Sua conscientização política

Contra a censura de questionar o poder que te governa.

O direito moral e político de colocar sobre o olhar crítico o grupo que mais influência tem sobre a política brasileira e mundial.

Esta é a Inquisição Moderna: Leia o esclarecedor texto de Paul Grubach
e visite o portal de Antonio Caleari

domingo, 28 de agosto de 2016

Deus e Raça - Credo do Soldado Alemão - O eco religioso germânico pré-cristão - parte 8 - DA HONRA



            O Brilhante brasão do homem reto é sua honra. A honra não se pode adquirir com dinheiro nem conferir-se com uma condecoração. Tampouco é a amostra do hipócrita nem o colete branco do rico bon vivant. Detrás da roupa branca se oculta com frequência um peito encardido. A honra é a retidão e o valor de um coração forte. Honra é a lealdade a si mesmo. O que se nega ou se esquece a si mesmo, o que passa pela vida eludindo o caminho reto, o que se deixa dominar por apetites e paixões em lugar de ser dono de seu próprio coração não pode ter honra. A honra tampouco se presenteia nem é inata senão há que ganha-la, há que cria-la.

            O que pode ter lealdade para consigo mesmo pode também ser leal para os demais. Por isso a honra é, ante tudo, lealdade. Lealdade para os camaradas. Assim, pois, a honra é lealdade ao povo e obediência leal ao “Führer”. Um padrão para medir a honra são os feitos que nascem com a lealdade. Porque a honra nem se adquire nem se defende com discursos. Não se lava mais que com armas, com sangue. O que não esteja disposto a arriscar tudo pela honra, a tem pedido.

            Nós não falamos de honra de classe, senão que nos referimos à honra dos alemães. Nenhuma classe tem direito a exigir uma honra própria. A honra não se adjudica de acordo com a opinião da chamada sociedade, que se crê ser, a única possuidora da virtude a moral. A honra é independente da categoria e da posição. É um patrimônio do coração. O mineiro que, coberto de pó e suor, se afana no fundo das galerias, pode ter um brasão mais limpo que o homem de negócios, esmerado e de eterno sorriso, que pouco a pouco se apodera do dinheiro com sujas manobras.

            A honra do soldado tampouco vai unido à categorias e distintivos. Nas questões de honra não há diferenças: o recruta tem a mesma honra que o general. O que há de fomentar é o sentido da responsabilidade e a consciência do dever. Os assensos representam mais dever e mais responsabilidade. A honra das armas é a honra do soldado. Em mãos do miserável, a adaga não é outra coisa que um pedaço de desonra e infâmia. A espada ensanguentada em mãos de um homem honrado, conserva sua honra graças a este.

Arte de Franz Eichhorst - 1885 - 1948

            Ante a honra tudo se anula: amor, amizade e propriedade. Nenhum sacrifício é demasiado grande, nenhum caminho é demasiado longo, nem nenhuma empresa demasiada grande. Isto sucede no mesmo para o indivíduo como para o povo. A República de Novembro não tinha honra porque havia nascido na infâmia. Desapareceu sem pena nem glória, igual como havia nascido. Seus representantes abandonaram sem honra o campo. Mas o povo alemão não tem carecido nunca de honra. Este povo se bateu honradamente contra todo um mundo de inimigos e dentre seus mais leais combatentes surgiu o “Führer”. Só ele podia devolver sua honra ao Reich, porquê ele não havia pedido nunca a sua, porquê ele era o mais leal de seu povo.

Arte de Karl Stauber de 1935

            Dois valores lutam hoje pelo poder: o amor e a honra. A Igreja predica o amor como o máximo valor de todas as virtudes. Nós optamos pela honra. O amor não deve nunca ser o último, mas o patrimônio maior, a missão mais santa para os povos segue sendo a honra. O amor é força, mas nunca fim. Pelo amor a Igreja tem exercido a caridade, tem concedido graças, tem repartido esmolas, tem predicado renúncias, tem educado seres divorciados da realidade e tem traído a Alemanha. Pela honra têm ido os povos à luta, têm dado seu sangue os melhores e têm nascido muitos heróis. Pela honra, se têm defendido contra a cruzada do amor os povos e as raças.

            Pelo amor celestial tem esquecido a Igreja sua honra terrenal. Falo da Igreja em geral, do Cristianismo, porque hoje não se trata de confissões e dogmas. Se trata somente da fé alemã, da pureza da alma alemã e tudo o que eles chamam deformação da Igreja se baseia, na realidade, no Cristianismo, porque a doutrina cristã foi, desde um princípio, uma doutrina contra a Natureza e contra o sangue, e o Cristianismo atual é o resultado de um cálculo frio dos sacerdotes.

            Sacerdotes sem honra mancham diariamente o brasão da Igreja. Seus conventos têm sido rebaixados à categoria de antros de corrupção, suas igrejas e altares são profanados pelos “ministros do Senhor”. Os representantes de Deus vão em rebanho desde o Fiscal Geral às penitenciárias. Que é que tem feito a Igreja até agora? Nada, cala e aguenta crimes em nome do amor. Também na fé está a honra em primeiro lugar. Isto não o tem compreendido a Igreja nem quer compreendê-lo. Está bem! Sua época tem-se terminado. Não temos nenhum motivo para chorá-la, pois o que está podre cai por si só.

            A fé alemã construirá um dia seus templos ao Povo. Os consagrará a aqueles que caíram em defesa da honra e da liberdade de seu povo. Neles não haverá sítio para santos e mentecaptos que fugiram da vida e da terra, porquê Deus nos deu por missão sobre a Terra servir à eternidade de nosso Povo. Na entrega sem condições a este povo e no valoroso espírito de sacrifício até o final reside nossa honra: a honra ante Deus.

Tradução por Tannhauser


Continua...
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Fonte: Se apresenta aqui a tradução da versão em português (proveniente da versão espanhola que por sua vez procede a versão original em alemão) do então conhecido livro anônimo “Gott und Volk; Soldatiches Bekenntnis (Deus e Raça: Credo do Soldado)”, publicado originalmente pela editora de Theodor Fritsch, em Berlim, 1941.
Aclaração encontrada na versão espanhola: O termo Volk tem sido tomado por tradutores como “Raça”. Dado a falta de uma palavra castelhana equivalente e a que consideramos seu significado se encontra à metade do caminho entre Raça e Povo, preferimos não rebaixar seu significado à comum tradução “povo”. O volk foi entendido como uma espécie de entidade determinada por uma raça comum e cuja identidade se manteria através dos séculos. Deixamos claro que a “Raça” é muito mais que isso mas cremos que se aproxima muito mais à intenção do autor que a tradução “Povo”.


Abaixo a tradução do prefácio da edição alemã publicada em 1941.

UM JOVEM ALEMÃO


            Tem escrito este livro, extraindo-o de sua alma, com o ímpeto irresistível do fluxo de seu coração e depois de longas jornadas de duro trabalho. Como jovem, tem participado na luta pelo Reich, e se tem feito homem na escola do serviço militar. Ele reivindica o direito de escrever sobre a fé porque está vivendo no ambiente da frente de batalha. Não quer intervir nas polêmicas dos sábios, porque sabe que a luta pela fé não se decide mediante livros e discursos, senão unicamente com o fogo do coração.

            Por este motivo, este livro deve ser lido também com o coração.

            Suas palavras estão dirigidas a aqueles que já levam em si a nova fé, bem em forma de um distante anseio ou como um vago pressentimento. Lhes convida a lutar com ele para que a alma alemã possa encontrar seu caminho para Deus, para que o povo alemão possa viver sua própria vida.

terça-feira, 23 de agosto de 2016

A Mecânica do gaseamento - Por Robert Faurisson


Robert Faurisson
           Entre todas aquelas que fazem declarações, discursos ou usam sentenças nas quais a expressão “câmara de gás” aparece, quantas destas pessoas realmente sabem o que elas estão falando? Não me levou muito tempo para imaginar que muitas pessoas comentem um dos mais gritantes erros. Estas pessoas imaginam uma “câmara de gás” como sendo similar a um mero quarto sob a porta da qual um gás doméstico é liberado. As pessoas esquecem que a execução por gás é por definição profundamente diferente daquela de uma simples asfixia acidental ou suicida. No caso de uma execução, deve-se cuidadosamente evitar todo risco de doenças, envenenamento ou morte ao executor e sua equipe. Tal risco é para ser evitado, antes, durante e depois da execução. As dificuldades técnicas implicadas aqui são consideráveis. Eu estava muito ansioso para saber como martas domésticas foram gaseadas, como raposas foram gaseadas em suas tocas, e como nos EUA uma pessoa que foi sentenciada a morte foi executada por gaseamento. Eu tenho descoberto que, na vasta maioria dos casos, ácido cianídrico foi usado para tais propósitos. Este foi precisamente o mesmo gás o qual os alemães usaram para fumigar seus quarteis. Foi também com este gás que eles alegadamente mataram grupos de indivíduos assim como também grandes massas de pessoas. Eu tenho, portanto, estudado este gás. Eu queria conhecer seu uso na Alemanha e na França. Eu tenho revisto documentos ministeriais que regulam o uso deste produto altamente tóxico. Eu tive a boa sorte de descobrir alguns documentos sobre Zyklon B e ácido cianídrico os quais têm sido reunidos pelos aliados nos arquivos industriais alemães em Nuremberg.

            Então, com um maior escrutínio, eu reexaminei certas declarações e confissões as quais têm sido feitas na Alemanha e cortes Aliadas referentes ao uso do Zyklon B para levar os prisioneiros à morte, e fiquei chocado. E agora, por sua vez, você também irá ficar chocado. Eu irei primeiro ler a você a declaração ou confissão de Rudolf Höss. Então, eu irei dizer a você os resultados de minha pesquisa, puramente física, sobre ácido cianídrico e Zyklon B. (Por favor tenha em mente que R. Höss foi um dos três sucessivos comandantes oficiais em Auschwitz; todos três os quais foram detidos e interrogados pelos Aliados. Somente Höss deixou uma confissão, para a qual nós estamos em dívida para com seus carcereiros poloneses.)

            Nesta confissão, a descrição do real gaseamento é extraordinariamente curta e vaga. Contudo, é essencial imaginar que todos aqueles outros que alegam ter estado presente neste tipo de operação são também vagos e breves e que suas declarações são cheias de contradições sobre certos pontos. Rudolf Höss escreve, “Meia hora depois de ter liberado o gás, nós iriamos abrir a porta e ligar o ventilador. Nós iriamos imediatamente começar remover os corpos.[1]” Eu chamo atenção para a palavra “imediatamente”; em alemão a palavra é “sofort”. Höss então adiciona que a equipe responsável pela manipulação e remoção de 2,000 corpos da “câmara de gás” e de transportar eles para os fornos crematórios faziam enquanto “comiam ou fumavam”; portanto, se eu compreendi corretamente, estas tarefas eram todas realizadas sem máscaras de gás. Tal descrição corre contra todo o senso comum. Ela implica que é possível entrar em uma área saturada com ácido cianídrico sem tomar qualquer medida de precaução no manuseamento de mãos nuas de 2,000 cadáveres expostos ao ácido cianídrico os quais estavam provavelmente ainda contaminados com o gás fatal. O cabelo (o qual foi supostamente cortado depois da operação) estava indubitavelmente impregnado com gás. As membranas mucosas teriam sido impregnada também. Bolsas de ar entre os corpos os quais supostamente foram amontoados um sobre o outro teriam sido preenchidos com gás. Que tipo de superpoderoso ventilador é capaz de instantaneamente dispersar tanto gás à deriva através do ar e nas bolhas de ar? Mesmo se um tal ventilador tivesse existido, seria necessária a realização de um teste para detecção de qualquer vestígio de ácido cianídrico e para desenvolver um procedimento para informar à equipe que o ventilador tinha realizado plenamente sua função e que a sala estava segura. Agora, é abundantemente claro da descrição de Höss que o ventilador em questão deve ter sido de poderes mágicos a fim de ser capaz de dispersar todo ao gás com tal performance impecável de modo que não havia causa para preocupação ou necessidade para verificação da ausência de gás!

            O que o mero senso comum sugeriu é agora confirmado pelos documentos técnicos referentes ao Zyklon B e seu uso[2]. Afim de fumigar uma barraca, os alemães forma constrangidos por numerosas medidas de precaução: times especialmente treinados os quais foram licenciados somente após um estágio em uma fábrica de Zyklon B; materiais especiais incluindo os filtros “J” os quais usados em máscaras de gás foram capazes de proteger um indivíduo sobre as mais rigorosas condições tóxicas; evacuação de todas as casernas adjacentes; avisos postados em várias línguas e trazendo um crânio e ossos cruzados; um meticuloso exame do local a ser fumigado afim de localizar e selar fissuras ou aberturas; a vedação de qualquer chaminé ou tubulação de ar e a remoção das chaves das portas. As latas de Zyklon B eram abertas no próprio lugar. Depois que o gás tinha aparentemente matado todos os vermes, a mais crítica operação iria começar; esta era a ventilação do local. Os sentinelas eram para estar estacionados a uma certa distância das portas e janelas, as costas deles para o vento, afim de prevenir a aproximação de todas as pessoas. E equipe especialmente treinada e equipada com máscaras de gás então iria entrar no edifício e desobstruir as chaminés e rachaduras, e abrir as janelas. Esta operação completada, eles tinham que ir para o exterior novamente, remover suas máscaras e respirar livremente por dez minutos. Eles tinham de colocar suas máscaras novamente e entrar novamente na construção e executar o próximo passo. Uma vez que todo este trabalho fosse completado, era ainda necessário esperar VINTE horas. Na verdade, por causa que o Zyklon B era “difícil de ventilar desde que ele adere fortemente as superfícies,” a dispersão do gás requeria uma longa ventilação natural. Isto era especialmente importante quando grandes volumes de gás eram empregados como no caso de uma caserna contendo mais que um andar. (Quando o Zyklon B era usado numa autoclave com um volume total de somente 1º metros cúbicos, ventilação (forçada ou artificialmente) era ainda necessária.) Depois que vinte horas tinham se passado, a equipe iria retornar usando suas máscaras. Eles iriam então verificar por meios de um papel teste (o papel iria fiar azul na presença de ácido cianídrico) quanto a possibilidade do local estar ou não apto para a habitação humana. E então nós vemos que um local o qual tinha sido gaseado não era acessível até um mínimo de 21 horas ter decorrido. Desde quando a legislação francesa lida com isto, o mínimo fixado é 24 horas[3].

            Torna-se, portanto, evidente que na ausência de um ventilador mágico capaz de expelir instantaneamente um gás que é “difícil de ventilar, uma que ele adere fortemente à superfícies,” o “matadouro humano” chamado de “câmara de gás” teria ficado inacessível por aproximadamente um dia inteiro. Suas paredes, pisos, teto teriam retido porções de um gás que o qual era altamente venenoso para o homem. E o que acontece aos corpos? Estes cadáveres poderiam ter sido nada menos que saturados com o gás, assim como as almofadas, colchões e cobertores discutidos no mesmo documento técnico sobre o uso do Zyklon B teriam sido saturados também. Estes colchões, etc., tinham de ser levados para fora das portas para serem arejados e batidos por uma hora sob condições atmosféricas secas e por duas horas quando o clima estivesse úmido. Quando isto era realizado, estes itens eram então amontoados juntos e batidos novamente se o teste de papel revelasse qualquer outra presença do ácido cianídrico.

            Ácido cianídrico é ambo inflamável e explosivo. Como poderia ele ter sido usado em grande proximidade da entrada dos fornos crematórios? Como poderia alguém ter entrado na “câmara de gás” enquanto fumando?

            Eu não tenho ainda nem mesmo tocado no assunto da superabundância de impossibilidades técnicas e físicas as quais tornam-se evidentes sobre um real exame do local e das dimensões das supostas “câmaras de gás” em Auschwitz-Birkenau. Ainda mais, apenas um inquisitivo curioso do museu polonês pode descobrir, estas câmaras eram na realidade nada mais que “câmaras frigoríficas” (mortuários) e eram típico em tais salas tanto a conformação como o tamanho. A suposta “câmara de gás” de Krema II em Birkenau, da qual três permanecem somente em ruínas, era, na verdade, um crematório, localizado abaixo do solo a fim de proteger ele do calor e medindo 30 metros de comprimento e 7 metros de largura (dois metros em cada lado por cadáver e metros abaixo do centro para permitir o movimento de vagões). A porta, os corredores, o elevador de carga (que mede apenas 2,10 metros por 1,35 metros) os quais levam à câmara de crematório eram todos de dimensões liliputianas em comparação às insinuações do relato de Höss[4]. De acordo a Höss, a câmara de gás poderia facilmente acomodar 2,000 vítimas de pé, mas tinha uma capacidade de 3,000. Consegue você imaginar isso? Três mil pessoas cremadas num espaço de 210 metros quadrados. Em outras palavras, para fazer uma comparação, 286 pessoas de pé em uma sala medindo 5 metros por 4 metros! Não se deixe enganar que antes da retirada os alemães os alemães explodiram as “câmaras de gás” e fornos crematórios para esconder qualquer traço dos alegados crimes deles. Se alguém consegue obliterar todos traços de uma instalação a qual seria intrinsicamente tão sofisticada, deve ser escrupulosamente desmantelada de cima para baixo de modo que permaneça nem um retalho de evidência incriminatória. Destruição por meios de demolição teria sido ingênua. Se explosivos tivessem sido empregados, a mera remoção dos blocos de concreto iria ainda ter deixado este ou aquele sinal revelador. Como uma questão de fato, os poloneses dos presentes dias no museu de Auschwitz têm reconstruído os restos de alguns “Kremas” (significando, na realidade, reconstruções do crematório e supostas “câmaras de gás”). Contudo, todos os artefatos mostrados aos turistas atestam a existência de fornos crematórios em vez de qualquer coisa mais[5].

            Nos EUA a primeira execução por gaseamento ocorreu em 08 e fevereiro de 1924 na prisão de Carson City, Nevada, Duas horas depois da execução, traços do veneno ainda eram encontrados no pátio da prisão. Sr. Dickerson, governador da prisão, declarou que, referente ao homem condenado, o método de execução foi certamente o mais humano até agora empregado. Mas ele acrescentou que ele iria rejeitar aquele método no futuro por causa do perigo para as testemunhas[6].

            As reais câmaras de gás, tais como aquelas criadas pelos americanos em 1924 e posteriormente desenvolvidas por eles em 1936 – 1938, oferecem alguma ideia da inerente complexidade de tal método de execução. Os americanos, para uma coisa, somente gaseiam um prisioneiro por vez, normalmente (existem algumas câmaras de gás, contudo, equipada com dois assentos para a execução de dois irmãos, por exemplo). O prisioneiro é totalmente imobilizado. Ele é envenenado pelo ácido cianídrico (na verdade, por meio de pelotas de cianeto de sódio despejadas num recipiente contendo ácido sulfúrico e água destilada, resultando na liberação de ácido cianídrico). Dentro de aproximadamente 40 segundos, o prisioneiro cochila, e em uns poucos minutos ele morre. Aparentemente, o gás não causa desconforto. Como no caso do Zyklon B, é a dispersão do gás que causa problemas. A ventilação natural por 24 horas não é possível neste caso: obviamente, a localização do local de execução se opõe a tal ventilação conforme iria implicar em sérios perigos para os guardas e internos. O que, então, é o melhor curso de ação com um gás que apresenta tais dificuldades de ventilação? A solução é transformar os vapores ácidos em um sólido, um sal, o qual pode ser retirado com água. Para este fim o vapor de amônia, uma base, é colocado para reagir com os vapores ácidos, formando esta reação química o desejado sal. Quando o ácido cianídrico tem, depois de tudo, desaparecido, um certo sinal irá alertar o médico assistente e seus assessores que estão do lado oposto da barreira de vidro. Este sinal é fenolftaleína. Ela está disposta em contentores em vários locais na câmara: ela muda do rosa para o púrpura na ausência do ácido cianídrico. Uma vez que a ausência do veneno está indicada e uma vez que o arranjo de ventiladores dissipa os vapores de amônia através de um exaustor de escape, os médicos e seus assistentes entram na câmara vestindo máscaras de gás. Eles também vestem luvas de borracha para proteção. O médico desarranja o cabelo do condenado morto de modo a poder escovar qualquer resíduo de ácido cianídrico. Somente depois de uma hora completa ter passado pode o guarda entrar na câmara. O corpo é então lavado muito cuidadosamente e a sala é regada. O gás de amônia tem a esta altura sido expelido através de uma alta e longa chaminé acima da prisão. Por causa do perigo dos guardas normalmente estacionados nas torres de observação, em algumas prisões estes homens eram obrigados a deixar os postos deles durante uma execução. Eu irei apenas mencionar os outros requisitos para uma câmara de gás completamente estanque, tais como a necessidade de trancas seladas, barreiras de vidro Herculite® de considerável espessura (para resistir a implosão devido a vácuo parcial no interior da câmara), um sistema de vácuo, válvulas de mercúrio, etc.

            Um gaseamento não é uma improvisação. Se os alemães tinham decidido gasear milhões de pessoas, uma revisão de alguns muito formidáveis maquinários teria sido absolutamente essencial. A ordem geral, instruções, estudos, comandos e planos seriam certamente necessários também. Tais itens nunca têm sido encontrados. Reuniões de especialistas teriam sido necessárias: de arquitetos, químicos, médicos, e especialistas em um vasto alcance de campos técnicos. Desembolsos e alocações de fundos teriam sido necessários. Tivesse isso ocorrido num estado tal como o Terceiro Reich, uma riqueza de evidências iria ter certamente sobrevivido. Nós conhecemos, por exemplo, até o pfennig, o custo do canil em Auschwitz e dos loureiros os quais foram encomendados para os berçários. Os pedidos para os projetos iriam ter sido emitidos. Trabalhadores e engenheiros civis não teriam sido permitidos se misturar com os internos. Os passes não teriam sido concedidos para os alemães no campo, e seus membros da família não teriam tido direitos de visitas. Acima de tudo, os prisioneiros que tinham servido suas sentenças não iriam ter sido liberados e permitidos retornarem para seus respectivos países: este bem guardado segredo entre os historiadores nos foi revelado vários anos atrás em um artigo por Louis De Jong, diretor do Instituto de História da Segunda Guerra Mundial de Amsterdã. Ainda mais, nos Estados Unidos a recente publicação de fotografias aéreas de Auschwitz é um golpe de morte na fábula de extermínio: mesmo no verão de 1944 no auge do influxo de judeus húngaros, existia nenhuma indicação de qualquer pira ou multidão de prisioneiros próximos ao crematório (mas um portão aberto e uma área de jardim é claramente visível) e existe nenhuma fumaça suspeita (embora alegadamente as chamas e os montes de fumaça do crematório eram continuamente vomitados e que eram visíveis de uma distância de vários quilômetros de dia e de noite).  

            Eu irei concluir com um comentário sobre o que eu considero como critério de falso testemunho em relação as câmeras de gás. Tenho noticiado que todas estas afirmações, vagas e inconsistentes como elas são, concordam no mínimo em um ponto: a equipe responsável por remover os corpos das “câmaras de gás” entraram no local ou “imediatamente” ou em “poucos momentos” depois das mortes das vítimas. Eu afirmo que este ponto por si só constitui a pedra angular de falso testemunho, porque isto é uma impossibilidade física. Se você encontrar uma pessoa que acredita na existência das “câmaras de gás,” pergunte a ela como, na opinião dela, os milhares de cadáveres foram removidos para deixar a sala pronto para o próxima carga.

Tradução por Tannhauser


Notas


[1] Nota do autor: Kommandant in Auschwitz / Autobiographische Aufzeichnungeh (Comandante de Auschwitz / Notas autobiográficas) por Rudolf Höss, introdução e comentários por Martin Broszat, 1958, Verlagsanstalt, Stuttgart. Está na página 166 deste livro, na parte da confissão que Höss tinha redigido em novembro de 1946, na que a seguinte passagem é encontrada: “Eine halbe Stunde nach den Einwurf des Gasses wurde die Tür geöffnet und die Entlüftungsanlage eingeschaltet. Es wurde sofort mit dem Herausziehen der Leichen begonnen.” (Meia hora depois do gás ter sido inserido, a porta foi aberta e o aparato de ventilação ligado. A remoção dos corpos foi iniciada imediatamente.”) E está na página 126, no fragmento datado de fevereiro de 1947, que é dito que a equipe encarregada de remoção dos cadáveres da “câmara de gás” fez este trabalho “mit einerstumpfer Gleichmütigkei” (“com uma indiferença sombria”) como se fosse uma tarefa diária (“als wenn es irgend etwas Alltäglisches wäre”). Höss é suposto ter acrescentado: “Beim Leichenschleppen assen sie oder rauchten,” isto é: “Enquanto retirando [os cadáveres] eles costumavam comer ou fumar.” Para Höss, além disso, eles não pararam de comer. Eles iriam comer quando retiravam os cadáveres das câmaras, quando extraiam os dentes de ouro deles, quando cortavam os cabelos deles, quando arrastavam eles para os fornos ou poços. Höss mesmo adiciona esta escandalosa observação: “Nos poços eles agiam para manter o fogo aceso. Eles iriam derramar gordura acumulada sobre os novos corpos, e iriam atiçar ao redor dos montes de corpos em chamas para criar um ducto.”

                Höss não revelou como a gordura conseguia não ser ela mesma queimada (cadáveres não são torrados como se fossem galinhas, mas são queimados em montes no chão ou em piras). Ele não fiz como os homens poderiam se aproximar destas formidáveis piras para coletar os fluxos de gordura (!), nem nos diz como eles poderiam se aproximar o suficiente para atiçar os montes de corpos para efetuar a combustão. O absurdo deste “derramar gordura acumulada” (“das Übergiessen des angesammelten Fettes”) é, além do mais tão óbvia que o tradutor francês do livro apresentado por Martin Broszat muito discretamente omitiu traduzir aquelas cinco palavras alemãs (Rudolf Höss, Le Commandant d’Auschwitz parle (O Comandante de Auschwitz Fala), traduzido do alemão para o francês por Constantin de Grunwald, Paris, Julliard, 1959, tiragem de 15 de março de 1970, página 212. Filip Müller tem escrito Sonderbehandlung, traduzido como Eyewitness Auschwitz / Three Years in the Gas Chambers, New York, Stein & Day, 1979, XIV – 180 páginas. Da página 132 até a 142 ele acumula as mais surpreendentes histórias sobre ferver gordura humana como água, coletando panelas para gordura, gordura fervente esvaziadas com baldes sobre uma longa haste curvada e derramada toda sobre o poço, o guarda SS atirando bebes vivos dentro de gordura humana fervente, e assim por diante.

[2] Nota do autor: Para os vários julgamentos deles chamados “Julgamentos de Nuremberg”, os americanos percorreram muitos documentos técnicos relativos ao Zyklon B. Se eles tivessem lido estes documentos cuidadosamente, e se eles tivessem – como eu mesmo tenho feito – continuado prosseguindo com a pesquisa em certos tomos técnicos na Livraria do Congresso em Washington, eles iriam ter se tornado conscientes do incrível número de impossibilidades técnicas contidos na evidência das “câmaras de gás” alemã. Um dia irei devotar um estudo para quatro documentos específicos os quais, em minha opinião, destrói completamente a lenda das “câmaras de gás”. Aqueles quatro documentos são: primeiro, dois documentos gravados pelos americanos para o Julgamento de Nuremberg, e então, dois estudos técnicos assinados por Gerhard Peters, todos dos quais pode-se consultar na Livraria do Congresso. Eu irei relembrar ao leitor que Gerhard Peters foi, durante a guerra, diretor atuante da firma DEGESCH (Deutsch Gesellschaft fur Schädlingsbekämpfung: Companhia Alemã para Controle de Peste) o qual dirigia, em particular, a distribuição do Zyklon B. Depois da guerra Peters era para ser trazido perante os tribunais muitas vezes por seus próprios compatriotas. Ele afirmou que ele nunca tinha durante a guerra ouvido sobre qualquer uso homicida do Zyklon B.

                Documentos de Nuremberg (documentos com o prefixo NI, refere-se a “Nuremberg, Industriais”):
                1. NI-9098, registrado mente em 25 de julho de 1947: uma brochura intitulada Acht Vorträge aus dem Arbeitgebiet der DEGESH (Oito leituras sobre os aspectos das operações de campo do DEGESH) e impresso em 1942 para uso privado. No fim desta brochura, na página 47, aparece uma tabela descritiva sobre cada um dos oitos gases distribuídos pela firma. No ponto número 7 da descrição se lê para o Zyklon B: “Lüftbarkeit: wegen starken Haftvermögens des Gases na Oberflächen erschwert und langwierig.” (Propriedades de ventilação: complicada e demorada para ventilar desde que o gás adere fortemente em superfícies.”)
                2. NI-9912, Registrado somente em 21 de agosto de 1947: uma notícia pública intitulada Richtlinien fur die Anwendung von Blausäure (Zyklon) zur Ungerziefervertilgung (Entwesung) (Diretivas para o uso do ácido cianídrico (Zyklon) para a destruição de vermes (desinfestação)). Este documento é de capital importância. Melhor que qualquer outro ele mostra em que grau o manuseio do Zyklon B poderia ser feito somente por pessoal treinado. O tempo requerido para o produto destruir vermes alcança de 6 horas em clima quente à 32 horas em frio. A duração normal é 16 horas. Esta longa duração é explicada indubitavelmente pela composição do Zyklon. Zyklon é ácido prússico, ou ácido cianídrico, absorvido por uma substância acessória de diatomita. O gás é liberado lentamente por causa da substância acessória. Esta lentidão é tal que não se pode compreender como na terra os alemães poderiam ter escolhidos um gás tal como o Zyklon a fim de liquidar massas de seres humanos. Teria sido mais fácil para eles ter usado ácido cianídrico em sua forma líquido. Eles tinha a disposição deles significante quantidades deste ácido nos laboratórios da planta da IG-Farben em Auschwitz, onde eles tentaram fazer borracha sintética. É do documento NI-9912 que eu redigi a informação relativa ao uso de Zyklon B para a fumigação de casernas, a duração de seu arejamento (no mínimo 21 horas), etc. 
         Documentos na Libraria do Congresso. Estes referem-se a dois estudos escritos por Gehard Peters, ambos publicados em Sammlung Chemischer &Chemisch-technischer Vorträge, o primeiro em 1933 em Neue Folge, Heft 20, e o outro em Neue Folge, Heft 47a em1942, (resenha editada por Ferdinand Enke em Suttgart). Aqui estão os títulos, seguidos pela referência da Livraria do Congresso: 
1. “Blausäure zur Schädlingsbekämfung” (QD1, S2, n.f., hft. 20, 1933), 75 páginas.
2. “Die Hochwirksamen Gase und Dämpfe in der Schädlingsbekämpfung” (QD1, S2, n.f., hft. 47a, 1942), 143 páginas. Deve ser dito de passage que é admirável que esta resenha a qual foi publicada durante a guerra na Alemanha devia ter chegado seguramente também durante a guerra na Livraria do Congresso em Washington!. A edição de 1942 traz a data de registro em Washington de ... 1 de abril, 1944!
[3] Nota do autor: As regulamentações francesas relativas ao uso de ácido cianídrico são tão estritas como as alemãs. Ver decreto 50-1290 de 18 de outubro de 1950 do Ministério de Saúde Pública, Paris.

[4] Nota do autor: A planta que permite-nos dar estas dimensões o mais próximo de centímetros é encontrada nos arquivos do Museu Estadual de Oswiecim (Auschwitz). O número de referência da reprodução da planta é Neg. 519. As plantas de “Kremas” (crematória) IV e V são ainda mais interessantes que aquelas de Kremas II e III. Eles provam, em feito, que os três locais enganosamente descritos como “câmaras de gás” eram de fato inofensivas estruturas, completadas com portas e janelas ordinárias. O único meio para os homens da SS “arremessar o Zyklon” dentro destes locais “a partir do lado externo” teria sido como segue a cena:  Eles iriam ter de perguntar para as vítimas deles – comprimidas por centenas ou milhares – para abrir as janelas e permitirem eles “arremessar Zyklon”, depois de tal ação as vítimas iriam cuidadosamente fechar as janelas, em seguida, abstiveram-se de esmagar as vidraças, até a morte se suceder. É perfeitamente fácil de compreender porquê as autoridades polonesas comunistas são tão relutantes em mostrar estas plantas; eles preferem contar com as “confissões” de Höss sem dados topográficos de apoio.

[5] Nota do autor: Estes interessantes restos dos crematórios podem ser vistos através de um grande painel de vidro na parte traseira da sala a qual, em exibição no bloco nº 4, é dedicada ao Kremas.

[6] Nota do autor: Estes detalhes da primeira execução por gás venenoso foram publicados no jornal belga Le Soir de 09 fevereiro de 1974, sobre o título de “II y a 50 ans” (50 anos atrás): uma reedição da edição do artigo de 09 de fevereiro de 1924.


Informação Bibliográfica:

Autor
Robert Faurisson
Título
The Mechanics of Gassing
Fonte
The Journal for Historical Review (http://www.ihr.org)
Data
Primavera de 1980
Fascículo
Volume 1 número 1
Localização
Página 23
Link

O Institute for Historical Review na época da publicação deste artigo em 1980 no The Journal of Historical Review emitiu a nota que segue:
Devido a pressão do tempo, lamentamos que o artigo do Dr Faurisson é publicado aqui sem notas de rodapé ou referências. Isto foi porque o Dr. Faurisson deseja ambas as referências e sua tradução serem escrupulosamente precisas. As referências e notas irão ser publicadas em uma data posterior. Leitores que desejarem estudar “A folha de procedimentos da câmara de gás” das prisões dos EUA devem se dirigir ao The Spotlight newspaper (300 Independence Avenue, South-East, Washington D.C. 20003) de 24 de dezembro de 1979.
No entanto nesta tradução para o idioma português estas notas foram devidamente incluídas a partir do endereço abaixo:


Sobre o autor: Robert Faurisson, nascido em 1929, tem por anos sido visto como o revisionista do Holocausto líder na Europa.

            Formou-se em Sorbonne, Paris, em Letras Clássicas (Latim e Grego) obtendo o seu doutorado em 1972, e serviu como professor associado na Universidade de Lyon na França de 1974 até 1990. Ele é reconhecido como especialista de análise de textos e documentos. Depois de anos de pesquisa privada e estudo, o Dr. Faurisson fez pública suas visões céticas sobre a história de exterminação no Holocausto em artigos publicados em 1978 no diário francês Le Monde. Seus escritos sobre a questão do Holocausto têm aparecido em vários livros e numerosos artigos acadêmicos e foi um frequente  contribuidor do The Journal of Historical Review. Entre seus livros estão:

Mémoire en défense (contre ceux qui m'accusent de falsifier l'Histoire : la question des chambres à gaz), Editora  La vieille taupe , 1980.

Réponse à Pierre Vidal-Naquet. Paris: La Vieille Taupe, 1982.

Réponse à Jean Claude Pressac Sur Le Problème Des Chambres à Gaz, Editora R.H.R., 1994.

Quem escreveu  diário de Anne Frank (em português impresso pela Editora Revisão).

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Relacionado, leia também: 


sábado, 20 de agosto de 2016

A Islamização da Grã-Bretanha em 2015 Crimes Sexuais, Jihadimania e “Taxa de Proteção” - por Soeren Kern - Parte 3

Continuação da parte 2

Soeren Kern
(Recomendado ver ao final do texto o perfil do Gatestone Institute, que é o site que publica este artigo)

SETEMBRO de 2015

17 de setembro. Um tribunal de apelação em Londres determinou[81] que seria adequado que Jamal Muhammed Raheem Ul Nasir, um violentador de crianças que abusou de duas meninas muçulmanas, fosse condenado a um período mais longo do que se as vítimas fossem brancas, porque vítimas muçulmanas de crimes sexuais sofrem mais devido à vergonha que elas têm que passar. Advogados do pedófilo argumentaram que a sentença original era demasiadamente dura. A National Society for the Prevention of Cruelty to Children (Sociedade Nacional para a Prevenção de Atos Cruéis contra Crianças - NSPCC) declarou[82]:
“A justiça britânica deveria funcionar em condições iguais para todos, e as crianças precisam ser protegidas independentemente das diferenças culturais. Independentemente de raça, religião ou sexo, cada criança merece ter o direito a segurança e proteção contra abuso sexual e os tribunais devem espelhar isso”.
18 de setembro. O jornal The Times informou[83] que a inteligência britânica está monitorando mais de 3.000 extremistas islamistas autóctones, dispostos a desfechar atentados na Grã-Bretanha. De acordo com a notícia, homens e mulheres britânicos, entre eles muitos adolescentes, estão sendo radicalizados em questão de semanas, a ponto de estarem aptos a executar atos violentos.

26 de setembro. O Queen Elizabeth Hospital em Margate, Kent, pediu desculpas[84] ao Sargento da Força Aérea Mark Prendeville depois que ele foi afastado de outros pacientes, porque alguns membros da equipe disseram que sua farda poderia ofender pacientes muçulmanos.

Também em setembro, uma exposição de arte que estava comemorando a liberdade de expressão proibiu[85] a exibição de trabalhos artísticos anti-ISIS, depois que a polícia manifestou preocupação com a segurança. “ISIS Ameaça Sylvania”, uma série de sete quadros satíricos destacando os brinquedos de crianças Sylvanian Families, foi retirada da exposição Passion for Freedom (Paixão pela Liberdade) depois que a polícia manifestou preocupação em relação ao “conteúdo potencialmente inflamatório” da exposição. A polícia informou aos organizadores que se eles forem adiante com os planos para a exibição, eles terão que pagar £36.000 (US$53,000) para a segurança dos seis dias do evento.


OUTUBRO de 2015

9 de outubro. O Channel 4 News noticiou que o muçulmano convertido Jamal al-Harith recebeu do governo britânico £1 milhão (US$1,5 milhões) após sua libertação do campo de detenção de Guantánamo Bay em Cuba e, em seguida ele fugiu para a Síria para se juntar ao ISIS.

12 de outubro. Nadir Syed, 21, Yousaf Syed, 19 e Haseeb Hamayoon, 27, compareceram[86] ao Tribunal da Coroa de Woolwich para o início de seus julgamentos. Os promotores dizem que o trio planejava, em nome do ISIS, decapitar pessoas nas ruas da Grã-Bretanha. Segundo consta, eles também planejavam usar uma faca de caçador para assassinar um policial, soldado ou alguém do público no Dia da Lembrança também conhecido como Dia do Armistício, um feriado nacional em homenagem ao fim da Primeira Guerra Mundial. O tribunal ouviu que os acusados “mostravam um interesse não natural nos assassinatos e nas decapitações”.


Haseeb Hamayoon, Yousaf Shah Syed and Nadir e Sayed na Woolwich Crown Court  para o julgamento

25 de outubro. Veio à tona que Abdulrahman Abunasir, um imigrante que violentou uma mulher duas semanas após chegar à Grã-Bretanha, está obstruindo[87] os esforços para deportá-lo sob a alegação de que ele é um refugiado sírio. Abunasir entrou com um pedido de asilo enquanto cumpria uma pena de 18 meses de prisão pelo estupro. Quando ele foi interrogado pelos oficiais da imigração, no entanto, foi constatado que ele não sabia como responder as perguntas mais simples sobre a Síria. Agentes britânicos dizem que há um “altíssimo grau de certeza” de que Abunasir é do Egito, porém segundo as leis de direitos humanos da Europa, eles não têm como deportá-lo porque não têm como provar sua nacionalidade.

27 de outubro. Um funcionário muçulmano de uma usina nuclear em West Kilbride, Escócia, foi afastado[88] das dependências do complexo após ser pego estudando materiais para a fabricação de bombas em horário de trabalho. Uma fonte da usina afirmou: “não é possível trabalhar com pessoas que tenham acesso ao reator e que tenham qualquer interesse em explosivos. Ninguém sabe o que se passa na cabeça dele, mas não é o que você quer em uma usina nuclear”.

              29 de outubro. A British Muslim Youth (Juventude Muçulmana da Grã-Bretanha), um grupo islâmico de Rotherham, conclamou[89] os muçulmanos a boicotarem a polícia porque a investigação sobre um caso de exploração sexual de uma criança na cidade é o mesmo que “marginalizar e desumanizar” os muçulmanos. Em uma mensagem postada na Internet, o grupo emitiu uma ordem para que os patrícios muçulmanos cortem imediatamente todos os laços com os agentes da lei ou então corram o risco de se tornarem párias em suas próprias comunidades.

              30 de outubro. Atiq Ahmed, 32, de Oldham, Grande Manchester, foi condenado[90] a dois anos e meio de prisão por ameaçar decapitar um policial. A polícia encontrou em sua residência uma pilha de vídeos de execuções e decapitações. Após assistir os vídeos, o Juiz Michael Topolski QC declarou: “muitos desses vídeos são profundamente preocupantes, verdadeiramente horripilantes e nada tem a ver com as verdadeiras práticas dessa milenar e venerável religião”.


NOVEMBRO de 2015

             1º de novembro. O Independent publicou[91] um editorial com o título: "O Profeta Maomé Tinha Valores Britânicos, de modo que a única maneira de combater o extremismo é ensinar mais do Islã nas escolas".

              1º de novembro. O Sunday Times revelou[92] que investigadores do governo descobriram que presidiários não-muçulmanos, em diversas prisões de segurança máxima da Grã-Bretanha, estão sendo obrigados a pagar uma “taxa de proteção” a presidiários muçulmanos radicais por medo de atos violentos. A “taxa”, também conhecida como “jizya” está sendo imposta por gangues de extremistas islâmicos nas prisões de Belmarsh, Long Lartin, Woodhill e Whitemoor. Presidiários não-muçulmanos disseram que estão sofrendo bullying e sendo ameaçados de sofrerem atos violentos a menos que façam os pagamentos com cartões telefônicos, alimentos, fumo ou drogas. Algumas das supostas vítimas disseram que foram instruídas a arrumarem amigos e familiares fora da cadeia para que façam a transferência do dinheiro para contas bancárias controladas por islamistas.

               3 de novembro. Kasim Ali, 25 juntamente com seus primos Adeel Ali, 20 e Razi Khalid, 18 que foram considerados culpados de um “ataque em nome da honra” contra um namorado de uma de suas irmãs, foram poupados[93] de irem para a prisão. Os três homens, todos de Blackburn, Lancashire, tiveram como alvo Aquib Baig porque a família dele não aprovava seu namoro com a irmã deles. Eles depredaram seu carro antes de persegui-lo dentro de uma loja, onde aos chutes e pontapés o espancaram na frente de clientes horrorizados. O Juiz Recorder Julian Shaw assinalou:
“Não há lugar para violência em nome da religião ou da honra. é abominável, é contra a sua religião e é ilegal. Eu espero que todos vocês estejam envergonhados por estarem presentes neste tribunal. Não há dúvida que suas famílias estão perplexas, balançando a cabeça se perguntando: o que fizemos de errado. Eles estão sendo humilhados e constrangidos ao verem vocês aqui, um grupo covarde atacando uma pessoa. Voltem para sua comunidade, para suas famílias e reconstruam suas reputações. Não voltem nunca mais para assombrar este tribunal com algum tipo de violência em nome da honra”.
                9 de novembro. Veio à tona[94] que professores muçulmanos na Academia de Oldknow, uma escola envolvida no escândalo do “cavalo de Tróia”, tentaram islamizar escolas britânicas, obrigando os alunos a recitarem cânticos anticristãos. Os ex-professores Jahangir Akbar e Asif Khan, ao que consta, incitavam os alunos gritando “não acreditamos no Natal, acreditamos”? e “Jesus não nasceu em Belém, nasceu”? Christopher Gillespie, o advogado do National College for Teaching and Leadership, disse que “foi fechado um acordo para introduzir uma influência religiosa exagerada no currículo escolar na Escola de Oldknow. É turva a diferença entre uma escola religiosa e uma escola do estado, para não dizer inexistente”.

               12 de novembro. A polícia britânica prendeu[95] Bakr Hamad, Zana Abdul Rahman, Kadir Sharif e Awat Wahab Hamasalih como parte de uma operação antiterrorismo ligada a conspirações para o recrutamento de homens bomba e sequestro de diplomatas ocidentais. Acredita-se que os quatro homens do Iraque aos quais foram concedidos o status de asilados na Grã-Bretanha faziam parte de uma facção da al-Qaeda que usava a Internet para recrutar homens bomba, estabelecer “células adormecidas” dentro da Europa e atacar alvos no exterior.

               13 de novembro. Yahya Rashid, 19, foi condenado[96] em um julgamento no Tribunal da Coroa de Woolwich, acusado de dois crimes por se preparar para cometer atos de terrorismo. Rashid usou o empréstimo a estudantes para reservar voos para a Turquia para ele e outros quatro com a intenção de viajarem para a Síria para se juntarem ao ISIS. Atendendo aos apelos de sua família para que voltasse para casa, Rashid acabou mudando de ideia e ficou na Turquia. Ele voltou para Londres em março de 2015 e foi preso ao desembarcar.

               17 de novembro. Nissar Hussain, de 49 anos, pai de cinco filhos que se converteu ao cristianismo, foi brutalmente espancado[97] em frente a sua casa em St Paul's Road, Manningham. O vídeo do espancamento, capturado por uma câmera de circuito interno da casa de Hussain, mostra dois homens encapuzados saindo de um carro estacionado em frente a sua casa e em seguida golpeando-o por 13 vezes com uma picareta. A polícia está tratando do caso como crime de intolerância religiosa. Hussain disse que ele e sua família estão enfrentando uma série de perseguições, intimidações e medo nas mãos de muçulmanos radicais desde 2008, quando eles apareceram em um documentário do canal de TV Channel 4 sobre abusos cometidos contra muçulmanos convertidos.


DEZEMBRO de 2015

               9 de dezembro. Policiais corroboraram[98] a alegação feita pelo candidato à presidência dos Estados Unidos Donald Trump de que partes de Londres se transformaram em zonas proibidas para a polícia britânica devido ao extremismo muçulmano. As declarações de Trump foram ridicularizadas[99] pelo Primeiro Ministro David Cameron e pelo Prefeito de Londres Boris Johnson. A Secretária do Interior Theresa May insiste que "a polícia de Londres não tem medo de policiar as ruas". A Polícia Metropolitana emitiu um comunicado dizendo[100]:
“Normalmente não damos importância a esse tipo de comentários, desta vez, no entanto, acreditamos ser de interesse dos londrinos afirmarmos que o Sr Trump está redondamente errado. Qualquer candidato às eleições presidenciais dos Estados Unidos está convidado a receber um briefing da Polícia Metropolitana sobre a realidade do policiamento de Londre”.
Contudo um policial de Lancashire disse[101] o seguinte: “há bolsões muçulmanos em Preston que se quiséssemos patrulhar teríamos que entrar em contato com os líderes da comunidade muçulmana local, para obtermos permissão de realizar tal missão”. Outro policial disse[102] que ele e seus colegas temem ser alvos de ataques terroristas e também falou sobre “terríveis advertências” dos chefes de polícia (em off) para que os policiais não usem fardas “nem em seus próprios carros”. E ainda por cima outro policial disse[103]: “a islamização ocorreu e continua ocorrendo. Bolsões muçulmanos não são novidade”.

              Um policial de Yorkshire escreve o seguinte:
“Nesse caso ele (Trump) não está errado. Na melhor das hipóteses nossos líderes estão mal informados ou simplesmente são hipócritas. Ele aponta para algo totalmente óbvio, algo que eu acredito que nós como nação não estamos dispostos a reconhecer, você acredita que um departamento de polícia dos EUA iria proibir policiais de usarem suas fardas por MEDO que eles possam ser mortos por extremistas?”
              17 de dezembro. O governo britânico publicou[104] a tão esperada avaliação sobre a Irmandade Muçulmana. O assim chamado Relatório Jenkins concluiu que a Irmandade Muçulmana não tem ligação com nenhuma atividade relacionada com o terrorismo dentro ou contra o Reino Unido". No entanto o relatório também manifesta preocupação sobre a maneira "às vezes dissimulada, para não dizer clandestina" que a Irmandade Muçulmana tem operado no passado recente, com o objetivo de moldar o modo muçulmano de pensar através de três grupos: a Associação Muçulmana da Grã-Bretanha, o Conselho Muçulmano da Grã-Bretanha e a Sociedade Islâmica da Grã-Bretanha.

             17 de dezembro. O Conselho de Mesquitas Waltham Forest, que alega representar 70.000 muçulmanos em Londres, jurou[105] boicotar o programa Prevent antiterrorista do governo, censurando as diretrizes do programa, acusando-as de serem um ataque racista contra a comunidade islâmica. Foi a primeira vez que um conselho de mesquitas adotou um boicote dessa natureza, isso solapa a tentativa do governo de envolver comunidades religiosas no combate à radicalização.

             26 de dezembro. O Times noticiou[106] que muçulmanos estão boicotando o programa Prevent antiterrorista do governo. Menos de um décimo das pistas sobre o extremismo estão vindo diretamente da comunidade muçulmana. A revelação de que menos de 300 pistas foram fornecidas pela comunidade em seis meses, irá levantar a preocupação de que estão ocultando da polícia informações que poderiam impedir ataques terroristas.

             29 de dezembro. Mohammed Rehman, 25 e sua esposa Sana Ahmed Khan, 24 foram considerados[107] culpados de planejar um ataque terrorista inspirado no ISIS em um shopping center ou em um metrô em Londres. Só foi possível frustrar o complô quando Rehman usou o nome de usuário do Twitter SilentBomber para enviar um tuíte pedindo ajuda para identificar o melhor alvo. Os policiais então invadiram sua residência em Reading, Berkshire, onde encontraram 10 kg de explosivos de nitrato. A promotoria disse que Rehman completaria a fabricação do artefato em questão de dias, que causaria muitas vítimas caso ele não tivesse sido pego a tempo pela polícia anti-terror.

              Durante o julgamento, o tribunal tomou conhecimento que Khan tinha sublinhado passagens em uma cópia do Alcorão onde se lia o seguinte: “Matai-os onde quer se os encontreis e expulsai-os de onde vos expulsaram... Tal será o castigo dos incrédulos". Outra passagem com realce dizia: "Está-vos prescrita a luta (pela causa de Deus), embora o repudieis. É possível que repudieis algo que seja um bem para vós e, quiçá, gosteis de algo que vos seja prejudicial”.

Tradução: Joseph Skilnik


Notas


[81] Fonte utilizada pelo autor: “Child molester given longer sentence as victims are Asian”, 17/09/2015, The Telegraph.
[82] Fonte utilizada pelo autor: “Child molester given longer sentence as victims are Asian”, 17/09/2015, The Telegraph.

[83] Fonte utilizada pelo autor: “3,000 terror suspects plotting to attack UK”, por Sean O’Neill, 18/09/2015, The Times.

[84] Fonte utilizada pelo autor: “Hospital apologises after moving RAF man because of uniform”, 26/09/2015, BBC (UK).

[85] Fonte utilizada pelo autor: “Artwork showing Sylvanian Families terrorised by Isis banned from free speech exhibition”, por Claire Armitstead e Jonathan Jones, 26/09/2015, The Guardian.

[86] Fonte utilizada pelo autor: “Three 'Isil-inspired jihadists planned Remembrance Day beheading in Britain'”, por Tom Whitehead, 12/10/2015, The Telegraph.

[87] Fonte utilizada pelo autor: “Sex attacker who assaulted a woman within two weeks of arriving in Britain claims he is Syrian in bid stay in the UK”, por Arthur Martin, 26/10/2015, Daily Mail.

[88] Fonte utilizada pelo autor: “Scots nuclear power plant worker caught studying BOMB-MAKING websites at work”, por David Taylor, 27/10/2015, Daily Record.

[89] Fonte utilizada pelo autor: “Fury as Islamic group orders Muslims in Rotherham to BOYCOTT police over child sex scandal”, 29/10/2015, Express.

[90] Fonte utilizada pelo autor: “ISIS supporter who threatened to behead a police officer when his stash of 'grotesque' execution videos was uncovered is jailed for two-and-a-half years”,  por Anthony Joseph, 30/10/2015, Daily Mail.

[91] Fonte utilizada pelo autor: “The Prophet Mohammed had British values - so the only way to combat extremism is to teach more Islam in schools”, por Sajda Khan, 01/11/2015, Independent.

[92] Fonte utilizada pelo autor: “Islamists in UK jails extort infidel tax from fellow prisoners”, por Richard Kerbaj and Tim Shipman, 01/11/2015, The Sunday Times.

[93] Fonte utilizada pelo autor: “Asian trio who rammed their car into the boyfriend of one of their sisters in 'honour attack' all avoid prison”, por Richard Spillett, 03/11/2015 e 04/11/2015, Daily Mail.

[94] Fonte utilizada pelo autor: “Hearing: Children told to chant: 'Do we send Christmas cards? No!' and 'Do we celebrate Christmas? No!'”, por Harvey Day,  09/11/2015 e 10/11/2015, Birmingham Mail.

[95] Fonte utilizada pelo autor: “Four refugees in court over 'plot to kidnap British diplomats abroad'”, por David Barrett, 13/11/2015, The Telegraph.

[96] Fonte utilizada pelo autor: “Yahya Rashid convicted of preparation of acts of terror after planning to join ISIS”, 13/11/2015, CPS.GOV.UK.

[97] Fonte utilizada pelo autor: “Police treat vicious street attack in Bradford by hooded thugs on Christian convert as hate crime”, por Kathie Griffiths, 19/11/2015, Thelegraph & Argus.

[98] Fonte utilizada pelo autor: “EXCLUSIVE: London Cop Confirms Donald Trump UK Radicalisation Claims – BBC, Cameron, Boris Johnson Sneer”, por Raheem Kassam, 09/12/2015, Breibart. http://www.breitbart.com/london/2015/12/09/exclusive-london-cop-confirms-donald-trump-uk-radicalisation-claims-bbc-cameron-boris-johnson-sneer/

[99] Fonte utilizada pelo autor: “Trump claim wrong that police 'afraid' in London - PM says”, 08/12/2015, BBC (London).

[100] Fonte utilizada pelo autor: “Trump claim wrong that police 'afraid' in London - PM says”, 08/12/2015, BBC (London).

[101] Fonte utilizada pelo autor: “'Trump's not wrong – we can't wear uniform in our OWN cars': Five police officers claim Donald Trump is RIGHT about parts of London being so 'radicalised' they are no-go areas”, por Martin Robinson, 09/12/2015 e 07/01/2016, Daily Mail.

[102] Fonte utilizada pelo autor: “'Trump's not wrong – we can't wear uniform in our OWN cars': Five police officers claim Donald Trump is RIGHT about parts of London being so 'radicalised' they are no-go areas”, por Martin Robinson, 09/12/2015 e 07/01/2016, Daily Mail.

[103] Fonte utilizada pelo autor: “EXCLUSIVE: London Cop Confirms Donald Trump UK Radicalisation Claims – BBC, Cameron, Boris Johnson Sneer”, por Raheem Kassam, 09/12/2015, Breibart. http://www.breitbart.com/london/2015/12/09/exclusive-london-cop-confirms-donald-trump-uk-radicalisation-claims-bbc-cameron-boris-johnson-sneer/

[104] Fonte utilizada pelo autor: “Muslim Brotherhood review: main findings”.

[105] Fonte utilizada pelo autor: “Society of mosques to boycott 'racist' anti-terror Prevent programme

[106] Fonte utilizada pelo autor: “Muslims ‘stay silent’ on extremism tip-off scheme”, por Fiona Hamilton, 26/12/2015, The Times.

[107] Fonte utilizada pelo autor: " Married couple with ‘common interest’ in violent jihad are GUILTY of plotting 7/7-style suicide attack on Westfield shopping centre - asking Twitter for tips and testing bombs in their back garden”, por Duncan Gardham e Steph Cockroft, 29/12/2015, Daily Mail.




Sobre o autor: Soeren Kern, americano, é graduado na Universidade de Washington em Relações Exteriores, e possui graduação em Estudos Políticos na Universidade Hebraica de Jerusalém.

Trabalha em assuntos de segurança e geopolítica. Escreve em diversas revistas e comenta em rádios, entre as quais a BBC, CNN e National Public Radio. É fluente em inglês, alemão e espanhol e já visitou mais de uma centena de países.

* * *

Adendo por Tannhauser

É importante esclarecer que o Gatestone Institute é uma instituição proeminentemente judaica de inclinação sionista. É fundada e financiada por doadores privados. Este instituto, apesar de ter em seus quadros alguns colunistas que denunciam as catástrofes de migração de não europeus para a Europa, omite completamente o papel judaico em fomentar tal migração e a política de fronteiras abertas para receber não europeus que resulta em todos os aspectos no genocídio branco. É comum autores deste instituto exporem protestos quando as críticas as consequências da chegada de muçulmanos ou migrantes são censuradas, mas não se vê protestos às críticas feitas as influências judaicas me suas várias esferas (política, cultural, social etc...) e nem se publica-as, e quando ocorrem de citarem alguma, a fazem com interpretação de que se trata de preconceito e pura implicância desprovida de qualquer fundamento, bem à maneira das alegações do judeu Elie Wiesel, que aliás compõe o quadro do instituto em questão.

Entre seus proeminentes membros estão[1]:

 John Robert Bolton, americano protestante, ex-embaixador dos EUA na ONU e homem do governo pró-sionista de George Bush.

Nina Rosenwald, descendentede judeus do leste europeu, herdeira do grupo Sears (originalmente um empreendimento americano que foi transferido para o capital judaico). Recebeu em 2003 um prêmio por ativismo pró-sionismo[2].

Alan Dershowitz, jurista e liberal judeu. Já defendeu clientes que fomentaram a pornografia, e envolvidos em pedofilia (Jeffrey Epstein), no entanto sua liberalidade se esfumaça ao querer controlar a posse de armas dos cidadãos americanos, além de ser apoiador de Hillary Clinton, esta, uma protagonista da globalização e adversária de todo nacionalismo exceto o nacionalismo israelense[3]. Já foi premiado pela Anti Defamation League.

Daniel William Finkelstein, judeu, ex-editor executivo do principal jornal britânico Times.

Merryl H. Tisch, política judia americana que atuou no Washington Institute for Near East Policy (Instituto de Washington para Políticas no Oriente Médio).

Elie Wiesel, judeu sobrevivente do alegado “holocausto” cujas contradições, desmascaradas[4] pelo acadêmico revisionista francês Robert Faurisson, são sistematicamente ocultadas pelo lobby judaico.

Em suma o aporte aproveitável de tal instituto é expor algumas consequências da globalização na Europa sem que, no entanto, revele as causas, pois estas, para serem acessadas pelos leitores devem ser procuradas em autores de fora do instituto, ou quando muito de algum autor do instituto que, no entanto, publica algum artigo da ação judaica em fomentar tal migração, mas nesse caso em outro portal, como foi o caso Douglas Murray[5]. Paul Grubach em excelente artigo colocou que os judeus como parte da comunidade mundial são também passíveis de críticas[6]. E se uma apuração crítica resultar em uma conclusão, de fato, que a atividade global judaica é nociva, é nada mais e nada menos do que manter o compromisso para com a verdade e para com a imparcialidade não negar-se a aceitar tal fato.

Seguem alguns artigos que mostram o protagonismo judaico no multiculturalismo e política de fronteiras abertas que permitem a migração na Europa chegarem a atual situação:






Notas

[2] Nota por Tannhauser: “House Majority Leader Tom Delay At ZOA Dinner: It’s Not ‘Occupied Territory,’ It’s Israel, por Morton A. Klein, 17/11/2003, Zionist Organization of America.

[3] Nota por Tannhauser: “Hillary Clinton: US has ‘moral obligation’ to support Israel”, 02/06/2016, The Jewish Agency.

[4] Nota por Tannhauser: Robert Faurisson, A Prominent False Witness: Elie Wiesel, publicado em inglês em folheto pelo Institute for Historical Review em 1988.
Traduzido em português em: Elie Wiesel - Um Proeminente falso testemunho – Por Robert Faurisson.

[5] Nota por Tannhauser: “Douglas Murray’s Warning to the Jewish Community”, por Kevin Macdonald, 25/11/2015, The Occidental Observer.
Traduzido em português em: Os avisos do {jornalista} Douglas Murray para a com unidade judaica – por Kevin MacDonald

[6]  Nota por Tannhauser: “A Critique of the Charge of anti-Semitism”, por Paul Grubach, verão 1988, The Journal for Historical Review, Volume 8 número 2, página 185.
Tradução para o português: A Crítica de Acusação de Antissemitismo: A legitimidade moral e política de criticar a Judiaria - por Paul Grubach.
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Escola Primária Inglesa acusada de ser "demasiado Branca" - Por Graeme Paton

Rabino da extrema direita: Os ataques de Paris são o troco pelo Holocausto!