurança em Berlim a qual ele disse[3] que sua agência estava recebendo em média quatro alertas de terror por dia: “O Estado Islâmico está empenhado em atacar a Alemanha e os interesses alemães.”

{O alemão Sven Lau, convertido ao Salafismo, milita contra os germânicos e a Europa: traidor do sangue ariano}

2 de maio. Durante uma investigação sobre ataques sexuais em massa em Colônia na véspera de Ano Novo, um superintendente chefe do departamento de polícia de Colônia revelou[4] que ele foi ordenado a remover o termo “estupro” de um relato interno da polícia sobre os ataques. O superintendente, identificado somente como Jürgen H., disse que ele recebeu uma chamada de telefone de 1 de janeiro de um oficial do Ministério do Interior na Renânia do Norte Vestefália, que disse a ele em tom irritado: “Isto não estupro. Remova este termo de seu relatório. Apresente um novo relatório. “A revelação adicionou à suspeita que existia uma cobertura policial para evitar alimentar sentimentos anti-imigração.

            3 de maio. Um migrante de 20 anos de idade atacou[5] sexualmente um garoto de seis anos de idade no vestiário de um pavilhão esportivo em Munique. A Polícia disse que o mesmo imigrante tinha atacado sexualmente uma garota de 11 anos numa piscina de natação pública em 2013.

            3 de maio. Um tribunal em Düsseldorf decidiu[6] que um grupo de oito alemães islamitas que vestiram coletes em laranja com as palavras “POLÍCIA DA SHARIA” e que tentaram impor uma lei islâmica nas ruas de Wuppertal em 2014 iriam enfrentar julgamento. Uma decisão mandatória anulou a decisão do tribunal inferior em dezembro de 2015 que os homens não iriam à julgamento. O tribunal superior disse que os homens tinham violado uma lei banindo de uniformes em comícios públicos. A lei, a qual proíbe uniformes que expressem visões políticas comuns, foi originalmente designada para banir grupos neonazistas de desfilarem em público. Se condenados, os islamitas irão encarar até dois anos na prisão.

{POLÍCIA DA SHARIA ! ver nota 6}

            5 de maio. Uma nova pesquisa da INSA descobriu[7] que 60% dos alemães pesquisados acreditam que Islã não pertence à Alemanha. Em contraste, somente 22% disseram que eles acreditam que o Islã é uma parte integral da sociedade alemã. Aproximadamente metade (46%) daqueles pesquisados disseram que eles estão preocupados sobre a “Islamização” da Alemanha. Em uma pesquisa similar conduzida em janeiro de 2015, 37% dos respondentes disseram que o Islã pertence à Alemanha, 15% mais que agora. Os resultados indicam que as atitudes alemãs frente ao Islã estão mudando depois da decisão da Chanceler Ângela Merkel de permitir mais que 1,1 milhão de migrantes islâmicos entrarem no país em 2015.

            6 de maio. Uma pesquisa da YouGov descobriu[8] que 62% dos alemães pesquisados não tem qualquer muçulmano entre seus amigos pessoais. Cerca de 60% daqueles pesquisados também disseram que na vida diária deles eles têm notado um crescente número de muçulmanos no país. Os alemães multiculturalistas culpam os alemães para a falta de abertura à diversidade. Outros dizem que a pesquisa mostra que os muçulmanos na Alemanha estão se isolando eles próprios da maior parte da sociedade.

7 de maio. Um restaurante de hambúrgueres gourmet em Colônia fechou[9] após receber ameaças sobre seu “Hambúrguer Erdogan.” Em abril, Jörg Tiemann, o gerente da “Urban Burgery,” acrescentou em seu menu um hambúrguer com queijo de cabra e nomeou-o Edorgan Burger; Ele estava respondendo ao esforço do presidente turco Recep Tayyip Erdogan de processar o comediante alemão Jan Böhmermann por um poema que zombava do líder turco. Em uma postagem no Facebook. Tiemann escreveu[10]:
“A Urban Burgery está forçada a fechar até novo aviso. Por causa de ameaças concretas, nós podemos não mais garantir a segurança de nossos empregados. Mas uma coisa é certa. Não iremos ser amordaçados pelos inimigos da democracia, do Estado de direito e liberdades civis.”
            9 de maio. Frank-Jürgen Weise, o diretor do Escritório Federal para Migração e Refugiados (Bundesamt für Migration Flüchtlinge, BAMF), disse[11] que sua agência irá processar mais que um milhão de pedidos para asilo em 2016. Este número inclui 430,000 pedidos de 2015 que estão atualmente sendo processadas; outras 300,000 candidaturas de migrantes que chegaram na Alemanha em 2015, mas ainda não requereram as reivindicações; e 500,000 pedidos[12] de migrantes que irão chegar na Alemanha em 2016.

            9 de maio. A ramificação alemã do Portas Abertas, uma organização não governamental que apoia cristãos perseguidos; relatou[13] que milhares de cristãos nos abrigos de refugiados alemães estão sendo perseguidos pelos muçulmanos, algumas vezes mesmo por seus guardas de segurança. Um relatório, o qual afirma que na maior dos casos as autoridades alemãs não têm feito nada para proteger as vítimas, alega que as autoridades alemãs e a polícia têm deliberadamente minimizado e mesmo encobertado a “questão tabu” dos ataques muçulmanos sobre os refugiados cristãos, aparentemente para evitar alimentar sentimentos anti-imigração.

            10 de maio. Um homem alemão gritando “Allahu Akbar” (“Allah é i Maior”) e “infiéis devem morrer” esfaqueou[14] uma pessoa até a morte e cortou três outras em um ataque matinal numa estação de trem próxima de Munique. A polícia disse que o suspeito, um carpinteiro de 27 anos desempregado identificado somente como Paul H., estava mentalmente doente e não parecia ter quaisquer ligações à grupos islâmicos.

            11 de maio. A Polícia Federal (Bundeskriminalanmti, BKA) revelou[15] que as autoridades federais e estaduais estão investigando 40 casos nos quais militantes islâmicos entraram na Alemanha enquanto se apresentavam como refugiados. “Oficiais de segurança alemã têm indicações que membros e apoiadores das organizações terroristas estão sendo contrabandeados com refugiados em uma forma direcionada e organizada a fim de lançar ataques na Alemanha,” de acordo[16] com o porta-voz da BKA.

            11 de maio. A primeira mulher muçulmana foi eleita[17] como presidente do parlamente estadual em Baden-Württemberg. Muhterem Aras, 50 anos, nasceu na Turquia e moveu-se para Stuttgart  na idade de 12 anos. Ela é contadora fiscal e porta-voz para assuntos financeiros pelo Partido Verde. A eleição dela tem sido amplamente saudada como um história de sucesso da integração muçulmana. “Nós escrevemos a história hoje,” disse Aras, adicionando que Baden-Wüttemberg tinha enviado “uma mensagem de abertura, tolerância, e integração bem sucedida.” Aras tem sido uma proponente[18] de permitir que os migrantes sem cidadania alemã votem nas eleições locais.

            12 de maio. Em uma entrevista[19] com a Deutsch Welle, a mais proeminente feminista, Alice Schwarzer, falou sobre o novo livro dela sobre os ataques sexuais em Colônia em 31 de dezembro. Ela disse que embora mais de 600 mulheres tenham apresentado queixas, ela não espera que qualquer dos perpetradores sejam condenados:
“Por um lado, por causa do método que eles usaram: de um grupo enorme de mais de mil homens, pequenos grupos se separam e maltrataram as mulheres, somente para desaparecer na grande massa novamente. Foi difícil para as vítimas identificar os perpetradores. Também, o que é trivializado como ‘assédio sexual’ no código penal alemão não é punível até hoje.”
12 de maio. Líderes ortodoxos, católicos e protestantes emitiram[20] uma declaração conjunta pedindo aos cristãos na Alemanha para receberem os migrantes muçulmanos com “abertura, com o espírito de caridade.” A carta – a qual não distingue entre legítimos requerentes a asilo e centenas de milhares de migrantes econômicos que se apresentam como refugiados – disse:
“O direito ao asilo, o qual estabelecido na Lei Básica, e as obrigações decorrentes da Convenção de Genebra, requerem que nosso país conceda a qualquer um que procure refúgio conosco acesso a um procedimento individual, imparcial e justo, indiferente de quantas pessoas estão atualmente na necessidade de proteção e independentemente do país de origem....
“Os refugiados são pessoas com histórias individuais; eles nos expõem para novas experiências, esperanças e ideias. Nós estamos convencidos: quanto mais pessoas nos encontramos, menos espaço permanece para preconceito, ódio e rejeição.”
            14 de maio. A revista Der Spiegel relatou[21] o conteúdo de um documento vazado do Ministério de Finanças o qual revelou que a crise dos migrantes iria terminar custando aos contribuintes alemães €93.6 bilhões ($105 bilhões) entre agora e 2020. Cerca de €25,7 bilhões iriam ser para gasto social, especialmente benefícios aos desempregados e apoio à habitação. Cerca de €5,7 bilhões seria destinados para cursos de línguas e €4,6 bilhões para integrar refugiados na força de trabalho.

            15 de maio. Aproximadamente uma dúzia de mulheres entre as idades de 16 e 48 anos reportaram[22] serem sexualmente atacadas por grupos de homens migrantes no festival de música no distrito de Berlim Kreuzberg, onde grupos de homens rodeavam as mulheres e atacaram e roubaram eles, eram similares àqueles em Colônia na véspera do Ano Novo.

            16 de maio. Em uma entrevista com Die Wekt, Beatrix von Stoch, o vice-líder do partido anti-imigração Alternativa para a Alemanha (AfD), chamou[23] as principais associações islâmicas para “distanciarem-se explicitamente” eles próprios da lei islâmica da sharia, algo que eles se recusaram a fazer contundentemente. Ela disse que a AfD tinha nada contra muçulmanos individuais, mas opunha-se ao islã político, a qual ela disse contradiz a constituição alemã.

            17 de maio. Um tribunal em Hamburgo decidiu[24] que o autor de um poema criticando publicamente o presidente turco Recep Tayyip Erdogan foi proibido de recitar publicamente passagens de seu trabalho. A corte tinha dito que o comediante Jan Böhmermann foi permitido recitar somente seis das 24 linhas de seu poema[25], dando assim a Erdogan uma vitória legal em um caso que levou a um debate na Alemanha sobre liberdade de expressão. A Chanceler Angela Merkel pessoalmente autorizou o processo criminal[26] contra a sátira em quadrinho. Ela foi acusada de alcovitar com o governo autocrático de Erdogan.

18 de maio. O Berliner Morgenpost relatou[27] que um salafista nascido na Turquia tinha tido acesso a áreas de segurança de ambos aeroportos de Tegel e Schönefeld em Berlim por aproximadamente um ano depois que as autoridades descobriram as ligações dele com fundamentalistas islâmicos. O homem de 24 anos de idade, identificado somente como Recep Ü., foi demitido após ele tentar contrabandear juntas de bronze para a área de segurança do aeroporto de Schönelfeld. A Wisag Airport Service Berlin, a companhia que diretamente contratou o homem, disse que nem a polícia alemã nem a inteligência alemã tinha passado informação que o homem era um ativo membro da cena salafista alemã.

18 de maio. O Berliner Morgenpost reportou[28] que grandes grupos de migrantes homens têm estado se reunido no shopping Boulevard Berlin, no distrito de Steglitz da capital, onde eles tinham estado atacando sexualmente as mulheres transeuntes. No mínimo 35 migrantes adolescentes têm estado vagando no shopping por várias semanas, em parte por causa que existe livre acesso à internet. Quando os guardas de segurança pediram a lelés para deixarem as instalações, os jovens pediram apoio e logo dezenas mais de jovens migrantes chegaram para insultar e molestar os guardas, os quais foram obrigados a usar spray de pimentas para defenderem-se eles próprios.

22 de maio. Um médico em Colônia está sendo processado[29] por discriminação depois que ele se declinou a tratar uma mulher muçulmana que recusou-se a apertar a mão dele. A mulher disse que ela não poderia apertar a mão do médico devido aos fundamentos religiosas, mas o médico observou que o Corão não proíbe aperto de mãos. Depois que a mulher tornou-se hostil no trato, o médico recusou-se a tratar ela fundado em que não existia base de confiança entre médico e paciente. O marido da mulher está agora processando o médico por discriminação religiosa. O médico enfrenta uma multa de €2,000 ($2,250).

23 de maio. Um candidato a asilo de 23 anos do Iraque que estava vestindo uma camiseta dizendo “Eu sou muçulmano não fique em pânico” foi atacado[30] por companheiros refugiados por ofender o Islã. Depois de rasgar a camiseta em pedações, um sírio de 27 anos de idade e um libanês de 33 anos bateram no homem até deixa-lo em tal grave estado que ele foi hospitalizado. Os dois homens foram presos e acusados de causar graves danos corporais.

23 de maio. O Ministro do Interior da Bavária Joachim Hermann anunciou[31] um novo plano para recrutar migrantes para a força policial indiferente de eles terem adquirido a cidadania alemã. Ele disse que ele esperou que a iniciativa iria criar uma “mais direta linha” com as pessoas com um antecedente imigrante por contratar aqueles que falam a língua deles e compreendem a mentalidade deles. Hermann disse que o plano foi motivado não pela ameaça de terrorismo islâmico, mas por uma série de assassinatos xenófobos cometidos entre 2000 e 2007 por um agora extinto grupo neonazista chamado Subterrâneo Nacional Socialista (Nationalsozialistischer Untergrund, NSU).

24 de maio. A Polícia prendeu[32] um migrante de 26 anos do Paquistão suspeito de assassinar uma mulher de 70 anos de idade em seu lar próximo de Heilbronn. O homem, que estava vivendo em um abrigo num asilo em Öhringen, tinha deixado documentos em árabe e inglês “de natureza esmagadoramente religiosa” na cena do crime.

25 de maio. O governo de coalizão da Alemanha concordou sobre um nova “lei de integração”[33] destinada a regular os direitos e responsabilidades dos requerentes a asilo na Alemanha. O principal foco da lei é encorajar os refugiados a aprender o suficiente o alemão para estar apto a encontrar um emprego e ajudar a pagar pelos custos da vida deles. Críticos dizem que a nova lei é em grande parte uma medida simbólica dirigida a tranquilizar os eleitores alemães e atenuar a ascensão do partido anti-imigração Alternativa para Alemanha. Eles dizem que a nova lei é inadequada para lidar com os problemas de integração da Alemanha, em parte porque ele aplica-se somente para legítimos requerentes a asilo, não para as centenas de milhares de migrantes econômicos que têm entrado na Alemanha ilegalmente por fingirem-se como requerentes a asilo.

25 de maio. Um migrante de 19 anos de idade do Iraque foi sentenciado[34] a dois anos de prisão por estuprar uma mulher de 21 anos de idade na estação de trem de Bad Schwartau, uma cidade no norte da Alemanha. O homem – que admitiu arrastar a mulher para o banheiro dos homens e estupra-la – recebeu a sentença mínima possível de acordo[35] com a seção 177 do código penal da Alemanha.

26 de maio. Um migrante de 26 anos de idade do Afeganistão foi sentenciado[36] a dois anos e meio de prisão por estuprar uma mulher que tinha oferecido a ele acomodação em seu lar em Colônia. A mulher tinha oferecido a sala por meio de um website chamado “Bem-vindo Refugiados”[37] (Flüchtkinge Willkommen), o qual “apoia soluções de habitação descentralizada para refugiados.” De acordo com o website: “Através de nosso trabalho, nós aspiramos contribuir para fomentar uma sociedade aberta baseada nos princípios de solidariedade e igualdade de todos. Um de nossos princípios centrais como uma organização é que ninguém é ilegal.”

26 de maio. A revista Focus relatou[38] que um número crescente de alemães estão se mudando para Hungria por causa da política de migração de portas abertas da Chanceler Angela Merkel. Um agente imobiliário em uma cidade próxima ao Lago Balaton, uma destinação turística popular na Hungria ocidental, disse que oito de dez alemães que querem se deslocar para lá citam a crise de migração alemã como a razão para o desejo deles de deixar o país.

 27 de maio. O chefe da Igreja Protestante na Alemanha, Heinrich Bedford-Strohm, pediu pelo islã ser ensinado em todas escolas públicas como um meio para distanciar jovens muçulmanos de ideologias radicais. Em uma entrevista[39] com o Heilbronner Stimme, Bedford-Strohm disse que ensinar islã nas escolas em todo o país iria dar aos estudantes muçulmanos a oportunidade de tomar uma aproximação crítica para a própria religião deles: “Tolerância, liberdade de religião e liberdade de consciência deve aplicar-se para todas religiões. Estes princípios podem ser melhor ensinados se a religião é parte da missão educacional do Estado.” Bedford-Strohm disse que as associações germânicas islâmicas – muitas das quais têm ligações a governos estrangeiros, incluindo Turquia e Arábia Saudita – devem ser responsáveis por desenvolver e ensinar esses cursos.

27 de maio. Uma igreja protestante em Hamburgo realizou[40] um serviço de funeral para um convertido ao islã que foi morto lutando pelo Estado Islâmico na Síria. O controverso funeral na igreja de St. Paulo foi para um adolescente chamado Florent, que nasceu em Camarões e cresceu como um cristão em Hamburgo. Quando ele tinha 14 anos, Florent converteu-se ao islã e mudou seu nome para Bilal. Ele rapidamente tornou-se um radical e juntou-se a movimento salafista alemão. Ele saiu para a Síria com um passaporte falso em maio de 2015 e foi morto três meses depois. O pastor Sieghard Wilm, que organizou o funeral “inter-religioso” foi criticado por “idealizar” a vida de um terrorista. Ele respondeu dizendo que a igreja deve ser um “lugar de aprendizado pelo respeito de outras religiões.”

            29 de maio. A política do Partido Verde Stefanie von Berg pediu[41] para novas mesquitas serem construídas em todo o distrito de Hamburgo de modo que a população muçulmana florescente da cidade tenha espaço suficiente para rezar. Ela disse que a construção de novas mesquitas é essencial para a integração da comunidade muçulmana. A Fundação Heinrich Böll, um think tank ligado ao Partido Verde, estima[42] que existem mais de 150,000 muçulmanos em Hamburgo, a segunda maior cidade na Alemanha, mas com menos de 50 mesquitas.

31 de maio. Grupos de migrantes masculinos atacaram[43] sexualmente no mínimo 18 mulheres em um festival ao ar livre em Darmstadt. Os ataques na Schlossgrabenfest, no qual grande número de homens cercaram as mulheres e atacaram sexualmente elas, foram similares a aqueles que ocorreram em Colônia na véspera do Ano Novo e no Carnaval de Culturas em Berlim em 15 de maio. O fenômeno pelo qual as mulheres foram cercadas pelos grupos de homens e sexualmente assediadas, atacadas, tateadas e estupradas é conhecido em árabe como “taharrush” (al-taharrush al-junsi, em árabe “assédio sexual”).

            31 de maio. Em entrevista[44] ao Frankfurter Allgemeine Zeitung o Dalai Lama disse que a Alemanha têm aceitado “muitos” migrantes e que eles devem, afinal, retornarem para ajudar a construir seus países de origem. “A Alemanha não pode tornar-se um país árabe,” ele disse. “Alemanha é a Alemanha.”

 Tradução e palavras entre chaves por Tannhauser


Notas


[2] Fonte utilizada pelo autor: “Das Erste Verfassungsschutz-Präsident Maaßen hat 90 Moscheen in Deutschland im Blick Warnung vor Hasspredigern”, 02/05/2016,  ARD (Arbeitsgemeinschaft der Rundfunkanstalten Deutschlands).

[3] Fonte utilizada pelo autor: “Täglich vier mögliche Anschläge in Deutschland”, 02/05/2016, Frankfurter Allgemeine.

[4] Fonte utilizada pelo autor: “Wer wollte, dass „Vergewaltigung“ nicht auftaucht?”, por Kristian Frigelj, 02/05/2016, Die Welt.

[6] Fonte utilizada pelo autor: “Oberlandesgericht erlaubt Strafprozess gegen ‘Scharia-Polizei’”, 03;05/2016, Spiegel.

[7] Fonte utilizada pelo autor: “Umfrage zeigt: Das denken die Deutschen wirklich über den Islam”, 05/05/2016, Focus.

[8] Fonte utilizada pelo autor: “Muslime unter sich”, 06/05/2016, Handelsblatt.

[9] Fonte utilizada pelo autor: “Ich würde den 'Erdogan Burger' immer wieder anbieten”, por Dana Schülbe, 09/05/2016, Rheinische Post.

[11] Fonte utilizada pelo autor: “BAMF will 2016 eine Million Asylanträge bearbeiten”, 09/05/2016, Deutsche Welle.

[12] Fonte utilizada pelo autor: “BAMF richtet sich 2016 auf 500.000 Flüchtlinge ein”, 16/02/2016, Deutsche Welle.

[13] Fonte utilizada pelo autor: “Alemanha: Perseguição aos Refugiados Cristãos pelos Muçulmanos ‘Os incidentes estão sendo deliberadamente minimizados e até acobertados’”, por Soeren Kern, 27/11/2016, Gatestone Institute.

[14] Fonte utilizada pelo autor: “Hier führen sie den Killer ab”, por Oliver Grothmann, Michael Halser, Kathrin Stangl, Ann-Kathrin Gerke, Andreas Bachner, Alexia Brinkschulte, Hannes Kohlmaier, Thomas Gautier, 10/05/2016, Bild.

[15] Fonte utilizada pelo autor: “Mehr Terrorverdächtige unter Flüchtlingen”, 11/05/2016, Neue Osnabrücker Zeitung.

[16] Fonte utilizada pelo autor: “Dozens of terrorism suspects among refugees who entered Germany”, por Noah Barkin, 11/05/2016, Reuters (EUA).

[17] Fonte utilizada pelo autor: “Landtag wählt Muhterem Aras zur Präsidentin”, 11/05/2016, Spiegel.

[19] Fonte utilizada pelo autor: “Alice Schwarzer: 'The perpetrators on NYE in Cologne were Islamists'”, Deutsche Welle.

[20] Fonte utilizada pelo autor: 05.08.2014 - Nr. 128 - 50.000 Ministranten treffen Papst Franziskus, Deutsche Bischofskonferenz.

[21] Fonte utilizada pelo autor: “Bund kalkuliert bis 2020 mit rund 94 Milliarden Euro Kosten”, 14/05/2016, Spiegel.

[22] Fonte utilizada pelo autor: “Karneval der Kulturen: Auch weitere Frauen wurden belästigt”, 15/05/2016, Boulevardzeitung.

[23] Fonte utilizada pelo autor: “Von Storch fordert Distanz der Islam-Verbände zur Scharia”, por Matthias Kamann  16/05/2016, Die Welt.

[24] Fonte utilizada pelo autor: “Einstweiliges Verfügungsverfahren gegen Böhmermann”, 17/05/2016, Justiz Portal.

[26] Fonte utilizada pelo autor: “Germany: Humor, Sultan Style”, por Stefan Frank, 19/04/2016, Gatestone Institute.

[27] Fonte utilizada pelo autor: “Sicherheitsleck: Salafist arbeitete an Berliner Flughäfen”, por Ulrich Kraetzer, 18/05/2016, Berliner Morgenpost.

[28] Fonte utilizada pelo autor: “Sexuelle Belästigungen auch im Boulevard Berlin in Steglitz”, por Andreas Gandzior e Matthias Steube, 18/06/2016, Berliner Morgenpost.

[29] Fonte utilizada pelo autor: “Der Arzt, der eine Muslimin nicht behandeln wollte”, por Hildegard Stausberg, 22/05/2016, Die Welt.

[30] Fonte utilizada pelo autor: “Bayern wirbt Migranten als Polizisten na”, 24/05/2016, Merkur.

[31] Fonte utilizada pelo autor: “Bayern wirbt Migranten als Polizisten na”, 24/05/2016, Merkur.

[32] Fonte utilizada pelo autor: “Neue Erkenntnisse über Tatverdächtigen”, 23/05/2016, Südwestrundfunk.

[33] Fonte utilizada pelo autor: “Germany's New ‘Integration Law’”, por Soeren Kern, 29/05/2016, Gatestone Institute.

[34] Fonte utilizada pelo autor: “Vergewaltigung: Zwei Jahre Haft für 19-Jährigen”, 25/05/2016, Norddeutscher Rundfunk.

[35] Fonte utilizada pelo autor: http://germanlawarchive.iuscomp.org/?p=752
As promulgated on 13 November 1998 (Federal Law Gazette I, p. 945, p. 3322).

[36] Fonte utilizada pelo autor: “Gerichtsverfahren in Köln Im Schlaf sexuell missbraucht”, 26/05/2016, Kölnitch Rundtchau.

[37] Fonte utilizada pelo autor:

[38] Fonte utilizada pelo autor: “Deutsche ziehen wegen Flüchtlingspolitik nach Ungarn”, 26/05/2016, Focus.

[39] Fonte utilizada pelo autor: “EKD-Ratsvorsitzender fordert flächendeckenden Islamunterricht”, por Karsten Kammholz, 27 e 30 /05/2016, Stimme.

[40] Fonte utilizada pelo autor: “Trauerfeier: Pastor will IS-Kämpfer nicht idealisieren”, 26/05/2016, Hamburger Abentblatt.

[41] Fonte utilizada pelo autor: “Grüne fordert Moscheen in jedem Hamburger Bezirk”, por Geli Tangermann e Bernhard Sprengel, 29/05/2016, Die Welt.

[43] Fonte utilizada pelo autor: “18 Anzeigen nach sexuellen Übergriffen auf Schlossgrabenfest”, 31/05/2016 (atualização da notícia), Hessenschau.

[44] Fonte utilizada pelo autor: “Flüchtlinge sollten nur vorübergehend aufgenommen werden”, por Till Fähnders, 31/05/2016, Frankfurter Allgemeine.




Sobre o autor: Soeren Kern, americano, é graduado na Universidade de Washington em Relações Exteriores, e possui graduação em Estudos Políticos na Universidade Hebraica de Jerusalém.

Trabalha em assuntos de segurança e geopolítica. Escreve em diversas revistas e comenta em rádios, entre as quais a BBC, CNN e National Public Radio. É fluente em inglês, alemão e espanhol e já visitou mais de uma centena de países.

* * *

Adendo por Tannhauser

É importante esclarecer que o Gatestone Institute é uma instituição proeminentemente judaica de inclinação sionista. É fundada e financiada por doadores privados. Este instituto, apesar de ter em seus quadros alguns colunistas que denunciam as catástrofes de migração de não europeus para a Europa, omite completamente o papel judaico em fomentar tal migração e a política de fronteiras abertas para receber não europeus que resulta em todos os aspectos no genocídio branco. É comum autores deste instituto exporem protestos quando as críticas as consequências da chegada de muçulmanos ou migrantes são censuradas, mas não se vê protestos às críticas feitas as influências judaicas me suas várias esferas (política, cultural, social etc...) e nem se publica-as, e quando ocorrem de citarem alguma, a fazem com interpretação de que se trata de preconceito e pura implicância desprovida de qualquer fundamento, bem à maneira das alegações do judeu Elie Wiesel, que aliás compõe o quadro do instituto em questão.

Entre seus proeminentes membros estão[1]:

 John Robert Bolton, americano protestante, ex-embaixador dos EUA na ONU e homem do governo pró-sionista de George Bush.

Nina Rosenwald, descendentede judeus do leste europeu, herdeira do grupo Sears (originalmente um empreendimento americano que foi transferido para o capital judaico). Recebeu em 2003 um prêmio por ativismo pró-sionismo[2].

Alan Dershowitz, jurista e liberal judeu. Já defendeu clientes que fomentaram a pornografia, e envolvidos em pedofilia (Jeffrey Epstein), no entanto sua liberalidade se esfumaça ao querer controlar a posse de armas dos cidadãos americanos, além de ser apoiador de Hillary Clinton, esta, uma protagonista da globalização e adversária de todo nacionalismo exceto o nacionalismo israelense[3]. Já foi premiado pela Anti Defamation League.

Daniel William Finkelstein, judeu, ex-editor executivo do principal jornal britânico Times.

Merryl H. Tisch, política judia americana que atuou no Washington Institute for Near East Policy (Instituto de Washington para Políticas no Oriente Médio).

Elie Wiesel, judeu sobrevivente do alegado “holocausto” cujas contradições, desmascaradas[4] pelo acadêmico revisionista francês Robert Faurisson, são sistematicamente ocultadas pelo lobby judaico.

Em suma o aporte aproveitável de tal instituto é expor algumas consequências da globalização na Europa sem que, no entanto, revele as causas, pois estas, para serem acessadas pelos leitores devem ser procuradas em autores de fora do instituto, ou quando muito de algum autor do instituto que, no entanto, publica algum artigo da ação judaica em fomentar tal migração, mas nesse caso em outro portal, como foi o caso Douglas Murray[5]. Paul Grubach em excelente artigo colocou que os judeus como parte da comunidade mundial são também passíveis de críticas[6]. E se uma apuração crítica resultar em uma conclusão, de fato, que a atividade global judaica é nociva, é nada mais e nada menos do que manter o compromisso para com a verdade e para com a imparcialidade não negar-se a aceitar tal fato.

Seguem alguns artigos que mostram o protagonismo judaico no multiculturalismo e política de fronteiras abertas que permitem a migração na Europa chegarem a atual situação:






Notas

[2] Nota por Tannhauser: “House Majority Leader Tom Delay At ZOA Dinner: It’s Not ‘Occupied Territory,’ It’s Israel, por Morton A. Klein, 17/11/2003, Zionist Organization of America.

[3] Nota por Tannhauser: “Hillary Clinton: US has ‘moral obligation’ to support Israel”, 02/06/2016, The Jewish Agency.

[4] Nota por Tannhauser: Robert Faurisson, A Prominent False Witness: Elie Wiesel, publicado em inglês em folheto pelo Institute for Historical Review em 1988.
Traduzido em português em: Elie Wiesel - Um Proeminente falso testemunho – Por Robert Faurisson.

[5] Nota por Tannhauser: “Douglas Murray’s Warning to the Jewish Community”, por Kevin Macdonald, 25/11/2015, The Occidental Observer.
Traduzido em português em: Os avisos do {jornalista} Douglas Murray para a com unidade judaica – por Kevin MacDonald

[6]  Nota por Tannhauser: “A Critique of the Charge of anti-Semitism”, por Paul Grubach, verão 1988, The Journal for Historical Review, Volume 8 número 2, página 185.
Tradução para o português: A Crítica de Acusação de Antissemitismo: A legitimidade moral e política de criticar a Judiaria - por Paul Grubach.
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